Sábado de baile na CURPI de Campo Maior

A Comissão Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos (CURPI) de Campo Maior abriu as suas portas, no início de dezembro, para ser espaço para um baile, animado pelo músico Rui Teixeira.

Devido ao “sucesso” da iniciativa, com a participação de pessoas de todo o concelho, incluindo de Ouguela e Degolados, segundo o presidente da coletividade, José Pedro Caldeirão, há novo baile já este sábado, dia 14 de janeiro.

“As pessoas gostam de bailes e nós ficamos satisfeitos, porque foi muito bonito. Quem quiser vir, a porta está aberta. Aliás, foi sempre um princípio meu abrir as portas aos campomaiorenses. É claro que os sócios têm mais direitos, mas isso não impede que toda a gente que queira vir que venha”, assegura José Pedro.

O baile de hoje volta a ser animado por Rui Teixeira, a partir das 15 horas.

Banda 14 de Janeiro assinala os seus 68 anos

A Banda 14 de Janeiro, de Elvas, assinala amanhã, sábado, os seus 68 anos.

Este ano, as comemorações vão voltar ao que eram no pré-pandemia, sendo que o programa tem início marcado para “as 9.30 horas, com o hastear das bandeiras nos Paços do Concelho”.

“Depois tocamos junto ao Grémio, que também faz anos, seguindo-se uma arruada pelo centro histórico da cidade que termina na nossa sede com o içar da bandeira. Às 10 horas temos uma missa pelos músicos, dirigentes e sócios falecidos, na Igreja de São Pedro e o beberete, com a tradicional feijoada, está marcado para as 19 horas, na sede da banda”, revela o maestro da banda, Jorge Grenho.

“Este é um dia especial, sobretudo este ano, que tem um gosto especial, porque já tínhamos a necessidade de nos juntarmos e tocar”, refere ainda o maestro.

Uma tradição deste dia, no que à Banda 14 de Janeiro diz respeito, é a tradicional feijoada, às 19 horas, na sede da coletividade. Vicente Grenho, presidente da direção da banda elvense, refere que este convívio “é para todos os que se queiram juntar e celebrar o aniversário da banda”. Regressar com casa nova e instalações remodeladas é um sentimento de “missão cumprida” para Vicente Grenho.

Desde 1955 que a Banda 14 de Janeiro difunde a música filarmónica pelos mais diversos pontos do país. A Banda 14 de Janeiro vai contar amanhã, em dia de aniversário, com 28 músicos.

Ministra da Coesão Territorial no Conselho Regional da CCDR Alentejo

O Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA) irá reunir na próxima terça-feira, dia 17 de janeiro, com a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, pelas 14h30, no auditório da CCDRA.

Durante a sessão serão apresentados o Programa Regional Alentejo 2030, o modelo de Governação do Portugal2030 e os princípios orientadores sobre a nova orgânica das CCDR.

O Conselho Regional conta ainda com as presenças da secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Isabel Ferreira, e do secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território, Carlos Miguel.

O Conselho Regional é um dos órgãos consultivos previsto no art. 7.º do DL nr. 228/2012 de 25 de outubro, onde têm assento os mais representativos agentes do desenvolvimento ao nível local e regional.

Água baixa três centímetros no nível da Barragem do Caia

As descargas de superfície na Barragem do Caia fizeram com que o nível de água na albufeira baixasse três centímetros nas últimas 24 horas. Os dados são divulgados pela Associação de Beneficiários do Caia e dizem respeito à leitura das 9 horas desta sexta-feira, 13 de janeiro.

O volume de água armazenada é de 185,5 milhões de metros cúbicos, que corresponde a 97,6% do máximo de 190 milhões. Nas primeiras 72 horas em que as comportas da barragem estiveram abertas, o nível da água da albufeira baixou sete centímetros.

Sketchers reúnem-se em Elvas e aproveitam o 14 de janeiro para desenhar

Elsa Nascimento e Miguel Silva

Os Urban Sketcher da Raia organizam no próximo sábado, dia 14, o seu primeiro encontro deste ano, em conjunto com o recém-formado grupo de Badajoz e o grupo de Cáceres.

Os temas e itinerários deste encontro são a Praça da República, a Sé e o Castelo de Elvas, de acordo com Miguel Silva, membro da Associação de Desenvolvimento pela Cultura, AIAR.

Já Elsa Nascimento, da AIAR, refere que não poderiam perder a oportunidade “de desenhar neste dia da cidade. Além de nós estarmos a retomar as nossas atividades, também as comemorações do dia da cidade estão a regressar ao que era normal e vamos aproveitar a parada militar para o desenho em movimento”.

