A startUP Montemor-o-Novo assinalou, recentemente, o seu 13.º aniversário com um momento de convívio informal que reuniu empresas incubadas e antigos incubados, reforçando os laços de uma comunidade empreendedora que, ao longo da última década, tem contribuído para o desenvolvimento económico do concelho.
Atualmente, a incubadora apoia cerca de 55 empresas através dos seus programas de incubação empresarial e tem promovido centenas de participantes em ações de capacitação, workshops, bootcamps e outras iniciativas dedicadas ao empreendedorismo.
Segundo Daniel Pedreira, chefe da Divisão de Planeamento e Apoio ao Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, a incubadora tem vindo a consolidar o seu papel no apoio à criação de empresas e ao desenvolvimento de novos projetos: “Apoiamos cerca de 55 empresas através da incubação empresarial e contamos com centenas de participantes em ações de capacitação, workshops, bootcamps e iniciativas de empreendedorismo. Nos últimos anos também temos levado a cabo um concurso de ideias que ajudou e continua a ajudar a transformar projetos em negócio”.
“Contamos também com a certificação da incubadora pela Rede Nacional de Incubadoras, da qual fazemos parte. Integramos o programa Startup Visa e somos acreditados pela medida Empreende XXI, promovida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, o que nos dá reconhecimento e confiança junto de empreendedores e parceiros”, adianta Daniel Pedreira, destacando o reconhecimento alcançado pela startUP Montemor-o-Novo a nível nacional.
Relativamente aos projetos em curso, o responsável refere que o foco continua a ser o reforço das infraestruturas de apoio ao empreendedorismo. “Continuamos focados em fazer um excelente trabalho e em cumprir o propósito da equipa, que é apoiar o empreendedorismo. Queremos avançar com o Hub Criativo, no centro da cidade, e com o Hub Rural, através de uma parceria com a Estratégia Alimentar SMEA”.
O responsável explica, contudo, que ainda não é possível apontar datas para a concretização destes projetos: “O procedimento concursal do Hub Criativo ficou deserto, pelo que estamos a rever o projeto de arquitetura e a respetiva orçamentação para lançar uma nova empreitada. Quanto ao Hub Rural, o projeto encontra-se em fase de candidatura”.
Daniel Pedreira sublinha ainda a elevada procura pelos espaços disponibilizados pela incubadora. “Temos uma taxa de ocupação de 100% no cowork. Nas boxes existe apenas uma disponível, o que demonstra a dinâmica existente, mas também a preocupação na seleção e acompanhamento dos projetos incubados. Esta procura reforça a necessidade de desenvolver as futuras estruturas, tanto na cidade como no espaço rural”.
Ao celebrar 13 anos de atividade, a startUP Montemor-o-Novo reafirma o compromisso de continuar a apoiar empreendedores, promover a inovação e criar condições para o surgimento de novos negócios, contribuindo para a fixação de empresas e para o desenvolvimento económico do concelho.
A freguesia de Degolados não quis ficar de fora das Festas do Povo de Campo Maior.
Nesse sentido, e de acordo com o presidente da junta, Florival Cirilo, as alunas do Ateliê das Artes produziram uma pandeireta, agora instalada na entrada aldeia, por onde muitos visitantes entram no concelho. “É o início do concelho, para quem vem do norte do país. Ao entrar em Degolados, entra-se no concelho de Campo Maior”, refere o autarca, que adianta que, com este elemento decorativo, a freguesia quis “marcar e vincar aquilo que é a identidade das Festas do Povo”.
Por outro lado, Florival Cirilo, que considera que esta é a “melhor edição de sempre” das Festas do Povo, diz que a fasquia fica agora “demasiadamente elevada”.
O “feedback tem sido extremamente positivo. Toda a organização está de parabéns, a comunicação social, forças de intervenção, os bombeiros”, diz o autarca, que assegura que é a união de esforços de todas as entidades envolvidas no evento que faz com que as Festas do Povo sejam um verdadeiro sucesso.
O povo de Campo Maior, diz ainda Florival Cirilo, “sempre soube acolher de uma forma exemplar”. “É um povo humilde, um povo que trabalhou em prol destas festas, que as preparou muito bem. Estamos todos de parabéns”, remata.
