A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) vai promover no dia 13 de outubro de 2026, a ação de formação de “Gestão de Conflitos”, com a duração de 7 horas, que decorrerá nas instalações da CIMAA, em horário laboral, das 09h00 às 17h00.
A formação é gratuita e destina-se a trabalhadores de todas as carreiras da Administração Pública.
A ação de formação tem como principal objetivo capacitar os participantes para identificar, compreender e gerir eficazmente situações de conflito em contexto profissional, promovendo soluções construtivas que contribuam para um ambiente de trabalho mais positivo, colaborativo, saudável e psicologicamente seguro.
A Feira da Luz/Expomor volta a afirmar-se como um dos maiores certames do Alentejo, reunindo cultura, tradição, atividade económica e associativismo numa programação que pretende chegar a diferentes públicos. O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Carlos Pinto de Sá, sublinha que a organização procurou construir uma edição diversificada e de qualidade. “A Feira da Luz é uma tradição de Montemor-o-Novo e um dos grandes acontecimentos do Alentejo. O nosso objetivo é que todas as áreas do certame apresentem qualidade e consigam responder aos diferentes gostos de quem nos visita”, afirmou o autarca.
Na componente cultural, o presidente destaca a presença de artistas de âmbito nacional, mas também a diversidade da programação. “Procurámos reunir um conjunto de artistas que represente diferentes estilos musicais e diferentes públicos. Também o segundo palco foi pensado para oferecer uma programação variada e complementar”, explicou.
Carlos Pinto de Sá salienta ainda o regresso dos ranchos folclóricos ao certame. “Entendemos que esta é uma componente importante da Feira da Luz, porque valoriza as nossas tradições. Este ano, essa programação será organizada pelo Rancho do Ciborro, que dará um contributo importante para preservar e divulgar a cultura popular.”
Entre os principais destaques desta edição está a exposição dedicada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa. “É uma exposição de grande dimensão que pretende recordar a importância da Constituição na construção da democracia portuguesa e dos direitos conquistados após o 25 de Abril. Queremos também mostrar o impacto que teve em Montemor-o-Novo e o contributo do concelho para tornar esses direitos uma realidade”, referiu.
O presidente deixa ainda um convite aos visitantes para conhecerem a mostra. “É uma oportunidade para refletirmos sobre o caminho que foi feito, sobre os direitos que foram alcançados e também sobre aqueles que continuam por concretizar.”
Outro dos momentos fortes será a Exposição Pecuária da Apormor. “A Exposição Pecuária é hoje reconhecida como uma das melhores do país e continua a ser um motivo de orgulho para Montemor-o-Novo. A par disso, queremos continuar a afirmar a importância do montado, um património que temos de preservar e que desempenha um papel fundamental na resposta às alterações climáticas.”
O movimento associativo volta igualmente a assumir um papel central na Feira da Luz. “Temos mais de uma centena de associações no concelho e a sua presença enriquece o certame. É uma forma de mostrar o trabalho extraordinário que desenvolvem ao longo do ano.”
Para Carlos Pinto de Sá, o contributo das coletividades vai muito além da participação na feira. “Montemor-o-Novo não seria o mesmo sem estas associações. Há centenas de voluntários que dedicam o seu tempo à comunidade e esse trabalho merece ser reconhecido e valorizado.”
Relativamente à mobilidade, o Município está a trabalhar para facilitar o acesso ao recinto. “Estamos a estudar o reforço dos autocarros e continuamos a procurar uma solução relativamente ao comboio. Vamos manter o transporte público gratuito para a feira e disponibilizar ligações gratuitas das freguesias, para que ninguém deixe de participar por falta de transporte.”
O voluntariado jovem mantém-se como uma das imagens de marca do certame. “É uma tradição da Feira da Luz e uma excelente oportunidade para os jovens conhecerem a organização do evento e participarem ativamente no acolhimento dos visitantes. Queremos, inclusivamente, criar novas experiências ligadas à área do ambiente.”
