O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes assinalou esta terçaa-feira, 9 de abril, os 106 anos da Batalha de La Lys e o Dia do Combatente, numa cerimónia junto ao monumento aos Combatentes da 1ª Grande Guerra.
A iniciativa, que contou com a presença de entidades militares e civis, serviu, uma vez mais, para recordar os combatentes que tombaram nesta guerra.
Esta, assegura o presidente do núcleo, o sargento-môr José Miguêns, é uma cerimónia alusiva a uma “data muito marcante para os combatentes”. “Hoje é o Dia do Combatente, é uma recordação de todos aqueles que, desde a nacionalidade, deram a sua vida ou o melhor de si pela pátria”, adianta.
Contar com a presença de militares nesta cerimónia, dada a participação do Regimento de Cavalaria nº3 (RC3) de Estremoz, diz José Miguêns, é “sempre muito importante”. “A confirmação da presença militar só a recebi há poucos dias, mas é sempre uma satisfação enorme contar com a presença de militares na nossa cidade-quartel”, acrescenta.
Para o comandante do RC3, o Coronel de Cavalaria Lourenço Simões de Azevedo, é “sempre importante as Forças Armadas estarem associadas a todos os eventos que relembrem os feitos heróicos dos nossos antepassados”. Esta cerimónia “singela”, diz ainda o Coronel, serve para lembrar “duas coisas”: por um lado, os militares e civis que “deram a sua vida pela defesa da pátria, ao longo de nove séculos de história”; e, por outro, todos aqueles que são ou foram combatentes.
O Município de Elvas fez-se representar nesta cerimónia pelo vereador Hermenegildo Rodrigues, que lembra “a importância de se manter viva a memória dos que lutaram e que defenderam o país, para que hoje possamos gozar daquilo que é um pleno direito de todos os portugueses: da liberdade”.
No decorrer da cerimónia, e após as alocuções e a deposição de flores junto ao monumento, foram atribuídos testemunhos de apreço aos sócios com 25 e 50 anos e entregues medalhas comemorativas a dois combatentes da Guerra do Ultramar. Depois da cerimónia, teve lugar um almoço convívio alusivo a este Dia do Combatente, num restaurante do concelho de Elvas.


O livro “Aceitar, Trabalhar, Acreditar – A Prova de Resiliência de Paulo Dias”, de Cláudia Poeiras, foi apresentado ontem, domingo, 7 de abril, no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior.
A Prova de Vinhos, promovida pela Junta de Freguesia de São João Baptista decorreu na tarde deste sábado, 6 de abril, no Centro Comunitário de Campo Maior.
Faça chuva, faça sol, Páscoa, em Elvas, é sinónimo de dias e noites passados no campo, mais propriamente nas margens do Guadiana, na Ajuda.
São muitas as pessoas que, por esta época de Páscoa, rumam até à zona da Enxara para acampar e passar uns dias descontraídos com a família e amigos e, nem com a previsão de chuva, os campomaiorenses deixaram de cumprir esta tradição.
A primeira fase da exposição “E/Ternamente Rui Nabeiro”, que homenageia a vida e obra do Comendador Rui Nabeiro foi inaugurada na manhã desta quinta-feira, 28 de março, no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior.
O Município de Campo Maior levou os utentes do Centro Comunitário de Campo Maior, Degolados e Ouguela e as utentes da Loja Social até ao Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), para visitarem a exposição “Sempre e Nunca Mais”.
As alunas da Academia Sénior da CURPI de Campo Maior colaboraram, no âmbito da aula de costura, na elaboração de ursos de pano, com o objetivo de ajudar crianças com Síndrome do Intestino curto.
A programação da iniciativa “Março – Mês do Teatro”, promovida pela Câmara Municipal de Campo Maior encerrou ontem, domingo, 24 de março, com a apresentação da peça “O Chorão Chorão”, integrada nas comemorações do Dia Mundial da Árvore e das Florestas.
O Centro Cultural de Campo Maior recebeu, na noite de sábado, dia 23 de março, a peça de teatro “O Último Fecha a Porta”, de Carlos Cunha Produções.