Terminados os concertos no Parque da Piedade, em Elvas, na noite deste sábado, 26 de setembro, as atenções voltam-se para uma das grandes novidades da edição deste ano das Festas em honra do Senhor Jesus da Piedade: um espetáculo de drones.
A iniciativa promete levar ao céu de Elvas várias figuras alusivas ao município e à Feira de São Mateus, num espetáculo preparado pela empresa Douro Pirotecnia.
Segundo explica José Carlos Macedo, da empresa, a apresentação contará ainda com uma voz-off inicial, que pretende envolver o público antes do início das formações luminosas.
“Vamos ter um espetáculo de drones, com várias figuras, alusivas aqui ao município de Elvas e à Feira de São Mateus, e com a introdução de uma voz-off inicial muito comovente, que vocês vão poder apreciar”, explica.
Inicialmente estava prevista a utilização de 20 drones, mas o número foi entretanto reforçado. “Inicialmente estava para ser 20, mas vamos lançar mais de 50 drones para o ar para fazer as figuras pretendidas”, adianta José Carlos Macedo.
O espetáculo marca assim uma das principais novidades da edição deste ano do São Mateus, juntando tecnologia e luz às tradicionais celebrações em honra do Senhor Jesus da Piedade.
Tony Carreira é o grande destaque da programação deste sábado, 26 de setembro, na Expo São Mateus, numa noite que promete levar milhares de pessoas ao Parque da Piedade, em Elvas.
O popular cantor português sobe ao Palco São Mateus para um dos momentos mais aguardados da programação musical das festas, num espetáculo que deverá reunir fãs de várias gerações.
Antes de Tony Carreira, a noite começa no Palco da Feira, às 21 horas, com a atuação de Carlos Caracol, responsável por abrir a programação musical de sábado.
Às 22 horas, os Tranquiliza assumem o Palco São Mateus, preparando o ambiente para a atuação de Tony Carreira, que encerra a noite neste palco.
O Município de Campo Maior volta a promover, no ano letivo 2026/2027, os seus Projetos de Formação Artística, uma iniciativa que, há mais de uma década, tem proporcionado a centenas de campomaiorenses, de todas as idades, a oportunidade de desenvolver competências em diferentes áreas das artes do palco.
As inscrições para a nova edição ainda se encontram abertas e são gratuitas, podendo ser realizadas online, através de formulário próprio (aqui), ou presencialmente no Centro Cultural de Campo Maior.
Nesta edição, os projetos abrangem quatro áreas de formação: Ballet Clássico, Viola, Dança Oriental e Teatro (Entre Palcos). Os horários das respetivas aulas serão divulgados posteriormente.
A iniciativa pretende continuar a aproximar a comunidade das diferentes expressões artísticas, proporcionando uma oferta formativa diversificada e acessível à população.
No âmbito dos Projetos de Formação Artística, os participantes podem subscrever um seguro de acidentes pessoais, com um custo anual de cinco euros e uma franquia de 50 euros.
A subscrição do seguro é opcional. Quem optar por não o subscrever terá, obrigatoriamente, de entregar um Termo de Responsabilidade, através do qual o utente ou o respetivo encarregado de educação declara abdicar do seguro.
O cumprimento de uma destas duas condições — subscrição do seguro ou entrega do Termo de Responsabilidade — é obrigatório para a frequência das aulas.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) promoveu na passada terça-feira, 22 de setembro, uma ação de formação dedicada ao Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), que decorreu na Sala de Atos dos serviços centrais da Universidade Politécnica de Portalegre, dirigida a trabalhadores da Administração Pública Local.
A formação foi dinamizada pela formadora Ana Filipa Magalhães, proporcionando aos participantes uma abordagem teórica e prática às principais obrigações e procedimentos associados à proteção de dados pessoais no contexto das entidades públicas.
Ao longo da ação foram abordados diversos temas, nomeadamente o enquadramento legal do regime de proteção de dados em Portugal, os conceitos fundamentais do RGPD, as obrigações dos Encarregados de Proteção de Dados, os direitos dos titulares dos dados pessoais e os mecanismos para o seu exercício.
A ação permitiu ainda aprofundar questões relacionadas com as condições de legitimidade para o tratamento de dados, as dimensões de compliance associadas ao regime de proteção de dados, o papel dos órgãos e serviços da Administração Pública e a articulação entre o princípio da proteção de dados, a transparência e o acesso aos documentos administrativos.