Na reta final para o arranque da edição de 2026, o presidente deixa um convite à população. “Para os montemorenses, a Feira da Luz é um grande ponto de encontro. É a altura de rever amigos, reunir famílias e receber aqueles que regressam ao concelho nesta época do ano.” Numa mensagem final, Carlos Pinto de Sá considera que o certame assume também um significado especial no contexto atual. “Vivemos tempos marcados por conflitos e divisões. A Feira da Luz representa precisamente o contrário: um espaço de convívio, amizade e partilha. É isso que queremos continuar a oferecer a todos os que nos visitarem.”
Organizada pelo Município de Monforte, está patente na Galeria da Capela do CEFUS (Centro de Educação, Formação e Universidade Sénior), em Monforte, uma exposição de artesanato tradicional e contemporâneo constituída por centenas de trabalhos da autoria de 16 artesãos do concelho.
Na inauguração, para além de alguns artesãos, amigos, representantes de organismos locais e público em geral, estiveram presentes o Presidente do Município, Miguel Rasquinho, acompanhado pelos elementos do seu gabinete, Sérgio Martins e Joaquina Ramalho, o Presidente da Assembleia Municipal, Joaquim Gabriel Martins, a responsável pelo Serviço Municipal de Turismo e Cultura, Teresa Cunha, e a funcionária afeta a esse serviço, Antónia Rita Barbacena.
A exposição estará patente ao público até dia 28 de agosto e poderá ser visitada nos dias 14, 15 e 16 (coincidindo com a realização das Festas de Nossa Senhora do Parto) das 10.00h às 12.00h e das 21.00h às 23.00h e nos restantes dias úteis das 10.00h às 12.30h e das 13.30h às 16.00h.
Foi prorrogado até 15 de setembro de 2026 o prazo para apresentação dos pedidos de apoio extraordinário destinados às explorações agrícolas e apícolas afetas pela tempestade Kristin.
A alteração consta da Portaria n.º 296-B/2026/1, de 15 de julho, que introduz novas regras de regime de apoio extraordinário criado na sequência das intempéries.
Entre as alterações está a adptação dos critérios de elegibilidade ao setor apícola. Os apicultores passam agora a poder comprovar a sua elegibilidade através do registo de atividade apícola atualizado e a última declaração anual de existências no SNIRA, em substituição da identificação de exploração agrícola.
Os pedidos de apoio relativos às intervenções previstas na portaria devem ser apresentados até 15 de setembro, através do formulário disponibilizado pela CCDR territorialmente competente.
A medida abrange as explorações afetadas pelas intempéries e pretende facilitar o acesso aos apoios extraordinários previstos para os prejuízos causados pela tempestade Kristin.
A tradição está de regresso a Elvas. A Câmara Municipal de Elvas anunciou que irá revelar, esta terça-feira, 18 de agosto, os cartazes oficiais do São Mateus, que este ano decorre de 18 a 27 de setembro.
Através das redes sociais, o município deixou já o convite à população, prometendo uma edição em “modo festa” e reforçando a importância de uma das celebrações mais aguardadas do calendário festivo da cidade.
O anúncio aumenta a expectativa em torno da programação deste ano, que será conhecida em detalhe com a apresentação oficial dos cartazes. Música, animação e tradição voltarão a marcar presença durante dez dias de festividades.
Bruno Belchior é o proponente de um dos 14 projetos que estão este ano a votação no Orçamento Participativo promovido pela Câmara Municipal de Elvas. A proposta pretende intervir no parque infantil e no polidesportivo de Varche, equipamentos que, segundo o responsável, apresentam sinais de degradação e necessitam de obras de requalificação.
Em entrevista à Rádio Elvas, Bruno Belchior explicou que a candidatura surgiu da necessidade de proporcionar melhores condições às crianças da freguesia, incluindo as que frequentam o infantário local.
