A associação juvenil Arkus pretende ver a Ronca homenageada em Elvas, numa iniciativa que visa reforçar a divulgação daquele instrumento tradicional e valorizar um dos símbolos da identidade cultural do concelho.
A proposta foi apresentada por Carlos Beirão, presidente da direção da Arkus, durante as comemorações do último aniversário da associação. Segundo o responsável, a ideia passa por aproveitar uma das rotundas da cidade para promover um instrumento que considera “sui generis” a nível nacional e uma mais-valia para Elvas.
A localização sugerida é a rotunda junto ao Coliseu Comendador Rondão Almeida, por se tratar de uma das principais entradas da cidade. Carlos Beirão defende a instalação de várias roncas, em vez de uma peça de grandes dimensões, por questões de visibilidade rodoviária, criando uma homenagem ao instrumento e ao trabalho desenvolvido pelo Grupo Roncas d’Elvas da Arkus na sua promoção. “O Grupo de Roncas tem divulgado muitíssimo esse instrumento e acaba por ser também uma forma de reconhecer esse mérito e esse instrumento que identifica a nossa cidade”, afirma.
Além da valorização patrimonial, o dirigente acredita que a iniciativa poderá contribuir para um objetivo mais ambicioso: a candidatura do Natal de Elvas a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO. “A ideia é candidatar o Natal de Elvas com a Ronca incluída”, explica Carlos Beirão, acrescentando que estão a ser avaliadas diferentes formas de estruturar a candidatura.
A associação tem mantido contactos com a Câmara Municipal de Elvas para desenvolver este processo, sendo que o presidente da Arkus reconhece que se trata de um objetivo a longo prazo. “Vai demorar, mas com o tempo vai lá, lá chegaremos”, assegura.
O presidente da Arkus destaca ainda o trabalho contínuo de divulgação da Ronca junto de visitantes. A associação integra frequentemente demonstrações do instrumento em visitas teatralizadas e eventos para grupos organizados, chegando mesmo a oferecer roncas aos participantes como forma de promover esta tradição.
O tradicional membranofone de fricção, de acordo com Carlos Beirão, desperta a curiosidade de quem o conhece pelo som característico e pela forma como é tocado. Para o presidente da Arkus, esta divulgação contribui para reforçar o reconhecimento de um instrumento que considera inseparável da identidade cultural de Elvas e das celebrações natalícias da cidade.
Onze anos depois da última edição das Festas do Povo, Diana Rabaça voltou a assumir, juntamente com as amigas e vizinhas Eunice Vieira e Margarida Orelhas, a responsabilidade de liderar o grupo que está a dar vida ao primeiro troço da Rua de Badajoz, em Campo Maior. Entre flores de papel, serões de trabalho e uma promessa feita às filhas há mais de uma década, o trio prepara uma decoração que promete surpreender os visitantes.
Às três cabeças de rua juntam-se familiares e amigos, que ajudam no delicado trabalho de transformar papel em milhares de flores, mantendo viva uma tradição que continua a ser feita sobretudo durante os serões ou, quando o tempo escasseia, em casa.
De acordo com Diana Rabaça, esta é já a terceira vez que as três assumem a liderança do troço, depois de terem recebido o testemunho de uma antiga vizinha. “A cabeça de rua era a nossa vizinha Ana, em edições mais antigas. Depois, nas últimas duas edições, passou-nos o testemunho. Como éramos novas aqui na rua, casámo-nos e viemos para aqui viver, passou-nos essa responsabilidade. Teve de ser, ou sim ou sim. Aqui não há hipótese”, refere, entre sorrisos.
Falta de material atrasou o arranque dos trabalhos
Os trabalhos arrancaram apenas em abril, apesar da intenção inicial de começarem em janeiro. A falta de material acabou por atrasar o processo, obrigando o grupo a interromper, por diversas vezes, a produção das flores.