Esta iniciativa integra a aposta da CIMAA na qualificação e capacitação dos trabalhadores da Administração Pública Local, contribuindo para o reforço de conhecimentos e competências essenciais ao desempenho das suas funções.
O Centro Cultural de Arronches, espaço onde decorre a esmagadora maioria da atividade da Academia Sénior local, recebeu na tarde da passada sexta-feira, dia 18 de setembro, a cerimónia com que foi inaugurado o ano letivo 2026/27 da referida instituição, no qual se vai completar uma dúzia de anos desde a fundação deste projeto da autarquia.
A dar as boas-vindas a todos os alunos, esteve o executivo do Município de Arronches, representado pelo presidente João Crespo, pelo vice-presidente Paulo Furtado e pela vereadora Maria João Fernandes, que assume igualmente o cargo de coordenadora da instituição. Os autarcas sublinharam o papel fundamental que a Academia tem para a comunidade sénior, garantindo que a Câmara Municipal continuará a apoiar toda a atividade da instituição para que nada falte aos alunos e aos dinamizadores das diversas disciplinas, também eles ali presentes. A turma ficou ainda a conhecer o programa previsto para este ano letivo, desde o calendário escolar ao horário pelo qual se irá regular.
O início deste ano teve como novidade a apresentação do teatro ‘Recordando os Velhos Tempos’ encenada pelo dinamizador Miguel Casaca, que teve como grandes protagonistas os alunos da Academia Sénior que se empenharam nos ensaios ao longo das últimas semanas, demonstrando a enorme vontade em voltar à atividade. Este espetáculo foi exibido a toda a comunidade e revelou ser do agradado do público presente, entre o qual se encontravam representadas algumas das entidades parceiras, bem como as instituições particulares de solidariedade social do concelho.
O Município está certo de que este novo letivo será novamente repleto de sucesso para a Academia Sénior de Arronches e que o trabalho desenvolvido manterá ou aumentará a qualidade de anos transatos, aproveitando para desejar publicamente um excelente 2026/27 a toda a comunidade que faz parte da instituição.
A DECO alertou os consumidores para os seus direitos no comércio eletrónico, esclarecendo as dúvidas mais frequentes associadas ao prazo de devolução e ao pagamento dos portes de envio nas compras à distância. De acordo com a associação, os compradores dispõem de 14 dias seguidos após a receção do bem para devolver o artigo sem necessidade de justificação, com exceção de produtos personalizados, bens selados ou bebidas alcoólicas, uma regra de aceitação obrigatória que não se aplica de igual forma no comércio físico.
Relativamente aos encargos do processo, a entidade recorda que a empresa tem a obrigação de reembolsar o valor total do bem e o custo do envio original (caso tenha sido escolhida a opção standard), devendo utilizar o mesmo meio de pagamento da compra. Já em relação aos portes de reenvio do artigo para a loja, a responsabilidade do encargo depende da política previamente informada pelo comerciante — caso esta informação não esteja visível no ato da compra, o custo fica inteiramente do lado da empresa, tal como sucede sempre que o produto apresente defeito.
Tudo para saber sobre o assunto na edição desta semana da rubrica da DECO, com Helena Guerra, do Gabinete de Inovação e Projetos da Associação para a Defesa do Consumidor. Para ouvir no podcast abaixo:
A corrida de touros desta sexta-feira, 25 de setembro, a segunda e última da Feira Taurina de São Mateus, no Coliseu Comendador Rondão Almeida, em Elvas, encerra a temporada dos Forcados Amadores Académicos de Elvas com expectativas elevadas.
O cabo do grupo, Pedro Curião, espera uma corrida à altura da primeira deste São Mateus. “As expectativas são ótimas, são elevadas”, afirma o cabo, lembrando a boa prestação do grupo e dos restantes intervenientes na primeira corrida da feira, no passado dia 19 de setembro.
Para Pedro Curião, o objetivo passa por repetir uma noite em que “foram seis pegas à primeira” e em que o público pôde assistir a um espetáculo que considera de qualidade. “É o que nós esperamos: seis pegas à primeira e que ninguém se magoe. Que seja uma corrida séria, que não defraude o público e que permita a quem está na bancada e a quem pagou bilhete desfrutar do espetáculo”, sublinha.
