“O Elvas” venceu 2-0 Atlético de Reguengos

“O Elvas” CAD venceu o Atlético Sport Clube, de Reguengos de Monsaraz, por 2-0, em jogo treino realizado no Campo Patalino do Estádio Municipal. Marcaram, para os azul-e-ouro, Mota, aos 75, e Leonardo, aos 89 minutos.

Numa tarde de muito calor, foi o último encontro de preparação do Clube Alentejano de Desportos, antes do arranque do Campeonato de Portugal, marcado para o próximo domingo, em casa, às 11 horas, diante dos açorianos do Rabo de Peixe.

“O Elvas” apresentou, de início: David; Canoa, Emerson, Mota e João Ferreira; Alex; Diogo, Matheus e Luís Carapinha; Kiko Miranda e Luís Carlos. Na segunda parte, jogaram ainda Charlisson, João Carlos, Luís Pereira, Leonardo, Oleg, João Luís Borges e Marquinhos.

O Atlético Sport Clube, treinado por Rogério Chinita, vai com pouco mais de uma semana de treinos, mas o seu campeonato, o Distrital de Évora, apenas começa dentro de quatro semanas, a 19 de setembro.

Jogo entre “O Elvas” e Atlético de Reguengos com relato na Rádio Campo Maior

O jogo de futebol entre “O Elvas”  CAD e o Atlético Sport Clube, de Reguengos de Monsaraz, joga-se este domingo, dia 22, às 18 horas, no Campo Patalino do Estádio Municipal.

É o último de cinco encontros de preparação do Clube Alentejano de Desportos, com vista ao Campeonato de Portugal, que arranca dia 29, às 11 horas, com a receção aos açorianos do Rabo de Peixe.

O confronto de domingo entre os emblemas de Elvas e Reguengos tem acompanhamento em direto na Rádio ELVAS, numa emissão com Carlos Falcato e Manuel Carvalho.

Amaro Antunes venceu a 82ª Volta a Portugal em Bicicleta

A luta durou mesmo até ao fim. Cumpriu-se a expectativa e o Grande Final da Volta foi emocionante, com o algarvio a fazer um contrarrelógio entre os melhores, como o momento exigia. Afinal estava a defender a liderança. Amaro da W52-FC Porto partiu em vantagem, 42 segundos separavam-no do uruguaio Mauricio Moreira (Efapel) que, em teoria, poderia ser mais forte no contrarrelógio. Previa-se 20,3 quilómetros de grande emoção. E assim foi!

Rafael Reis deu o mote ao ser o mais rápido, numa exibição que não se concentrava apenas em garantir a quarta vitória de etapa, mas também em dar indicações para o colega Mauricio Moreira. Era a Camisola Amarela Santander o grande objetivo. Moreira estava a voar, bateu Reis no primeiro ponto intermédio, mas pouco antes do segundo, a 11 quilómetros da chegada, caiu à saída de uma curva hipotecando as hipóteses de assaltar o comandante da Volta. Moreira levantou-se, continuou muito rápido e, ainda assim com o tempo perdido, realizou o segundo melhor registo a 12 segundos do vencedor. No fim estava muito combalido, a chorar e com vários vestígios de sangue sobretudo nas pernas, provocados pelos arranhões e escoriações da queda sendo assistido pela equipa médica. Mauricio Moreira de 26 anos havia de subir depois ao pódio para receber, do Regimento de Tropas Paraquedistas, o Prémio Espírito de Sacrifício.

Amaro, não sendo um especialista, acreditou sempre e fez o quarto melhor tempo batendo alguns dos principais favoritos, o que nas contas finais representaram uma diferença de 10 segundos, a vantagem com que venceu a Volta pela segunda vez consecutiva depois de em 2021 ter vencido a Edição Especial da Volta.

“É a concretização do objetivo a que a equipa se propôs. Fizemos algumas três voltas ao circuito. Todos os meus colegas diziam que era possível. Estudámos o contrarrelógio ao pormenor, ao detalhe. Tivemos sempre a confiança. Estes homens merecem. Durante o contrarrelógio houve momentos em que não tinha mais forças, mas pensava que todo o esforço que fizeram por mim tinha de ser recompensado. Esta Volta foi muito dura psicologicamente. Tivemos dias de muita tensão. Toda a gente dizia que não ia ser possível, mas acreditámos”, salientou Amaro Antunes pouco depois de efusivamente ter gritado e festejado a plenos pulmões com os companheiros da W52-FC Porto. Na hora da vitória, não esqueceu o azar que prejudicou o rival. “Quero deixar uma palavra de apreço ao Mauricio (Moreira). Teve um azar. A curva onde ele caiu fi-la umas 10 ou 15 vezes [quando estudou o percurso ponto] para me certificar que podia arriscar naquele ponto.”