“Supostamente era para começarmos em janeiro, mas não havia material suficiente. Acabámos por começar em abril. Depois voltou a faltar material e tivemos de parar outra vez”, refere Diana, que lembra ainda a dificuldade em conciliar a vida pessoal e profissional com este trabalho de dedicação às flores de papel. “As três trabalhamos, temos horários complicados e nem sempre é fácil acompanhar o ritmo. Muitas vezes só conseguimos trabalhar à noite, depois de chegarmos a casa”, assegura.
Uma promessa feita às filhas há 11 anos
O tema escolhido para a decoração continua em absoluto segredo, como manda a tradição. No entanto, as três responsáveis revelam que a inspiração nasceu há precisamente 11 anos, por iniciativa das filhas de duas das cabeças de rua.
“A escolha do tema foi culpa das nossas filhas, a Leonor e a Catarina. Na última edição perguntaram-nos por que nunca tinha existido uma rua dedicada a este tema. Prometemos-lhes que, quando houvesse novas festas, seria esse o tema escolhido. E estamos agora a cumprir essa promessa.”
Um sonho adiado pela pandemia
Na verdade, o projeto estava praticamente concluído desde a última edição. Com o cancelamento das festas durante a pandemia de Covid-19, o plano acabou por ficar guardado durante mais de uma década. “Quando terminaram as últimas festas, nós já tínhamos o projeto desta edição pensado. Já estava feito, com desenhos e tudo. Era para avançar na edição que acabou por não acontecer por causa da pandemia. Fizemos apenas algumas alterações, mas o tema manteve-se. Na altura elas eram muito pequeninas, mas foram elas que escolheram”, relatam.
Além da dedicação de meses de trabalho, há um significado especial associado à decoração deste ano: proporcionar às filhas a oportunidade de viverem plenamente as Festas do Povo, agora já adolescentes e capazes de compreender toda a essência da tradição.
“A nossa rua é sempre a mais bonita porque é nossa”
Convictas de que a Rua de Badajoz será uma das grandes atrações desta edição, as três responsáveis não escondem o orgulho no trabalho realizado. “A nossa rua é sempre a mais bonita porque é nossa. É onde está o nosso suor, o nosso trabalho, a nossa dedicação.” E acrescentam, entre risos: “Este ano esmerámo-nos ainda mais. Talvez por termos menos tempo, acabámos por nos dedicar ainda mais. Tem um sabor especial porque é a concretização de um desejo das nossas filhas. Elas mal se lembram da última edição e este ano vão viver verdadeiramente as festas. É também uma passagem de testemunho”, rematam.
Morreu Luís Represas aos 69 anos, vítima de doença prolongada. A informação foi avançada na manhã desta quarta-feira, 22 de julho, pela agência Sons em Trânsito.
O cantor e compositor, a par do seu trajeto a solo, era conhecido pela sua carreira com os Trovante, que tinham voltado aos palcos recentemente e que tinham em “125 azul”, “Perdidamente” e “Timor” alguns dos seus temas mais conhecidos.
Luís Represas tinha espetáculos de celebração de 50 anos de carreira agendados para abril de 2027 nos coliseus de Lisboa e Porto.
Em 2005, o artista foi distinguido com a Ordem de Mérito – Grau de Comendador pelo Estado Português. Atualmente, Represas apresentava, na CMTV, o programa “Língua Mãe”, de divulgação da música portuguesa.
No ano passado, Luís Represas esteve em Elvas, juntamente com Marisa Liz, integrando o espetáculo comemorativo do 13º aniversário da classificação da cidade como Património Mundial da Humanidade (ver aqui).
Não houve totalistas no sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 21 de julho, sendo que na sexta-feira, dia 24, estará em jogo um jackpot de 70 milhões de euros.
O segundo prémio, de 250.104,36 euros, saiu a três apostadores, um deles em Portugal. O terceiro, de 58.453,51 euros, foi conquistado por dois jogadores com aposta registada no estrangeiro.
A chave vencedora do sorteio de ontem era composta pelos números 2, 3, 8, 28 e 39 e as estrelas 2 e 11.
