Cinco viaturas do Museu Militar de Elvas estão expostas na Praça da República de Elvas, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a par de uma Chaimite que ficará de forma permanente numa das rotundas da Avenida de Badajoz.
Estas viaturas “não participaram na Revolução do Cravos, mas são da mesma tipologia”, revela o diretor do Museu Militar de Elvas, o Coronel Nuno Duarte, para além da Chaimite “que é um ícone do 25 de abril”.
Esta exposição, garante o Coronel Nuno Duarte, “é mais uma forma de o Museu Militar se abrir à cidade, pelo que se tenta que o Museu seja dinâmico e se criem iniciativas, para que do ponto de vista cultural e turístico, dar a oportunidade aos elvenses e não só, de conhecerem a história e património militar português”.
Já o vereador na Câmara de Elvas, Cláudio Monteiro, revela que este “é mais um momento marcante”, que faz parte da programação destas comemorações, que fazem sentido “envolvendo a comunidade e as entidades parceiras”, revelando que estas viaturas ficam expostas até dia 1 de maio.
As viaturas têm um painel explicativo da sua importância e função, naquela altura. O vereador acrescenta que se pretende que “as pessoas não só visitem esta exposição mas que também a partilhem e divulguem, por exemplo, através de fotografias”.
Quanto à chaimite bula, que se encontra exposta numa rotunda da Avenida de Badajoz, e com o objetivo de “promover Elvas como destino turístico militar, ficará naquele local de forma permanente”, garante Cláudio Monteiro.
Esta manhã de sexta-feira, 19 de abril, na inauguração da exposição, na Praça da República, as crianças do Semi-Internato de Nossa Senhora da Conceição e da Escola de Alcáçova, marcaram presença neste momento e puderam também entrar dentro das viaturas.


Os alunos do Centro Educativo Alice Nabeiro subiram ao palco do Centro Cultural, na manhã desta quinta-feira, dia 18 de abril, para apresentar a peça “Um Menino Chamado Portugal”, dirigida aos alunos do Projeto E-twinning.
Bárbara Bandeira, Deejay Telio e Miguel Azevedo são os cabeças de cartaz da edição deste ano do Festival da Juventude e Académico de Elvas, que promete noites de muita animação, de 16 a 18 de maio, no coliseu da cidade.
Numa das tradições mais queridas dos arronchenses, quinze dias após o domingo de Páscoa, a ermida do Rei Santo é o destino de centenas de pessoas que, após peregrinação, se reúnem para um animado convívio entre grupos oriundos não só das três freguesias do concelho, bem como de localidades espanholas que fazem fronteira com Portugal, algo que se cumpriu este ano no passado domingo, dia 14 de abril.
“Conversa à volta da Raia” foi o mote para a iniciativa que decorreu esta manhã de segunda-feira, 15 de abril, no Centro Cultural de Campo Maior, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de abril.
Considerando-se uma “testemunha do 25 de abril”, Francisco Moita Flores, afirma que esse foi dos dias mais importantes da sua vida, “não só pelo fim da guerra, mas também pela necessidade que a sua geração tinha de cultura, nomeadamente, através dos livros que, na época eram proibidos”. O escritor recorda que o seu pai tinha esses livros proibidos, forrados com “um papel específico”, para que não fossem descobertos.
Já Luís Cunha, autor de “Memória Social em Campo Maior: Usos e Percursos de Fronteira”, revela que essa obra, elaborada nos anos 90, pretendia “perceber quais as memórias das pessoas, na zona da fronteira relativas à Guerra Civil e ao contrabando, para perceber de que forma essas memórias eram construídas e reconstruídas, no presente”.
Já o historiador Moisés Cayetano Rosado afirma que Salgueiro Maia foi uma pessoa que estudou “com muito carinho” considerando que “é uma das figuras mais importantes do país”. Para o historiador, é necessário ter presente “a vontade de liberdade que os militares e o povo português tinham, para conquistar a sua liberdade”.
Esta sessão ficou ainda marcada por uma interrupção pacífica, por parte de um grupo da Associação de Pais de Campo Maior, que subindo ao palco, mostraram o seu desagrado com a situação de insegurança que se vive nos estebelecimentos de ensino, depois da manifestação desta manhã. O presidente da Associação citou mesmo uma frase de Francisco Moita Flores.
No âmbito das Comemorações do 50.º Aniversário do 25 de abril, o espaço.arte recebeu no sábado, dia 13 de abril a inauguração da exposição “Punctum – Ser Criança Atrás das Grades”, de Catarina Araújo Ribeiro.
O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes assinalou esta terçaa-feira, 9 de abril, os 106 anos da Batalha de La Lys e o Dia do Combatente, numa cerimónia junto ao monumento aos Combatentes da 1ª Grande Guerra.
O livro “Aceitar, Trabalhar, Acreditar – A Prova de Resiliência de Paulo Dias”, de Cláudia Poeiras, foi apresentado ontem, domingo, 7 de abril, no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior.
A Prova de Vinhos, promovida pela Junta de Freguesia de São João Baptista decorreu na tarde deste sábado, 6 de abril, no Centro Comunitário de Campo Maior.
Faça chuva, faça sol, Páscoa, em Elvas, é sinónimo de dias e noites passados no campo, mais propriamente nas margens do Guadiana, na Ajuda.