“O Elvas” Clube Alentejano de Desportos celebra, no próximo sábado, dia 15 de agosto, o seu 79.º aniversário com um programa de atividades que inclui uma caminhada, uma homenagem, missa, a apresentação dos equipamentos para a nova época e um momento de convívio entre sócios, atletas e adeptos.
O presidente do clube, João Pedro Rua, explica que as comemorações acontecem numa altura em que a direção inicia o segundo ano de mandato, já com grande parte do trabalho de reorganização interna concluído. “Depois de um primeiro ano dedicado a arrumar a casa e a melhorar a sede, conseguimos preparar um programa mais estruturado para celebrar os 79 anos do clube”, afirma.
As comemorações arrancam, às 9 horas, na sede de “O Elvas”, com o tradicional hastear da bandeira do clube, seguindo-se, 15 minutos depois, uma caminhada, iniciativa que regressa depois da boa adesão registada na edição anterior.
Homenagem a António Massano Simões
Durante o percurso será prestada homenagem a António Massano Simões, figura histórica de “O Elvas”, recentemente falecido, através da colocação de uma placa no departamento de formação do clube, que passará a designar-se Departamento António Massano Simões.
João Pedro Rua, que destaca o papel desempenhado por António Maçano Simões ao longo de décadas, lembra a sua ligação à formação, onde desempenhou funções de dirigente, vice-presidente, vogal e presidente da Assembleia Geral, considerando “justa” esta distinção.
O programa prossegue com uma missa, na Igreja do Salvador, pelas 11 horas, em memória dos antigos dirigentes, atletas e colaboradores já falecidos, culminando, às 14 horas, com a apresentação oficial dos equipamentos para a temporada 2026/27, iniciativa que pretende dar a conhecer a nova imagem da formação “azul e ouro”.
Inscrições na caminhada
As inscrições para a caminhada podem ser efetuadas na sede do clube ou junto da professora Cláudia Brotas. A participação custa três euros e inclui a oferta de uma t-shirt. Existe ainda uma modalidade de inscrição, por 7,50 euros, que inclui a participação na caminhada, t-shirt e uma grelhada mista, servida após a atividade.
Durante a entrevista, o presidente faz também um balanço positivo da última época, destacando o sucesso do Elvas Cup Goldenergy, torneio de formação que reuniu cerca de 40 equipas ao longo de dois fins de semana e que contou com a presença de alguns dos principais clubes nacionais.
Regresso aos treinos
Apesar dos desafios colocados pelas obras nos relvados municipais, João Pedro Rua revela que o clube pretende iniciar os treinos da nova época no dia 19 de agosto para a equipa de Sub-15 que vai disputar o Campeonato Nacional, estando os restantes escalões previstos para arrancar a 31 de agosto. Caso os campos ainda não estejam disponíveis, o clube poderá recorrer a outros recintos desportivos do concelho.
O dirigente revela ainda que “O Elvas” deverá voltar a reunir cerca de 200 crianças na formação, distribuídas pelos vários escalões, prevendo mesmo um aumento do número de atletas devido às melhorias introduzidas na organização e na qualidade da estrutura técnica.
Novas modalidades
Outra das novidades para a nova temporada passa pela criação de duas modalidades: voleibol e padel. Numa primeira fase, o voleibol será dirigido exclusivamente à formação feminina, enquanto o padel arrancará com uma equipa sénior, tendo em vista a participação em competições nacionais de clubes.
João Pedro Rua sublinha que este é um passo importante na estratégia de tornar “O Elvas” um clube mais eclético, recuperando parte da tradição que, no passado, levou a coletividade a promover modalidades como o ciclismo, atletismo e natação.
“O clube está de portas abertas para acolher novas secções e continuar a crescer para além do futebol”, conclui.
Leonor Alegria anda pelo país de “mala às costas”, entre espetáculos de teatro musical infantil, projetos pessoais e a música, mas é a ligação a Campo Maior que continua a falar mais alto. Durante as Festas do Povo, a jovem atriz e cantora regressou à terra natal para viver uma experiência que, garante, lhe permitiu sentir “ao máximo” a tradição campomaiorense.
