As Festas do Povo vão ficar eternizadas, numa das paredes da antiga escola do Bairro Novo, em Campo Maior. Trata-se de uma obra de urban street art, da autoria da artista Mariana Santos que tem estado na vila para retratar o maior ex-líbris de Campo Maior e proporcionar um workshop aos jovens interessados nesta área.
A artista explica este mural acaba por ser “uma lembrança da tradição” e “uma inspiração para o futuro”, sendo que, sendo natural de Lisboa, foi convidada pela Câmara Municipal a realizar este trabalho. “Enviaram-me várias fotos, vários vídeos e havia uma fotografia que eu achei que estava muito bem. Alterei as caras das mulheres, para não haver chatices, porque são pessoas daqui e algumas não queriam aparecer. Alterei as caras, mas fica a homenagem ao povo de Campo Maior e sobretudo às mulheres, que contribuem bastante para esta festa”, explica.
Sendo pintada em tons de preto, cinza e branco, esta obra, com “uma luz cinematográfica”, explica Mariana Santos, pretende ser “uma memória do passado”. “Gosto muito de trabalhar com fotos de arquivo e de lembranças de tradição”, adianta.
Apesar de sempre se ter dedicado à pintura e ao desenho, só há três anos enveredou por este caminho da urban street art. “Vim parar a este mundo um bocado por acaso, por querer fazer algumas coisas em escala maior e as coisas começaram a desenvolver-se por aí”, revela Mariana. Se antes estava habituada a pintar em papel e tela, a artista garante que a única coisa que muda, em relação à pintura numa parede, é a escala, quer do suporte, quer dos próprios instrumentos. Para poder produzir esta obra, a artista precisa de se socorrer de uma grua, sendo que, por vezes, também trabalha com andaimes.
Esta sexta-feira, 22 de julho, ao final da tarde, e à semelhança do que aconteceu ontem, Mariana Santos estará ainda a promover um workshop alusivo a esta sua arte, com os jovens a participar na pintura de uma parede. De recordar que esta é a última das iniciativas que decorre ainda âmbito da programação da edição deste ano do Festival Raya.


Volvido um ano desde a primeira colaboração entre o Município e a Associação Cultural ‘Periferias’ e a associação espanhola ‘Gato Pardo’, o concelho de Arronches encontra-se a receber nova edição especial do Festival Internacional de Cinema de Marvão e Valencia de Alcántara, precisamente denominado precisamente ‘Periferias’, que vai na sua décima edição.
Portugal conta com mais uma ligação ferroviária até Badajoz, desta vez com partida do Entroncamento.
O volume de água armazenada na albufeira da Barragem do Caia estava ao dia de ontem, quarta-feira, dia 20, em 21 milhões e 675 mil metros cúbicos, com o nível da água à cota de 224,81 metros.
Já decorre a Campanha “Garrafa Solidária”, à qual os Bombeiros de Elvas e de Campo Maior se associaram.
O filme português “Salgueiro Maia, o Implicado” estreia em Espanha, esta sexta-feira, dia 22 de julho, no âmbito do Festival Ibérico de Cinema de Badajoz.
O Instituto Politécnico de Portalegre faz parte de um consórcio internacional, de 11 entidades académicas e empresariais, premiado no âmbito do Horizonte Europa: “Clima, Energia e Mobilidade”.
A presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Carvalho, assinou, na passada segunda-feira, dia 18 de julho, o contrato para a empreitada de requalificação do campo de treinos do Estádio Municipal, no valor de 104.206,48 euros.
Recentemente oficializada uma delegação dos Punishers Law Enforcement Motorcycle Club em Elvas, esta organização sem fins lucrativos promove, este domingo, dia 24 de julho, na cidade, uma caminhada solidária com vista a angariar fundos para os tratamentos e intervenções cirúrgicas a que se precisa de submeter a pequena Clara Duarte, uma menina elvense, de quatro anos, que sofre de Síndrome DiGeorge, uma doença rara e incapacitante.
O Traço, Festival Internacional de Desenho do Alentejo, regressa este ano, a Elvas, sob o mote “400 anos do Aqueduto da Amoreira”, numa organização dos Urban Sketchers da Raia.