Parque infantil precisa de novos equipamentos
De acordo com o candidato, o pavimento do parque infantil encontra-se “completamente degradado” e os equipamentos existentes necessitam de ser substituídos.
A proposta prevê, assim, a instalação de um novo piso e de novos equipamentos, de forma a tornar o espaço mais seguro e adequado à utilização pelas crianças da freguesia e pelos alunos do infantário.
Bruno Belchior considera que, apesar do reduzido número de crianças atualmente existente em Varche, é fundamental garantir-lhes condições para brincar e desenvolver atividades ao ar livre.
Intervenção também no polidesportivo
A candidatura inclui ainda uma intervenção no polidesportivo, com cerca de duas décadas de existência e que, segundo o responsável, também apresenta sinais de degradação.
Entre as necessidades identificadas estão a reparação e substituição das redes que delimitam o espaço, que se encontram danificadas.
A maior parcela do orçamento previsto, no valor máximo de 25 mil euros, deverá ser destinada ao parque infantil, ficando uma parte menor reservada para as intervenções no polidesportivo e na envolvente.
Segurança, atividade física e bem-estar
Para Bruno Belchior, a requalificação destes espaços representa mais do que uma melhoria das infraestruturas. O projeto pretende também promover a atividade física ao ar livre e reforçar a segurança das crianças.
O proponente considera que a prática desportiva é essencial para o bem-estar de crianças e adultos e defende que melhores condições de segurança permitem também maior tranquilidade às famílias que utilizam os equipamentos.
A intervenção poderá beneficiar não apenas os residentes em Varche, mas também pessoas de outras localidades que utilizem os espaços.
Manter o infantário e criar melhores condições para as crianças
Um dos objetivos apontados por Bruno Belchior passa ainda por contribuir para a manutenção do infantário da freguesia, proporcionando melhores condições às crianças que o frequentam.
O proponente recorda que ele próprio frequentou aquela instituição e que os seus filhos também passaram pelo infantário. Atualmente, embora o número de crianças seja reduzido, defende que todas devem ter acesso a espaços adequados.
“Temos que dar condições a essas crianças”, sublinhou, apelando à participação da população na votação.
Projeto nasceu depois de uma primeira proposta
A candidatura ao Orçamento Participativo não foi, inicialmente, pensada para o parque infantil. Bruno Belchior revelou que a sua primeira intenção era apresentar uma proposta relacionada com as associações de Varche.
No entanto, após a recolha de orçamentos, verificou que a intervenção necessária ultrapassaria largamente os 25 mil euros disponíveis, com os valores apresentados a chegarem a ser três ou quatro vezes superiores.
Perante essa situação, e depois de conversar com a presidente da Junta de Freguesia de São Brás e São Lourenço, decidiu avançar com uma proposta centrada no parque infantil e no polidesportivo.
Apelo ao voto até 2 de outubro
O projeto foi entretanto aprovado para votação, depois de um processo que, segundo Bruno Belchior, envolveu algumas dificuldades e burocracias, tendo sido necessário recorrer ao apoio dos técnicos da Câmara Municipal para formalizar a candidatura.
Este ano estão a votação 14 projetos, o número mais elevado de sempre numa edição do Orçamento Participativo de Elvas, o que poderá tornar a escolha mais difícil.
Bruno Belchior deixa, por isso, um apelo à população de Varche e a todos aqueles que tenham crianças a frequentar o infantário para que participem na votação.
O objetivo, afirma, não é apenas concretizar uma proposta apresentada por si, mas criar melhores condições para as crianças e contribuir para o futuro da freguesia.
A votação decorre até 2 de outubro.
A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:
O Comando Territorial de Portalegre realizou, no período de 7 a 17 de agosto de 2026, uma Operação de Segurança às Festas do Povo de Campo Maior que decorreram naquela vila alentejana.