Um sismo de magnitude 3,6 na escala de Richter foi registado na madrugada desta quarta-feira, 22 de julho, em Évora, tendo sido sentido, em vários pontos da região Alentejo, incluindo nos distritos de Portalegre e Beja.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o abalo teve epicentro cerca de 10 quilómetros a sul-sudeste de Évora e foi registado às 01h22 pelas estações da Rede Sísmica do Continente.
O sismo, que não provocou danos pessoais ou materiais, “foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) no concelho de Évora”.
Uma intensidade III significa que o sismo é percetível sobretudo no interior dos edifícios, podendo fazer oscilar objetos suspensos e provocar uma vibração semelhante à causada pela passagem de veículos pesados.
Na escala de Richter, um sismo de magnitude 3,6 é classificado como pequeno.
A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) promove, na próxima segunda-feira, dia 27 de julho, no Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, a iniciativa “O Porco: Tradição, Sabor e Futuro”, organizada em parceria com a Câmara Municipal de Arronches e a Entidade Regional de Turismo do Alentejo. O encontro integra as comemorações do Dia Nacional da Gastronomia, que assinala o reconhecimento da gastronomia portuguesa como Bem Imaterial do Património Cultural de Portugal, distinção formalizada a 26 de julho de 2020.
A iniciativa pretende afirmar a gastronomia como um ativo cultural, económico e turístico de excelência, destacando o papel dos produtos, dos territórios e dos profissionais que preservam e reinventam a cozinha portuguesa. Nesta edição, o destaque recai sobre a carne de porco, um dos ingredientes mais emblemáticos da gastronomia nacional e particularmente relevante na tradição culinária alentejana.
A sessão de abertura, marcada para as 10h00, contará com a presença do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, e João Crespo, presidente da Câmara Municipal de Arronches. A moderação estará a cargo do jornalista Edgardo Pacheco.
O programa inclui duas mesas-redondas dedicadas à valorização da fileira do porco. A primeira, “Do Montado à Mesa”, reunirá Gonçalo Moreira (Laborela), Henrique Sim Sim (CCDR Alentejo), Olga Cavaleiro (investigadora) e Ricardo Pereira (Beloteiros – Carnes e Enchidos do Fumeiro Alentejano). Já a segunda, “O Porco: Tradição, Sabor e Futuro”, contará com a participação dos chefs João Pires (Restaurante O Valentim), José Júlio Vintém (Restaurante Tombalobos), Michele Marques (Restaurante Mercearia da Gadenha), do investigador Virgílio Gomes e do chef Vítor Sobral.
A coordenação gastronómica do evento está a cargo do chef Vítor Sobral, uma das figuras mais influentes da cozinha portuguesa contemporânea. Além de participar no debate, será responsável pelo almoço temático servido aos participantes e pelo momento de desmancha tradicional do porco, seguido de uma degustação de petiscos, agendado para a tarde, proporcionando um contacto direto com técnicas, saberes e práticas profundamente enraizados na cultura gastronómica nacional.
Para a AHRESP, a valorização da gastronomia portuguesa constitui uma prioridade estratégica, pelo seu contributo para a afirmação da identidade nacional, para a dinamização das economias locais e para a sustentabilidade e competitividade das empresas dos setores da restauração e do alojamento turístico.
“A gastronomia portuguesa é um dos maiores ativos culturais e turísticos do país e um elemento diferenciador da nossa oferta. Valorizar os produtos, os produtores e os profissionais que mantêm viva esta herança é também contribuir para a sustentabilidade e competitividade dos setores que a AHRESP representa. Com esta iniciativa, queremos celebrar o passado, discutir os desafios do presente e projetar o futuro da nossa gastronomia”, afirma Carlos Moura.
