Alunos do ensino secundário realizaram exame de matemática

Os alunos do Ensino Secundário realizaram esta manhã de quinta-feira, 30 de junho, o exame nacional de Matemática.

Para alguns alunos com quem falámos a prova foi mais difícil do que estavam à espera. Foi o caso de Pedro Pestana que explica que, tendo em conta a forma como se preparou, “a prova foi um bocado mais difícil do que esperava na parte de trigonometria” e pensa já recorrer à segunda fase, para melhorar a nota.

Também Marta Boal revela que a prova “não correu propriamente bem”, devido à forma “como as perguntas foram colocadas e houve uma pergunta com matéria para qual não me preparei, por isso correu pior”.

Por outro lado, João Gomes, sente que a prova lhe correu bem e que estava preparado, adiantando que a parte relacionada com as funções, foi a mais difícil.

Utentes e funcionários da APPACDM de Elvas com manhã de relaxamento e massagem facial

Os utentes de formação profissional e do CACI, bem como os funcionários da APPACDM de Elvas beneficiaram esta manhã de quinta-feira, 30 de junho, de uma massagem facial.

Este momento de relaxamento foi proporcionado pelas sete formandas do curso de Educação e Formação de Adultos de estética.

Luís Mendes, presidente da APPACDM de Elvas, agradece “à turma e professora que se disponibilizaram para vir aqui proporcionar este momento aos nossos utentes, que é o que procuramos, alternativas, e o resultado final é que todas as pessoas adoram e descontraem, pelo que é extremamente positivo, trazer novas situações, que resultem”.

Já Célia Mateus formadora do curso de Educação e Formação de Adultos de estética, desenvolvido em Elvas pela Profiforma, explica que “é muito enriquecedor a nível pessoal e profissional, para as formandas”, adiantando que “os utentes respondem de forma muito positiva é importante para nós para contribuir para o bem-estar dos outros, porque a estética vai muito para além da aparência física”.

Esta é uma forma de as formandas poderem trabalhar com outro tipo de público, proporcionando-lhe bem-estar, através do “toque”, que é o benefício principal, desta massagem, para além do relaxamento e também em termos de pele, uma vez que também foi feita uma esfoliação, portanto tem uma série de benefícios em termos estéticos e bem-estar”, conclui a formadora.

Utentes da APPACDM de Elvas que esta manhã receberam uma massagem facial, num momento de relaxamento que decorreu no jardim da instituição.

Skate Park de Arronches voltou a receber demonstração de desportos extremos

Atletas de topo das diferentes modalidades radicais estiveram em Arronches para uma tarde recheada de acrobacias.

Numa atividade integrada nas comemorações de São João, o Skate Park de Arronches voltou a receber no passado sábado, dia 25 de junho, uma demonstração de desportos extremos, com atletas de topo das diferentes modalidades, tais como o skate, a patinagem inline ou BMX.

Ao longo da tarde, a Academia dos Patins proporcionou uma tarde diferente a quem se deslocou àquele espaço, deixando boquiabertos todos aqueles que presenciaram as acrobacias efetivadas, umas de mais fácil execução, outras de elevado grau de dificuldade.

Depois da demonstração, os atletas convidaram alguns dos presentes a testar as várias modalidades radicais, com os mais jovens a mostrarem-se mais predispostos para avançar, com destaque para a participação dos integrantes da Associação Freestyle Iceshow Arronches.

Fonte: Município de Arronches

Linha do Leste: “uma prioridade política para a JS” que tem de ser “uma luta regional”

A Federação Distrital de Portalegre da Juventude Socialista (JS) lançou no sábado, 25 de junho, o “Roteiro pela Eletrificação da Linha do Leste”, que contou com a participação do coordenador do Plano Ferroviário Nacional, Frederico Francisco, do secretário-geral da JS, Miguel Costa Matos, e do deputado Eduardo Alves.

O roteiro iniciou-se com uma visita à Transitex, empresa instalada na Plataforma Logística de Elvas, que encara a eletrificação da Linha do Leste como uma oportunidade única para o transporte de mercadorias. Pelas 15.40 horas mais de 40 jovens entravam na automotora Allan 350, que os levaria de Elvas a Ponte de Sor, onde terminaria o roteiro numa visita ao Aeródromo Municipal de Ponte de Sor.

A comitiva foi recebida no Aeródromo pelo presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, Hugo Hilário, que felicitou todos os jovens socialistas pela “coragem” na organização deste roteiro e assumiu “que com a construção da Barragem do Pisão, o desenvolvimento das plataformas logísticas e perante a aprovação das agendas mobilizadoras com mais de 250 milhões de euros, garantir boas condições de mobilidade através da eletrificação da Linha do Leste é essencial para complementar estes investimentos”.

