Colin Stüssi é o novo Camisola Amarela da Volta a Portugal

Colin Stüssi venceu ontem, 17 de agosto, a sétima etapa da Volta a Portugal e é agora o novo Camisola Amarela.

O ciclista suíço conseguiu superar, no Alto do Larouco, o espanhol Luis Ángel Maté e o português António Carvalho, que terminaram com o mesmo tempo do vencedor.

Stussi destronou Artem Nych, o anterior comandante, para a segunda posição da Classificação Geral e passou a ter 28 segundos de vantagem. O russo vacilou aos três quilómetros e deixou o grupo da frente. Em sete etapas já concluídas, sem esquecer o Prólogo, é a sexta Camisola Amarela que a prova tem este ano.

Esta sexta-feira, 18 de agosto, a oitava etapa da Volta liga Boticas a Fafe. É o dia mais curto de prova, com apenas 146,7 quilómetros, estando a partida, em Boticas, marcada para as 13h40.

Volta a Portugal regressa à estrada para a sétima etapa

A jornada de repouso na Volta a Portugal é sinónimo de animação cicloturista na cidade que acolhe o Dia de Descanso. Na Guarda, mais de 900 cicloturistas, um record de inscrições, participaram, esta quarta-feira, na Etapa da Volta RTP, iniciativa da Podium Events que organiza a 84ª Volta a Portugal Continente.

O evento teve partida e chegada ao local onde na véspera Artem Nych conquistou a liderança da prova. É uma tradição que vem desde 2007 coincidindo com a folga do pelotão e possibilitando aos cicloturistas e amantes da Volta um dia diferente em que podem usufruir das estruturas da competição pedalando num percurso delineado, tal e qual, como se fosse uma etapa dos profissionais.

A 16ª edição da Etapa da Volta RTP com um percurso de 75 quilómetros partiu do centro da Guarda em ritmo de passeio passando por algumas das mais belas paisagens do município onde se incluiu parte do trajeto percorrido pelos profissionais na etapa que ligou Penamacor à Guarda. Na freguesia de Porto da Carne os participantes tiveram a paragem de reabastecimento. No regresso à cidade mais alta de Portugal, as últimas duas dezenas de quilómetros não tiveram restrições de andamento como até ali e foram feitas em “Roda Livre”, ou seja, o passeio deu lugar à competição andando cada participante ao ritmo que melhor entendeu. Os mais competitivos encetaram, desde logo, uma corrida para ver quem chegava primeiro à Guarda e superava a difícil subida de paralelo antes da meta.

Os Vencedores

Filipe Oliveira foi o vencedor da 16ª Etapa da Volta RTP. Trata-se de um repetente no evento com vitórias em 2017 e 2018. Com o equipamento Osteofil Cycling Team disse, após a cerimónia de pódio, que veio em boa forma. “Participei no Campeonato do Mundo de Ciclismo de Masters e sabia que podia ter um bom desempenho. Fico satisfeito pelo resultado, mas o mais importante é o companheirismo, encontrar amigos de vários pontos do país e desfrutar da bicicleta e das paisagens”.

Do lado feminino, a primeira atleta a concluir a prova na Guarda foi a uruguaia Mariana Garcia Britos da equipa Maiatos. “Tenho treinado subidas, há cerca de um mês fui treinar na Serra da Estrela para melhorar o meu ponto fraco, porque sou uma ciclista de pista. Para mim isto é um grande desafio, porque venho de um país plano [Uruguai], mas nada é impossível. Estou a trabalhar para ir à Volta a Portugal Feminina”.

A Etapa da Volta, assim como o Concerto da Volta com o artista Agir, na noite anterior e que juntou centenas de pessoas no largo da Sé, foram os momentos mais significativos vividos na Guarda no âmbito do Dia de Descanso.

Análise e Comentário à Volta 2023

Aproveitando o repouso do pelotão, Joaquim Gomes, o diretor de prova fez um balanço da primeira metade da competição perspetivando igualmente o que falta correr até Viana do Castelo, onde a prova termina no próximo domingo.

“Tivemos uma equipa que foi claramente dominadora na fase mais fácil da volta, mas ao entrarmos nestas duas últimas etapas que nos trouxeram até aqui já com montanha assistimos a uma Volta diferente e a um grande espetáculo não havendo uma equipa dominadora. O cenário não podia ser melhor para o que resta da prova. Tiro o chapéu à equipa da Glassdrive que com enorme esforço conseguiu chegar à liderança, mas que deixa em aberto a possibilidade da concorrência poder lutar pela vitória até ao final da corrida.

