Guilhermo Vara defendeu a reabertura das fronteiras em junho

GuillermoFernandezVara.jpgGuilhermo Vara, presidente da Junta de Extremadura, informou hoje que as fronteiras com Portugal poderão ser eliminadas durante o mês de junho, na terceira fase do plano de desconfinamiento.

Vara defendeu esta posição na video-conferencia entre os presidentes das regiões autonomas e o primeiro ministro espanhol, Pedro Sánchez.

Portugal continua a ser o primeiro parceiro económico da Estremadura, de acordo com Guilhermo Vara e a reabertura das fronteiras é fundamental no restabelecimento económico da região vizinha.

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Euromilhões com jackpot de 45 milhões de euros

euromilhoesRCM.pngA chave vencedora do concurso de ontem do Euromilhões é composta pelos números 19- 20- 38- 45-47 e pelas estrelas 2 e 6.

Como ninguém acertou na combinação certa, o próximo sorteio terá um prémio de 48 milhões de euros.

O segundo prémio, no valor de 232.361,22 euros, saiu a dois apostadores no estrangeiro.

Em Portugal saíram dois quartos prémios, cujos apostadores vão receber, cada um, 1.879,46 euros.

 

 

 

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Feira equestre de Badajoz cancelada

FeiraEquestre.jpgDepois de anunciar o cancelamento da Feira de São João, prevista para o mês de junho, o Ayuntamiento de Badajoz decidiu cancelar também a Equestre 2020 – Feira do Cavalo e do Touro de Badajoz, devido à pandemia de Covid-19.

A iniciativa estava marcada para o mês de junho, entre os dias 11 e 14, nos Pavilhões da IFEBA em Badajoz.

Badajoz cancela Feira de São João

francisco_javier_fragoso.jpgA Feira de São João, que anualmente decorre em Badajoz no mês de junho, este ano não se vai realizar.

A informação foi avançada pelo alcaide de Badajoz, Francisco Fragoso (na foto), que admitiu a hipótese de posteriormente, ainda este ano, “ocorrer um evento semelhante mas num formato mais pequeno”.

O cancelamento surge devido à pandemia do coronavírus Covid-19.
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Associação de Futebol de Portalegre entra em regime de lay-off

AFPortalegre.pngA Direção da Associação de Futebol de Portalegre (AFP) decidiu implementar o regime de lay-off simplificado, uma medida extraordinária e temporária, que tem como objetivo a manutenção dos postos de trabalho.

O cancelamento das competições e de toda a atividade desportiva colocou o universo do futebol e do futsal em grandes dificuldades, a AFP está a sentir, igualmente, o impacto financeiro que resulta desta paragem. Por isso, a AFP, depois de debater a solução com os funcionários, decidiu implementar o regime de lay-off simplificado, com efeitos imediatos.

A Direção afirma que “vivemos um momento delicado, com a grande maioria dos sectores de atividade muito afetados, devido à pandemia do Covid-19” e afirma conhecer e compreender “as dificuldades dos clubes e parceiros”, pois sentiu “a quebra de receitas inerente à falta de atividade”.

Assim, a AFP, considera “fundamental recorrer a todos os instrumentos que permitam assegurar a sustentabilidade da associação” e agradece, por fim, “a compreensão dos funcionários”, pela “postura disponível e solidária manifestada neste momento difícil”.

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Campo Maior ativa Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil

MuralhasCampoMaior.jpgO Município de Campo Maior ativou hoje, sábado, dia 18, o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil .

Esta decisão foi tomada em consonância com a Comissão Municipal de Proteção Civil, numa reunião com um conjunto alargado de parceiros, que concordaram com a ativação do mesmo, explica João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior.

Esta medida prende-se com a evolução da pandemia de Covid-19 no concelho, “uma vez que foram detetados quatro casos”, disse o presidente.

A ativação deste plano “prevê uma articulação próxima entre entidades competentes nesta área, o que já tem vindo a acontecer nas ultimas semanas, e é uma ação que o município tem feito diariamente com todos”. Desta forma dar-se-á “continuidade aos contactos e a evolução da Covid-19 no concelho de Campo Maior será analisada detalhadamente  ao longo dos próximos dias e semanas”, refere João Muacho.

CAP vê “risco de muitas empresas entrarem em colapso”

AgriculturaSustentavel.jpgA Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) congratula-se com a publicação esta semana, pelo Governo, da portaria que possibilita, face à acentuada quebra das vendas e consequente descida abrupta de preço, alargar aos pequenos frutos o regime extraordinário de retirada de produto do mercado, considerando que, dadas as imensas dificuldades sentidas pelos produtores ao nível do escoamento da produção, “este mecanismo é essencial para mitigar os efeitos da redução generalizada da procura interna e externa destes pequenos frutos, permitindo equilibrar a oferta ao mercado”.