A concentração dos sketchers está marcada para as 10 horas de sábado, no Castelo de Elvas.

Xutos e Pontapés confirmados na Ovibeja nos 44 anos da banda

Os Xutos e Pontapés vão regressar à Ovibeja, no dia 29 de abril (sábado), para um concerto de celebração do reencontro com todos os seus fãs. Tim, João Cabeleira, Kalú e Gui vão acender a chama do rock’n’roll no palco das “ovinoites”.

Com uma longa história, cantada há 44 anos, desde o dia 13 de janeiro de 1979, os Xutos e Pontapés são o emblema do rock & roll em português, que também faz parte do ADN da Ovibeja.

Os Xutos são a banda que mais vezes celebrou datas especiais na mais inovadora feira agrícola do país que nasceu e se constrói da pluralidade do campo e da cidade, enquanto matéria fundadora de “Todo o Alentejo Deste Mundo!”.

A decorrer de 27 de abril a 1 de maio, a 39ª Ovibeja escolheu a comunicação como tema principal desta edição em que estão a ser desenhadas muitas novidades, como é característico deste evento organizado pela ACOS – Associação de Agricultores do Sul.

Em greve, professores de Campo Maior manifestam-se contra precariedade na carreira

São vários os professores do Agrupamento de Escolas de Campo Maior que estão esta sexta-feira, 14 de janeiro, em greve, tendo-se manifestado, esta manhã, em frente à escola secundária da vila.

Sem a real noção da quantidade de docentes a fazer greve, quando contactado pela Rádio Campo Maior, por volta das 9h30, o diretor do agrupamento, Jaime Carmona, garante que esta ação acabou por causar algumas perturbações no decorrer habitual das atividades letivas, até porque é isso mesmo que se pretende.

Os professores têm vindo, nestes últimos dias, a lutar, de norte a sul do país, contra a precariedade na carreira e as propostas do Governo para a revisão do regime de recrutamento. Para Jaime Carmona, a escola pública tem de ser defendida “no seu todo” e há situações que têm de ser, “de uma vez por todas”, resolvidas pelo Governo, que, segundo diz, tem estado a “empurrar com a barriga para a frente” problemas que, relativamente à classe docente, são, sobretudo, de carreira. “Se é que existe, hoje em dia, uma carreira de professor”, acrescenta.

Dizendo-se “muito orgulhoso” do grupo de professores com que o Agrupamento de Campo Maior conta, atualmente, Jaime Carmona assegura que os docentes “precisam de ser ouvidos”, ainda que tenham tido sempre, perante todas as dificuldades, “uma posição muito digna e profissional”. “O mais fácil era um relaxe total e a escola pública não teria qualidade nenhuma”, garante.

Apesar da posição que ocupa hoje em dia, o diretor revela que também ele tem sofrido na pele este desinvestimento do Governo na educação, uma vez que continua sem conseguir subir de escalão e, com isso, progredir na carreira.

A cada vez que vê os seus colegas de profissão a manifestarem-se, Jaime Carmona diz, por um lado, “arrepiar-se” e, por outro, ter “um sentimento de impotência” perante uma “situação que tem de ter um desfecho positivo”.

Recordando as palavras do ministro da Educação, que considera que os professores “não são um grupo especial para terem medidas especiais”, Jaime Carmona garante que os docentes também não se sentem especiais, mas que são “uma classe importante” e que, com estas greves e manifestações, só têm procurado pedir o que é justo. “Temos direito à nossa reivindicação e, realmente, não estamos a pedir nada. Eu, com 25 anos de serviço, estou num quarto escalão de dez escalões que existem. Quando entrei na carreira, ao fim de 25 anos, os professores atingiam o topo de carreira. Isto é uma miragem para mim e para os meus colegas”, revela.

Jaime Carmona diz ainda ser necessária “coragem política” para que haja um “sinal de mudança” e para defender a escola pública, quando “há um role de situações que precisam de ser alteradas”.

As colocações são também, todos os anos, um problema, para o Agrupamento de Escolas, mas sobretudo para os professores que são obrigados a mudar-se, de malas e bagagens, de várias partes do país, para lecionar em Campo Maior: “temos esse problema e temos um problema consequente que, tendo em conta essas situações, vamos tendo dificuldades em arranjar alguns professores para colmatar, quer falhas, desde o início do ano, quer falhas que vão existindo ao longo do ano, por causa das doenças dos nossos professores”.

