Alandroal com mais quatro recuperados da covid-19

covid alandroal19fevO concelho de Alandroal regista esta sexta-feira, dia 19, mais quatro recuperações da Covid-19, num total de 285 pessoas que já recuperaram da doença.

Encontram-se, agora, ativos nove casos de infeção, dos 297 registados, desde o início da pandemia.

Vítimas da Covid-19, já morreram três pessoas, em Alandroal.

José Calixto: Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz é fundamental para o concelho

regadioQuatro novos projetos de regadio foram aprovados pela Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, no valor de 50 milhões de euros e integrados no Programa Nacional de Regadios.

O circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz e o respetivo bloco de rega, que integrará o perímetro do Alqueva, é um desses projetos. José Calixto, presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, considera que este “é um projeto fundamental e estruturante para o futuro do concelho, que vem criar condições de produtividade e criação de oportunidades das culturas agrícolas, que podem diversificar a promoção do território, mesmo em concelhos limítrofes”.

Esta é uma infraestrutura fundamental para que, “no concelho de Redondo possa ter outras condições na Barragem da Vigia, uma vez que haverá condutas até essa barragem para injetar outros caudais, para que, em termos hidráulicos, seja criada viabilidade para uma barragem que tem estado com as suas reservas completamente esgotadas”.

Este projeto, para José Calixto torna-se importante também pelo “futuro da agricultura”, assumindo preocupações “com as alterações climáticas e da quantidade de água disponível para a agricultura, existindo muitas culturas dependentes dessa água”.

O Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz e o respetivo bloco de rega, que integrará o perímetro do Alqueva, é um de quatro projetos de regadio aprovados pela Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, no valor de 50 milhões de euros.

Vila Viçosa com mais dois recuperados da Covid-19

covidVilavIçosa19fevO concelho de Vila Viçosa regista esta sexta-feira, dia 19, mais duas recuperações da covid-19, num total de 421 pessoas que já recuperaram da doença.

Estão agora 20 casos ativos, dos 452 confirmados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Vila Viçosa, já morreram 11 pessoas.

Obra de reabilitação do Teatro Garcia de Resende concluída até final de março

teatro garcia resende evoraO Teatro Garcia de Resende, em Évora está a sofrer obras de requalificação. A obra, num investimento que ronda os dois milhões de euros, comparticipados por fundos europeus, deverá estar concluída até ao final do mês de março.

Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara de Évora, visitou o teatro e, através das redes sociais expressou que “o nosso Teatro Garcia de Resende vai ficar mais seguro e ainda mais bonito”. O Teatro Garcia de Resende, integrado na rede europeia de teatros históricos, “é um símbolo da nossa cultura, de Évora”, referiu o autarca.

Esta profunda requalificação, fruto da estratégia municipal de revitalização do Centro Histórico de Évora, “é também determinante no contexto da candidatura a Capital Europeia da Cultura 2027”.

Requalificar garantindo estabilidade estrutural, moderna segurança contra incêndios, novas redes de água e esgotos, nova rede elétrica e de ventilação, entre outras.

No exterior, também o parque de estacionamento sofreu obras de requalificação e conta com 78 lugares, três dos quais reservados a utentes de mobilidade condicionada.

Elvas com mais um caso covid e 8 recuperados

covidElvas19fevO concelho de Elvas regista, esta sexta-feira, dia 19, mais um caso de infeção por covid-19 e também mais oito pessoas recuperaram da doença.

Há agora 32 casos ativos, dos 1310 registados, desde o início da pandemia.

Da doença, em Elvas, já recuperaram 1251 pessoas e morreram 27.

Estrutura de apoio ao hospital de Évora já recebeu mais de 90 doentes Covid

EstruturaApoioHospitalEvoraA estrutura municipal de apoio ao Hospital do Espírito Santo de Évora já recebeu mais de 90 doentes com Covid-19.

A funcionar desde o dia 9 de janeiro, esta estrutura, que surge para evitar, sobretudo, a rotura do hospital, tem dado resposta a doentes de todos os concelhos de Évora, que na sua maioria já recuperou, segundo o presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá.

Esta estrutura, que fica situada na zona industrial da Horta das Figueiras, “foi criada para pela Câmara Municipal de Évora, para poder ajudar o hospital, na situação mais difícil, que foi em janeiro, e para impedir que entrasse em rotura, e que tem atendido doentes de todos os concelhos do distrito”, revela o autarca.

A grande maioria deste cerca de 90 doentes “já recuperou e já foi possível irem para os seus lares, para as suas casas”.

Carlos Pinto de Sá adianta que, recentemente, foi implementada uma rede de abastecimento de oxigénio naquela estrutura, para o caso de vir a fazer falta, agradecendo ainda a todos os profissionais de saúde e aos colaboradores do município por todo o trabalho desenvolvido.

Os cuidados aos doentes transferidos do Hospital do Espírito Santo para este equipamento municipal são prestados por uma equipa multidisciplinar, constituída por médicos, enfermeiros, assistentes operacionais e assistentes sociais.

Este equipamento dispõe, entre outros, de várias zonas de trabalho para os profissionais de saúde e o pessoal auxiliar, espaço de refeições e zona de descontaminação, para além de refeitório, lavandaria e balneários para os doentes.

Mais 1.940 casos covid e 67 mortes em Portugal

covidPortugal regista, esta sexta-feira, dia 19 de fevereiro, 1940 (+0,2%) novos casos de Covid-19 e mais 67 (+0,4%) vítimas mortais. Hoje, registaram-se também mais 4404 doentes recuperados.