O diretor desportivo da equipa, Nuno Ribeiro, destacou o sofrimento que foi a conquista deste ano. “Foi sofrer até ao fim, até ao risco da meta, mas a equipa esteve sempre concentrada. Estão todos de parabéns, fizeram um excelente trabalho. Tudo podia acontecer. Ontem (sábado) tivemos azar na Senhora da Graça, hoje foi o Mauricio. Só depois de terminar é que se pode festejar a vitória”.

Na Efapel, o diretor Rúben Pereira, não conseguiu esconder as emoções e a enorme desilusão apesar das seis vitórias de etapa e ainda o triunfo na classificação por Pontos de Rafael Reis, Camisola Verde Rubis Gás.

Já Alejandro Marque (Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel) sorriu e muito. Aos 39 anos regressou ao pódio da Volta. Venceu em 2013, foi terceiro em 2015 e agora repetiu essa posição. Ficou a 1m 23 de Amaro Antunes.

A vitória agridoce

Rafael Reis foi uma das principais figuras desta Volta a Portugal. Quatro etapas ganhas, vestindo no final a Camisola Verde Rubis Gás. Foi mais uma vez o melhor no contrarrelógio, tal como já tinha acontecido no Prólogo, em Lisboa. Porém, o triunfo final deste domingo foi agridoce.
“Hoje o nosso principal objetivo era eu dar o meu máximo e tínhamos marcado quilómetro a quilómetro os tempos que eu ia a fazer para o Mauricio seguir. O nosso objetivo era ganhar a Volta com o Mauricio. Aconteceu que ele caiu. Estamos muito tristes com isso. Tínhamos a certeza que ele ganhava a Volta não fosse este azar”, afirmou Rafael Reis.

Pódio final

Da festa final em plena Avenida da Europa, em Viseu, com a presença de João Paulo Rebelo, secretário de Estado da juventude e do desporto, e além dos festejos azuis e brancos, é de referir também os pódios vitoriosos de Bruno Silva (Antarte-Feirense) agora definitivamente coroado Rei da Montanha com a Camisola Bolinhas Continente. Abner González, campeão de Porto Rico da Movistar, dominou por completo a classificação dos mais jovens desde a 3ª etapa e envergou a Camisola Branca Jogos Santa Casa.

Maurício vence nona etapa da Volta a Portugal mas Amaro mantém camisola amarela

A batalha pela camisola Amarela da 82ª Volta a Portugal Santander vai até ao último dia, com Amaro Antunes a segurá-la, mas há quem não desista de tentar afastar o algarvio de ganhar pela segunda vez a prova. É em Viseu, este domingo, que se decide o vencedor e as diferenças fazem com que não se possa fazer festas antecipadas.

A etapa até começou de forma descontraída em Boticas, com uma simbólica homenagem a Gustavo Veloso já em andamento. O pelotão, antes da partida real, despediu-se do espanhol que, aos 41 anos, vai deixar a carreira onde sobressaem dois triunfos na “Portuguesa”.

Não sendo decisiva, esta nona e penúltima etapa ajudou a esclarecer a classificação. Rafael Reis (Efapel) começou por tentar garantir a Camisola Verde Rubis Gás dos Pontos e Bruno Silva (Antarte-Feirense) a Camisola Bolinhas Continente, símbolo de “Rei da Montanha” acabando o dia com a discussão pela Amarela, com todos os pretendentes a lançarem-se na perseguição à liderança de Amaro Antunes.

Foram apenas 145 quilómetros, mas as dificuldades foram muitas. Foi preciso esperar até à subida do Barreiro, a pouco mais de 40 quilómetros da chegada, para que W52-FC Porto e Efapel começassem a lançar foguetes. Joni Brandão andou na frente até bem perto da meta, depois de atacar na cabeça de corrida onde estavam os principais rivais de Amaro Antunes. João Rodrigues também esteve destacado, mas não aguentou na Senhora da Graça. A Efapel jogou com o trio Frederico Figueiredo, António Carvalho (andaram na frente, mas juntaram-se depois a Amaro Antunes) e Maurício Moreira.

