Homem detido em Monforte por posse ilegal de arma

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através dos Postos Territoriais de Monforte e Alter do Chão, deteve ontem, 2 de fevereiro, em flagrante um homem de 40 anos, por posse ilegal de arma, no concelho de Monforte.

No seguimento de uma ação de patrulhamento, “os militares da Guarda abordaram uma viatura em que os seus ocupantes demonstraram um comportamento suspeito, através de nervosismo. Após diligências policiais, foi possível apurar que o condutor do veículo tinha em sua posse uma arma de fogo para a qual não possuía licença, resultando na apreensão de uma carabina e cem munições”, revela a GNR em nota de imprensa.

No decorrer desta ação policial, foi ainda identificado um homem de 50 anos, que também seguia na viatura. O detido foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Portalegre.

A GNR relembra que, “de acordo com o Regime Jurídico das Armas e Munições, quem, sem se encontrar autorizado, detiver, transportar, guardar, comprar ou adquirir qualquer arma elencada no n.º 1 do Artigo 86.º do mesmo diploma, encontra-se a incorrer no crime de posse de arma proibida. Importa ainda esclarecer que, quem detiver arma não registada ou manifestada, quando obrigatório, constitui um crime de posse ilegal de arma”.

Quinzena Gastronómica dos Ganhões em oito restaurantes de Campo Maior

De forma a promover as tradições gastronómicas locais e a apoiar e dinamizar a economia do concelho, o Município de Campo Maior está a promover, até dia 15 de fevereiro, a segunda edição das Quinzenas Gastronómicas.

Depois das sopas, em novembro, é a Cozinha dos Ganhões que está em destaque nesta Quinzena Gastronómica, que o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, espera que tenha, pelo menos, “o mesmo sucesso” da primeira. “Aprimoramos algumas questões que vamos aprendendo a trabalhar, porque para nós também é uma novidade estas jornadas gastronómicas”, acrescenta.

O autarca espera agora que os campomaiorenses adiram à iniciativa, “que vão aos restaurantes provar aquilo que é uma das maravilhas do concelho” no que toca à gastronomia.

O restaurante “O Faisão” é um dos oito estabelecimentos aderentes a esta Quinzena Gastronómica. Para o proprietário, João Cámelo, estas iniciativas são “muito importantes”, uma vez que quem visita a região procura sempre a gastronomia típica.

Até dia 15, o destaque nas ementas dos restaurantes aderentes vai para pratos como favas com chouriço, sopas de tomate com toucinho frito, ensopado de borrego, cozido de grão e migas com entrecosto. Todas as sugestões dos estabelecimentos para esta Quinzena Gastronómica para conhecer aqui.

Expo Clássicos e Feira de Colecionismo em Estremoz dias 11 e 12

A “Expo Clássicos 2023” e a “2.ª Feira de Colecionismo” decorrem no fim de semana de 11 e 12 de fevereiro, no Parque de Feiras e Exposições de Estremoz.

A Expo Clássicos é o 5.º Salão de Veículos Clássicos e Antigos de Estremoz, com veículos, peças e acessórios, a funcionar no sábado, das 9h30 às 22 horas, e domingo, das 10 às 18 horas, no Pavilhão B do Parque de Feiras.

A 2.ª Feira de Colecionismo está inserida na Expo Clássicos, com coleções de vários temas, funcionando com o mesmo horário, mas no Pavilhão C do Parque de Feiras.

Ambos os eventos são uma organização da AVCE – Associação de Veículos Clássicos de Estremoz, em parceria com o Município de Estremoz.

Homem detido pela PJ por suspeita de abuso sexual de crianças numa escola de Évora

Um homem, de 56 anos, foi detido por fortes indícios da prática de 14 crimes de abuso sexual de crianças, em Évora.

Segundo a Policia Judiciária (PJ), que procedeu à detenção, através da Unidade Local de Investigação Criminal Évora, “as vítimas foram cinco jovens alunos, de uma Escola Básica de Évora, todos eles com 11 e 12 anos de idade, na presente data”.

Os atos delituosos ocorreram “nos anos letivos de 2021 e 2022 em contexto e ambiente escolar”, revela ainda a PJ.

O detido foi já presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicadas, como medidas de coação, a suspensão de funções, proibição de aproximação de estabelecimentos de ensino, assim como proibição de contacto com as vítimas.

Ponto Verde lança desafios de reciclagem nos pacotes de açúcar da Delta

É sob o mote “Quem sou eu?” que a Sociedade Ponto Verde (SPV) dá a conhecer a sua mais recente coleção de pacotes de açúcar criada em parceria com a Delta Cafés, que visa desafiar os conhecimentos dos portugueses sobre a reciclagem.

Mas esta não é uma edição colecionável qualquer. Trata-se de uma edição especial de 20 pacotes de açúcar de diferentes cores, com ícones e mensagens criativas, que têm muito para contar: de um lado têm uma adivinha, do outro a solução para essa e muitas outras perguntas.

