Arranjo paisagístico na zona Ponte Internacional do Marco pode estar concluído até final do mês

A zona envolvente da Ponte Internacional do Marco, que faz a fronteira entre a freguesia de Esperança, em Arronches, com Espanha, está a ser alvo de uma requalificação paisagística.

O vice-presidente da Câmara de Arronches, Paulo Furtado afirma que o município entendeu fazer esta intervenção, para o tornar mais acessível e aprazível, porque é um local que tem recebido alguma afluência de pessoas” para conhecer esta, que é a ponte mais pequena do Mundo.

Neste momento, as obras decorrem “a bom ritmo” e, como revela o vice-presidente da Câmara de Arronches contam que, “até ao final deste mês os trabalhos que estão ali a ser realizados possam estar terminados”.

Esta intervenção resulta de um investimento de cerca de 40 mil euros, por parte do município. Paulo Furtado acrescenta que “a questão paisagista é muito importante, para tornar aquela zona mais bonita, para aqueles que visitam aquele espaço se sintam bem”.

Zona envolvente da Ponte Internacional do Marco, em Arronches que está a ser alvo de uma requalificação.

Barragem do Caia com 36% da sua capacidade, metade do valor de 2021

Segundo dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, no final do mês de julho, 45% do país, encontrava-se em situação de seca extrema, principalmente na região Alentejo, e no interior Norte e Centro, devido às altas temperaturas e à fraca precipitação, neste ano.

A Barragem do Caia, que é a terceira maior a sul do rio Tejo, atrás do Alqueva e Maranhão, tem neste momento metade da capacidade que tinha em 2021, por esta altura, revela Luís Rodrigues, gerente da Associação de Beneficiários do Caia. “Neste momento, a situação hidrológica da Barragem do Caia são 68 milhões de m3, que corresponde a 36% da sua capacidade, mas em 2021, nesta data, o volume que se encontrava na Barragem era o dobro 120 milhões para 63%, sendo uma diferença enorme”.

No início da campanha de rega, em 2021, que começou no final em março, a Barragem do Caia tinha disponíveis 152 milhões m2, no final de novembro, do mesmo ano, tinha 109 milhões, já este ano a campanha começou com 107 milhões m3, ou seja houve uma perda de dois milhões em relação ao final da campanha do ano passado e início da campanha deste ano”, acrescenta.

Segundo afirma Luís Rodrigues “estes valores são assustadores, o que demonstra, cada vez mais, o efeito das alterações climáticas”, apesar de “a campanha de rega deste verão estar a decorrer com normalidade, devido aos valores que a Barragem tinha acumulado no início da campanha”.

A maioria das culturas, no perímetro de rega do Caia, estão praticamente terminadas, embora a campanha de rega só termine em outubro.

Luís Rodrigues espera que este “outono e inverno sejam favoráveis”, no que à chuva diz respeito, para que no próximo ano “a campanha de rega agrícola seja assegurada com tranquilidade, porque, neste momento se não cover, não conseguimos fazer uma campanha normal”!.

Já o abastecimento de água para o consumo residencial está garantido para os próximos três anos. “Somos obrigados a deixar cativos 10 milhões de m3, que é o suficiente para abastecer a população para três anos com água de qualidade e em quantidade”, remata Luís Rodrigues.

A Barragem do Caia encontrava-se ao dia de ontem, terça-feira, com 68 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 36% da sua capacidade em relação à cota de descarga, um valor bastante inferior ao de agosto do ano passado, quando a barragem tinha 63% da sua capacidade.

Nem no verão Luís Correia dá férias à poesia

Não há quem, em Campo Maior, não conheça Luís Correia e os seus poemas. Presença assídua na CURPI, onde, ao longo do ano, participa nas aulas de poesia, da Academia Sénior, este homem, nem no verão deixa de se agarrar ao papel e à caneta.

E foi precisamente assim que o fomos encontrar, sozinho, numa das mesas do bar da instituição. Seja na CURPI, seja em casa, conta Luís, nunca deixa de escrever os seus poemas, sobre as mais diversas temáticas, procurando depois dá-los a conhecer através das redes sociais.

“Gosto de escrever uns versos, uns poemas bonitos e estou a publicar bastante, no Facebook, poemas com inspiração cristã, também fraternais, sociais. Também vou dando os parabéns às pessoas que vão fazendo anos”, relata.