As 67 vítimas mortais ocorreram 38 em Lisboa e Vale do Tejo (LVT), 13 no Centro, dez no Norte, quatro no Alentejo e dois no Algarve. Os 1940 novos infetados são 975 (50%) em LVT e 403 (21%) no Norte.

O número de internamentos em hospitais continua a baixar no nosso País: há, agora, 3584 doentes internados (menos 235 do que ontem), dos quais 669 em unidades de cuidados intensivos (menos 19 nas últimas 24 horas). Desde o início da pandemia, já foram reportados, no nosso País, 794.769 casos de infeção, 15.821 óbitos e 691.866 recuperações.

Nos últimos oito dias, em Portugal, os números diários de novos casos de pessoas infetadas foram os seguintes: 2854 casos na sexta-feira 12 de fevereiro; 2856 casos no sábado 13 de fevereiro; 1677 casos no domingo 14 de fevereiro; 1203 casos na segunda-feira 15 de fevereiro; 1502 casos na terça 16 de fevereiro; 2324 casos na quarta-feira 17 de fevereiro; 1944 casos na quinta 18 de fevereiro; e 1940 casos na sexta-feira 19 de fevereiro.

Na defesa da sua saúde e da saúde dos outros, no cumprimento das normas da DGS, aconselhamos: lave ou desinfete as mãos com frequência, mantenha uma distância mínima de dois metros com outras pessoas e use máscara fora de casa.

Arronches com mais um recuperado da covid-19

covidArronchesO concelho de Arronches regista esta sexta-feira, dia 19, mais uma recuperação da covid-19, num total de 147 pessoas que já recuperaram da doença.

Estão agora ativos 33 casos positivos, dos 184 registado, desde o início da pandemia.

Vítimas da covid-19, em Arronches, morreram quatro pessoas.

Portalegre sem novos casos de covid-19

covidPortalegre19fevO concelho de Portalegre não regista esta sexta-feira, dia 19, novos casos de infeção por Covid-19, nem recuperações da doença.

Em Portalegre, dos 949 casos registados, desde o início da pandemia, 24 estão ativos e 878 já foram dados como recuperados.

Vítimas do novo coronavírus, morreram 47 pessoas, neste concelho.

“Não há motivação” para as aulas online, garante aluna da Universidade de Évora

Luana Clérigo FestasTal como o ensino obrigatório, até ao 12º ano, também o Ensino Superior se viu obrigado a adaptar aos tempos de pandemia e às aulas à distância.

Segundo o presidente do Conselho de Reitores das Universidades, o ensino à distância “é uma solução de recurso, para usar durante o mínimo tempo possível”, sendo que há quase um ano que as salas de aulas, os laboratórios, os anfiteatros e as oficinas estão quase vazias para evitar a propagação da Covid-19.

Luana Festas (na foto) é aluna de Arquitetura na Universidade de Évora e garante que, por esta altura, não há qualquer motivação para acompanhar as aulas online, até porque o seu curso é muito prático. Ainda assim, assegura que os professores e a própria universidade têm feito todos os esforços para manter, sobretudo, as aulas práticas no modelo de ensino presencial. “Há muitos cursos em Évora que têm imensas cadeiras online, desde o início do ano letivo, porque assim o permitem e tudo o que é teórico dá para ser online, mas connosco têm feito os possíveis para ser presencial”, explica.

Esta aluna adianta que tem vindo a frequentar as aulas, ora em sala de aula, ora online. “Mas é muito mais complicado (ter aulas à distância), mesmos em termos de rotina, porque acordar e estar três horas para um computador, não é o mesmo que nos levantarmos, irmos para a escola e termos aulas”, assegura.

Do ensino à distância, garante Luana, para além das aprendizagens, também os alunos saem prejudicados a nível psicológico. “Os professores fazem um enorme esforço, para nos dar o que nos dariam em aula, mas como para nós não é fácil, acredito que para eles também não”, garante. “Nós estamos, neste momento, a rezar para que as aulas sejam presenciais”, diz ainda, garantindo que o ensino à distância afeta, não só as aprendizagens, como o psicológico dos estudantes.

Relativamente à questão mais social inerente ao Ensino Superior, Luana garante que as redes sociais assumem agora um papel ainda mais importante, sendo que os alunos continuam a juntar-se, até porque não estiveram o semestre inteiro em aulas à distância. “Há sempre encontros, porque há sempre trabalhos para fazer, há sempre aquele grupo restrito de amigos que acaba por estar junto, mas é completamente diferente daquilo que era, sem dúvida”, acrescenta.

Relativamente ao ano letivo passado, Luana considera que os professores não tiveram muito tempo para se preparar para este novo confinamento, sendo que, no início, houve uma sobrecarga diária muito grande de trabalhos atribuída aos estudantes. “Foi muito complicado, em termos de trabalhos. Os professores duplicaram os trabalhos, porque como estávamos em casa, era como se não tivéssemos mais nada para fazer”, revela.

No início do ano letivo em curso, explica ainda Luana, as aulas começaram de forma presencial. “Nós só vínhamos para casa, se houvesse algum caso (de infeção por Covid-19) ou se pusesse em risco o polo em si, da Universidade, e acabávamos por vir para casa. Eu acho que não houve muito tempo de preparação, porque era uma informação de um dia para o outro”, remata.

Regra geral, os exames do ensino superior foram adiados para época especial, por ser impossível controlar “falsos alunos”. Há relatos de várias universidades e de alunos em que profissionais de múltiplas formações que se ofereciam nas redes sociais para realizarem exames mediante o pagamento de avultadas quantias.