CIMAA lança concurso para aquisição de equipamentos contra incêndios

cimaa.pngA CIMAA lançou um concurso público com publicidade Internacional para a aquisição de equipamentos de apoio a ações locais e regionais de proteção contra riscos de incêndios no Alto Alentejo. O concurso decorre da aprovação em março, pelo FEDER, da respetiva candidatura, ao abrigo do programa ALENTEJO 2020, terminando o prazo para apresentação das propostas no próximo dia 25 de maio.

O objetivo é apoiar ações locais e regionais de proteção contra riscos de incêndios, designadamente os investimentos ou equipamentos destinados à proteção e socorro das populações e para alojamento e abastecimento de desalojados em situações de catástrofe e a realização de campanhas de informação e sensibilização.

O procedimento engloba a aquisição de vários equipamentos, através de sete lotes, com o valor base de €883.254,75.

A CIMAA pretende efetuar a aquisição de diversos equipamentos com base nas necessidades identificadas pelos 15 municípios do território do Alto Alentejo, nomeadamente sirenes, altifalantes, kits de abrigo, pontos de água (tanques em betão armado e depósitos de água entre outros), e também no âmbito da gestão de combustíveis para proteção dos aglomerados a aquisição de roçadoras, destroçadores e estilhaçadores florestais.

Relativamente à realização de campanhas pretende-se 15 ações de prevenção e sensibilização (uma por concelho) com o apoio dos Gabinetes Técnicos Florestais municipais.

Igualmente prevista está a conceção e impressão de flyers para distribuição no território à população em geral e proprietários de terrenos, e paralelamente a divulgação de spots de sensibilização nas rádios locais.

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Creches não aceitam crianças sem mensalidades em dia

CriancaCreche.jpgAs creches só querem aceitar crianças com mensalidades em dia e pedem para reabrir já em maio. A medida é defendida pela Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular (ACPEEP), que teme que muitos dos seus associados não sobrevivam à quebra de receita. Em cerca de 35 por cento das creches associadas da ACPEEP, foram registadas quebras de 50 por cento na faturação.

Apesar de ainda não haver data oficial para a reabertura das creches portuguesas, se bem que 1 de junho seja a data mais apontada, a ACPEEP deixa o aviso: pais que deixaram de pagar mensalidades, sem qualquer acordo com o estabelecimento de ensino, vão ter um regresso mais complicado. “Houve quem achou que não devia continuar a pagar as creches e não o fizeram; se quiserem regressar agora, terão de resolver essa situação; não seria justo fazer de outra forma por causa dos pais que mantiveram os pagamentos”, afirmou Susana Batista, presidente desta associação.

A responsável explicou que houve “situações de pais com dificuldade em pagar as mensalidades”, por terem visto “os seus rendimentos reduzidos” ou por terem “ficado desempregados” e que se chegaram à frente e foram definidas soluções de pagamento mais leves e ajustadas. “Tentou-se ajudar e encontrar soluções como reduzir mensalidades ou pagamentos faseados”, afirmou Susana Batista, que assegura que “estas pessoas não vão ter problemas na reabertura, porque houve um acordo prévio”.

O pior é mesmo o caso de “pais que rescindiram contrato por achar que os estabelecimentos já não iam abrir até ao final do ano letivo”, ou os que “acharam que não deviam pagar qualquer mensalidade já que as aulas foram suspensas. Serão estes exemplos os que terão mais dificuldades quando for dada a autorização de reabertura.

Guilhermo Vara defendeu a reabertura das fronteiras em junho

GuillermoFernandezVara.jpgGuilhermo Vara, presidente da Junta de Extremadura, informou hoje que as fronteiras com Portugal poderão ser eliminadas durante o mês de junho, na terceira fase do plano de desconfinamiento.

Vara defendeu esta posição na video-conferencia entre os presidentes das regiões autonomas e o primeiro ministro espanhol, Pedro Sánchez.

Portugal continua a ser o primeiro parceiro económico da Estremadura, de acordo com Guilhermo Vara e a reabertura das fronteiras é fundamental no restabelecimento económico da região vizinha.

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Gonçalo Lagem: “em breve haverá resultados a sociedade não pode esperar mais”

GonaloLagem2016.jpgO presidente da Câmara de Monforte, Gonçalo Lagem e o vice-presidente Fernando Saião foram recebidos ontem pelo secretário de estado adjunto e da Administração Interna, Antero Luís, para avaliação da situação de segurança naquele concelho.

Gonçalo Lagem afirma “saí do MAI com a grata sensação que de este é o meu país, encontrei um secretário de estado bastante sensível, conhecedor, prestável e disponível para ajudar a comunidade do concelho de Monforte a resolver esta questão da insegurança, ao lado das pessoas que têm atividades económicas, e que se vêem privadas de exercer a sua atividade com integridade, em instituições como os Bombeiros Voluntários e Centro de Saúde que têm sido alvo de ataques à sua segurança.”