Considerando a elevada afluência de visitantes e a presença no evento de mais de 400 mil pessoas ao longo de nove dias de festividades, a Guarda implementou um dispositivo especial de segurança no recinto e áreas envolventes com o objetivo de garantir a segurança da população, apoiar os visitantes e assegurar a fluidez da circulação rodoviária nos principais acessos à vila.
A Operação de Segurança foi realizada com o empenhamento de mais de 2 000 militares das diversas valências da Guarda, sendo que o Comando Territorial de Portalegre contou com o reforço de efetivo do Comando Territorial de Castelo Branco, do Comando Territorial de Santarém, do Comando Territorial de Évora, da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro e da Unidade de Segurança e Honras de Estado.
No âmbito da cooperação policial internacional, o dispositivo de segurança contou, ainda, com o apoio da Guardia Civil de Espanha e da Gendarmerie Nationale de França.
O elevado empenho operacional, aliado à visibilidade e presença permanente no terreno, assumiu um caráter essencialmente preventivo, contribuindo para a dissuasão e prevenção da prática de ilícitos criminais e para a manutenção da segurança e tranquilidade públicas durante todo o período do evento, alcançando-se o objetivo pretendido de ausência de furtos, de roubos e de burlas registadas
O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, fez um balanço “muito positivo” da edição de 2026 das Festas do Povo (Festas das Flores), sublinhando o sucesso do evento tanto a nível de organização como de afluência de visitantes.
Em declarações sobre o decorrer do certame, o autarca destacou que o evento tem sido “excecional do ponto de vista da organização e do ponto de vista dos visitantes”. Luís Rosinha salientou ainda que as condições climatéricas têm sido favoráveis ao longo dos dias, ainda que com temperaturas elevadas típicas do mês de agosto: “O tempo tem ajudado imenso também, talvez até por um excesso de temperatura — podia ser menos quente —, mas estamos em agosto e é a temperatura que temos. Tem sido um sucesso, o balanço decorre como todos os dias têm decorrido até hoje.”
Quando questionado sobre o balanço geral da presente edição, o edil foi perentório: “Muito positivo, sem dúvida alguma.”
Reconhecimento ao trabalho comunitário e elogios dos visitantes
O presidente do município fez questão de estender o agradecimento às várias entidades envolvidas no planeamento e na segurança das festas, mas dedicou um louvor especial aos habitantes da vila, apontando-os como os verdadeiros protagonistas do evento “Há uma referência grande a todas as entidades, que saberão o esforço que têm feito. Tem sido um esforço grande, mas compensatório. Todas as entidades estão de parabéns, mas nunca esquecendo — e faço sempre questão de o frisar — aqueles que verdadeiramente merecem os parabéns: as mulheres e os homens campomaiorenses. Só com eles é que é possível chegarmos até este ponto e termos aqui uma arte fantástica e ruas tão divinais.”
Luís Rosinha referiu ainda que o feedback dos visitantes tem sido extremamente gratificante, destacando que as pessoas deixam a vila “com uma fantástica imagem daquilo que é a arte campomaiorense” e com rasgados elogios à organização e ao sentimento de segurança transmitido ao público. “Quando percebemos que as pessoas se vão daqui extremamente satisfeitas com tudo o que viram, da forma como viram, da forma como se sentiram e que a organização também os protege, é sinal de missão cumprida para nós. A Câmara Municipal e a Associação das Festas têm aqui uma responsabilidade grande”, acrescentou.
Aprimoramento da arte popular após interregno
O autarca destacou também a evolução técnica e artística demonstrada pela população na decoração manual das ruas com flores de papel, salientando que, após o interregno de 11 anos desde a edição anterior, o povo local regressou com ainda maior mestria,”Acho que os campomaiorenses, neste interregno destes 11 anos, ainda se aprimoraram mais para mostrar os melhores trabalhos.”
A organização, o funcionários do Município e a cooperação das forças de segurança, bombeiros, INEM, com a presença de equipas de apoio e cooperação internacional – Espanha e França – têm garantido um decorrer suave do evento, reforçando a projeção de Campo Maior e do seu património imaterial reconhecido pela UNESCO.