O presidente da Federação de Portalegre da JS, João Pedro Meira, demonstrou-se concretizado e satisfeito “pela forma como os jovens socialistas do Alto Alentejo se mobilizaram e conseguiram organizar um roteiro que do ponto de vista logístico parecia difícil de concretizar inicialmente”.

Afirmou que “para a Federação de Portalegre da JS a Linha do Leste é uma prioridade política que tem de se tornar numa luta regional, pelo significado que representa para muitos estudantes deslocados que encontram aqui, muitas vezes, o único meio de transporte público entre o Alto Alentejo e o Norte do país, pelo enorme potencial no transporte de mercadorias para e a partir das plataformas logísticas de Elvas e do Sudoeste Europeu e pelo potencial no transporte de passageiros que se consolidará com a construção do Ramal de Portalegre”.

Por seu turno, Frederico Francisco constatou que “a construção da nova linha Évora – Elvas é o maior investimento em nova linha férrea dos últimos 100 anos” e conclui que esta linha permitirá “colocar Elvas a menos de duas horas de Lisboa e Portalegre a menos de três horas” e, portanto, “esta infraestrutura terá uma importância enorme para ligar o Alto Alentejo à Área Metropolitana de Lisboa e a Évora”. Conclui, assim, que a “eletrificação da Linha do Leste, do ponto de vista técnico, é a sequência natural desse investimento” e que “ainda antes disso, o primeiro passo será, havendo disponibilidade de material circulante, aumentar a frequência para um patamar mínimo de 2 comboios por dia em cada sentido”.

Miguel Costa Matos louvou o espírito de militância da Federação de Portalegre da JS pela “capacidade com que percorreram o distrito de lés-a-lés”, deixando uma mensagem sobre a importância destes roteiros que “nos permitem fazer política próxima do terreno (…) combatendo o centralismo (…) para conhecermos as empresas e o território”. Acrescentou que “este encontro com a realidade nos permite perceber como é que as nossas conquistas se cruzam com a vida da nossa geração”.

Eduardo Alves recordou que “é prioritário aumentarmos a frequência para que consigamos juntar as pessoas a esta causa, tornando-se num meio de transporte credível para a vida das pessoas” e concretizou que “precisamos da força dos municípios para tornarmos este projeto numa causa regional”.

Sporting Clube Campomaiorense com sete nadadores no 39º Meeting Cidade de Elvas

As piscinas municipais de Elvas foram este sábado, 25 de junho, palco da 39ª edição do Meeting de Natação, organizado pelo Clube Elvense de Natação (CEN).

Nesta prova, revela o presidente do clube, José Caldes, é preocupação do mesmo colocar os mais pequenos, desde logo, em ação, assegurando que o clube nasceu para ensinar as crianças a nadar e para evitar tragédias como àquela que aconteceu muito recentemente na cidade. “Apelo às pessoas que tragam os seus filhos (para a natação), porque é muito importante as crianças saberem nadar ou, no mínimo, saberem estar dentro de um plano de água. É de extrema importância. Foi para isso que o clube nasceu e foi criado”, começa por dizer.

“É com muito orgulho que nós estamos hoje, mais uma vez, presentes com este torneio na piscina municipal descoberta, onde é hábito trazermos logo os mais pequenos, porque é aí que começa a prova e o bichinho deles pela natação”, assegura ainda José Caldes, adiantando que, neste prova, estive mais de uma centena de atletas, em representação de um total de dez clubes: nove portugueses, oriundos, desde Campo Maior, passando por Castelo Branco, Viseu, Coimbra, Guarda e Entroncamento, e ainda um espanhol, de Don Benito.

Já a treinadora do CEN, Ana Cristina Jantarão, explica que esta prova acontece já na fase final da presente época desportiva, faltando apenas os campeonatos regionais, marcados para o próximo fim de semana e, pelo menos, e no caso do clube elvense, um campeonato nacional. Importante, nesta altura, diz ainda a professora, é conseguir “agarrar” as crianças que se estrearam hoje neste meeting, assegurando que, na próxima época, já vão estar a competir de uma outra maneira. “Temos de apanhar esta malta, para continuarmos a crescer”, assegura.

Apesar da natação ter sido uma das modalidades que, durante a pandemia, menos saiu prejudicada, uma vez que só esteve impedida durante os confinamentos, durante cerca de dois anos, lembra Ana Cristina Jantarão, as competições não se realizaram.

