Academia Sénior da CURPI de Campo Maior abre portas a novas aprendizagens

A CURPI de Campo Maior vai dar início, esta segunda-feira, 5 de outubro, a mais um ano letivo da Academia Sénior.

 “Vamos ter mais um ano da Academia Sénior, que é um espaço de aprendizagem, de convívio e de partilha, essencialmente, de saberes”, começa por dizer a presidente da instituição, Anselmina Caldeirão, acrescentando que a CURPI espera receber novos alunos este ano.

A Academia Sénior vai manter as disciplinas que têm vindo a ser lecionadas nas anteriores edições, mas terá também duas novidades: Costura Criativa e Escrever para Viver. Anselmina Caldeirão espera que estas novas propostas despertem o interesse dos seniores e considera que a introdução de novas atividades contribui para dinamizar a oferta da academia.

A presidente da CURPI destaca ainda a disponibilidade de duas pessoas que, depois de conhecerem o trabalho desenvolvido pela instituição junto da população sénior, decidiram colaborar e assumir a dinamização das novas disciplinas. “É sempre bom ter novas atividades e contar com estas pessoas que conhecem a CURPI e que entendem que a CURPI, de facto, continua a fazer um bom trabalho na comunidade sénior”, afirma.

O arranque deste novo ano letivo será feito, amanhã, com um lanche-convívio nas instalações da instituição.

GNR alerta para aumento da criminalidade juvenil no espaço digital

A GNR registou 797 ocorrências associadas à criminalidade juvenil no primeiro semestre de 2026, mais 11,6% do que no mesmo período de 2025. Apesar do aumento global, a criminalidade violenta e grave registou uma redução de 44%, passando de 25 para 14 casos.

Os crimes mais participados continuam a ser as ofensas à integridade física simples, com 212 ocorrências, e as ameaças e coação, com 76. Em sentido contrário, destaca-se o aumento de 160% dos casos de devassa por meio da internet, redes sociais e outros canais de difusão, que passaram de cinco para 13 ocorrências, situação que a GNR relaciona com a crescente projeção de fenómenos como o ciberbullying.

Também aumentaram a condução sem habilitação legal, com mais 50%, o furto em estabelecimentos comerciais, com uma subida de 26,1%, e o tráfico de estupefacientes, que cresceu 42,9%. No primeiro semestre foram identificados 1.398 suspeitos, sendo que quase metade das ocorrências ocorreu entre as 13 e as 18 horas, sobretudo nos dias úteis.

Nos distritos alentejanos, os dados não surgem entre os territórios com maior número de ocorrências divulgados pela GNR, que são liderados por Setúbal, com 142 casos, seguido de Faro (98), Lisboa (96) e Porto (79). Perante a evolução registada, a GNR diz estar a reforçar as ações de prevenção e sensibilização através do Programa Escola Segura, nomeadamente na área da segurança digital e do combate ao ciberbullying.

“Toy Story 5” chega ao Centro Cultural de Campo Maior este domingo

O Centro Cultural de Campo Maior recebe este domingo, 4 de outubro, a mais recente aventura dos brinquedos mais conhecidos do cinema de animação. “Toy Story 5” será exibido pelas 17 horas, numa sessão destinada a toda a família.

Nesta nova aventura, Woody, Buzz Lightyear, Jessie e os restantes brinquedos enfrentam um novo desafio quando Bonnie recebe Lilypad, um sofisticado tablet que rapidamente conquista a sua atenção.

Num mundo cada vez mais dominado pelos ecrãs, os brinquedos terão de encontrar uma forma de mostrar que a imaginação, a amizade e a diversão proporcionadas por um brinquedo tradicional continuam a ter um lugar especial na vida das crianças.

A sessão de “Toy Story 5” promete uma tarde de cinema em família, recuperando personagens que marcaram várias gerações e trazendo uma nova história sobre amizade, criatividade e o poder da brincadeira.

Os bilhetes estão à venda na Ticketline e no Centro Cultural de Campo Maior.

