As creches só querem aceitar crianças com mensalidades em dia e pedem para reabrir já em maio. A medida é defendida pela Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular (ACPEEP), que teme que muitos dos seus associados não sobrevivam à quebra de receita. Em cerca de 35 por cento das creches associadas da ACPEEP, foram registadas quebras de 50 por cento na faturação.
Apesar de ainda não haver data oficial para a reabertura das creches portuguesas, se bem que 1 de junho seja a data mais apontada, a ACPEEP deixa o aviso: pais que deixaram de pagar mensalidades, sem qualquer acordo com o estabelecimento de ensino, vão ter um regresso mais complicado. “Houve quem achou que não devia continuar a pagar as creches e não o fizeram; se quiserem regressar agora, terão de resolver essa situação; não seria justo fazer de outra forma por causa dos pais que mantiveram os pagamentos”, afirmou Susana Batista, presidente desta associação.
A responsável explicou que houve “situações de pais com dificuldade em pagar as mensalidades”, por terem visto “os seus rendimentos reduzidos” ou por terem “ficado desempregados” e que se chegaram à frente e foram definidas soluções de pagamento mais leves e ajustadas. “Tentou-se ajudar e encontrar soluções como reduzir mensalidades ou pagamentos faseados”, afirmou Susana Batista, que assegura que “estas pessoas não vão ter problemas na reabertura, porque houve um acordo prévio”.
O pior é mesmo o caso de “pais que rescindiram contrato por achar que os estabelecimentos já não iam abrir até ao final do ano letivo”, ou os que “acharam que não deviam pagar qualquer mensalidade já que as aulas foram suspensas. Serão estes exemplos os que terão mais dificuldades quando for dada a autorização de reabertura.


Guilhermo Vara, presidente da Junta de Extremadura, informou hoje que as fronteiras com Portugal poderão ser eliminadas durante o mês de junho, na terceira fase do plano de desconfinamiento.
O presidente da Câmara de Monforte, Gonçalo Lagem e o vice-presidente Fernando Saião foram recebidos ontem pelo secretário de estado adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, para avaliação da situação de segurança naquele concelho.
Depois de anunciar o cancelamento da Feira de São João, prevista para o mês de junho, o Ayuntamiento de Badajoz decidiu cancelar também a Equestre 2020 – Feira do Cavalo e do Touro de Badajoz, devido à pandemia de Covid-19.
A Feira de São João, que anualmente decorre em Badajoz no mês de junho, este ano não se vai realizar.
O município de Arronches aprovou recentemente um conjunto de medidas que pretendem ajudar os munícipes, e empresários da área comercial e hoteleira.
A Direção da Associação de Futebol de Portalegre (AFP) decidiu implementar o regime de lay-off simplificado, uma medida extraordinária e temporária, que tem como objetivo a manutenção dos postos de trabalho.
O Município de Campo Maior ativou hoje, sábado, dia 18, o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil .
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) congratula-se com a publicação esta semana, pelo Governo, da portaria que possibilita, face à acentuada quebra das vendas e consequente descida abrupta de preço, alargar aos pequenos frutos o regime extraordinário de retirada de produto do mercado, considerando que, dadas as imensas dificuldades sentidas pelos produtores ao nível do escoamento da produção, “este mecanismo é essencial para mitigar os efeitos da redução generalizada da procura interna e externa destes pequenos frutos, permitindo equilibrar a oferta ao mercado”.
Os efeitos e impactos da pandemia de covid-19 são transversais a todas as áreas da economia portuguesa. No caso de um setor imprescindível à sociedade – o da agricultura -, os pequenos e médios produtores enfrentam graves problemas para conseguir escoar os seus produtos, depois de encerrados restaurantes e mercados.