Temos daqui para a frente etapas com elevado índice de dificuldade, o Larouco Fafe, em particular a Senhora da Graça e um contrarrelógio que foi, talvez, dos maiores desafios da minha vida. Não me canso de repetir que a Volta a Portugal foi obrigada, em virtude da Jornada Mundial da Juventude, a mudar de data, mas conseguimos acertar na mouche com o principal evento das Festas da Senhora da Agonia, a Procissão ao Mar, em Viana do Castelo. O dia 20 de agosto será memorável. O contrarrelógio final adquiriu pelas vicissitudes que tivemos de enfrentar como as condicionantes do percurso, um cariz de crono escalada. A última etapa da Volta vai este ano ironicamente, contribuir, ainda mais, para a competitividade da prova.

Espero efetivamente por volta das 20h00 do próximo 20 de agosto, poder encerrar esta octogésima quarta edição da Volta a Portugal Continente com muito sucesso”.

Joaquim Gomes também se pronunciou sobre o regresso do Algarve ao mapa da competição este ano.

“É sempre importante. O Algarve é, desde sempre, uma das regiões mais representativas da Volta a Portugal. E mesmo que isso não fosse é preciso não esquecer que existem duas equipas em competição na prova que são algravias, portanto é quase uma obrigação, pelo menos pontualmente, quanto mais não seja em cada mandato autárquico, tentarmos ir ao Algarve. Desta vez acabámos também por assinalar uma importante efeméride, os 100 anos do Louletano Desportes Clube, equipa que também já ganhou a Volta a Portugal e eu tive o orgulho de representar e fazer parte dessa formação vencedora. Portanto, juntámos o útil ao agradável e alargamos a mancha da Volta no território nacional. Temos que reconhecer que a Volta só tem 12 dias, o que não nos permite criar a marca dos anos áureos em que a corrida tinha três semanas”.

Volta continua a Subir

A 84ª Volta a Portugal Continente regressa à estrada esta quinta-feira com a 7ª etapa. O retorno à competição é feito em Torre de Moncorvo a partir das 12h40 quando for dada a Partida simbólica dos 162,6 quilómetros que levam a corrida até à transmontana Montalegre e à Serra do Larouco, a segunda montanha mais alta em Portugal. Será uma etapa novamente para trepadores com os Prémios de Montanha equitativamente distribuídos ao longo do dia.

Com apenas 20 quilómetros nas pernas, o pelotão tem na passagem por Vila Flôr uma contagem de segunda categoria. No Alto do Barracão há montanha de terceira e antes da subida final será a passagem em Torneiros, de primeira categoria, a 40 quilómetros da chegada, que deverá selecionar o grupo que vai atacar a fase decisiva. A subida à Serra do Larouco, em Montalegre, tem 9,5 quilómetros e proporciona sempre um final de etapa fantástico e muito competitivo. As Metas Volantes bonificadas estão em Valpaços, Boticas e Montalegre.

“O Elvas” vence 3-0 o jogo do fecho da pré-época

A equipa sénior de futebol de “O Elvas” Clube Alentejano de Desportos concluiu a pré-temporada com um triunfo por 3-0, frente aos estremenhos do Puebla de la Calzada. A partida teve lugar no Campo Patalino do Estádio Municipal, na tarde deste feriado, dia 15, data em que os azuis-e-ouro completam 76 anos de fundação.

Dois golos do ganês Desmond (aos 34 e 45 minutos) e um do capitão Luís Dias (minuto 80) coloriram o marcador. Os alentejanos foram claramente superiores, dominaram todo o jogo e os seus guardas-redes não foram postos à prova. Os espanhóis sentiram maiores dificuldades nos 15 minutos finais de cada parte, altura em que sofreram os golos.

Em 3x4x3, de início, “O Elvas” apresentou: Pedro Victor; Ruben, Djaló e Medida; Júnior, Russel, Harruna e Clésio; Almara, Desmond e Enoh. Ainda jogaram mais 12 jogadores: António Pinheiro, Duarte Carapinha, Martim Remédios, Luís Carapinha, Ari, Okebe, Nhaga, Pedro Fernendes, Gariel Silva, Luís Dias, Filipe Dias e Bernardo Soares.