Estremoz recebe quarta edição da Gala do Desporto na segunda-feira

O Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, volta a ser palco da Gala do Desporto, na próxima segunda-feira, dia 5 de outubro, pelas 18h00.

O evento, promovido pelo Município de Estremoz, pretende reconhecer atletas, equipas e personalidades que se destacaram no panorama desportivo do concelho ao longo da época 2025/2026.

Durante a cerimónia, serão atribuídos louvores aos atletas e equipas do concelho que se tenham sagrado campeões distritais ou regionais, em representação de Estremoz, bem como aos que tenham alcançado um dos três primeiros lugares em competições de âmbito nacional, nas diversas modalidades desportivas.

A iniciativa realiza-se, pelo quarto ano consecutivo, na mesma data, assumindo-se como um momento de homenagem a todos aqueles que, a título individual ou coletivo, se distinguiram na área do desporto no concelho de Estremoz.

Cinco concelhos, três percursos e 1.700 ciclistas: Granfondo Serra D’Ossa está de volta este domingo

A 4.ª edição do Granfondo Serra D’Ossa realiza-se este domingo, 4 de outubro, voltando a afirmar-se como um dos principais eventos de ciclismo do Alentejo, unindo, em bicicleta, cinco concelhos: Alandroal, Vila Viçosa, Borba, Estremoz e Redondo.

Reunindo cerca de 1.700 participantes, oriundos de vários pontos do país e do estrangeiro, a prova conta com três percursos e distâncias distintas: o Granfondo de 143,9 quilómetros; o Mediofondo de 108,3 quilómetros; e o Minifondo, de 60,8 quilómetros.

A prova, que nesta edição apresenta percursos renovados que atravessam os cinco concelhos, volta, uma vez mais, a possibilitar aos ciclistas desfrutarem da diversidade paisagística e patrimonial da região, ao mesmo tempo que enfrentam os desafios próprios da Serra d’Ossa.

Para o presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, o evento demonstra a importância da cooperação entre os municípios envolvidos. “É um excelente exemplo de como uma parceria entre cinco municípios acaba por nos permitir realizar um evento com uma dimensão assinalável”, afirma.

O autarca destaca sobretudo o impacto que a iniciativa tem na economia e na dinâmica do território. “Estamos a falar de 1.700 participantes de todo o país, o que envolve uma grande logística, mas também uma grande presença de pessoas no território que, de outra forma, não estariam cá”, sublinha.

João Grilo realça ainda que uma parte significativa dos participantes permanece na região durante o evento, contribuindo para a atividade económica local. “Destes 1.700 atletas, a maior parte deles vem de outros pontos do país, fica a pernoitar, consome naturalmente na região e, pela oportunidade de realizar aqui uma prova, deixa também alguma coisa no território”, assegura.

A organização do Granfondo assenta numa parceria entre os cinco municípios da Serra d’Ossa, com uma estrutura rotativa que permite que, em cada edição, um dos concelhos assuma um papel de maior destaque na organização, nomeadamente através da partida e chegada da prova. Em 2026, essa responsabilidade cabe ao Alandroal.

Segundo o presidente da autarquia, este modelo permite repartir os encargos entre os cinco municípios envolvidos. “Isto permite-nos distribuir o investimento e realizar um evento que, de outra forma, seria impossível se ficasse a cargo, por exemplo, de um único município”, afirma.

João Grilo defende, por isso, a continuidade desta estratégia de cooperação. “Estamos empenhados em continuar com este tipo de eventos de colaboração, que nos permite ter outra escala”, remata.

Para além da componente competitiva e de cicloturismo, o Granfondo Serra D’Ossa pretende continuar a promover o território, convidando participantes e acompanhantes a conhecerem a gastronomia, os vinhos, o património histórico e megalítico, e as paisagens do Alentejo.

Com o Alandroal como centro nevrálgico da iniciativa, a edição deste ano pretende voltar a juntar desporto, turismo e promoção territorial, reforçando a importância da cooperação intermunicipal na criação de eventos capazes de atrair visitantes e gerar impacto económico na região.