No fim, tudo se decidiu com vantagem para Moreira que ganhou oito segundos a Amaro Antunes. Todos os dias o uruguaio tem conseguido diminuir a diferença para a concorrência. Depois deste dia trepou para segundo da geral, a 42 segundos da Camisola Amarela Santander de Antunes.

Viseu vai concluir este domingo, pela sétima vez, a Volta a Portugal. O contrarrelógio de 20 quilómetros é um terreno praticamente plano, que potencia os mais especialistas nesta vertente. O primeiro ciclista a partir será Pedro Paulinho (Tavfer-Measindot-Mortágua), às 15h23. Até ao top 10 haverá partidas de minuto a minuto e o derradeiro corredor na estrada será o Amarelo Amaro Antunes, que a partir das 17 horas vai tentar chegar à segunda vitória consecutiva na Volta. Ganhou em 2021 a Edição Especial da competição.

Amaro Antunes assume camisola Amarela na Volta a Portugal em bicicleta

Na oitava etapa, a antepenúltima, Amaro Antunes chegou à tão desejada liderança da Volta. Na luta muito particular entre W52-FC Porto e Efapel, desta vez foram os azuis a terem sucesso no ataque ao primeiro andar sendo que, mais uma vez, a fuga decidiu o vencedor na etapa. No topo da Serra do Larouco, esta sexta-feira 13, viu-se mais uma vitória de Kyle Murphy (Rally Cycling), mas a luta pela Camisola Amarela Santander remeteu o triunfo do norte-americano para segundo plano.

O algarvio Amaro passou para a frente da classificação, agora com 14 segundos de vantagem para o espanhol. A corrida termina com um contrarrelógio, pelo que a Senhora da Graça tem importância acrescida para quem não é tão forte nesta especialidade. Frederico Figueiredo ficou a 18 segundos, Moreira a 50 segundos, Casimiro a 57 e Brandão a 58.

A mítica Senhora da Graça, em Mondim de Basto, espera pelos ciclistas este sábado, mas antes, a etapa não será nada fácil. Serão 145,5 quilómetros entre Boticas e Mondim de Basto, com a meta instalada no alto do Monte Farinha. Há cinco contagens de montanha que começam bem cedo: Sabroso de Aguiar (21,1 quilómetros), Torgueda (70,8), Velão (80,5) e antes da Senhora da Graça (primeira categoria), os ciclistas terão de ultrapassar a subida do Barreiro (101,2). As metas volantes estão instaladas em Pedras Salgadas (25,9), Vila Real (58,8) e Mondim Basto (133,8).

“O Elvas” sai derrotado por 2-0 do encontro amigável com a equipa espanhola do Montijo

“O Elvas” saiu derrotado, na tarde deste domingo, 8 de agosto, por 2-0, do jogo de preparação com a Unión Deportiva Montijo, da Extremadura, em Espanha, no Campo Patalino do Estádio Municipal de Elvas.

Neste segundo jogo de treino para o Campeonato e Taça de Portugal, os azuis e ouro enfrentaram maiores dificuldades que na partida de ontem, frente ao Grupo União Sport, de Montemor-o-Novo, com a equipa espanhola a apresentar-se, em campo, muito organizada e a defender bem.

O primeiro golo da partida surgiu no início da segunda parte do jogo, através de Matute. O segundo, aos 89 minutos, foi marcado por Maluenda.

De recordar que “O Elvas” defronta o Rabo de Peixe, em jogo que abre a Série E do Campeonato de Portugal, no dia 29. Já a 12 de setembro, na primeira eliminatória da Taça de Portugal, a equipa elvense entra em campo para enfrentar o Sacavenense. Estes dois jogos são disputados em Elvas.

Volta a Portugal: Alejandro Marque volta a brilhar no Alto da Torre

Alejandro Marque é um dos ciclistas mais velhos do pelotão, mas provou este sábado que a idade nem sempre trava os grandes momentos como o que viveu na subida à Torre este sábado. O espanhol tem 39 anos e venceu com mais de um minuto de vantagem uma das mais importantes etapas da 82ª Volta a Portugal Santander, regressando aos bons resultados que lhe permitiram ser vencedor da prova em 2013.

Com a W52-FC Porto (Amaro Antunes, Joni Brandão e João Rodrigues) e a Efapel (António Carvalho, Frederico Figueiredo e Mauricio Moreira) a controlarem-se mutuamente, foi o homem da Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel a atacar no grupo perseguidor de Luís Gomes (Kelly/Simoldes/UDO), que fez boa parte da subida em fuga, mas acabou por claudicar nos quilómetros finais. Marque passou para a frente e ninguém mais o agarrou, sendo recebido por uma calorosa receção do público a contrastar com o ar bem fresco que estava na serra. O minuto e três segundos que conseguiu na chegada deram-lhe a liderança da Volta.

“É uma alegria imensa [ganhar na Torre]. Já há algum tempo que não tinha uma vitória. A última vez foi no Tour de China em 2018 e durante estes anos estive sempre a tentar. Ganhar aqui em cima faz-me lembrar o meu grande amigo David Blanco [recordista de vitórias na Volta a Portugal, com cinco triunfos] quando ganhou aqui. Esta manhã mandou-me uma mensagem, a mim e ao Gustavo Veloso, a explicar qual a melhor a tática para vencer aqui (risos)”.

Agora é tempo de começar a pensar na defesa da Camisola Amarela Santander. “Vamos ver o que acontece nos próximos dias, a Volta é muito comprida. Sei que vou ter comigo o meu grande amigo Gustavo, vamos ajudar-nos mutuamente e esperemos que no final da Volta possamos festejar”, referiu Marque.

 

Infrações Ditaram Nova Classificação após a Torre

Marque foi protagonista na chegada, mas Mauricio Moreira continua a confirmar estatuto na Efapel. Depois do brilharete vitorioso na Volta ao Alentejo fez segundo lugar na Torre com o mesmo tempo de Abner González (Movistar), mas ambos acabaram penalizados por abastecimento irregular. Foi pior para o uruguaio Moreira, porque repetiu a infração e em vez de 20 segundos levou castigo a dobrar, o que o arredou da vice-liderança da Volta.

Com as penalizações do colégio de comissários, a classificação geral teve uma nova reviravolta já depois de terminada a etapa e a Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel passou a ter dois homens nos dois primeiros lugares.

Gustavo Veloso, outro veterano (41 anos) está agora a 1:09 minutos do companheiro, enquanto Joni Brandão (W52-FC Porto) surge no terceiro lugar, a 1:26, a mesma diferença de Amaro Antunes, outro ciclista da equipa portista.

 

Suspeita de Covid 19 retirou Equipa Espanhola da Volta

As primeiras noticias deste domingo contaram o abandono da Caja Rural-Seguros RGA. Devido aos procedimentos de despiste existentes na 82ª Volta a Portugal Santander, foram identificados dois casos suspeitos de Covid 19 na equipa espanhola. A formação, cumprindo o normativo de segurança sanitária da organização, já não alinhou à partida da etapa que começou este sábado na Sertã.

Na sequência das suspeitas e seguindo o protocolo sanitário, foram efetuados testes às equipas que partilharam o mesmo hotel da Caja Rural, a Movistar, W52/FC Porto e Atum General-Maria Nova Hotel-Tavira, tendo os resultados sido negativos.

 

Fuga a Pensar nas Camisolas

Se é certo que as grandes movimentações desta terceira etapa, iniciada na Sertã, aconteceram na subida da Covilhã para o alto da Torre, também é preciso dizer que desde os primeiros metros da tirada que vários corredores tentaram escapar e não demorou a formar-se uma fuga de 11 homens onde já estava Luís Gomes (Kelly/Simoldes/UDO) que seria o último aventureiro a ser alcançado na parte final dos 170 quilómetros. Gomes dedicou-se a somar pontos e no final envergou a Camisola Verde Rubis Gás, prémio de consolação para uma boa etapa, apesar de não ter conseguido ganhar como queria. Na montanha, Hugo Nunes (Rádio Popular-Boavista) bem tentou vestir a Camisola Bolinhas Continente, mas a chegada de Alejandro Marque ao topo da Estrela destronou-lhe esse sonho e é o espanhol também o líder dos trepadores.

A Camisola Branca da Juventude Jogos Santa Casa ficou na Movistar, mas agora com Abner González. Por equipas, a Efapel mantém-se em primeiro.

Como era esperado, a Serra da Estrela iniciou a seleção daqueles que querem e que estão em condições de lutar por uma geral em aberto, mas com um veterano a ser aquele que todos vão ter de perseguir.

 

Depois da Torre vem aí uma Etapa “Rompe Pernas”

Segunda-feira é dia de folga, mas este domingo ainda há muito trabalho pela frente nos 181,6 quilómetros entre Belmonte e Guarda. A parte final será de muito sobe e desce com três contagens de montanha: Videmonte (aos 152 quilómetros, segunda categoria), Guarda (172,2, terceira categoria) e a meta está numa terceira categoria, na mesma cidade. Antes, logo a abrir, aos 19,3 quilómetros, haverá uma quarta categoria, em Sortelha. As metas volantes estão no Sabugal (31,8), Pinhel (92,9) e Celorico da Beira (132,5).

“O Elvas” empata 2-2 com Grupo União Sport em jogo de preparação

“O Elvas” empatou, na tarde deste sábado, 7 de agosto, por 2-2, na receção ao Grupo União Sport, de Montemor-o-Novo, no Campo Patalino do Estádio Municipal de Elvas, em partida de preparação para a próxima temporada, com as participações no Campeonato e na Taça de Portugal.

Na primeira parte, o domínio da partida pertenceu ao Elvas, enquanto na segunda foi o União Sport quem esteve melhor.

A equipa da casa começou a vencer, com um golo de Kiko Miranda, pouco depois dos dez minutos de jogo: um resultado que se manteve até ao intervalo.

A equipa de Montemor entra na segunda parte com muitas alterações no onze, acabando por restabelecer a igualdade no resultado, com Pipo a bater Alonso, na conversão de um livre direto.

Poucos minutos depois, Fábio Capela dá a volta ao resultado, colocando o Grupo União na frente do marcador. A vantagem, ainda assim, durou pouco tempo, com Didi a marcar para “O Elvas” e a estabelecer o resultado final num empate a duas bolas.

As duas equipas, vencedoras dos campeonatos distritais de Portalegre de Évora, voltam a encontrar-se, ainda este mês, no Estádio 1º de Maio, em Montemor-o-Novo.

Atleta do do Eléctrico Futebol Clube assina pelo Benfica

Maria Beatriz Matos, jovem atleta de futsal do Eléctrico Futebol Clube e das Seleções de futebol e futsal da Associação de Futebol de Portalegre, acaba de chegar a acordo com o Sport Lisboa e Benfica, clube que vai representar nesta época desportiva.

Depois de várias épocas ao serviço da equipa de Ponte de Sor, nas quais foi consecutivamente chamada para representar as seleções distritais de futebol e de futsal da Associação de Futebol de Portalegre, a jovem esquerdina de 16 anos irá agora integrar a equipa de sub-19 encarnada.

“O Elvas” apresentou quatro reforços no primeiro treino

Pedro Canário (na foto) mantém os comandos técnicos da equipa de “O Elvas” Clube Alentejano de Desportos, na época desportiva 2021/2022, desta vez no Campeonato de Portugal, Série E.

O técnico, natural de Portalegre, garante que “é um privilégio enorme fazer mais uma época ao serviço deste grande clube. Em relação ao grupo, foi o que nos ditou o sorteio. É certo que a série de Lisboa, que por norma é sempre a mais forte, mais as três equipas de Lisboa, mas penso que estamos preparados para lutar pelos três pontos em todos os jogos”.

A equipa que, este ano, vai vestir as cores de “O Elvas” mantém “a base do ano passado, uma vez que vinha com uma boa tendência de vitórias, e os jogadores novos vêm de encontro às necessidades do clube. As adversidades são muito maiores. Isto é um campeonato semiprofissional e que tem jogadores que fazem profissão do futebol. O espelho disto é que todos os anos vão atletas deste campeonato para a primeira liga. Por algum motivo isso acontece”, garantiu o técnico.

Quanto aos novos jogadores, no primeiro treino apresentaram-se “quatro reforços: Ricardo Mota, Emerson, o Luís Carapinha, que regressa a casa, e o Alex Almeida”.

Ao lado de Pedro Canário estão José Eduardo Maia e Ricardo Carvalho, como treinadores adjuntos contando com o reforço de André Alfaia.