Na CURPI, para além do café que gosta de beber todas as manhãs, Luís vai dando asas à imaginação, passando para o papel o que lhe sai da alma e do coração. Quando chega a hora do almoço, regressa a casa. Volta no dia seguinte, ansiando já pelo regresso do clube da Poesia à instituição, depois das férias.

Município quer realizar formação para nadadores-salvadores em Elvas

A contratação de nadadores-salvadores para a presente época balnear, demonstrou-se um problema para vários municípios, a nível nacional, nomeadamente para reabertura das piscinas municipais.

Em Elvas esse não foi o caso, mas o vice-presidente da Câmara, Hermenegildo Rodrigues, revela que esta situação se deve, essencialmente à pandemia, uma vez que durante esse período “não existiu formação de nadadores-salvadores, por parte do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN)”.

Segundo o vice-presidente, “o que despoletou essa situação foi o aproximar da época balnear e não haver capacidade de resposta, nem nadadores-salvadores suficientes nas praias e, em maio/junho as licenças válidas terminaram, e para fazer face à incapacidade de fazer novas formações, o ISN prorrogou essas mesmas licenças até ao final de 2022”.

Hermenegildo Rodrigues explica que, e apesar de a piscina de Elvas ter três nadadores-salvadores, em regime de avença, o município pensa já, e “com uma abertura muito grande por parte da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, que de 1 a 15 de setembro, seja ministrado um curso pelo ISN, com formadores credenciados, de forma a termos respostas capazes, no futuro próximo, e outra capacidade de resposta, para situações pontuais que nos possam ocorrer”.

O vice-presidente acrescenta que não é fácil celebrar contratos com nadadores-salvadores, uma vez que as licenças podem não estar válidas nos anos seguintes, tendo em conta que os cursos não são fáceis. “Já pensámos em fazer um contrato com os nadadores-salvadores, mas corremos o risco de não terem capacidades, porque o curso é intenso e rigoroso”, e quem não conseguir cumpri-lo, “não lhe é atribuída ou não lhe é renovada a licença, pelo que é muito difícil nós estarmos a contratar alguém com essa finalidade, sabendo que no final do ano pode não conseguir ver a licença renovada”.

Para o vice-presidente, “é sempre mais fácil ser em regime de avença, com o propósito de fazerem a apresentação de licença válida, que pode ou não ser renovada, mediante a apresentação dessa revalidação de curso”.

Município de Elvas, que pretende realizar um curso de nadadores-salvadores, em Elvas, no mês de setembro, promovido pelo Instituto de Socorros a Náufragos.

Reformados têm na CURPI de Campo Maior um espaço privilegiado para o convívio

A CURPI (Comissão Unitária dos Reformados, Pensionistas e Idosos), em Campo Maior, tem sido, desde sempre, um espaço privilegiado para o convívio diário dos homens reformados da vila, algo que acontece mesmo esta altura do verão.

Enquanto uns aproveitam para ler o jornal ou ver televisão, outros gostam de meter a conversa em dia, beber o seu café ou copo de vinho, e até jogar às cartas. Foi numa das mesas da instituição que fomos encontrar António Miranda e Luís Silva a ver quem, com um outro amigo, levava a melhor, num jogo da bisca.

António revela que, sempre que pode, vai até à CURPI, por mais que, mesmo reformado, continue a ter a seu cargo uma pequena horta. “Sempre que posso venho aqui ter com os amigos. Entretemo-nos aqui um bocadinho a jogar às cartas e bebemos o nosso copinho”, revela.

Já Luís, que conhece bem a CURPI, até porque foi funcionário da casa, até altura da reforma, confessa que gosta bastante de passar o tempo na instituição, onde, quando necessário, ainda dá a sua ajuda. “Fui aqui empregado durante 25 anos”, recorda, assegurando que agora procura passar o tempo, da melhor maneira, na companhia de amigos “de longa data” e longe do calor que se faz sentir, por estes dias, em Campo Maior.

As mulheres, sobretudo, estarão de regresso, em força, à instituição, assim que as aulas da Academia Sénior forem retomadas, depois da pausa letiva de verão.

GNR deteve 27 pessoas numa semana no distrito de Portalegre

O Comando Territorial de Portalegre realizou várias operações, no distrito durante a semana de 15 a 21 de agosto, tendo efetuado 27 detidos em flagrante, sendo 21 detidos por tráfico de estupefacientes, três por condução sob o efeito do álcool, dois por condução sem habilitação legal e um por ofensas à integridade física voluntária simples.