Elvas recebe primeiro Simpósio Internacional de Enfermagem Forense a 6 de novembro

O Núcleo de Urgência de Elvas, com o apoio da Unidade Local de Saúde do Alto Alentejo, promove, no dia 6 de novembro, o I Simpósio Internacional de Enfermagem Forense, no auditório da Escola Superior de Biociências de Elvas.

A iniciativa reúne especialistas nacionais e internacionais, profissionais de saúde, investigadores, docentes e estudantes para debater os desafios atuais da Enfermagem Forense e o papel cada vez mais relevante desta área na articulação entre a saúde, a justiça e a proteção das vítimas.

Segundo a enfermeira Ana Sofia Alves, membro da comissão científica do simpósio, a Enfermagem Forense assume uma função essencial no acompanhamento das vítimas de crime, trauma e abuso, conjugando a prestação de cuidados de saúde com procedimentos de natureza forense.

“A enfermagem forense trata-se de uma especialidade que une os cuidados de saúde às ciências forenses e ao sistema judicial, tornando as coisas muito mais fáceis para a vítima”, explica.

A profissional destaca ainda o papel do enfermeiro forense na recolha e preservação de vestígios, bem como na documentação rigorosa das lesões, através de registos e documentação fotográfica, elementos que podem vir a assumir relevância em contexto judicial.

O simpósio pretende, assim, contribuir para uma maior divulgação desta área junto da população e dos profissionais, promovendo a partilha de conhecimentos e experiências entre diferentes áreas de intervenção.

A adesão à iniciativa tem superado as expectativas da organização. De acordo com Ana Sofia Alves, as inscrições presenciais encontravam-se já esgotadas antes do final de julho, tendo sido posteriormente alargada a possibilidade de participação online, que continua a registar uma forte procura.

Ao longo do encontro serão realizadas conferências, mesas-redondas e momentos de discussão científica, com a abordagem de temáticas atuais e emergentes relacionadas com a Enfermagem Forense e a sua crescente importância nos sistemas de saúde contemporâneos.

A organização espera ainda que a participação de especialistas internacionais permita aprofundar o debate sobre as ciências forenses e os desafios de uma área em expansão e desenvolvimento, reforçando a necessidade de uma intervenção articulada entre profissionais de diferentes setores.

As inscrições para participação online estão disponíveis através do site oficial do I Simpósio Internacional de Enfermagem Forense.

Cãominhada regressa a 10 de outubro a Campo Maior com apelo à adoção responsável

A Associação Amigos dos Animais de Campo Maior promove, no próximo sábado, dia 10 de outubro, mais uma edição da Cãominhada, uma iniciativa solidária que pretende proporcionar um momento de passeio e convívio aos animais do abrigo, mas também sensibilizar a população para a adoção responsável.

De acordo com Mafalda Ensina, responsável pela associação, a iniciativa assume este ano um significado especial, uma vez que o grupo assinala dez anos de existência. Ao longo desse período, a Cãominhada apenas não se realizou uma vez, durante a pandemia de Covid-19.

“O nosso objetivo sempre foi passear os nossos animais, para que eles também saiam um bocadinho do abrigo, mas também dar a conhecer os animais que temos para adoção”, explica Mafalda Ensina, acrescentando que a caminhada permite ainda que os cães conheçam outros espaços da vila.

Atualmente, o abrigo acolhe 12 animais, número que poderá baixar para 11 caso se concretize uma adoção prevista para os próximos dias. A Cãominhada pretende, precisamente, aproximar a população dos animais que aguardam uma família e reforçar o apelo à adoção responsável.

Mafalda Ensina destaca, em particular, a importância de não excluir à partida os animais adultos, sendo que a maioria dos cães que se encontra no abrigo tem já alguma idade. “As pessoas têm de pensar um bocadinho nisso, adotar um cão mais velho”, sublinha, lembrando que um animal adulto também consegue adaptar-se a uma nova família e merece a oportunidade de ter uma vida feliz.

A responsável pela associação salienta, contudo, que a adoção implica um compromisso e que a idade do animal não deve ser o único fator a considerar. Por esse motivo, a Associação Amigos dos Animais de Campo Maior procura conhecer as famílias interessadas e avaliar a compatibilidade entre os animais e os futuros adotantes.

“Fazemos muitas perguntas e falamos com a família”, explica Mafalda Ensina, referindo que, sempre que possível, os interessados podem passear previamente com o animal e, em determinadas situações, levá-lo para casa durante um ou dois dias, sobretudo quando existem outros animais no agregado familiar.

A associação assegura ainda que os animais são entregues com os cuidados básicos de saúde, nomeadamente microchip, vacinação atualizada e desparasitação.

Donativos ajudam a suportar alimentação e despesas veterinárias

Além da sensibilização para a adoção, a Cãominhada tem também uma vertente solidária. Os contributos dos participantes, através de uma inscrição no valor de três euros, destinam-se sobretudo a ajudar a associação a suportar os custos de alimentação e despesas veterinárias dos animais.

Mafalda Ensina reconhece que os custos têm aumentado e que as doações também têm sentido as dificuldades económicas das famílias. Apesar disso, sublinha que a associação continua a contar com o apoio de pessoas que contribuem regularmente para o bem-estar dos animais.

A responsável deixa ainda um convite aos participantes para levarem os seus próprios cães para a iniciativa, cujas inscrições são feitas no momento, desde que estejam habituados a este tipo de passeio e tenham um comportamento adequado.

Quem quiser passear um dos animais do abrigo é aconselhado a chegar entre as 9h30 e as 9h45, uma vez que nem todos os cães poderão participar, devido à idade ou a outras limitações.

A partida está marcada para as 10h00, junto ao abrigo da associação, na zona industrial de Campo Maior (junto ao CROA e aos armazéns municipais).

A participação na Cãominhada é, assim, uma oportunidade para passar uma manhã diferente na companhia dos animais, conhecer os cães que aguardam uma família e contribuir para o trabalho desenvolvido pela Associação Amigos dos Animais de Campo Maior.

Campus Centro de Conhecimento Comendador Rui Nabeiro promove workshop de storytelling

Na próxima quinta-feira, 8 de outubro, entre as 18h00 e as 21h00, o Campus > Centro de Conhecimento Comendador Rui Nabeiro, em Campo Maior, recebe o workshop “Técnicas de Storytelling”, dirigido aos colaboradores do Grupo Nabeiro e à comunidade em geral, com idade igual ou superior a 16 anos.

Com uma abordagem breve, divertida, prática e orientada para resultados, a sessão pretende dar a conhecer o poder da arte de contar histórias enquanto ferramenta de comunicação eficaz, tanto em contexto profissional como pessoal.

Nos conteúdos do workshop incluem-se o visionamento e análise de vídeos com exemplos onde o storytelling é aplicado, as características comuns à utilização da técnica nos diferentes meios e o potencial do storytelling para comunicar de forma mais eficaz.

A iniciativa do final da tarde de 8 de outubro resulta de uma parceria entre o Campus e a Escrever Escrever, empresa que se dedica à promoção de cursos e workshops de escrita criativa.

O valor de inscrição é de 25 euros para os colaboradores do Grupo Nabeiro e de 30 euros para o público em geral.

Odemira estreia Bienal Arte e Ciência com foco na cultura, ciência e comunidade

Odemira recebe, entre este sábado e segunda-feira, de 3 a 5 de outubro, a edição inaugural da Bienal Arte e Ciência (BAC), promovida pela Câmara Municipal. Com curadoria de Hugo Cruz e sob o tema “Tentemos”, a iniciativa pretende aproximar arte, ciência, ambiente e comunidade, criando novas formas de pensar e intervir no território.