Há cerca de dois anos que Leonor percorre o país com espetáculos de teatro musical, dirigidos sobretudo ao público mais jovem, levando as produções a escolas e auditórios de norte a sul. Paralelamente, continua a desenvolver outros projetos e a cantar, atividade que assume como uma das suas grandes paixões.
“Vou fazendo aquilo que gosto, e enquanto puder fazer isso sou uma pessoa feliz”, afirma.
A vida profissional mantém-na muitas vezes longe de Campo Maior, mas a distância não diminui a ligação à terra. “Por muita coisa que eu possa fazer fora e por muitos projetos que possa ter fora de Campo Maior, a ligação que tenho às minhas raízes, à minha terra, é muito mais forte do que tudo isso”, confessa.
Uma nova forma de viver as Festas do Povo
Se, aos 15 anos, Leonor viveu as Festas do Povo sobretudo como espectadora, interessada nos concertos e nos DJs, nesta edição teve oportunidade de conhecer a tradição por dentro.
A jovem participou na preparação da Rua da Moraria de Cima, num trabalho que começou ainda em janeiro e se prolongou durante meses. Entre dificuldades, dúvidas e muitas horas de trabalho, o grupo conseguiu erguer a rua na manhã da enramação.
“Foi um grande orgulho”, recorda Leonor, que considera que esta experiência lhe permitiu perceber verdadeiramente o significado das Festas do Povo. “Senti-me mesmo do povo, sou de cá, mas senti-me mesmo acolhida e a pertencer ao povo e àquilo que são as nossas festas”, explica.
Pela primeira vez, aprendeu também a fazer flores de papel, uma das tradições que transforma Campo Maior num verdadeiro jardim durante a celebração. “Foi muito bonito, acho que foi fantástico”, diz.
Uma festa também feita de reencontros
Mas a participação de Leonor não se limitou ao trabalho na rua, uma vez que teve oportunidade de subir ao palco do Jardim Municipal para uma atuação.
Mesmo com poucas horas de sono e uma agenda preenchida, Leonor continuou a viver intensamente a semana das festas. Além dos compromissos relacionados com a sua atuação, integrou ainda, juntamente com a mãe, a irmã, uma tia e as primas, uma barraquinha onde são apresentados trabalhos manuais relacionados com Campo Maior e com a tradição das festas.
Entre o trabalho, os encontros e os espetáculos, a jovem garante que tem aproveitado cada momento.
“As festas não vão morrer”
E se depender de Leonor Alegria, as Festas do Povo continuarão a ter futuro. Questionada sobre se estaria preparada para participar numa próxima edição, a resposta foi imediata: “Por mim era já para o ano”.
A atriz considera fundamental que os jovens se envolvam na tradição e assumam a responsabilidade de preservar o legado deixado pelas gerações anteriores. “Acho que há muitos jovens, na verdade, a participar este ano na edição das festas que querem fazer mais e, portanto, as festas não vão morrer”, afirma.
Para Leonor, a continuidade está precisamente nessa capacidade de passar a tradição de geração em geração: “Há sempre gente a nascer que as fará de novo”.
Depois de ter vivido pela primeira vez o trabalho de uma rua, aprendido a fazer flores de papel e atuado perante o público, Leonor Alegria leva das Festas do Povo uma experiência que ultrapassa o palco. É, sobretudo, o reencontro com as suas raízes e com uma tradição que agora diz ter vivido “ao máximo”.
E, apesar do cansaço, deixa ainda no ar a possibilidade de uma surpresa antes do final das festas — um segredo que, por enquanto, prefere guardar.
A programação das Festas do Povo de Campo Maior continua esta quinta-feira, 13 de agosto, com um conjunto de iniciativas que incluem dança oriental, música e fado, destacando-se o espetáculo “Em Casa d’Amália”.
Às 19h00 o Projeto de Formação de Dança Oriental do Município de Campo Maior anima as ruas da vila e o Largo do Barata.
O Palco do Jardim Municipal recebe o grupo BRINDE, às 21h00, enquanto meia hora depois, às 21h30, Os Cá d’Cima atuam no Palco do Largo do Barata.