Face aos efeitos altamente nefastos que a actual situação pandémica tem imposto ao escoamento de produtos agrícolas, o alargamento desta medida extraordinária – que já era aplicável a outras categorias de produtos (pera, tomate, pêssegos, uvas ou melancia, entre outros) – é vital para travar uma descida de preços que possa inviabilizar a actividade agrícola, pois o custo de venda actual é inferior ao custo de colheita.

A CAP entende que a aprovação desta medida por parte do Ministério da Agricultura “é de saudar”, dado o momento extraordinário que o sector, a economia e o mundo enfrentam. Por isso mesmo, a CAP entende também que devem ser ponderadas medidas adicionais a serem adoptadas no curto prazo pelo Ministério da Agricultura, que permitam fazer frente às graves dificuldades sentidas pelos produtores.

À semelhança do que aconteceu com os pequenos frutos, o mecanismo de retirada de produto do mercado (em troca de uma compensação financeira aos agricultores, com a produção a ser canalizada para organizações caritativas), segundo a CAP, “deve ser alargado a todos os sectores de produção”.

Da mesma forma, “devem ser adoptadas medidas de apoio, entre outras, a sectores como a pecuária, nomeadamente à secagem do leite de cabra e de ovelha; ou à armazenagem privada de leitões que, nas atuais condições de mercado, têm sido abatidos e congelados”, assegura a confederação.

A par destas medidas, diz a CAP, “é fundamental que comecem a chegar às empresas agrícolas, o mais rapidamente possível, as verbas comunitárias provenientes do Programa de Desenvolvimento Rural, que continuam por pagar, num montante acima dos mil milhões de euros. E é ainda necessário que os Programas Operacionais e as medidas de apoio comunitárias sejam adaptados, rapidamente, à nova realidade”.

A CAP “está a acompanhar, de forma permanente, o trabalho dos agricultores no terreno”, que “exige medidas extraordinárias” e “irá continuar a trabalhar lado a lado com o Ministério da Agricultura, na procura de soluções que mitiguem as dificuldades dos produtores”.

Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da CAP, afirma que “todas as medidas que tenham a ver com a retirada de produto e regulação da oferta são de ponderar; caso contrário, há o risco de muitas empresas entrarem em colapso”. Outra reivindicação deste dirigente é “a necessidade que as verbas comunitárias cheguem de forma ágil e descomplicada às empresas do sector”, pois “a grande vulnerabilidade a que a actividade agrícola está sujeita neste momento exige acção rápida”, defende o presidente da CAP.

 

Euromilhões com jackpot de 58 milhões de euros

euromilhoesRCM.pngA chave vencedora do concurso de ontem do Euromilhões é composta pelos números 03 – 10 – 17 – 33 –  39 e pelas estrelas 01 e 04

O código vencedor do concurso 15/2020 do M1lhão, sorteado hoje, é o RMX 01309 informou o Departamento de Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O prémio, no valor de um milhão de euros, saiu no distrito de Lisboa.

Não houve totalistas no sorteio do Euromilhões de ontem. No entanto, para Portugal vieram três quartos prémios, no valor de cerca de 1200 euros.

No sorteio de terça-feira é esperado um ‘jackpot’ de 58 milhões de euros.

Empresas não podem impor férias aos trabalhadores

feriasartigo.jpgAs empresas não podem impor o gozo de férias aos trabalhadores que têm de ficar em casa com os filhos em isolamento social, devido à pandemia, afirma um especialista em Direito do Trabalho.

A regra geral é as férias serem marcadas por acordo entre empregador e trabalhador. Por isso, a empresa não pode impor. Nesta matéria, a lei laboral é clara. O Código do Trabalho define que apenas havendo acordo entre o trabalhador e a entidade laboral as férias podem ser marcadas.

 

Raquel Trabuco treina sozinha à espera de provas

RaquelTrabucoOutubro2015.jpgUm pouco por todo o país, as modalidades desportivas estão suspensas e a maioria das provas foi cancelada ou adiada, devido à pandemia de COVID-19.

A atleta elvense Raquel Trabuco afirma que “esta situação está a ser complicada para si, enquanto atleta, até porque afeta a rotina de todos, mas tenta treinar num local onde não existem pessoas.”

Raquel afirma que “a época desportiva já estava definida e estava já a trabalhar para algumas provas, no entanto temos que aceitar e zelar pelos nossos”. Diz ainda que “enquanto puder treinar sem prejudicar ninguém” irá fazê-lo, até porque lhe faz bem.

A época desportiva estava a correr bem para Raquel Trabuco, tinha acabado de se sagrar campeã no Alentejo, mas neste momento “não vale a pena treinar muito sem saber quando será possível voltar ao ativo”, explica a atleta.

Normalmente Raquel já costumava treinar sozinha, sabe que os treinos estão parados até 20 de abril, mas não sabe se os colegas continuam a treinar. Como o pai é o seu treinador, os dois tentam adaptar os treinos”.

“O mais importante é zelar primeiro pela nossa saúde e ficarmos todos bem, e se não fizermos provas este mês serão no mês que vem”, afirma Raquel Trabuco.