As Festas do Povo de Campo Maior chegaram ao fim este domingo, 16 de agosto, com a Cerimónia de Encerramento, realizada no Jardim Municipal.
O momento marcou o encerramento de mais uma edição desta tradição única, que voltou a encher as ruas de Campo Maior com milhares de flores de papel, envolvendo a comunidade na preparação e decoração de 93 artérias da vila.
Durante a cerimónia decorreu ainda, de forma simbólica, a queima de uma flor de cada rua, assinalando o fim das Festas do Povo de 2026.
A iniciativa contou com a participação dos cabeças de rua, que desta forma representaram todos aqueles que, ao longo dos últimos meses, contribuíram para manter viva uma tradição que atravessa gerações e que constitui uma das principais marcas culturais de Campo Maior.
As Festas do Povo voltam a afirmar-se, assim, como um momento de união da comunidade e de valorização do património cultural local, depois de vários dias em que Campo Maior recebeu visitantes de diferentes pontos do país e do estrangeiro.
João Manuel Nabeiro deixa mensagem de gratidão no encerramento das Festas do Povo
Gratidão foi a palavra escolhida por João Manuel Nabeiro para fazer o balanço das Festas do Povo de Campo Maior 2026, destacando o trabalho da população, dos cabeças-de-rua e o envolvimento dos visitantes ao longo da edição.
«Gratidão será a palavra que vou expressar. Gratidão ao povo de Campo Maior, aos cabeças-de-rua, que fizeram trabalhos excecionais, e aos nossos visitantes», afirmou o presidente da Associação das Festas do Povo.
João Manuel Nabeiro referiu-se ainda aos visitantes como «forasteiros», expressão tradicionalmente utilizada em Campo Maior, sublinhando que cada passagem pela vila fica na memória da população.
O responsável considerou que as Festas do Povo decorreram «com uma enorme normalidade», salientando o trabalho conjunto desenvolvido pela Associação das Festas do Povo, Câmara Municipal e pelas várias entidades envolvidas na organização.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) tem a decorrer, até dia 6 de setembro, coincidindo com um dos períodos de maior intensidade de circulação rodoviária do ano, a campanha nacional de sensibilização “Não há desculpas que cheguem”. É essa realidade que a nova campanha pretende evidenciar. Uma campanha que confronta o condutor com as consequências das suas escolhas.
Pedro Clemente, Presidente da ANSR, lembra que «durante as férias de verão, milhares de portugueses percorrem longas distâncias para chegar ao destino. É precisamente neste contexto que comportamentos aparentemente “justificáveis” — como continuar a conduzir apesar do cansaço, exceder os limites de velocidade ou conduzir depois de consumir bebidas alcoólicas — podem ter consequências irreversíveis».
Sob o conceito criativo “Não há desculpas que cheguem”, a campanha coloca o condutor perante cenários dramáticos que ilustram o impacto humano dos comportamentos de risco na estrada. Através de uma abordagem emocional e direta, as várias peças de comunicação demonstram que nenhuma desculpa consegue reparar as consequências de uma decisão tomada ao volante.
A campanha procura recordar que o verdadeiro destino de qualquer viagem é chegar em segurança. Entre as principais mensagens da campanha destacam-se: Faça pausas regulares e viaje descansado; respeite os limites de velocidade; se beber, não conduza e não use o telemóvel a conduzir.
A campanha de Verão integra a estratégia de comunicação da ANSR para 2026, que aposta no reforço da prevenção rodoviária através de campanhas multimeios mais consistentes, próximas dos cidadãos e dirigidas aos períodos de maior risco de circulação. O plano prevê precisamente três grandes campanhas nacionais — Páscoa, Verão e Natal/Ano Novo — suportadas por uma forte presença em televisão, rádio, digital e meios de proximidade.