À reportagem da Rádio ELVAS, o treinador Pedro Canário salientou o trabalho que está a ser feito com um plantel maioritariamente novo; o técnico espanhol Pasca Soriano referiu que a sua equipa chegou a Elvas apenas com cinco treinos; o capitão Luís Dias mostrou-se confiante numa temporada bem conseguida no Campeonato de Portugal.

Nos cinco desafios de pré-época, o emblema de Elvas obteve duas vitórias, um empate, duas derrotas, seis golos marcado e seis sofridos: empate 1-1 com o Sindicato dos Jogadores, na Cidade do Futebol, em Oeiras, a 31 de julho; derrota caseira por 0-2, em casa com o Juventude, a 2 de agosto; vitória caseira por 1-0 com o Arroyo, no passado dia 9; derrota fora por 3-1, com o Arroyo, a 12 de agosto; e o triunfo desta terça-feira, em casa, por 3-0, diante do Puebla de la Calzada.
O Campeonato de Portugal começa no próximo domingo, dia 20; para “O Elvas”, a primeira jornada marca um jogo entre alentejanos, em casa, com o Clube de Futebol Vasco da Gama, da Vidigueira, às 17 horas, no Campo Patalino do Estádio Municipal, com relato e reportagem na Rádio Campo Maior.

Luís Angel Mate vence 6ª etapa da Volta a Portugal

Luís Angel Mate, da Euskaltel-Euskadi, venceu ontem, terça-feira, 15 de agosto, a 6ª Etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, que ligou Penamacor à Guarda num total de 168,5 quilómetros.

Esta foi para o ciclista uma etapa “muito difícil de interpretar”, mas demonstra-se “feliz pela vitória”.

Já Delio Fernandes, que perdeu a camisola amarela para Artem Nych, daGlassdrive/Q8/Anicolor, refere que deixou “tudo na estrada numa etapa onde foi importante gerir o esforço para chegar ao objetivo, que é vencer a prova”.

Esta quarta-feira, o dia é de descanso. Os ciclistas voltam à estrada amanhã, para a sétima etapa que liga Torre de Moncorvo a Montalegre, num total de 162,6 quilómetros.

Run Castle promete dinamizar Montemor-o-Novo em setembro

As inscrições para a edição deste ano do Run Castle, em Montemor-o-Novo, marcado para 24 de setembro, já se encontram abertas.

A prova, que se divide num Trail Running, de 17 quilómetros, um mini trail de dez e uma caminhada de oito, é organizada pelo Atlético Clube de Montemor-o-Novo. Nos últimos anos, a competição tem conseguido atrair atletas, para além da região de Évora, de Lisboa, Montijo e Barreiro.

O Run Castle foi retomado no ano passado, com quase 500 atletas, depois de tempos difíceis de pandemia, recorda o presidente do clube. Nesta nona edição, Nuno Chapa espera que se consiga ultrapassar esse número. Esperandando também que este volte a ser “um grande convívio”, Nuno Chapa diz ainda que, com a prova, procura-se “dinamizar o concelho de Montemor e apoiar o turismo e a restauração”.

Para além dos vários brindes oferecidos aos participantes, será entregue uma medalha a todos aqueles que concluam a prova. As inscrições na prova, abertas até dia 11 de setembro ou até que sejam alcançadas as 750 inscrições pagas, podem ser feitas, no site do Trilho Perdido.

Na organização da prova, o Atlético Clube de Montemor-o-Novo conta com o apoio da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, União de Freguesias de Nossa Senhora da Vila, Bispo e Silveiras, Bombeiros Voluntários de Montemor-o-Novo, Associação de Atletismo de Évora e GNR.

“O Elvas” CAD está de parabéns. Completa 76 anos esta terça-feira

“O Elvas” Clube Alentejano de Desportos comemora esta terça-feira, dia 15 agosto, os seus 76 anos de existência.

Para assinalar a data e como revela o presidente da direção do clube, Hugo Mimoso, “queremos que este seja um grande dia, por isso, para além do hastear da bandeira, marcado para as 9 horas, será também inaugurada a loja do clube, na sua sede, uma vez que todos nos questionavam sobre este assunto, seguindo-se a missa por alma dos sócios já falecidos”.

Esta loja, explica Hugo Mimoso, que se pretende que também esteja disponível online, terá à disposição da população “vários artigos como cachecóis, camisolas e chapéus, e terá o mesmo horário de funcionamento da sede do clube”.