A realização do evento conta com o apoio de diversas entidades e marcas. A Nestlé Professional, a Sogenave e a Sumol+Compal associam-se como sponsors oficiais, enquanto o Turismo do Algarve, o Turismo do Centro de Portugal, o Turismo do Porto e Norte de Portugal, a Mapfre Seguros e a Robalo participam como patrocinadores da iniciativa.
Dinamizando a oferta curricular destinada às crianças que se encontram a frequentar o Programa de Apoio ao Estudo e Ocupação de Tempos Livres da Câmara Municipal de Arronches durante o período de férias letivas de verão, a autarquia encontra-se a promover uma série de atividades ligadas às mais diversas áreas lúdicas e culturais.
Nesse âmbito e numa proposta efetuada aos encarregados de educação, que prontamente anuíram, esteve, nas instalações do programa, o artista Guillermo Rebollo Mira, do Museo Papercraft, sediado na localidade espanhola de Olivenza, para dar a conhecer o seu projeto de artesanato em papel, ensinando a criar figuras em três dimensões.
Distribuídas por dois grupos, numa divisão efetuada por faixas etárias para que os conteúdos fossem devidamente adaptados à idade das turmas, as crianças do Educ’Arte, inspiradas pelas obras apresentadas pelo artista, tiveram oportunidade de fazer as suas próprias esculturas em papel, num momento de grande riqueza estética.
A Rede de Rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora, em Campo Maior, foi inaugurada esta terça-feira, 21 de julho, numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, de vários autarcas da região e de diversas entidades ligadas ao setor agrícola.
O programa teve início no Centro Cultural de Campo Maior. Seguiu-se uma visita ao perímetro de rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora, culminando com as intervenções protocolares e o descerramento da placa evocativa da inauguração.
Considerado um projeto estruturante para o concelho de Campo Maior e para o Alto Alentejo, o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora abrange atualmente uma área beneficiada de 1.560 hectares, alimentada pela Barragem do Abrilongo. A infraestrutura inclui cerca de 44 quilómetros de condutas, 70 hidrantes, 106 bocas de rega e um sistema de distribuição de água sob pressão, energeticamente eficiente e com forte aproveitamento da gravidade.
Ministro destaca investimento na gestão da água
Na cerimónia, o ministro da Agricultura e Pescas sublinhou o caráter estratégico do investimento, enquadrando-o na política nacional para os recursos hídricos. “É estruturante, é estratégico. Não é por acaso que uma das dez prioridades do Governo é o programa ‘Água que Une’. O objetivo é investir até 2030 cerca de 5.400 milhões de euros e, posteriormente, mais 4 mil milhões. É um investimento que traz retorno económico e permite tirar partido das potencialidades dos territórios”, afirmou José Manuel Fernandes.
O governante destacou ainda que estes projetos reforçam a competitividade da agricultura, promovem a coesão territorial e contribuem para a fixação da população no interior.
“A agricultura é segurança alimentar, mas é também economia, competitividade e coesão territorial. Estes investimentos ajudam a proteger o território através da presença das pessoas e incentivam igualmente a renovação geracional”, referiu.
José Manuel Fernandes salientou ainda que estão atualmente em curso investimentos na ordem dos 600 milhões de euros em infraestruturas de água para a agricultura, considerando-os essenciais para o desenvolvimento do setor.
Projeto aguardado há um quarto de século
Também o presidente da Câmara de Campo Maior destacou a importância da conclusão de uma obra há muito aguardada pelos agricultores.
“É um investimento que fazia falta há cerca de 25 anos. No concelho já existem cerca de seis mil hectares de regadio na zona do Caia e agora iniciamos aqui mais 1.500 hectares, com a expectativa de podermos chegar aos 2.200. Para um concelho com cerca de 250 quilómetros quadrados, esta capacidade de rega é verdadeiramente importante e permitirá novos investimentos e novas formas de fazer agricultura”, afirmou Luís Rosinha.
Apesar da satisfação pela concretização da infraestrutura, o autarca recordou o longo período de espera.
