A campanha de vacinação outono-inverno, contra Covid-19, inicia-se esta quarta-feira, 7 de setembro, com a vacinação dos grupos das pessoas com 80 ou mais anos e com doenças, e tem o seu fim previsto no mês de dezembro, com o objetivo principal de proteger as pessoas mais vulneráveis, anunciou a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas.
Vão ser vacinados os seguintes grupos: pessoas com 60 ou mais anos, residentes e profissionais de lares de idosos e da rede de cuidados continuados, pessoas com 12 ou mais anos com doenças de risco definidas na norma da DGS, grávidas com 18 ou mais anos e também com patologias, profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados.
Já vacinação contra a gripe destina-se a pessoas com 65 ou mais anos de idade, residentes em ERPI e na rede nacional cuidados continuados, crianças com seis ou mais meses com patologias crónicas associadas, doentes crónicos e imunodeprimidos, grávidas sem limite de idade e profissionais de saúde e outros profissionais prestadores de cuidados.
Os principais objetivos para o outono e inverno passam por proteger a população mais vulnerável, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte por covid-19 e por gripe.
O coronel Penha Gonçalves, que coordena a campanha, informou que serão chamadas “três milhões de pessoas”.
O presidente do Infarmed, Rui Santos Ivo, destacou que as duas vacinas aprovadas dia 1 de setembro pelas autoridades europeias para a variante Ómicron da Covid-19, da Pfizer e Moderna, “incluem na sua composição, em partes iguais, a componente das vacinas originais que tem como alvo a produção de anticorpos contra a estirpe original do SARS-CoV-2” e uma outra componente para a produção de anticorpos para a variante Ómicron.
Estas vacinas são destinadas apenas ao reforço vacinal de pessoas com 12 ou mais anos de idade e a última toma há pelo menos três meses.


Com um faturação de mais de cinco milhões e meio no ano passado, a Adega Mayor, em Campo Maior, procura continuar a fazer um forte investimento no seu crescimento.


Campo Maior marcou presença na atividade de canoagem que aconteceu no passado domingo, 4 de setembro, na Praia Fluvial do Alamal, no Gavião.
António Costa apresentou ao início da noite de ontem, segunda-feira, 6 de setembro, um pacote de medidas de apoio às famílias denominado de “Famílias Primeiro”, para fazer face ao aumento do custo de vida.
Ao que tudo indica, 2023 será ano de Festas do Povo, em Campo Maior. Pelo menos, é essa a intenção da Câmara Municipal e da própria Associação das Festas, depois de recebido, no final do ano passado, o selo da UNESCO que atribuiu ao maior ex-líbris da vila a categoria de Património da Humanidade.
Este campomaiorense lembra ainda a recente abertura da Casa das Flores, que considera “bastante interessante” para quem visita a vila. “É importante que as pessoas venham a Campo Maior e venham ver, mais ou menos, como são as festas”, assegura.
O Agrupamento de Escolas de Arronches está a levar a cabo, com a colaboração do Município de Arronches, as 
José Godinho Calado, diretor Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, marcou presença, nos últimos dias, na Feira da Luz / Expomor 2022 e aos microfones da Rádio ELVAS garantiu que “esta feira tem bastante tradição e, este ano, após dois anos de paragem, ainda voltou mais em força”.
O regresso da Expomor ficou marcado, este ano, pelo elevado número de animais expostos no certame, mais de 1050, bem como pela sua qualidade.
Vanda Portela (na foto), presidente da associação das festas do Povo, não se vai recandidatar ao cargo, depois de três anos de mandato.