Depois destas iniciativas haverá um almoço convívio no “Solar dos Chorões”, “com os investidores do clube e todos aqueles que nos têm apoiados, seguindo-se o jogo de apresentação da equipa sénior, frente ao Pueblo de La Calzada”.

“O Elvas” que assinala hoje, feriado nacional, os seus 76 anos, com várias iniciativas.

Volta a Portugal: a saída do pelotão este domingo de Estremoz

O Rossio Marquês de Pombal, em Estremoz, foi ontem, domingo, 13 de agosto, o local de partida da quarta etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, que ligou aquela cidade do distrito de Évora a Castelo Branco, num total de 184,5 quilómetros.

A vitória nesta quarta etapa da prova, que contou com três metas volantes e três subidas de montanha categorizadas, acabou por sorrir ao checo Daniel Babor, da Caja Rural/Seguros RGA.

A reportagem, de António Ferreira Góis, momentos antes da partida do pelotão, com as intervenções dos presidentes de Câmara de Estremoz, José Daniel Sádio, e de Montemor-o-Novo, Olímpio Galvão, para além do diretor regional do IPDJ, Miguel Rasquinho, e do speaker da prova, Teixeira Correia, para ver no vídeo abaixo:

Volta a Portugal: João Matias é o novo líder da prova

O sprint no empedrado do centro de Castelo Branco decide quase sempre as etapas que terminam na cidade albicastrense e desta vez não foi diferente. Depois do terceiro lugar em Vila Franca de Xira e da segunda posição em Loulé, este domingo Daniel Babor chegou finalmente à vitória.

O checo da Caja Rural/Seguros RGA terminou à frente de Andoni Lopez (Euskaltel-Euskadi) e de João Matias. A bonificação de quatro segundos do homem da Tavfer/Ovos Matinados/Mortágua, que ocupava a segunda posição da Geral, catapultou imediatamente Matias para a liderança da Volta roubando a Amarela Continente a Rafael Reis /Glassdrive/8/Anicolor) por dois segundos.

Após esta quarta etapa e na véspera da subida à Torre, os dois portugueses ocupam os dois primeiros lugares com o germânico Lukas Meiler (Team Voralberg) a seis segundos. O trepador e vencedor da Volta do ano passado, Mauricio Moreira é quinto classificado a sete segundos.

Perseguição na montanha

Antes do sprint lançado na cidade albicastrense que trouxe nova liderança à 84ª Volta a Portugal Continente houve diversos momentos nesta etapa que começou em Estremoz que vale a pena referir. São acontecimentos que, como sempre, são relatados em texto ao momento no site da Volta a Portugal (www.volta-portugal.pt).

Depois da saída da cidade alentejana, o pelotão andou em andamento vivo durante muito tempo ao ponto de fazer uma média de 45 quilómetros hora. Antes, o quilómetro 34 foi marcado pela fuga de um quarteto que após muitas tentativas teve permissão para escapar ao pelotão. João Macedo (Credibom/LA Alumínios/Marcos Car), Raul Rota (Rádio Popular-Paredes-Boavista), Yanne Dorenbos (Equipo Kern-Pharma) e Unai Iribar (Euskaltel-Euskadi) foram os quatro fugitivos.

Antes da Montanha de Monte Paleiros, o espanhol da equipa axadrezada decidiu aventurar-se sozinho na frente da corrida e chegou a ter um minuto de diferença, mas acabou por esperar pelos companheiros de fuga depois de receber diversos e insistentes avisos do diretor desportivo José Santos para travar as intenções solitárias. Ainda assim foi Raul Rota a passar isolado na contagem de 3ª categoria tendo intenção de repetir esse êxito na Serra de São Miguel mãos à frente. Dessa vez encontrou rivalidade acesa de João Macedo e, por momentos, foi possível assistir a um verdadeiro mano a mano para ver quem passaria primeiro. Foi um autêntico duelo a fazer lembrar as provas de perseguição em pista. Estava em jogo a Camisola da Montanha Europcar. Nesta guerra não entraram os outros dois elementos da fuga ficando a assistir tranquilamente ao duelo.

Macedo conseguiu sprintar melhor nesta ocasião e decidido a vestir Camisola às Bolinhas Azuis forçou o andamento também na passagem de Retaxo, o derradeiro Prémio de Montanha. Aí já não teve concorrência, mesmo que o então líder da Montanha, Luís Ángel Maté (Euskaltel-Euskadi) no pelotão, já depois de anulados os outros elementos, tentasse defender o título de melhor trepador.