“Hoje é dia de festa, mas fica a marca de um quarto de século de espera por uma infraestrutura crucial para a vida e para os investimentos destes agricultores”, acrescentou.
Emprego e competitividade no horizonte
Por sua vez, o diretor da Associação de Beneficiários do Abrilongo, Nelson Barreto, considerou que o novo perímetro de rega já está a produzir efeitos na atividade agrícola.
“Estamos a falar de um projeto que vai seguramente trazer mais emprego. Já há agricultores e empresas agrícolas a adaptar as suas explorações e a preparar novas culturas em função desta infraestrutura”, afirmou.
Nelson Barreto mostrou-se igualmente confiante na possibilidade de o perímetro de rega ser alargado para os cerca de 2.200 hectares inicialmente previstos, explicando que existem áreas confinantes que poderão vir a ser integradas futuramente.
Terceira fase do projeto já está em preparação
O responsável aproveitou ainda para defender o rápido avanço da terceira fase do projeto, nomeadamente da construção da estação elevatória.
“Há agricultores que, devido à diferença de cotas, ainda não conseguem receber água. Foi-nos transmitido que o caderno de encargos para essa estação elevatória está a ser preparado e esperamos que, dentro de cerca de dois anos, essas explorações também possam ser servidas”, disse.
A construção da rede de rega representou um investimento de cerca de 19 milhões de euros, financiado pelo PDR2020, inserindo-se num investimento global de aproximadamente 25 milhões de euros destinado à conclusão de todo o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora.
Com a entrada em funcionamento da nova infraestrutura, passa a ser possível aproveitar plenamente a água armazenada na barragem do Abrilongo, construída em 2000, garantindo um abastecimento mais fiável aos agricultores, aumentando a competitividade das explorações agrícolas e promovendo uma utilização mais sustentável dos recursos hídricos.
O auditório da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) recebeu no dia 16 de julho, a apresentação do projeto eGuard, um Sistema de Teleassistência e Monitorização a Pessoas Vulneráveis, concebido pela Agência de Desenvolvimento para a Sociedade da Informação e do Conhecimento (ADSI), em parceria com a Guarda Nacional Republicana (GNR).
Já implementado em vários distritos, como Guarda, Viseu, Castelo Branco ou Bragança, o eGuard é um serviço que abre um canal de comunicação direto e imediato entre a GNR e os idosos ou pessoas mais vulneráveis, mitigando assim o risco dos cidadãos em situação de dependência, incapacidade, solidão ou isolamento.
Vereadores e técnicos dos Municípios do Alto Alentejo marcaram presença nesta sessão, que contou com a apresentação detalhada do sistema, esclarecimento de dúvidas e uma pequena demonstração do seu funcionamento.
O equipamento do utente, permite enviar pedidos de SOS, fazer chamadas com a plataforma eGuard – monitorizada 24h pela GNR – e ainda envia dados sobre a posição geográfica do portador de forma periódica.
O pátio do Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas (MAEE) recebe, na quinta-feira, 23 de julho, pelas 21h30, mais uma sessão de “Cinema no Pátio”, numa iniciativa que convida o público a desfrutar do cinema ao ar livre, num dos espaços culturais mais emblemáticos da cidade.
A sessão será dedicada à curta-metragem portuguesa, com a exibição de cinco obras de realizadores nacionais: “Páscoa”, de André Ruivo; “Água Morna”, de Pedro Caldeira e Pedro Graça; “Francisco Perdido”, de Frederico Mesquita; “Cada Dia que Passa…”, de Emanuel Nevado; e “S.O.S”, de Bruno Soares. A seleção reúne diferentes abordagens cinematográficas, proporcionando ao público uma oportunidade para conhecer e valorizar o trabalho de jovens realizadores e a diversidade da produção audiovisual portuguesa.
Promovida pelo Município de Elvas, esta iniciativa integra a programação cultural de verão e pretende aproximar a comunidade da sétima arte, oferecendo uma experiência cultural diferenciada num ambiente acolhedor e ao ar livre.