Presente neste meeting, como já é habitual, esteve o Sporting Clube Campomaiorense, com sete atletas. O treinador, José Mercês, garante que é sempre “um prazer” marcar presença nesta prova, tendo esperança que, na próxima temporada, a normalidade total seja alcançada. “Vamos ver o que é que conseguimos fazer na próxima época”, remata.

Aquedutos e boas práticas na gestão do património em destaque nas Conferências Internacionais em Elvas

“Boas práticas na gestão sustentável do património hidráulico” foi o tema das Conferências Internacionais, que decorrem esta sexta-feira, 24 de junho, na Casa da História Judaica de Elvas.

Uma iniciativa da AIAR, no âmbito das comemorações dos 400 anos do Aqueduto da Amoreira.

Estas conferências contam com a participação de um conjunto de estudiosos e investigadores, nacionais e estrangeiros, com o objetivo de debater a questão da arquitetura da água e avaliar dos variados interesses que essas infraestruturas detêm.

Santiago Martinez, arqueólogo do Consórcio da Ciudad Monumental de Mérida, abordou questões relacionadas com o Aqueduto de los Milagros de Mérida, onde destacou “a forma como os romanos captavam água de qualidade para abastecer a cidade, este é um exemplo de recursos”. Em Mérida, este consórcio, como revela Santiago, “dedica todos os seus recursos para manter a conservação, não só o Aqueduto, mas também o restante património monumental”.

Seguiu-se depois da apresentação do conservador Álvaro Barbosa acerca do Aqueduto de Convento de Cristo, de Tomar, e a sua relação com a vida humana. Álvaro Barbosa explica ainda as particularidades deste aqueduto, que “foi construído para resolver um problema agrícola e de sustento do frades religiosos da Ordem de Cristo, que foram constrangidos a viver na clausura, no tempo de D. João III, e uma das soluções encontradas foi transformar a cerca de clausura, uma área rural com cerca de 39 hectares, num lugar de produção agrícola, rentabilizá-la e aumentar o seus proventos”.

As Conferências Internacional de Elvas decorrem até às 19 horas desta sexta-feira, na Casa da História Judaica de Elvas.

Exposição “Um Aqueduto entre aquedutos” inaugurada em Elvas

A exposição ”Um aqueduto entre aquedutos” foi inaugurada ontem, quinta-feira, 23 de junho, na Cisterna da Praça, numa iniciativa desenvolvida pela AIAR (Associação de desenvolvimento pela cultura), para assinalar os 400 anos do Aqueduto da Amoreira

Jacinto César, presidente da Associação revela que tendo em conta este marco, “dedicou a maioria das suas atividades, este ano, ao Aqueduto da Amoreira”, lamentando “o facto de os elvenses não terem noção do que é o Aqueduto, passam por ele, nem olham, não sabem para que serviu e isso entristece-me um bocadinho e todo o património da cidade deveria ser ensinado nas escolas primárias”.

A exposição conta com dez fotografias do Aqueduto da Amoreira e outras dez, são relativas a outros aquedutos do país.

As imagens foram captadas pelo museólogo e investigador na área do património Cultural da água, Pedro Inácio, que destaca que o Aqueduto de Elvas, “é para si dos mais belos do mundo, relativamente à sua travessia, tem 1113 metros e, com quatro níveis de arcos é a maior travessia do mundo”. Pedro Inácio revela que este “é um património muito singular” que aprecia muito, e há algum tempo que faz o levantamento deste tipo de monumento”.

Já o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida reconhece o trabalho feito pela AIAR, no sentido de “lembrar todos os elvenses desta obra que nos foi deixada pelos nossos antepassados e, é extremamente interessante que saibamos assumir responsabilidades na sua manutenção e conservação, para respeitar o que foi feito por esses antepassados”.

Exposição “Um aqueduto entre aquedutos” que está patente na Cisterna da Praça até dia 4 de julho e de 17 de agosto a 25 de setembro, sendo necessário agendar visita.

Campo Maior celebra São Joãozinho com procissão, arraial e venda de fogaças

Campo Maior tem vindo a celebrar o seu padroeiro, São João Batista, desde a passada segunda-feira, 20 de junho, com um conjunto de celebrações na Ermida de São Joãozinho, tendo ontem, quinta-feira, dia 23, as comemorações contado com uma procissão, depois de mais uma eucaristia.

A celebração da eucaristia, garante o padre Luís Manuel, é “o ponto máximo das celebrações”, em que “se honra e pede ao santo a sua interceção” junto de toda a comunidade.

Ontem, houve ainda lugar para um arraial e a venda das tradicionais fogaças. Hoje, adianta o padre, haverá procissão em honra de São João Batista, mas pelas ruas de Campo Maior.

