Por vezes, as pessoas querem celebrar um seguro e são confrontadas com muitos papéis, sobre o mesmo. No programa da DECO desta semana são dadas algumas ideias chave para uma celebração básica de um seguro.
Maria Inês Alvarenga, jurista da DECO explica quais os procedimentos que devemos ter em conta quando se pretende contratar um seguro. “O consumidor está obrigado a pagar o prémio correspondente e é proibida a celebração de contratos de seguro que cubram riscos com responsabilidade criminal ou contraordenacional. Em caso de recusa de celebração de contrato de seguro ou o segurador deve, com base nos dados emitidos, prestar ao consumidor toda a informação sobre fatores de risco independentemente da sua natureza, de forma clara inequívoca, caso este dever de informação não seja cumprido pela seguradora, o consumidor deve apresentar reclamação junto da autoridade de supervisão de seguros, ou recorrer à Deco, que ajudará neste processo”.
Em tempos de pandemia muitas pessoas demonstraram-se preocupadas com seguros de saúde e custos associados. A jurista da DECO explica a diferença entre seguro e cartão de saúde.
“No caso do cartão de saúde é quase sempre mais acessível mas não substitui o próprio seguro, tendo um uso mais reduzido, dão descontos na farmácia e não beneficiem em reembolso médico, no caso de doença, por exemplo. O preço pode ser um fator de decisão e torna-se importante analisar as despesas cobertas, é necessário perceber o que pretendemos segurar”, refere Maria Inês Alvarenga.
A contratação de um seguro, nomeadamente de saúde é o tema em destaque esta semana na rubrica da Deco, que pode ouvir na emissão, ao meio-dia e meia e às 16.30 horas.


Um ciclo de seminários sobre fundos comunitários, estão a decorrer até julho, de forma online, destinando-se ao público em geral.
A violência no namoro é um tema para o qual as forças de segurança bem como outras entidades e instituições têm, nos últimos anos dado algum destaque.
O Instituto Português do Sangue e da Transplantação tem vindo a alertar para o facto de nos meses de janeiro e fevereiro as dádivas de sangue terem diminuído, e a apelar para que as pessoas doem sangue.
O bullying corresponde à prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, cometidos por um ou mais agressores contra uma determinada vítima.