A realização da Bienal integra o Plano Municipal de Cultura de Odemira e surge, segundo o presidente da Câmara Municipal, Hélder Guerreiro, como resultado de uma estratégia que procura concretizar as medidas previstas nesse documento. “A Bienal resulta do nosso plano municipal de cultura, era uma ação que estava lá prevista e que nós quisemos concretizar”, explica o autarca, sublinhando que os planos municipais devem traduzir-se em ações concretas.

Para Hélder Guerreiro, a BAC parte também da possibilidade de aproximar dois campos que muitas vezes são vistos como distintos. “A Bienal de Arte e Ciência de Odemira pretende juntar efetivamente estes dois mindsets, digamos assim, que à partida podiam ser diferentes”, afirma, recorrendo à figura de Leonardo da Vinci como exemplo histórico de alguém que conciliou a criação artística e o conhecimento científico.

A iniciativa enquadra-se numa estratégia municipal mais abrangente, que procura reforçar a capacidade de Odemira para gerar riqueza e criar novas oportunidades. O presidente da Câmara destaca o peso de setores como a agricultura, o turismo e o comércio na economia local e defende que a cultura pode assumir um papel complementar na valorização do território. “Nós procurámos foi tentar encontrar soluções, ou pelo menos procurar construir propostas que, ao fim e ao cabo, resultassem na possibilidade de criar mais riqueza no território e, ao fim e ao cabo, também criassem mais oportunidades para jovens e que tornassem também o território mais atrativo”, refere Hélder Guerreiro.

O autarca aponta ainda a evolução da capacidade de captação de financiamento por parte dos agentes culturais locais como um dos resultados da aposta municipal na cultura. Segundo Hélder Guerreiro, no início do anterior mandato os agentes culturais de Odemira captavam cerca de 30 mil euros através dos apoios da Direção-Geral das Artes, valor que terá aumentado para cerca de 400 mil euros anuais no final desse período.

É neste percurso que o presidente da Câmara enquadra a Bienal Arte e Ciência. “A BAC, ou seja, a Bienal de Arte e Ciência de Odemira, é apenas um dos elementos que procura realmente realçar que é possível nós trabalharmos as questões da cultura e da ciência, ou seja, da promoção do conhecimento em conjunto”, afirma.

A primeira edição assume, assim, um caráter experimental. “Entre 3 a 5 de outubro, vamos ter essa experiência que vai ser, na verdade, o ano zero de experiência em Odemira”, explica Hélder Guerreiro.

Com o tema “Tentemos”, a edição inaugural pretende lançar as bases de uma iniciativa que cruza diferentes áreas e aproxima conhecimento, criação artística, ambiente e participação da comunidade. A Bienal surge, desta forma, como mais uma aposta do Município na afirmação da cultura enquanto instrumento de desenvolvimento e valorização do território.

A programação completa do evento, que contempla, entre outros, conversas, caminhadas, instalações, oficinas, concertos e performances participativas, para conhecer aqui.

Regulamento dos Serviços Digitais reforça proteção e responsabilidade no ambiente online

O Regulamento dos Serviços Digitais (DSA) estabeleceu um conjunto de novas responsabilidades para prestadores de serviços intermediários em linha, abrangendo desde redes sociais e motores de busca até mercados digitais e plataformas de download. A nova legislação obriga estas entidades a criar mecanismos eficazes para prevenir a disseminação de conteúdos ilegais — como discursos de ódio, terrorismo e pornografia infantil —, travar a venda de produtos perigosos ou contrafeitos e proibir a manipulação de algoritmos que limite a liberdade de expressão ou promova a desinformação.

As regras aplicam-se com especial rigor às plataformas e motores de pesquisa de grande dimensão, que registem em média pelo menos 45 milhões de utilizadores na União Europeia, devido aos elevados riscos associados à difusão massiva de conteúdos digitais. Embora o regulamento aumente a responsabilização das empresas e reforce a segurança dos utilizadores, as autoridades relembram que a proteção efetiva exige também uma postura preventiva por parte do consumidor, recomendando a consulta das condições de venda, a verificação da autenticidade dos produtos e o recurso aos mecanismos formais de reclamação em caso de litígio.

Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo: