D. Francisco José Senra Coelho foi recebido pelo Presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha, no Jardim Municipal, tendo percorrido as ruas floridas e marcado presença num momento protocolar nos Paços do Concelho.
O Arcebispo de Évora, D. Francisco José Senra Coelho, visitou esta sexta-feira, dia 14 de agosto, as Festas do Povo de Campo Maior.
A receção oficial ao prelado decorreu pelas 16:00, no espaço de receção ao visitante do Município de Campo Maior, localizado no Jardim Municipal, onde foi acolhido pelo Presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha.
Após o acolhimento inicial, D. Francisco José Senra Coelho realizou uma visita acompanhada pelas emblemáticas ruas enramadas da vila, contemplando o trabalho artístico em papel feito pela população campomaiorense.
A visita terminou no Salão Nobre dos Paços do Concelho, onde teve lugar um momento protocolar entre as entidades religiosas e autárquicas, assinalando a passagem do Arcebispo de Évora por um dos eventos mais marcantes da identidade cultural do Alentejo.
As Festas do Povo continuam a transformar Campo Maior num cenário único, onde cada rua, cada fachada e cada detalhe ganham vida através das milhares de flores de papel criadas pela comunidade.
Entre ruas floridas e muita animação, a noite de hoje promete trazer música para todos os gostos. Às 20h30, no Palco Jardim Municipal, atua o DJ Silva, seguindo-se, às 21h30, o espetáculo de Fado Luz.
Às 22h45, o céu junta-se à festa com o Show de Drones by Delta Cafés, no espaço Mundo DELTA. A noite continua com Rumo ao Sul, no Jardim Municipal, e o Baile Nelson Caldeira, no Largo do Barata.
À meia-noite, os Bad Guys sobem ao Palco Jardim Municipal, garantindo música e animação até às 02h00.
Entre ruas cobertas de flores e momentos de grande animação, Campo Maior continua a celebrar. Percorra a nossa galeria e descubra alguns dos detalhes que tornam estas Festas do Povo tão especiais.
O Município de Vila Viçosa procedeu à implantação de três reatores biológicos que vão integrar a futura Estação de Tratamento de Águas Residuais Domésticas (ETAR) de São Romão, na freguesia de ciladas.
A intervenção pretende assegurar um tratamento adequado das águas residuais domésticas e permitir o cumprimento dos limites de descarga previstos na legislação em vigor, nomeadamente relativamente aos níveis de carência bioquímica e química de oxigénio e de partículas sólidas em suspensão.
A futura ETAR contará com um sistema de tratamento biológico por lamas ativadas, através da tecnologia SBR (Sequencing Batch Reactor), uma solução especialmente indicada para sistemas de pequena dimensão, como o de São Romão.
De acordo com o município, esta tecnologia permite responder de forma eficaz às variações de caudal características de pequenas populações, contribuíndo para um tratamento mais eficiente das águas residuais domésticas.
As Festas do Povo continuam a transformar Campo Maior num cenário único, onde cada rua, cada fachada e cada detalhe ganham vida através das milhares de flores de papel criadas pela comunidade.
Entre ruas floridas e muita animação, a noite de hoje promete trazer música para todos os gostos. Às 20h30, no Palco Jardim Municipal, atua o DJ Silva, seguindo-se, às 21h30, o espetáculo de Fado Luz.
Às 22h45, o céu junta-se à festa com o Show de Drones by Delta Cafés, no espaço Mundo DELTA. A noite continua com Rumo ao Sul, no Jardim Municipal, e o Baile Nelson Caldeira, no Largo do Barata.
À meia-noite, os Bad Guys sobem ao Palco Jardim Municipal, garantindo música e animação até às 02h00.
Entre ruas cobertas de flores e momentos de grande animação, Campo Maior continua a celebrar. Percorra a nossa galeria e descubra alguns dos detalhes que tornam estas Festas do Povo tão especiais.
Os vinhos produzidos em Cabeção, no concelho de Mora, podem a partir de agora, exibir a designação “Vinho de Talha” nos respetivos rótulos, uma conquista considerada histórica para os produtores locais e para a preservação de uma tradição secular profundamente enraizada na identidade da vila. O reconhecimento surge após um processo de cerca de três anos, liderado pela Confraria do Vinho de Talha de Cabeção, com o apoio da Câmara Municipal de Mora e da Junta de Freguesia.
José Vieira, presidente da Confraria do Vinho de Talha de Cabeção, revela que tudo começou quando os produtores iniciaram o processo de certificação dos seus vinhos. “Fomos confrontados com uma realidade em que não podíamos usar a designação ‘Vinho de Talha’ no rótulo, quando em Cabeção sempre se fez vinho de talha. Desencadeámos este processo com o apoio da autarquia e da Junta de Freguesia e, ao fim de cerca de três anos, conseguimos resolver esta situação”, começa por explicar.
O responsável sublinha que, embora tenha sido Cabeção a impulsionar esta alteração, o reconhecimento beneficia todos os produtores alentejanos que cumpram o regulamento estabelecido: “Esta designação não é só para Cabeção. Foi Cabeção que impulsionou este processo e, já na próxima campanha, os produtores do Alentejo poderão utilizar a designação ‘Vinho de Talha’ nos seus rótulos”.
Mais do que uma valorização comercial, José Vieira considera que esta conquista representa um reconhecimento da identidade alentejana. “A maior mais-valia é o orgulho como alentejanos, porque não podíamos utilizar um termo tão nosso e tão característico do Alentejo como ‘Vinho de Talha’. É claro que poderá existir uma valorização económica, mas o mais importante é podermos afirmar a nossa identidade”, assegura.
O presidente da Confraria recorda que, até agora, muitos produtores eram obrigados a recorrer à designação “ânfora”, apesar de produzirem vinho em talhas, um método ancestral que remonta ao período romano.
Atualmente, Cabeção continua a manter viva esta tradição graças a cerca de meia centena de produtores. “Ainda existem cerca de cinquenta produtores. Muitos fazem vinho para consumo próprio, para a família e para os amigos. Depois temos cerca de meia dúzia de produtores que apostaram na rotulagem e na comercialização, tornando esta atividade sustentável e permitindo continuar a produzir este vinho tão próprio e tão nosso.”
Segundo José Vieira, é precisamente o método de produção que distingue o vinho de talha dos restantes vinhos. “Em Cabeção temos um verdadeiro museu vivo das talhas. Na minha adega, a talha mais recente tem perto de 200 anos e a mais antiga seguramente ultrapassa os 500 anos. Mesmo utilizando as mesmas uvas e o mesmo processo, nunca há dois vinhos iguais. A própria talha imprime características únicas ao vinho.”
O processo produtivo mantém-se praticamente inalterado ao longo dos séculos, começando nas vinhas tradicionais, onde a vindima é feita manualmente e as uvas são cuidadosamente selecionadas. “Estamos a falar de vinhas centenárias e de um trabalho praticamente todo manual. Não entra um cacho de uva que não tenha a qualidade que consideramos necessária. Depois inicia-se um processo que demora, no mínimo, seis meses, desde a fermentação alcoólica até à malolática”.
A tradição determina ainda um momento muito especial para os produtores: “A legislação obriga a que o vinho só possa ser retirado das talhas a partir do dia 11 de novembro, Dia de São Martinho. É nessa altura que começam as provas, os convívios e as festas entre amigos e convidados.”
Com este reconhecimento oficial, Cabeção reforça a sua posição como uma das principais referências nacionais na produção de vinho de talha. A vila, que reúne dezenas de produtores e adegas, vê agora reconhecido um património que alia história, tradição e autenticidade, garantindo melhores condições para preservar e promover uma prática transmitida de geração em geração.
A partir do final de agosto, entram em vigor novas regras que reforçam significativamente os direitos dos consumidores de energia em Portugal. Entre as principais novidades destaca-se a obrigatoriedade de os comercializadores com mais de 200 mil clientes passarem a disponibilizar contratos de preço e prazo fixos (com duração mínima de um ano), impedindo alterações unilaterais durante a sua vigência. Além disso, fica expressamente proibido o corte de eletricidade por faturas em disputa durante o período em que decorra a apreciação de uma reclamação ou processo de litígio.