“Dou sempre a cara e digo o que vai lá dentro”, “Levo tudo comigo, mas sei separar as coisas” ou “Sou um chimpanzé e sei tudo sobre reciclagem” são algumas das adivinhas que poderá encontrar em momentos de pausa para café. Estas surgem acompanhadas por curiosidades sobre a separação de resíduos em Portugal, de modo a permitir clarificar possíveis dúvidas do quotidiano, nomeadamente sobre a colocação de embalagens nos ecopontos.

“É para nós um motivo de grande orgulho poder contar com o apoio de parceiros como a Delta Cafés nesta missão de sensibilização em torno da reciclagem. Pretendemos continuar a inovar a forma como comunicamos com os diferentes públicos e apostar em canais que gerem proximidade e permitam passar mensagens de forma simples e clara, recorrendo a diferentes formatos, de que são exemplo as adivinhas e curiosidades”, refere Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde.

“A Sustentabilidade está, desde sempre, presente no nosso ADN, e como tal, é para nós prioritário incentivar e promover comportamentos responsáveis alinhados com a nossa estratégia. Esta iniciativa demonstra que, de forma criativa, podemos sensibilizar os consumidores, alertando para a importância da reciclagem, em prol de um mundo melhor e ecologicamente equilibrado”, sublinha Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro – Delta Cafés.

Distribuídos em restaurantes e cafés de norte a sul do país, os pacotes de açúcar que compõem esta 5ª edição têm como missão relembrar os portugueses da importância de reciclar, independentemente da circunstância ou do lugar onde se encontrem.

Congresso da APECATE reúne entidades do turismo em Elvas e Campo Maior

Elvas acolhe, até amanhã, dia 3 de fevereiro, o 11º Congresso APECATE, que reúne, na cidade Património Mundial, assim como em Campo Maior, cerca de duas centenas de congressistas.

O evento, que conta com diversos painéis temáticos, teve a sessão de abertura na manhã de ontem, dia 1, no Auditório São Mateus, onde intervieram o presidente da Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE), António Marques Vidal; o presidente da Confederação do Turismo de Portugal, Francisco Calheiros; o presidente da Câmara Municipal de Elvas, comendador José Rondão Almeida, e o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda.

Na sua intervenção, o autarca elvense salientou que, “depois de um grande investimento realizado nas últimas décadas, Elvas é uma cidade que muito tem para oferecer, quer a quem cá vive, quer a quem nos visita, com infraestruturas para todas as áreas. No caso de hoje, posso afirmar com muita satisfação que, na vertente dos eventos, congressos e turismo, estão numa cidade dotada de equipamentos e infraestruturas para acolher a realização de todos os eventos em diferentes áreas: da cultura, desporto, lazer e educação”.

Entre os temas em debate estão: Sustentabilidade e Turismo; O Desafio dos Eventos; Caminhos da auto-regulação; Contributos da Cooperação Transfronteiriça para a criação de valor na oferta turística; Valorizar, partilhar, reforçar os destinos do interior; Património, uma “matéria-prima” incontornável dos produtos turísticos com futuro, e Perspectivas improváveis.

Fonte: Município de Elvas

Arte Contemporânea no Paiol, MAEE e MACE

A exposição de obras “em diálogo”, dos artistas plásticos Pedro Calapez e Rui Sanches, é inaugurada este sábado, dia 4, em dois espaços distintos da cidade.

“Este projeto pretende marcar o encerramento das comemorações de 15 anos do Museu de Arte Contemporânea”, como nos referiu o colecionador António Cachola. “Nós começámos as comemorações com uma exposição do José Pedro Croft, depois tivemos a exposição coletiva, de jovens artistas com alguns de alguma idade, e agora encerramos com artistas com uma idade mais próxima da do colecionador mas com muita qualidade”.

Também hoje, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, vai ser inaugurada “uma exposição que retrata a área da fotografia, na coleção António Cachola. Aliás, o ano de 2023 vai ser dedicado à fotografia na coleção. A primeira inicia hoje e vai até meio de junho e a 30 de junho começa a segunda parte. Ambas as exposições vão ter a curadoria de Sérgio Mah, que vai também ser o coordenador editorial do livro que vamos lançar, no dia 30 de junho, sobre estes projetos da fotografia”.

No Paiol de Nossa Senhora da Conceição estão expostas peças de Pedro Calapez. A mostra centra-se na peça “Clausura que tem a ver com a pintura mas que não permite ao espetador ver a pintura na sua plenitude. Só pode espreitar para a pintura que se encontra em estruturas metálicas que contam com dois espelhos e ainda criam imagens falsas”.

No Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires estão “algumas das primeiras peças adquiridas para a Coleção António Cachola, datadas da década de 90”, de acordo com Rui Sanchez. Trata-se de uma exposição conjunta entre Rui Sanchez e Pedro Calapez que expõem juntos “desde 1990”.

Para Rui Sanchez, “o colecionador António Cachola e a câmara de Elvas têm feito um trabalho muito importante na dinamização do Museu de Arte Contemporânea que, hoje em dia, deve ser uma das melhores coleções privadas de arte portuguesa em Portugal”.

Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Paiol de Nossa Senhora da Conceição e Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires inauguram hoje exposições de arte contemporânea.

Câmara de Campo Maior investe 60 mil euros na Estrada do Bicho

A circulação no Caminho Municipal 1113, conhecido popularmente por Estrada do Bicho, em Campo Maior, foi retomada na tarde de ontem, 1 de fevereiro. O trânsito nesta estrada estava cortado desde 14 de dezembro, devido aos estragos provocados pelo desabamento de uma passagem hidráulica.

A obra ainda não está terminada, mas já é possível circular naquele troço, depois do investimento, de cerca de 60 mil euros, por parte do Município de Campo Maior. “Na semana passada, conseguimos consignar e contratar a obra e é com agrado que vimos que, neste momento, passadas duas semanas praticamente de trabalho, conseguimos abrir a estrada”, revela o presidente da Câmara, Luís Rosinha.

A intervenção ao nível da passagem hidráulica da estrada “ainda não está completamente concluída”, ainda assim “já se garantiu que deixou de haver prejuízos para quem circula naquele troço”.

Paralelamente a esta obra, o Município de Campo Maior vai continuar a investir na recuperação e melhoria das estradas do concelho. “Neste momento continuamos em grandes trabalhos na estrada da Seganiza; ainda irão existir intervenções significativas na Estrada da Enxara, bem como na Estrada da Barragem”, revela ainda Luís Rosinha, adiantando que esse conjunto de obras nas estradas do concelho tem um custo, para a autarquia, de cerca de 400 mil euros.

CCC é “um exemplo de sucesso na região”, diz secretário de Estado do Turismo

Depois da reunião em Elvas, esta quarta-feira, dia 1, o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços visitou alguns espaços emblemáticos de Campo Maior, como a Herdade dos Adaens, o Centro de Ciência do Café (CCC) e o Centro Interpretativo das Festas das Flores.

Nuno Fazenda considera que “o Centro de Ciência do Café é um exemplo de investimento no interior que mostra que é possível ter sucesso nesta região. É um projeto que também tem alma e paixão e, nesse sentido, em quis estar presente para dar força a um projeto industrial e com vocação turística. Sendo um fator de coesão territorial, este centro acaba por atrair e fixar pessoas”.

O secretário de estado já conhecia o espaço e garante que nesta segunda visita encontrou “alguns elementos novos, o que demonstra a inovação presente no Centro de Ciência do Café”.

Depois de participar na reunião que decorreu em Elvas, Luís Rosinha, presidente da câmara de Campo Maior, considera que “esta visita é muito importante para toda a região, sendo que, em Campo Maior permitiu dar a conhecer ao secretário de estado os projetos que estão em carteira”.

João Manuel Nabeiro, administrador do Grupo Nabeiro Delta Cafés, refere que “estas visitas acrescentam valor mas ninguém pode estar dependente dos membros do Governos para a resolução dos problemas existentes”.

Secretário Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Nuno Fazenda, a visitar os concelhos de Elvas e Campo Maior com o intuito de recolher informação para a criação de uma agenda turística para o interior do país.

Montemorense Adriana Calaboiça é campeã nacional de dança desportiva

Com apenas 11 anos, Adriana Calaboiça, de Montemor-o-Novo, sagrou-se recentemente campeã nacional do Circuito de Dança Desportiva, no Escalão Juvenil Iniciados Standard 1.

Nádia Calaboiça, mãe de Adriana Calaboiça, explica que a filha “sempre gostou de dança”, começando pela dança contemporânea e posteriormente interessou-se pelas danças de salão. Mesmo com a pandemia, Adriana não desistiu e continuou a ter aulas online de dança, até conseguir ser federada no campeonato, no ano passado. Nádia expressa ainda ser um sentimento de “orgulho” e “recompensa do esforço e trabalho” de Adriana por ter chegado a campeã nacional do circuito de dança desportiva.

Adriana nasceu na Suíça e veio depois para Montemor-o-Novo viver, sendo que foi no país que a viu nascer que ganhou a paixão pela dança e desde dessa altura “o gosto pela dança começou a crescer”, exprime a jovem bailarina, que treina “três horas por dia e duas vezes por semana”.

Relativamente ao circuito, Adriana diz ter sido “interessante” e ao mesmo tempo foi um “desenvolvimento inesperado”. Quanto ao nervosismo, a campeã nacional do Circuito de Dança Desportiva admite que a diversão combate este sentimento: “para mim, para deixar o nervosismo para trás era só dançar. Porque nós estávamos praticamente lá (no campeonato nacional do Circuito de Dança Desportiva) só para nos divertir”, explica ainda.

A representar a Ritmus Academia de Dança, de Setúbal, Adriana conseguiu alcançar este título, ao ser a mais pontuada, após as seis provas do Circuito Nacional de Solos. Para além deste título, a jovem alcançou ainda um 3.º lugar em Latinas 1.