O espetáculo “Em Casa d’Amália”, com apresentação de José Gonçalez (na imagem, ao lado de João Manuel Nabeiro) e atuações de FF, Lenita Gentil, André Amaro, Jorge Fernando e José Manuel Neto, é apresentado no palco do Jardim Municipal às 22h15.
Às 23h00, João Tocha anima o baile no Largo do Barata, seguindo-se, às 23h45, a atuação do DJ Dreindaclub no Jardim Municipal.
A animação prolonga-se até às 02h00 e as Festas do Povo prosseguem esta sexta-feira, entrando na reta final da programação.
Os Bombeiros de Campo Maior estão a acompanhar as Festas do Povo com um dispositivo reforçado, garantindo a segurança da população durante os vários dias de celebrações. Apesar do aumento do número de ocorrências, o balanço feito até ao momento é positivo e não foram registadas situações de maior gravidade.
Em entrevista à Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS, o presidente da Associação dos Bombeiros de Campo Maior, Luís Fava, deixou uma palavra de agradecimento aos elementos do corpo de bombeiros, às suas famílias e às entidades que têm apoiado o trabalho desenvolvido ao longo do ano.
Também o bombeiro-chefe Nuno Cunha destacou o empenhamento dos operacionais durante as festas. Nos primeiros quatro dias do evento (entre sábado e terça-feira) foram registadas cerca de 130 ocorrências, sobretudo relacionadas com doenças súbitas, lipotimias, desmaios e situações de mal-estar geral.
O período de maior movimento de ocorrências tem acontecido depois da hora de almoço, entre as 15h30 e as 16h00, numa altura em que as temperaturas elevadas se fazem sentir com maior intensidade.
“Está muito calor”, alerta Nuno Cunha, deixando recomendações à população que participa nas festas: manter uma boa hidratação, utilizar roupa confortável, evitar caminhadas prolongadas nas horas de maior calor e ter atenção aos sinais de cansaço ou mal-estar.
O dispositivo operacional conta diariamente com cerca de 25 elementos, número que é reforçado durante o fim de semana, chegando a cerca de 35 operacionais. Ao trabalho dos Bombeiros de Campo Maior juntam-se ainda meios de outros corpos de bombeiros do distrito e elementos da Força Especial de Bombeiros.
O esforço tem sido exigente para os operacionais, que, segundo Nuno Cunha, têm tido pouco tempo para descansar e estar com as famílias. A preparação e o acompanhamento das festas obrigam a uma forte logística e a uma presença permanente no quartel e nos locais de maior concentração de pessoas.
Luís Fava sublinha que, enquanto campomaiorense, vive as Festas do Povo com “ternura e alegria”, destacando a grande afluência de visitantes e o ambiente vivido nas ruas da vila. Ainda assim, reconhece que as responsabilidades enquanto presidente da Associação dos Bombeiros tornam difícil acompanhar as festividades como qualquer outro habitante.
As atuais festas acontecem 11 anos depois da última edição, o que torna difícil estabelecer uma comparação direta em termos de ocorrências e condições.
A Entidade Regional de Turismo (ERT) de Lisboa tem estado representada nas Festas do Povo de Campo Maior, com vista a reforçar a ligação entre diferentes regiões do país e dar a conhecer uma Lisboa para além dos seus monumentos mais emblemáticos.
A presidente da ERT de Lisboa, Carla Salsinha, destaca a importância desta participação, considerando as Festas do Povo de Campo Maior uma referência nacional e uma oportunidade privilegiada para promover o turismo português. “As Festas do Povo de Campo Maior são uma referência a nível nacional, mas, acima de tudo, para o turismo. São efetivamente uma grande mostra do que se faz de excelência no turismo em Portugal”, afirma.
Segundo Carla Salsinha, o caráter comunitário das festas é um dos aspetos que mais valoriza o evento. A mobilização da população de Campo Maior em torno do evento constitui, para a responsável, um exemplo da forma como as comunidades podem contribuir para a valorização e promoção dos seus territórios.