Nesta reunião foi conseguida a autorização para instalação de um sistema de videovigilância em Monforte, “em locais perfeitamente identificados, o que permite usar como prova factual nos tribunais, com um poder dissuasor”. Também foi conseguido o contrato local de segurança que, será delineado nos próximos dias e que ” visa a intervenção a vários níveis da sociedade com a intervenção de varias entidades”, explica Lagem.

“Penso que dentro em breve haverá resultados profícuos porque a sociedade não pode esperar mais, há um sem fim de recursos empenhados na sociedade que está a fazer um esforço enorme em Rendimentos Sociais de Inserção, recursos humanos, assistentes socais, materiais para escolas, para que nada falta a estas comunidades e as mesmas não estão a comportar-se de forma grata”, acrescenta o presidente da Câmara de Monforte.

A sociedade está saturada de que não haja resultados”, assim, explica Gonçalo Lagem, “estas medidas vão ser implementadas em breve para trazer equilíbrio, harmonia, segurança, bem-estar e conforto à população de Monforte, que tanto merece, mas é necessário olhar para os outros concelhos, porque todos convivemos com este problema e com estes episódios repetidos de insegurança, que em nada abonam o bom nome da identidade deste território”.

A reunião decorreu ontem no Ministério da Administração interna e surge na sequência dos consequentes desacatos que têm gerado insegurança no concelho de

Feira equestre de Badajoz cancelada

FeiraEquestre.jpgDepois de anunciar o cancelamento da Feira de São João, prevista para o mês de junho, o Ayuntamiento de Badajoz decidiu cancelar também a Equestre 2020 – Feira do Cavalo e do Touro de Badajoz, devido à pandemia de Covid-19.

A iniciativa estava marcada para o mês de junho, entre os dias 11 e 14, nos Pavilhões da IFEBA em Badajoz.

Badajoz cancela Feira de São João

francisco_javier_fragoso.jpgA Feira de São João, que anualmente decorre em Badajoz no mês de junho, este ano não se vai realizar.

A informação foi avançada pelo alcaide de Badajoz, Francisco Fragoso (na foto), que admitiu a hipótese de posteriormente, ainda este ano, “ocorrer um evento semelhante mas num formato mais pequeno”.

O cancelamento surge devido à pandemia do coronavírus Covid-19.
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Município de Arronches aprova medidas de apoio a empresas e munícipes

FermelindaCarvalho2016RCM.jpgO município de Arronches aprovou recentemente um conjunto de medidas que pretendem ajudar os munícipes, e empresários da área comercial e hoteleira.

Fermelinda Carvalho, presidente da Câmara de Arronches afirma que foi aprovada a isenção de pagamento de rendas aos comerciantes que estão de portas encerradas, e têm o seu negócio em espaços que são propriedade do município. “Uma vez que os mesmos não podem tirar daí qualquer receita, e é difícil para os empresários estarem a pagar renda de um espaço que não lhes confere qualquer receita, neste momento o município aprovou esta isenção de forma a ajudá-los.”

Outra das medidas foi ajudar os munícipes no pagamento de rendas sociais e água, “não se tratando de uma isenção”. Fermelinda não concorda com a isenção destes pagamentos “uma vez que seria injusto para quem não habita uma casa da Câmara”. Quanto à questão do pagamento da água, Fermelinda não concorda com a sua suspensão, uma vez que “é um bem essencial e poderemos falar de seca daqui a uns tempos”. A presidente explica que o que se pretende neste sentido é “caso um munícipe não possa pagar a renda social ou a água, a mesma não acresce de juros”.

O município de Arronches isentou ainda, até final do ano, o pagamento de taxas de ocupação da via pública, como esplanadas, táxis, entre outros. Estas são taxas que “o município normalmente cobra, mas neste momento esta isenção é uma ajuda também à parte empresarial que é bastante lesada com a pandemia do covid-19”.

No que às IPSS’s diz respeito Fermelinda Carvalho explica que “foram feitas algumas encomendas de material de proteção individual que será distribuído” pelas mesmas, sendo “esta uma forma de ajuda, não é uma questão de dinheiro, mas a dificuldade é encontrar o material e entrega-lo a quem mais precisa, que são as IPSS’s”.

O município de Arronches que aprovou um conjunto de medidas para apoiar os mais lesados pela pandemia de Covid-19.

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Associação de Futebol de Portalegre entra em regime de lay-off

AFPortalegre.pngA Direção da Associação de Futebol de Portalegre (AFP) decidiu implementar o regime de lay-off simplificado, uma medida extraordinária e temporária, que tem como objetivo a manutenção dos postos de trabalho.

