Blaya, Pedro Abrunhosa e Paula Fernandes na Ovibeja

Blaya, Pedro Abrunhosa e Paula Fernandes atuam na edição deste ano da Ovibeja, que acontece de 21 a 25 de abril no Parque de Feiras e Exposições Manuel Castro e Brito, em Beja.

No dia da abertura do evento, para além da atuação da Banda de Música da Força Aérea, pelas 18 horas, há noite de tunas académicas. Atuam, a partir das 23 horas, a Tuna Académica de Enfermagem de Beja (TAEB), a Tuna Universitária de Beja (TUB); a Tuna Académica da Universidade de Évora (TAUE) e a Desertuna, a Tuna Académica da Universidade da Beira Interior. A partir da meia-noite, é o Dj Christian F quem anima o público.

A 22 de abril atua Blaya, seguida do DJ Rob Willow. Já na noite de 23 de abril sobem ao palco Pedro Abrunhosa e a DJ Ana Isabel Arroja. A brasileira Paula Fernandes atua a 24 de abril, na mesma noite que contará com o espetáculo do DJ Nuno Luz.

A Ovibeja 2022 tem como tema central “Como Alimentar o Planeta?”, através do qual se procura “suscitar uma reflexão alargada e multidisciplinar sobre o futuro do planeta, o papel dos agricultores na produção de alimentos e na defesa da soberania alimentar e ainda na salvaguarda do ambiente e da biodiversidade”.

Município de Monforte é “um dos pioneiro do país” na compostagem

Em 2018, foi aprovada a diretiva da União Europeia que veio a estabelecer a obrigatoriedade dos estados membros assegurarem, até 31 de dezembro de 2023, que os biorresíduos são separados e reciclados na origem ou recolhidos seletivamente, a fim de permitir uma reciclagem de elevada qualidade e de impulsionar a utilização de matéria-prima secundária de qualidade.

Com vista à análise de cenários de separação e reciclagem, foi elaborado o Estudo Municipal para o Desenvolvimento de Sistemas de Recolha de Biorresíduos no Concelho de Monforte, que foi apresentado em junho do ano passado. Ao nível de investimentos, foram considerados 45 compostores comunitários bem como 821 baldes de transporte de resíduos a distribuir à população.

A transição para a reciclagem na origem de biorresíduos e o seu consequente desvio de aterro exigirão a participação e envolvimento de toda a comunidade local. A mobilização de todos é essencial para a boa execução do projeto e para garantir a adesão continuada da população para a valorização de resíduos orgânicos. Tornou-se essencial a constituição de parcerias estratégicas com entidades da comunidade local que assumam a colaboração necessária à execução do projeto.

A sessão pública de apresentação do projeto “Monforte a Decompostar” foi realizada no auditório do Agrupamento de Escolas do Concelho de Monforte, durante a qual foram prestadas informações relativamente às ações já incrementadas pelo Município e sobre as que estão previstas.

Nesta fase do projeto, estão criadas as condições para efetivar a participação de todos os interessados que, para tal, devem inscrever-se. Ficam a aguardar a validação pelo município e posterior contacto e receberão o balde de transporte de resíduos e guia de compostagem. Para começar a compostar, reciclando os biorresíduos produzidos na residência nos compositores comunitários disponibilizados de acordo com as indicações do Município, o participante deve assistir ao workshop de compostagem. Os que pretendam utilizar o adubo produzido nos compositores comunitários, deverão contactar o Município com essa solicitação.

Os biorresíduos representam uma grande quantidade de recursos que podem ser utilizados em novas aplicações. É por isso crucial a transição para uma recolha seletiva de biorresíduos, pois só desta forma será conseguida a recuperação dos produtos que resultam do seu tratamento.

Sendo a separação e reciclagem na origem e a recolha seletiva de biorresíduos uma responsabilidade municipal, compete aos municípios definir a melhor forma de os gerir, seja por si, ou contratando terceiros. Nesta matéria, o Município de Monforte considera que se encontra “claramente na linha da frente assumindo-se como um dos pioneiros em todo o país”.

Apoio do município é “muito importante” no orçamento dos Bombeiros de Campo Maior

Um protocolo de colaboração foi assinado, recentemente, entre o município de Campo Maior e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da vila.

Deste protocolo resulta um apoio, por parte do município aos Bombeiros de Campo Maior, de um montante total de 75 mil euros dos quais 37.200 euros são destinados a apoiar a Equipa de Intervenção Permanente.

Para Paulo Pinheiro, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Campo Maior, este apoio assume um papel “muito importante” no orçamento da Associação, uma vez que, segundo revela “estas associações têm algumas dificuldades e temos de ser conscientes que, se não existisse este apoio por pate do município, era um pouco complicado”.

Relativamente ao apoio para a Equipa de Intervenção Permanente esta foi atribuída à Associação pelo Município, que partilha o seu apoio com a Autoridade Nacional de Proteção Civil, com cada uma das entidades a assumir 50% do valor da manutenção da mesma.

Paulo Pinheiro revela que este apoio serve para assegurar os salários, dos elementos que fazem parte desta equipa, mas não só, “a restante verba é utilizada face às necessidades”, e quanto ao restante montante “tem que haver uma boa gestão por parte da direção, para darmos resposta às necessidades que surjam na associação”.

O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Campo Maior, agradece o apoio ao município, porque “sem esta verba era complicadíssimo a associação conseguir suportar o orçamento, porque nos últimos dez anos, o nível de serviço tem baixado, e o que faturávamos não tem nada a ver com o que faturamos agora, pelo que o protocolo tem um papel importantíssimo”.

Face ao ano passado, aumentámos a faturação, mas mesmos assim, revela Paulo Pinheiro, não é suficiente para fazer face às necessidades da associação.

“A forma como nos temos dedicado e a gestão que temos feito é um orgulho para mim e restante membros da direção, porque tem sido uma gestão muito séria e correta”, remata.

Associação Humanitária dos Bombeiros de Campo Maior que assina protocolo com o município, com este a apoiar a corporação com uma verba de 75 mil euros.

Comendador Rui Nabeiro completa 91 anos

O comendador Rui Nabeiro, fundador do Grupo Nabeiro Delta Cafés, celebra hoje, 28 de março, 91 anos.

Além do aniversário do comendador, assinalam-se também hoje os 15 anos de existência do Centro Educativo Alice Nabeiro e oito anos de Centro de Ciência do Café em Campo Maior.

A Rádio Campo Maior felicita o comendador Rui Nabeiro por este aniversário.

Mês de março dedicado às migas em Mora

O mês de março é dedicado às Migas, em Mora, um prato característico da região do Alentejo e por isso, até dia 31 de março pode provar diversas variedades de migas, por 12 restaurantes do concelho de Mora.

A presidente da Câmara Municipal de Mora explica que “excecionalmente, o Mês das Migas está a decorrer em março, ao contrário dos outros anos que tem sido em fevereiro, mas este executivo achou que em fevereiro era arriscado devido à pandemia”, protegendo assim, toda a população e visitantes.

Esta iniciativa conta com “12 restaurantes que aderiram, mais do que o ano passado”, informando que quem visitar Mora até dia 31 de março poderá “provar uma variedade de migas, um leque muito alargado de migas que todos os anos os nossos empresários criam”, promovendo sempre a criatividade e novidade.

Paula Chuço deixa o convite para visitar, “o nosso concelho durante o mês de março e a degustar as nossas migas que são muito próprias”.

O Mês das Migas está a decorrer em Mora, até dia 31 de março.

“Agora é que é!” divertiu e emocionou Centro Cultural de Campo Maior

O Centro Cultural de Campo Maior recebeu este sábado, dia 26, duas sessões do espetáculo de revista à portuguesa “Agora É Que É!”, no âmbito da iniciativa da programação “Março Mês do Teatro”.

O espetáculo é uma produção de um grupo de jovens campomaiorenses onde a crítica social, a sátira e a boa disposição foram uma constante, com vários momentos emocionantes à mistura. Campo Maior e as suas gentes, como não podia deixar de ser, são também retratados de forma alegre e divertida.