Confessando ter-se sentido “ofendido” pelo primeiro-ministro, quando António Costa terá dado a entender que os professores são “burros”, Jaime Carmona assegura que os docentes são “tudo menos isso”, tendo esperança que, depois destas manifestações, o chefe do Governo possa ter “uma palavra diferente”.

De recordar que, desde a passada terça-feira, a Fenprof tem vindo a promover um acampamento junto ao Ministério da Educação, em Lisboa. Amanhã, dia 14, o sindicato STOP organiza uma marcha em Lisboa pela escola pública, enquanto a Fenprof convocou uma grande manifestação de professores para dia 20, à porta do Ministério da Educação.

Entretanto, e em nota de imprensa, o Sindicado dos Professores da Zona Sul (SPZS) revela que esta greve contou com “a participação de dirigentes, delegados e ativistas do SPZS, os professores exigem que o Ministério da Educação abandone as suas intenções de alterar o regime de concursos e, exigem ainda, a abertura de um processo negocial sobre as restantes matérias de resolução urgente: carreira, aposentação, precariedade, horários e condições de trabalho”.

Concursos justos, segundo o sindicato, “não se compadecem com um modelo em que a ideia é precarizar, desterrar e bloquear o direito dos professores a viver com as suas famílias e qualquer mobilidade entre regiões e aproximação às suas residências”.

Mercado Municipal este sábado em Campo Maior

Este sábado, 14 de janeiro, há Mercado Municipal, no Campo da Feira, em Campo Maior.

Por esse motivo, a Câmara Municipal solicita aos utentes da Bolsa de Estacionamento do Campo da Feira para que retirem as suas viaturas desse local até às 18 horas desta sexta-feira, dia 13.

Programação de 2023 do espaço.arte arranca este sábado com “Do Outro Lado do Espelho”

A primeira mostra de artes plásticas do ano, no espaço.arte, em Campo Maior, é inaugurada este sábado, 14 de janeiro, pelas 16 horas.

Trata-se da exposição coletiva “Do Outro Lado do Espelho”, com trabalhos de pintura e desenho de três artistas (Run Jiang, Rodrigo Canhão e Luís Almeida), na qual exploram o tema “sonhos”.

Segundo a vereadora na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha, com esta exposição dá-se início à programação deste ano do espaço.arte – que está “praticamente fechada” -, desta vez dedicada “à universalidade e à individualidade”.

“Com esta exposição estamos a dar o mote de saída para a programação de 2023. Continuamos a fazê-lo de uma forma muito séria e consistente, em relação às artes plásticas”, assegura ainda a vereadora.

“Do Outro Lado do Espelho” é composta por cerca de 20 trabalhos de cada um dos artistas, que, depois deste sábado, poderá ser visitada até ao próximo dia 3 de abril.

Audiogest e AHRESP criam campanha de apoio às tarifas de renovação do licenciamento

A Audiogest (Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos) em parceria com a AHRESP (Associação da hotelaria, restauração e similares de Portugal) lança uma campanha que anula o aumento das tarifas, na renovação para o ano de 2023, a todos os associados da AHRESP que adiram ao licenciamento digital.

Por força da obrigação, legalmente imposta, de licenciamento para todos os estabelecimentos que utilizem música gravada, a AHRESP tem procurado sempre negociar condições mais favoráveis para os seus associados. No âmbito da atual conjuntura económica, com os valores de inflação a atingir máximos históricos, o aumento constante das matérias-primas, sobretudo as alimentares e o aumento brutal dos custos energéticos, entre outras situações, urge criar condições menos onerosas, que possibilitem às empresas o cumprimento das suas obrigações legais.

Com o objetivo de promover a utilização do licenciamento digital junto dos empresários as duas entidades promovem, em conjunto, uma campanha de apoio aos seus associados, em que é anulado o custo da inflação nas tarifas de renovação do licenciamento, para este ano.

Para obter este benefício, os empresários terão de apresentar a situação regularizada com o serviço de licenciamento, aderir à campanha através do preenchimento do formulário e transferir o seu contrato para o formato digital.

Para a Audiogest a transição para o digital “é uma prioridade e tem como objetivo simplificar e tornar mais rápido o processo de licenciamento para o empresário”. Num novo contexto de dificuldades motivada pela inflação, “é importante continuar a apoiar os empresários que contribuem para dar valor à indústria da música, pelo que foi decidido eliminar o custo da inflação a todos os associados da AHRESP que adiram ao licenciamento digital”.

A AHRESP considera que esta é uma medida “importante, numa altura em que as empresas veem os seus custos aumentar diariamente”. Este benefício, exclusivo para os Associados da AHRESP, “é fruto do trabalho que se tem vindo a desenvolver entre as duas entidades”.