Portalegre: mais de 300 novos guardas provisórios prestam Compromisso de Honra

Os 303 novos militares do 46.º curso de formação de Guardas da GNR de Portalegre fizeram esta quarta-feira, 22 de junho, o Compromisso de Honra, na Avenida das Forças Armadas, numa cerimónia presidida pelo Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro.

Após a cerimónia, foi assinado o protocolo de colaboração entre a Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna e a Câmara Municipal de Portalegre, para a execução das obras nos arruamentos junto ao terreno onde serão construídas as novas instalações do Comando Territorial da GNR e do Centro de Formação de Portalegre (ver aqui).

As imagens da cerimónia para ver na fotorreportagem abaixo:

Monforte dá primeiros passos para criação de Centro Tecnológico de Construção Sustentável

O primeiro passo para a implementação daquele que será o futuro Centro Tecnológico de Técnicas de Construção Sustentável em Monforte foi hoje, 20 de junho, dado, com a assinatura de vários protocolos entre o Município e os seus diferentes parceiros neste projeto.

Com a preocupação de inverter o papel da construção enquanto “o maior responsável pela carbonização do ambiente”, este projeto, revela o presidente da Câmara, Gonçalo Lagem, ainda numa fase embrionária, está a ser preparado para que, assim que possível, seja candidatado a fundos comunitários. “Tivemos a informação, há bem pouco tempo, que em novembro ou dezembro vão sair os primeiros avisos e todos esses avisos vão ter como chavões conceitos relativos àquilo que aqui estamos a falar, neste centro tecnológico, e estamos preparados e um passo à frente para apresentar uma candidatura”, assegura.

Neste centro, adianta Lagem, quer-se estudar aquilo que, ao nível da construção, “é mais eficiente e energético”, com vista a reduzir a pegada ecológica, através das parcerias agora estabelecidas com o Politécnico de Portalegre, o Fórum Energia e Clima, a Universidade do Porto, o Instituto da Construção e a Direção-Geral do Património e Cultura. Procurar “soluções conscientes da responsabilidade e do que estamos a fazer mal”, até porque “o planeta Terra não aguenta mais”, é o principal objetivo.

O autarca diz ainda acreditar que este projeto poderá fazer “a diferença”, considerando-o “estruturante e estrutural” para Monforte, dado que poderá “ajudar a vencer a desertificação”. Por outro lado, este centro tecnológico promete conduzir ao concelho “know-how, experiência, conhecimento, academia e ciência”. “Foram estas mãos que demos hoje com esta sessão solene”, remata.

Este centro, garante, por sua vez, o presidente do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), Luís Loures, vai ao encontro de vários projetos de investigação que têm vindo a ser desenvolvidos naquela instituição de ensino superior, como é o caso do projeto Guardiões, dedicado ao combate às alterações climáticas no Alentejo. “O politécnico está muito comprometido com as questões da sustentabilidade, da transição energética e da descarbonização e este projeto integra essas preocupações”, assegura.

Com um conjunto de “competências significativas” nesta área, Luís Loures não tem dúvidas que o Politécnico tem tudo para ser um “player ativo” neste projeto, “com pessoas ligadas à construção tradicional, à engenharia civil, à transição energética e às alterações climáticas”.

Para além de importante, este projeto em Monforte, assegura o presidente do Fórum Energia e Clima, Ricardo Campos, “é um exemplo e uma solução para a crise climática”. Os edifícios, adianta, “são responsáveis no mundo por 20% dos gases com efeito de estufa e por consumirem 30% do total de energia que produzimos”. Passar-se a construir edifícios de forma mais sustentável “é uma urgência”, uma vez que se conseguirá reduzir a retenção de radiação infravermelha, fazendo com que as temperaturas do planeta baixem. Ricardo Campos garante ainda que este centro será “marcante”, dado que possibilitará gerar soluções ao nível da economia circular, entre outros, com a introdução de materiais reciclados na construção.

Transferir o conhecimento das universidades para a sociedade, garante o professor de arquitetura na Universidade do Porto, Bruno Marques, é a base deste futuro centro, levando até Monforte investigadores e proporcionando formação aos estudantes que queiram seguir estas áreas. Com este centro será depois possível estabelecer outras parcerias e possibilitar “um trabalho de cooperação” com outras autarquias e empresas da região, na reabilitação e na construção de edifícios. Já o presidente do Instituto da Construção, Humberto Varum, descreve o projeto como “ambicioso e muito promissor”, que poderá vir a ajudar a desenvolver a sociedade local e regional.

O projeto do Centro Tecnológico de Técnicas de Construção Sustentável, de Monforte, conta com o apoio da CCDR Alentejo.