Exposição monográfica canina dedicada ao Bouledogue Francês no Coliseu de Elvas

A Exposição Canina Monográfica decorre esta manhã de domingo, 27 de março, no Coliseu Comendador Rondão Almeida, numa organização do Clube Português do Bouledogue Francês.

A iniciativa conta com mais de 50 cães, desta raça, provenientes de vários pontos do país, e também de Espanha. Nesta exposição é atribuída uma classificação a cada animal, tendo em conta diversos fatores, relacionados com a sua morfologia, que deve estar o mais parecido com o standard da raça.

Qualquer pessoa pode assistir a esta exposição canina monográfica relativa à raça Bouledogue Francês e pode levar o seu próprio animal desta raça; no entanto, devem fazer-se acompanhar do boletim de vacinas do animal, ainda que não possam participar no concurso em si.

Pode ver as imagens e vídeo desta exposição monográfica canina, no Coliseu de Elvas:

Cerca de 30 doceiros na Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre

São cerca de 30 os doceiros presentes na Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre, que decorre no Convento de Santa Clara.

Falámos com alguns dos expositores presentes, no sentido de perceber quais as doçarias que promovem neste certame. Uma das expositoras refere que faz parte do Sonho Doce e apresenta os rebuçados de ovo, “um doce conventual de Portalegre”.

Também os Pastéis de Tentúgal marcam presença e o responsável refere quais as especificidades deste doce: “a parte mais importante é esticar a massa, numa área de 30 m2 é esticada ao ponto de se conseguir ver a mão por detrás da massa, que quanto mais fina for, melhor é o pastel, quanto ao recheio também tem o seu segredo”.

Rebuçados de ovo de Portalegre, licores e amêndoas caramelizadas, bolachas de cerveja e xarope de groselha são alguns dos produtos que os Sabores de Santa Clara levaram até esta Feira de Doçaria em Portalegre.

A Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre termina hoje, domingo, 27 de março, depois de três dias a promover o que de mais doce existe na cidade.

Atuação da Escola de Artes do Norte Alentejano e “Pedrinhas de Arronches” na Feira da Doçaria em Portalegre

A 20ª Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre encerra este domingo, 27 de março, depois de três dias a promover o que de mais doce existe no concelho.

Neste último dia, o certame abre às 11 horas e a essa hora, bem como às 15 horas há uma visita dramatizada ao Convento, por Fátima Reis.

Durante a tarde, às 16 horas há um momento musical pela Escola de Artes do norte Alentejano, já duas horas mais tarde, às 18 horas, decorre outro momento musical, protagonizado pelo Grupo “Pedrinhas de Arronches”.

O certame encerra às 21 horas, no entanto até dia 3 de abril decorre a quinzena Gastronómica Doce Conventuais, para provar nos restaurantes aderentes da cidade.

Compostor de Redondo pretende “incentivar a reciclagem”

O Município de Redondo e a Gesamb instalaram um compostor comunitário no Loteamento da Quinta da Faia, no âmbito da 2ª fase da Missão Cascas Solidárias.

David Galego, presidente da câmara de Redondo, explica que este compostor “foi colocado num dos bairros com mais população e permite às pessoas fazer reciclagem e reaproveitar este produto para a produção agrícola ou mesmo nas plantas caseiras. É mais um momento para incentivar à reciclagem e à criação de composto. Tudo isso são contributos aos quais devemos estar sempre associados para otimizar resíduos”.

A cada família que aderir ao projeto é-lhe atribuído um balde de 7L e um cartão de leitura magnética para abrir o compostor.

O projeto é desenvolvido pela Gesamb em parceria com 12 municípios do Distrito de Évora e, além da vertente ambiental, possui também um cariz solidário.

Na prática, será atribuído um valor convertido em apoio monetário a três Instituições Particulares de Solidariedade Social da região, em função da quantidade de resíduos orgânicos separados e depositados no compostor comunitário.