Terminou este domingo, 30 de março, em Arronches, a primeira edição do Festival Saberes e Sabores do Porco Alentejano. Ao longo de três dias, a Câmara Municipal, com o apoio de diferentes parceiros, procurou promover as mais diversas atividades, em torno deste produto endógeno do concelho, e brindar todos os visitantes com os mais diversos espetáculos musicais.
Aos microfones da Rádio Elvas, o presidente da Câmara, João Crespo, fez o balanço desta primeira edição do evento: “o balanço é bastante positivo, tivemos bastante afluência, com a zona de restauração completamente lotada, quer almoço, quer ao jantar”.
Lembrando que, quanto ao futuro, não se pode comprometer, dado que “há um processo eleitoral que vai ocorrer”, João Crespo lembra que um evento do género já se tinha realizado em Arronches no final dos anos 90, apenas com duas edições. “O porco alentejano é um produto de Arronches, que merece destaque e nós agora, penso eu que em boa hora, montámos este certame, com um conceito diferente daquilo que aconteceu nos anos 90, mas que veio aqui revelar-se bastante interessante”, acrescenta.
Destacando o primeiro dia do evento, o autarca lembra que foi possível “debater e falar sobre o porco alentejano, sobre as problemáticas e as dificuldades dos criadores e da indústria, porque têm de ser tomadas medidas, para que esta raça possa manter-se, porque, seguramente, se nada for feito esta raça que será extinta”.
Dizendo ainda que o evento acabou por se revelar um “grande sucesso”, João Crespo garante que restaurantes e hotelaria do concelho, durante o fim de semana, estiveram cheios, o que é “revelador de que há interesse”.
Luís Moreira Testa é o cabeça de lista do Partido Socialista (PS) pelo círculo eleitoral de Portalegre nas eleições legislativas de 18 de maio.
Ricardo Pinheiro, atual deputado na Assembleia da República, é o segundo nome da lista. Seguem-se Ana Sofia Rosa e Carolina Filipe.
Presidente da Federação de Portalegre do PS, Luís Moreira Testa já tinha sido eleito deputado duas vezes pelo círculo eleitoral de Portalegre (entre 2015 e 2019 e de 2019 a 2022).
João Martins é o candidato à presidência da Câmara Municipal de Alter do Chão, pela CDU, nas eleições autárquicas deste ano.
João Manuel Laureano Martins, 65 anos, natural de Monforte e residente em Alter do Chão há 42 anos, é técnico de telecomunicações reformado.
É militante do Partido Comunista Português, membro da Comissão Concelhia de Alter do Chão do PCP, da Direcção da Organização Regional de Portalegre do PCP e dos seus órgãos Executivos.
No plano local participou com a FEPU nas primeiras eleições autárquicas de 1976 e foi eleito pela primeira vez vereador em 1979 em Monforte, cargo que desempenhou até 1989.
Foi eleito na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia de Alter do Chão. No mandato de 2005 a 2009, desempenhou funções de vereador em regime de permanência em Alter do Chão. Atualmente é presidente da Assembleia Municipal de Alter do Chão.
Em Alter do Chão, desempenhou várias funções no Movimento Associativo como a ADA, durante 20 anos, desde tesoureiro a presidente, GAC e Bombeiros Voluntários.
“A CDU, força do trabalho, da honestidade e da competência, o grande espaço unitário que defende os valores de Abril e as suas conquistas, é a coligação onde são bem-vindos todos aqueles que defendem um rumo participado, de progresso e desenvolvimento para o concelho de Alter do Chão e que se batem pelo direito à habitação, à saúde, à educação, à mobilidade, à cultura, ao desporto, ao lazer e aos ambiente no concelho”, diz ainda o partido em nota de imprensa.
O Comando Territorial de Évora e a Guardia Civil (GC) de Badajoz, através de várias valências de cada unidade, no dia 26 de março, realizaram em conjunto, um simulacro de perseguição transfronteiriça, com o objetivo de reforçar a cooperação, a articulação operacional e a confiança mútua entre instituições.
Este exercício promoveu as melhores práticas operacionais entre as duas instituições, visou incrementar e melhorar a cooperação internacional no combate à criminalidade transfronteiriça, gerando uma cultura de segurança comum, dinamizando o papel crucial na abordagem e desempenho conjunto na repressão criminal.
O exercício “Perseguição Quente” contou com a participação de cerca de 30 elementos da GNR e da GC, distribuídos em várias vertentes, desde o planeamento inicial do exercício, até à sua realização. O exercício abordou um cenário de furto a uma instituição bancária no concelho de Mourão, por indivíduos espanhóis, que encetaram fuga em direção a Espanha, obrigando a uma mobilização inicial de meios da GNR, com o intuito de deter os suspeitos em território português, passando a uma fase de coordenação e interligação operacional com a Guardia Civil.
O sucesso deste exercício esteve na atuação conjunta e coordenada da GNR e da Guardia Civil, forças policiais congéneres que partilham responsabilidades semelhantes ao nível do policiamento e repressão criminal.
Desta forma, o exercício “Perseguição Quente” foi planeado com a finalidade de treinar, aperfeiçoar e fomentar a interoperabilidade entre as duas forças policiais, promovendo a partilha de conhecimento e a consolidação de boas práticas existentes, assentes em valores comuns de partilha e cooperação institucional entre as duas instituições.
O Centro Educativo Alice Nabeiro (CEAN) apresenta a peça de teatro “Era Uma Vez Portugal”, no próximo domingo, dia 6 de abril, às 17 horas, no Centro Cultural de Campo Maior.
Num café onde o tempo não existe, escritores imortais da literatura portuguesa reúnem-se para uma conversa repleta de humor e crítica sobre Portugal, a língua e a identidade. Camões, convida cada um a contar uma história, misturando contos tradicionais portugueses com os seus próprios estilos. Entre sermões, ironias e sátiras, as histórias ganham vida no palco através da música e do teatro.
O espetáculo musical “Era Uma Vez Portugal”, que integra o projeto educativo do CEAN (“Devagar”), é “uma junção dos grandes autores portugueses”. “As crianças vão subir ao palco e interpretar autores como Camões, Gil Vicente, Almeida Garret, Bocage, entre outros”, explica Ana Paio, a encenadora da peça. No espetáculo, os alunos do estabelecimento de ensino “vão também falar um pouco do sentimento deles, em 2025, olhando para a sociedade de hoje em dia, com o pensamento de há séculos”, reforça.
Esta obra, inicialmente prevista para março, Mês do Teatro, foi adiada. “Nós precisávamos de mais um tempo de ensaios, era impossível de ser realizada na data inicial (16 de março)”, explica Ana Paio.
Com crianças a representar desde os cinco aos 12 anos, Ana Paio acredita que o Centro Cultural vai, por esta ocasião, “ter casa cheia, principalmente, com as famílias”. “Vamos ter em palco 16 crianças, sendo que, este ano, arriscámos e, pela primeira vez, vamos ter uma criança de cinco anos a representar. Relativamente ao público, a peça é indicada para o público em geral”, remata.
Para além da encenação de Ana Paio, “Era Uma Vez Portugal” conta com texto e música de Sancho Moura.
Dalila Rodrigues, Ministra da Cultura esteve hoje de visita ao Convento da Saudação em Montemor-o-Novo.
A ministra referiu à RNA que “em primeiro lugar, esta visita serve para reconhecer o trabalho extraordinário que faz uma autarquia e o trabalho extraordinário que faz uma estrutura artística. De que modo os lugares podem beneficiar desta interação deste serviço absolutamente complementar. Agir em todo o país, auscultar, construir através de um diálogo é um dos princípios estruturantes das políticas deste Governo, portanto, quando me desloco para fazer este tipo de reconhecimento, faço com muito gosto e resulta sempre numa grande aprendizagem. Também gostaria de dizer que o Ministério da Cultura apoia Montemor-o-Novo no montante global de 1 milhão e 300 mil euros anuais, apoia várias estruturas, da dança, às artes visuais, às artes plásticas, aos cruzamentos disciplinares, mas sem dúvida que o Espaço de Tempo que tem tido na pessoa de Rui Horta um fundador, orientador, mentor e também o modo como o município reconhece o trabalho artístico que esta estrutura tem vindo a desenvolver, já há mais de duas décadas, são obrigatórios, são lugares de reconhecimento obrigatório para a responsável da pasta da cultura”.
“Além deste trabalho que é obrigatório a conduzir, é fundamental assinalar este dia, esta presença, esta visita, com a circunstância de o Convento de Saudação estar identificado no Plano de Recuperação e Resiliência, no dito PRR, e portanto durante o mês de Abril vai decorrer o procedimento concursal e esperamos poder vir a adjudicar ou a consignar, em maio, uma obra no valor de 3,7 milhões de euros. É fundamental, e este projeto é estruturante, o modo como nós devemos valorizar, reabilitar, recuperar o património, dando-lhe este sentido e este destino, ou seja, o projeto artístico que acontece em Montemor-o-Novo e que reúne esta boa confluência de vontades entre o município e a estrutura Espaço do Tempo tem depois no património um investimento com pleno retorno, porque se trata de realizar um projeto artístico num convento, num monumento reabilitado”, acrescentou.
“Quando nós indicamos um valor global de 3,7 milhões de euros para a obra que vai ter lugar aqui no Convento da Saudação, estamos a fazê-lo ajustando a capacidade de execução do montante, e não tínhamos um determinado montante disponível. Para ser mais precisa, este Convento da Saudação tem uma estimativa de obra de 8 milhões. Neste momento é possível, à medida 0.4 cultura, alocar 3 milhões e 700 mil euros. Também porque é o montante que pensamos ser possível executar. Portanto, tem que haver uma programação da execução, eu gostaria muito de ver o prazo do PRR alargado a dois ou a três anos, aliás a dez anos, porque o património necessita de intervenções praticamente em todas as tipologias e em todas as latitudes geográficas. Norte, Sul, a fronteira com Espanha ou Litoral, o PRR precisa muito de alargamento de prazo, mas é o que é”, rematou a ministra.
Olímpio Galvão presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, durante a visita referiu que “hoje é mais um dia de luta para conseguirmos recuperar o Convento da Saudação para a sua reabilitação e reutilização. Hoje há novidades, a verba que estava prevista para esta fase agora, porque vamos ter que dividir por fases, o PRR, com os prazos tão apertados, não é possível fazer toda a obra e então vamos ter que dividir por fases. Esta primeira fase, que é mais ou menos metade do projeto, para deixar todo o convento funcional, para a instalação também do Espaço do Tempo aqui, para as residências artísticas que estão distribuídas por toda a cidade, esta obra vai ter um montante de apoio de 3 milhões e 700 mil euros. Estamos a falar se calhar de uma obra de 8 milhões, como a senhora ministra aqui falou, mas 3 milhões e 700 mil euros vão ser executados, acreditamos nós, vamos lançar o concurso em abril e vão ser executados até junho de 2026 e é aí que temos que apostar”.
“A senhora ministra trará notícias novas também de outras fontes de financiamento depois para a segunda fase da obra e é isso também que estamos com a expectativa, vamos ter uma reunião de trabalho e estamos a acreditar que vamos ter também uma verba que vai ser muito importante para a segunda fase da obra. Mas o que podemos anunciar aqui hoje são 3 milhões e 700 mil euros para a obra que iremos lançar ainda em meados deste ano e temos um ano para executar. Mas é uma obra muito esperada e que já foi anunciada”, rematou o autarca.
O Município de Campo Maior “encara o apoio social aos idosos do concelho como fundamental e, recentemente, apoiou a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior e o Centro de Dia e Lar de Degolados na aquisição de viaturas elétricas, que entram assim ao serviço dos utentes destas Instituições Públicas de Solidariedade Social”, lê-se no site do Município de Campo Maior.
Em ambos os casos, o Município de Campo Maior suportou a contrapartida pública nacional dos investimentos, realizados através de candidatura a fundos europeus.
Assim, “a capacidade de resposta destas duas instituições, tão importantes para o concelho, fica reforçada, permitindo às mesmas uma melhor resposta às necessidades dos seus utentes”.
O Monumento de Homenagem aos Antigos Combatentes da freguesia de Cabeço de Vide foi inaugurado no passado sábado, dia 29 de março. A iniciativa foi promovida pelo Município de Fronteira em parceria com a Liga dos Combatentes.
Após a cerimónia de inauguração, em que foi relembrado o respeito e honra com que estes combatentes representaram a Pátria em terras longínquas, foi depois entregue pela Junta de Freguesia de Cabeço de Vide uma simbólica lembrança aos combatentes vivos assim como aos familiares dos combatentes falecidos presentes.
No final, todos os intervenientes na cerimónia bem como os demais videnses que se quiseram associar e estar presentes na homenagem puderam desfrutar de um almoço convívio.
O Jardim Municipal de Elvas está a ser alvo de uma obra de requalificação, nomeadamente na zona nordeste, com o objetivo de o dotar de melhores condições de usufruto para os utilizadores, num investimento de cerca de 450 mil euros.
A intervenção engloba arranjos exteriores, movimentações de terras, revestimento inicial e final de pavimentos e colocação de mobiliário urbano. A obra inclui ainda a remodelação do campo desportivo existente nesta área e criação de condições para novos espaços, como campo de minigolfe.
Com esta intervenção, a Câmara Municipal pretende requalificar as áreas verdes disponíveis nesse espaço, criando novas valências desportivas e lúdicas, integradas no arvoredo existente. Anteriormente já foram realizadas intervenções nos lagos existentes e espaços verdes.
O biometano surge como uma solução inovadora e sustentável para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, ao mesmo tempo que promove a economia circular. O recente projeto Biometano em Sousel é um exemplo de como é possível transformar efluentes agropecuários em energia renovável.
Este projeto na localidade de Sousel é uma iniciativa inovadora que visa a produção de biometano a partir de efluentes agropecuários. Com um investimento de 40 milhões de euros, a unidade deverá ocupar cinco hectares e iniciar operações em 2028. O projeto contribuirá para a transição energética, criando 20 postos de trabalho diretos e 50 indiretos, promovendo a sustentabilidade e o desenvolvimento económico local.
Este é o tema em destaque, esta semana, no programa “Ambiente em FM”, com José Janela, da Quercus. Para ouvir no podcast abaixo: