“Não é caridade nem solidariedade, isto é governar, diz José María Vergeles, ministro da Saúde e dos Serviços Socias da junta da Extremadura, adiantando ainda que “temos que interiorizar que Espanha é a fronteira sul, da Europa, e há uma questão: isto não é um problema de Ceuta, Andaluzia ou Murcia, é um problema de Estado, da Europa”.
Vergeles informou ainda que os menores que serão acolhidos na Estremadura espanhola não são aqueles que acabam de chegar a Ceuta, mas que a medida é realizada para socorrer os centros desta cidade autónoma. Assim, desta forma, 200 crianças e adolescentes desacompanhados, que já formam parte do sistema de proteção da cidade de Ceuta serão distribuídos por outros territórios, para aliviar espaço e recursos.