João Macedo devolveu camisola da montanha à equipa

Com esta movimentação, Macedo foi novamente o último a ser apanhado pelo pelotão e cumpriu o objetivo de amealhar pontos suficientes para empatar com Maté. Apesar da igualdade pontual, João Macedo leva a melhor porque tem mais primeiros lugares nas contagens de categoria mais elevada realizadas até agora. Depois de Diogo Narciso, a Credibom/LA Alumínios/Marcos Car recuperou a camisola com Macedo a tornar-se “Rei da Montanha”.

Outras trocas de camisolas

A tirada entre Estremoz e Castelo Branco trouxe várias alterações. Às já citadas classificações da Montanha Camisola às Bolinhas Azuis Europcar e Amarela Continente, também a Laranja Galp dos Pontos passou a ter novo dono. Neste caso o vencedor do dia, Daniel Babor, o mais regular em prova. Dos líderes das várias classificações, o único corredor que conseguiu começar e terminar com a mesma cor, apesar de envolvido numa queda, foi o espanhol Pablo Garcia (Bai/Sicasal/Petro de Luanda), o líder da juventude, Camisola Branca Jogos Santa Casa.

Euskaltel/Euskadi comprometida com a Montanha

A ProTeam espanhola é conhecida pelo ciclismo de ataque e pelos corredores que ganham etapas e classificações da montanha. Luís Ángel Maté é um exemplo. Trata-se do segundo homem mais velho em prova com 39 anos.

Nesta quarta etapa, mesmo com o companheiro Unai Iribar na fuga, a equipa decidiu que era hora de impor ritmo no pelotão e levar Maté aos pontos da montanha. Acabaria por perder a camisola para João Macedo, mas a verdadeira montanha ainda está por chegar.

Estreia de Mação com Torre à Vista

Esta segunda-feira a alta montanha chega à 84ª Volta a Portugal Continente e poderá começar-se a escrever já uma nova história desta edição. A 5ª etapa vai começar em Mação, vila da Beira Baixa que nunca esteve na prova e que se estreia exatamente no dia em que a corrida começa a selecionar os candidatos à vitória.

De Mação à Covilhã (Torre) correm-se, a partir do meio dia, 184,3 quilómetros com Metas Volantes bonificadas no Sardoal, Oleiros e na passagem pela Covilhã, antes da subida final para o ponto mais alto do território continental português.

A meta na Serra da Estrela, a coincidir com contagem de Montanha de Categoria Especial, vai dominar as preocupações dos protagonistas que não podem perder terreno para os adversários se quiserem estar na discussão da Volta, mas antes será haverá dois prémios de montanha quase seguidos, Portela (4ª Cat.) e Orvalho (3º Cat.) a 75 quilómetros da chegada.

Leangel Linarez bisa na Volta a Portugal e é o novo camisola amarela

Foto: Podium Events / Matias Novo

Leangel Linarez, da equipa Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, bisou esta sexta-feira, 11 de agosto, ao vencer a segunda etapa da Volta a Portugal em Bicicleta, que ligou Abrantes a

Vila Franca de Xira, num total de 177,3 quilómetros.

O ciclista venezuelano assume agora, depois desta vittória, a camisola amarela.

Amanhã, sábado, 12 de agosto, a terceira etapa liga Sines a Loulé, num total de 191,8 quilómetros, com três metas volantes, em Odemira, Ourique e Almodôvar, e duas contagens de montanha de quarta categoria.

 

Leangel Linarez vence primeira etapa da Volta a Portugal em Bicicleta

Foto: facebook Tavfer – Ovos Matinados – Mortágua

O venezuelano Leangel Linarez, da equipa Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua, venceu a primeira etapa da 84ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, esta quinta-feira, 10 de agosto, que ligou Anadia a Ourém, num total de 188,5 quilómetros percorridos.

Apesar da vitória do ciclista venezuelano, Rafael Reis mantém a Camisola Amarela.

Amanhã, sexta-feira, 11 de agosto, a segunda etapa liga Abrantes a Vila Franca de Xira, num total de 177,3 quilómetros, havendo três metas volantes em Torres Novas, Cartaxo e Arruda dos Vinhos, mais dois prémios de montanha.