As novas medidas trazem também um forte apoio aos consumidores economicamente vulneráveis, garantindo que mantêm automaticamente o benefício da tarifa social ao mudarem de comercializador e limitando a interrupção de fornecimento nos picos de inverno e verão. Adicionalmente, em cenários de crise de preços da eletricidade declarada a nível regional ou da União Europeia, o Governo poderá intervir e fixar limites de preços excecionais para proteger as famílias e as pequenas e médias empresas.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:
As Festas do Povo de Campo Maior prosseguem esta sexta-feira, 14 de agosto, entrando na reta final da programação com um dia que inclui um sunset, concertos, baile e o espetáculo de drones promovido pela Delta Cafés.
Às 18h30, o DJ Silva anima o sunset, no Palco do Jardim Municipal. Às 21h30 o Fado Luz atua no mesmo palco. O espetáculo de drones realiza-se às 22h45 no espaço “Mundo Delta”.
Às 23h00, os Rumo ao Sul sobem ao Palco do Jardim Municipal, enquanto Nelson Caldeira abrilhanta o baile no Largo do Barata.
À meia-noite, os Bad Guys encerram a programação musical no Jardim Municipal, mantendo a animação até às 02h00.
As Festas do Povo de Campo Maior continuam este sábado, para o penultimo dia de programação.
O Município de Monforte disponibilizou transporte gratuito e o acompanhamento por dois funcionários do Serviço de Turismo, Ana Isa Rasquinho e Rui Barradas, para proporcionar aos municípes uma visita às Festas do Povo de Campo Maior.
O passeio realizou-se no dia 9 e contou com a participação de 35 pessoas, que tiveram oportunidade de conhecer as ruas ornamentadas de Campo Maior no âmbito das festividades, que decorrem até 16 de agosto.
Classificadas como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2021, as Festas do Povo são uma das principais tradições de Campo Maior e regressaram este ano, após um interregno de 11 anos.
A iniciativa transforma o centro histórico da vila num cenário de flores de papel, com mais de 100 ruas ornamentadas através de cerca de 50 toneladas de flores de papel feitas à mão pela comunidade local.
Para além ds ornamentação das ruas, o programa das Festas do Povo inlcui uma componente cultural, com arruadas, atuações das tradicionais Saias de Campo Maior, espetáculos de drones, ranchos folclóricos e bandas filarmónicas.
Depois de 11 anos de espera, Campo Maior voltou a transformar-se, da noite para o dia, no maior jardim de papel do mundo.
Desde a noite da passada sexta-feira, 7 de agosto, a tradicional noite da enramação, que a vila tem sido visitada por milhares e milhares de pessoas, que em cerca de cem ruas têm encontrado os mais bonitos trabalhos, dedicados às mais diferentes temáticas e que não têm deixado ninguém indiferente.
Jorge Grifo, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, que fala numa “edição fantástica” das Festas do Povo, começa por destacar o sentimento de dever cumprido das gentes da terra, depois de momentos “de muita saudade e nervosismo”.
“Depois do anúncio oficial das Festas do Povo, foi uma correria até chegarmos ao dia da enramação, mas realmente tem sido uma edição espetacular, com trabalhos muitos bonitos e os campomaiorenses estão de parabéns”, diz Jorge Grifo.
“Ver Campo Maior com esta multidão de gente e esta moldura humana… Aquilo que vivemos é de uma gratidão imensa e é de coração cheio que nos sentimentos”, acrescenta.
Sublinhado ainda a origem dos visitantes desta edição das Festas do Povo, Jorge Grifo destaca ainda a “magnitude” do evento, que atravessa toda e qualquer fronteira portuguesa. “As Festas do Povo já são um evento extra-muros, extra-Portugal e Península Ibérica. É um evento, claramente, do mundo”, remata.