A participação da região de Lisboa no evento surge na sequência de um desafio lançado pelo Município de Campo Maior, permitindo criar uma relação de proximidade entre dois territórios com características distintas. “Foi-nos dada a honra de trazermos a região de Lisboa até ao Alentejo, até às Festas do Povo”, adianta a responsável.
Ao longo da semana, em Campo Maior, a ERT de Lisboa tem vindo a apresentar também algumas das experiências e tradições dos 18 municípios que integram a região. Entre os exemplos apontados estão a Feira Medieval de Canha, o Mercado do Caramelo de Pinhal Novo, o EVOA – Espaço de Visitação e Observação de Aves, as salinas do Samouco e diferentes áreas de interesse natural e cultural. A oferta inclui ainda as festas tradicionais do Montijo e de Mafra, a Ericeira e as procissões marítimas e fluviais realizadas em diferentes pontos da região, em particular em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Carla Salsinha defende que é necessário contrariar a ideia de que o turismo em Lisboa se resume a uma visita à Torre de Belém, ao Mosteiro dos Jerónimos ou aos tradicionais pastéis de Belém. “Lisboa, a região de Lisboa, não é só a Torre de Belém, não são só os Jerónimos. É importante, mas tem todo um património, uma envolvência, uma cultura e uma gastronomia”, sublinha.
A responsável destaca ainda a diversidade gastronómica e cultural existente em municípios como Seixal e Moita, as tradições taurinas de Vila Franca de Xira e o património de Cascais e Oeiras, onde se encontra um importante legado associado à antiga propriedade agrícola do Marquês de Pombal.
Para Carla Salsinha, a proximidade geográfica entre os 18 municípios permite encontrar uma grande diversidade de experiências num território relativamente compacto. “Em 50 quilómetros, estando em Lisboa, estamos de extremo a extremo da região. E, em cada município que passamos, temos coisas completamente diferentes”, afirma.
A presidente da ERT de Lisboa considera, por isso, que a promoção turística deve dirigir-se não apenas aos visitantes internacionais, mas também aos próprios portugueses. “É importante que nós, os portugueses, saibamos que, tal como vimos aqui e damos valor a esta fantástica tradição das Festas de Campo Maior, também possamos ir a Lisboa reconhecer o que a região tem de tão diferente para dar e oferecer”, conclui.
A participação nas Festas do Povo reforça, assim, a aposta na promoção cruzada entre territórios e na valorização das tradições, do património, da gastronomia e das comunidades que dão identidade às diferentes regiões portuguesas.
O espanhol Xabier Isasa, da Euskaltel-Euskadi, venceu esta quarta-feira ao sprint a sexta etapa da Volta a Portugal, que ligou o Europarque, em Santa Maria da Feira, ao Peso da Régua, num percurso de 132,6 quilómetros.
Isasa foi o mais rápido na chegada, cumprindo a etapa em 3:01.23 horas. Rui Oliveira, da UAE Emirates, terminou na segunda posição, enquanto Francisco Campos, da Tavira/Crédito Agrícola, foi terceiro, ambos com o mesmo tempo do vencedor.
Apesar de ter terminado a etapa na 26.ª posição, o francês Alexis Guérin, da Anicolor-Campicarn, conservou a liderança da classificação geral. No entanto, viu a vantagem sobre o principal perseguidor diminuir.
O russo Artem Nych, seu colega de equipa e vencedor das duas últimas edições da Volta a Portugal, é agora segundo, a 49 segundos de Guérin. Tiago Antunes, da Efapel, ocupa a terceira posição, a 1 minuto e 28 segundos do líder.
A sétima etapa disputa-se esta quinta-feira, 13 de agosto, com partida em Vieira do Minho e chegada às Termas do Gerês.
A Polícia Judiciária realizou buscas em duas habitações em Elvas, uma no Bairro da Boa Fé e outra no Bairro de São Pedro, no âmbito de vários processos relacionados com alegadas burlas. Várias pessoas estão a ser investigadas no âmbito destas diligências.
A PSP de Elvas prestou apoio aos inspetores da Polícia Judiciária durante a operação, sem qualquer intervenção na investigação, de acordo com o superintendente Pedro Velho. As diligências decorreram no âmbito das investigações que estão a ser conduzidas pela Polícia Judiciária.