A GNR realizou apreensões de 734 doses de cocaína, 331,80 doses de haxixe, 220 doses de MDMA, 24,16 doses de Liamba, 12,80 doses de anfetaminas e 80,5 selos de LSD.

 Quanto à área de transito, a GNR as ações de fiscalização da GNR distrital de Portalegre registaram 118 infrações, entreas quais se detacam 19 por excesso de velocidade; cinco por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças; quatro por falta de seguro e três por falta de inspeção periódica obrigatória.

Durante a semana a GNR distrital de Portalegre deu conta de 18 acidentes, onde se  registaram dois feridos graves e oito feridos leves.

Na área do ambiente foram abertos cinco autos de contraordenação por infrações na área  da natureza e do ambiente

Foram realizadas 121 ações no âmbito do programa “Comércio Seguro”, tendo sido sensibilizados 134 comerciantes e 109 ações no âmbito do programa “Idosos em Segurança”, tendo sido sensibilizados 187 idosos.

Jorge Guerreiro esta segunda-feira nas Festas de Santo Aleixo

A festa de Santo Aleixo, no concelho de Monforte, terminam esta segunda-feira, dia 21 de agosto.

Pelas 17.30 horas, decorre mais uma largada pelas ruas de Santo Aleixo com a oferta da tradicional vaca assada, às 22.30 horas há baile com o duo Thy Subry, seguindo-se o concerto de Jorge Guerreiro às 23 horas.

Câmara de Arronches aliena hotel rural em hasta pública

O Município de Arronches vai proceder à venda, em hasta pública, do Hotel Rural de Santo António.

A ato vai ter lugar no dia 14 de setembro (quarta-feira), pelas 10 horas, no edifício dos Paços do Concelho. Esta unidade hoteleira está situada no Bairro de Santo António, freguesia de Assunção, em Arronches.

Feira de Santa Maria de Agosto com balanço “extremamente positivo”

Depois de nove dias de muita animação para miúdos e graúdos, espetáculos musicais e cerca de meia centena de expositores, no jardim municipal de Campo Maior, a Feira de Santa Maria de Agosto chegou este domingo, 21 de agosto, ao fim.

Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior, afirma que os campomaiorenses aderiram em massa a este certame, pelo que o balanço da edição deste ano é muito positivo. “É um balanço extremamente positivo, os campomaiorenses aderiram, temos que entender os dois anos em que não pudemos estar juntos e há uma necessidade de a sociedade voltar estar junta, tivemos imensa gente e o nosso jardim foi o centro das atenções do concelho”.

Relativamente aos espetáculos musicais, Rosinha revela que existiram diversos tipos de música, “desde o fado, cante alentejano, tracionais bailes, atividades para crianças e as tradicionais Charangas”.

Este é o momento que faz “pensar e sonhar com tudo, porque é hora dos campomaiorenses começarem a pensar naquilo que é o nosso maior evento e como podemos projetar as Festas do Povo em 2023”, acrescenta o presidente da Câmara de Campo Maior.

A Feira de Santa Maria de Agosto veio também demonstrar que “é possível unirmo-nos, para fazermos aquilo que é a nossa tradição e a nossa maior arte popular, mas temos que entender e perceber como o podemos fazer, há uma necessidade de antecipação, por isso começamos a abordar agora o tema, em agosto, deste ano”.

Feira de Santa Maria de Agosto que terminou ontem, em Campo Maior, depois de mais de uma semana com diversas atividades no jardim municipal e também no Largo dos Carvajais.

MAEE: um espaço com história para conhecer nas férias

O Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires, em Elvas (MAEE), instalado no edifício da antiga Manutenção Militar da cidade, dá a conhecer diversos aspetos históricos.

Neste mês de Agosto, os visitantes podem conhecer o espólio, “quer em visitas de grupo ou individuais e, sempre que possível, acompanhados por um guia”, de acordo com Ana Santa, responsável pelos serviços educativos.

A exposição permanente “Território: do passado ao presente, das pessoas aos objetos”, cruza a coleção de arqueologia do Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires com a coleção de etnografia proveniente do Grémio da Lavoura de Elvas.

O Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires funciona, no período de verão, de terça-feira à tarde a domingo, das 10 às 13 e das 15 às 18 horas.