O cancelamento das competições e de toda a atividade desportiva colocou o universo do futebol e do futsal em grandes dificuldades, a AFP está a sentir, igualmente, o impacto financeiro que resulta desta paragem. Por isso, a AFP, depois de debater a solução com os funcionários, decidiu implementar o regime de lay-off simplificado, com efeitos imediatos.

A Direção afirma que “vivemos um momento delicado, com a grande maioria dos sectores de atividade muito afetados, devido à pandemia do Covid-19” e afirma conhecer e compreender “as dificuldades dos clubes e parceiros”, pois sentiu “a quebra de receitas inerente à falta de atividade”.

Assim, a AFP, considera “fundamental recorrer a todos os instrumentos que permitam assegurar a sustentabilidade da associação” e agradece, por fim, “a compreensão dos funcionários”, pela “postura disponível e solidária manifestada neste momento difícil”.

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Campo Maior ativa Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil

MuralhasCampoMaior.jpgO Município de Campo Maior ativou hoje, sábado, dia 18, o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil .

Esta decisão foi tomada em consonância com a Comissão Municipal de Proteção Civil, numa reunião com um conjunto alargado de parceiros, que concordaram com a ativação do mesmo, explica João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior.

Esta medida prende-se com a evolução da pandemia de Covid-19 no concelho, “uma vez que foram detetados quatro casos”, disse o presidente.

A ativação deste plano “prevê uma articulação próxima entre entidades competentes nesta área, o que já tem vindo a acontecer nas ultimas semanas, e é uma ação que o município tem feito diariamente com todos”. Desta forma dar-se-á “continuidade aos contactos e a evolução da Covid-19 no concelho de Campo Maior será analisada detalhadamente  ao longo dos próximos dias e semanas”, refere João Muacho.

CAP vê “risco de muitas empresas entrarem em colapso”

AgriculturaSustentavel.jpgA Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) congratula-se com a publicação esta semana, pelo Governo, da portaria que possibilita, face à acentuada quebra das vendas e consequente descida abrupta de preço, alargar aos pequenos frutos o regime extraordinário de retirada de produto do mercado, considerando que, dadas as imensas dificuldades sentidas pelos produtores ao nível do escoamento da produção, “este mecanismo é essencial para mitigar os efeitos da redução generalizada da procura interna e externa destes pequenos frutos, permitindo equilibrar a oferta ao mercado”.

Face aos efeitos altamente nefastos que a actual situação pandémica tem imposto ao escoamento de produtos agrícolas, o alargamento desta medida extraordinária – que já era aplicável a outras categorias de produtos (pera, tomate, pêssegos, uvas ou melancia, entre outros) – é vital para travar uma descida de preços que possa inviabilizar a actividade agrícola, pois o custo de venda actual é inferior ao custo de colheita.

A CAP entende que a aprovação desta medida por parte do Ministério da Agricultura “é de saudar”, dado o momento extraordinário que o sector, a economia e o mundo enfrentam. Por isso mesmo, a CAP entende também que devem ser ponderadas medidas adicionais a serem adoptadas no curto prazo pelo Ministério da Agricultura, que permitam fazer frente às graves dificuldades sentidas pelos produtores.

À semelhança do que aconteceu com os pequenos frutos, o mecanismo de retirada de produto do mercado (em troca de uma compensação financeira aos agricultores, com a produção a ser canalizada para organizações caritativas), segundo a CAP, “deve ser alargado a todos os sectores de produção”.

Da mesma forma, “devem ser adoptadas medidas de apoio, entre outras, a sectores como a pecuária, nomeadamente à secagem do leite de cabra e de ovelha; ou à armazenagem privada de leitões que, nas atuais condições de mercado, têm sido abatidos e congelados”, assegura a confederação.

A par destas medidas, diz a CAP, “é fundamental que comecem a chegar às empresas agrícolas, o mais rapidamente possível, as verbas comunitárias provenientes do Programa de Desenvolvimento Rural, que continuam por pagar, num montante acima dos mil milhões de euros. E é ainda necessário que os Programas Operacionais e as medidas de apoio comunitárias sejam adaptados, rapidamente, à nova realidade”.

A CAP “está a acompanhar, de forma permanente, o trabalho dos agricultores no terreno”, que “exige medidas extraordinárias” e “irá continuar a trabalhar lado a lado com o Ministério da Agricultura, na procura de soluções que mitiguem as dificuldades dos produtores”.

Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP, afirma que “todas as medidas que tenham a ver com a retirada de produto e regulação da oferta são de ponderar; caso contrário, há o risco de muitas empresas entrarem em colapso”. Outra reivindicação deste dirigente é “a necessidade que as verbas comunitárias cheguem de forma ágil e descomplicada às empresas do sector”, pois “a grande vulnerabilidade a que a actividade agrícola está sujeita neste momento exige acção rápida”, defende o presidente da CAP.