A Associação Juvenil ARKUS está a desenvolver um projeto com os alunos do 1º ciclo do concelho de Elvas, com o objetivo de não se perder a tradição, no que ao tocar a ronca e cantar ao menino diz respeito.
O projeto tem como nome “viver a tradição” e está a percorrer as escolas do concelho. Raquel Pirota, membro da ARKUS, revela que este projeto “surgiu do presidente Associação, Carlos Beirão, para que os alunos deem continuidade a esta tradição da nossa cidade, em que se toca à ronca e se canta ao menino”.
Com alguns membros da Associação, com cada criança é explicada “a forma como se constrói a Ronca, com recurso a latas, canas e pele e depois as crianças experimentam”. Depois de terminada esta fase o objetivo final é que as crianças atuem na Praça da República, em Elvas, no dia 16 deste mês, que segundo Raquel Pirota “ será o maior número de crianças junto, alguma vez visto”.
Raquel Pirota diz ainda que o projeto, futuramente, pretende “englobar as crianças do pré-escolar até chegar aos jovens” e garante que este tem sido uma experiência “muito desafiante e gratificante, porque por incrível que pareça, há muitas crianças que nunca tinham tocado a ronca”.
Vitória Mendes, também conhecida como Vitórica é um dos elementos do Grupo “Roncas D’ Elvas que ajuda as crianças a fazer a Ronca e revela que esta tem sido “uma ótima experiência”, da qual muito gosta porque a está a ensinar aquilo que a ensinaram a ela, quando era pequena, recordando que “antes as roncas eram feitas da pele do papo do peru, da lebre ou do coelho”.
Os alunos, garante Vitória Mendes, ficam “muito agradecidos” com esta atividade, que pretende que “as raízes não se percam”.
Já a professora Estrela Calado adianta que estas iniciativas são importantes para dar a conhecer às crianças, “as raízes do seu património cultural”.
ARKUS que dinamiza, junto dos alunos de 1º ciclo do concelho o projeto “viver a tradição”, que pretende manter viva a tradição do Natal de Elvas.


O Mercado Municipal de Arronches dá lugar, este fim de semanas, dias 10 e 11 de dezembro, a um Mercadinho de Natal, onde os visitantes têm oportunidade de fazer as suas compras para esta quadra que se avizinha.
O Museu Aberto de Campo Maior abriu portas este fim de semana para uma feira de natal – “Aldeia das Mãos de Fada”, onde vários artesãos procuram dar a conhecer e vender os seus trabalhos, tendo oportunidade de o voltar a fazer também no próximo fim de semana (dias 17 e 18 de dezembro).
Alexandra Guerra é outra das artesãs com banca no Museu Aberto, onde se destacam os gnomos mensageiros que produz, ao longo de todo o ano, mas sempre a pensar no natal. Feitos com materiais reciclados, como restos de tecidos, cartão e serapilheira, estes gnomos são entregues com mensagens “motivacionais”. “São mensagens para dizermos às pessoas o quanto gostamos delas”, acrescenta.
O Centro Cultural de Campo Maior foi ontem, 9 de dezembro, palco de um espetáculo de beneficência, com a receita a reverter a favor da equipa de Benjamins A do Sporting Clube Campomaiorense.
Os primeiros presidentes de câmara, eleitos em 1976 no distrito de Portalegre, foram homenageados esta quinta-feira, dia 8 de dezembro, em Arronches.
“Entre o Passado e o Futuro” foi o tema do espetáculo de Natal dos grupos de ginástica do Sporting Clube Campomaiorense, apresentado ao público, este fim de semana, dias 3 e 4 de dezembro, no Pavilhão Desportivo Rui Nabeiro, em Campo Maior.
A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Elvas assinalou ontem, sábado 3, de dezembro, no Forte de Nossa Senhora da Graça, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.
Degolados, no concelho de Campo Maior, começou a celebrar o natal, este sábado, 3 de dezembro, com uma feirinha, que anima o centro polivalente da freguesia até final da tarde, bem como com uma manhã de muita diversão para os mais novos.
Começar a comemorar o natal, numa “manhã diferente” para as crianças, diz, por sua vez, a secretária da Junta de Freguesia, Olga Madeira, foi o grande objetivo.
O Salão Polivalente da Junta de Freguesia de Degolados recebeu no passado sábado, dia 26 de novembro, a apresentação do livro d’ “As Receitas da Avó Beatriz”, um caderno elaborado no âmbito do projeto “Vidas Ligadas”, da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, e que contou com o apoio do Município de Campo Maior.
No dia 1 de dezembro de 1936 nascia a Banda 1º de Dezembro de Campo Maior. Uma coletividade que completa, na quinta-feira, 86 anos de existência. Para celebrar a data a Banda promove um grande concerto no Centro Cultural de Campo Maior. A Rádio Campo Maior foi acompanhar um dos ensaios da banda, que conta atualmente com 30 elementos.

Já Leonor Soutino tem 13 anos, mas desde os cinco que ingressou na 1º de Dezembro, uma vez que também a sua mãe já fazia parte da coletividade e garante que aos longos dos anos tem vindo a evoluir ao nível da música.