O desafio desta sexta-feira será colocado por um curro composto por seis toiros. “Serão três toiros da ganadaria Passanha e três toiros de São Marcos”, explica.
Sobre a ganadaria Passanha, Pedro Curião destaca o caráter dos animais apresentados ao longo da temporada, considerando-os “sérios e duros para os forcados”. No que diz respeito ao confronto com animais da ganadaria São Marcos, os Académicos já acumulam alguma experiência. “É uma ganadaria séria também, é uma ganadaria que exige respeito e que o grupo tem conseguido superar com união”, afirma o cabo, acrescentando que as atuações anteriores têm corrido bem e mostrando confiança para o desafio desta sexta-feira.
Cartel reúne experiência e o toureiro da terra
Além dos Académicos de Elvas, o cartel conta com os forcados Amadores de Montemor-o-Novo e com três cavaleiros de renome: João Salgueiro, Rui Fernandes e Marcos Bastinhas, o “cavaleiro da casa”, que Pedro Curião diz ser o “ex-líbris” da cidade.
O cabo diz ainda tratar-se de uma corrida “muito bem montada”, reunindo todos os ingredientes para proporcionar um bom espetáculo. “É uma corrida que tem todos os aliciantes para correr bem, para ser um ótimo espetáculo”, considera.
O cabo dos Académicos deixa ainda um apelo à presença do público elvense, defendendo a importância de apoiar a tauromaquia na cidade e, em particular, o grupo de forcados da terra.
“Uma feira taurina com a qualidade que nós temos aqui em Elvas há muitas terras que gostariam de ter”, afirma, considerando que os elvenses “deveriam aderir” e apoiar as corridas de touros realizadas no Coliseu.
Temporada termina no São Mateus
A corrida desta sexta-feira marca também o encerramento da temporada dos Académicos de Elvas, até porque o grupo mantém a tradição de terminar o ano taurino precisamente na Feira de São Mateus. “Nós costumamos terminar a nossa temporada no São Mateus. O término da nossa temporada é sempre na nossa feira”, explica o cabo, considerando que o grupo se despede assim “no ponto mais alto” da época.
O ano fica marcado também por uma fase de transição para os Académicos de Elvas, depois da mudança de cabo ocorrida no ano passado. Pedro Curião reconhece que esse processo exige tempo e tranquilidade, mas faz um balanço positivo do percurso realizado. “Foi uma temporada relativamente curta, também estamos numa fase de transição e as coisas, neste momento, têm que ser feitas com calma”, refere.
Apesar de uma temporada mais curta, o responsável destaca a juventude e a vitalidade do grupo, destacando que a maioria dos elementos tem conseguido concretizar as pegas à primeira tentativa. “O grupo está muito novo. Um sinal de vida e de vitalidade do grupo é que este ano só ainda pegámos um touro à segunda tentativa, os restantes foram todos à primeira”, salienta.
Com o balanço da temporada a ser positivo, Pedro Curião espera agora fechar o ano da melhor forma: “Estou muito feliz com a temporada, estou muito feliz com os resultados atuais que temos no nosso grupo e creio que vamos rematar a nossa temporada da melhor maneira.”
De Vila Boim para o Palco da Feira, o grupo popular Xumbo Torto irá proporcionar momentos de muita animação e tradição ao público, na noite desta sexta-feira, 25 de setembro, na Expo São Mateus, no Parque da Piedade, em Elvas.
O espetáculo dos Xumbo Torto está marcado para as 21 horas, seguindo-se, no Palco São Mateus, a partir das 22 horas, Budafé.
Com a sua energia e identidade, o músico elvense promete aquecer o ambiente para o espetáculo de Papillon, numa noite dedicada ao rap, ao hip-hop e aos mais novos.
A Cooperativa de Habitação Económica Popular de Campo Maior assinalou recentemente 50 anos de atividade, mantendo-se ativa e com projetos que poderão contribuir para o aumento do parque habitacional do concelho.
Apesar de a construção de novas habitações estar atualmente parada, a cooperativa dispõe de um terreno com cerca de 23 mil metros quadrados, que, segundo Manuel Pedro Saragoça, presidente da Assembleia Geral da Cooperativa de Habitação Económica Popular de Campo Maior, poderá vir a ser infraestruturado e utilizado para construção.
“Continuamos como cooperativa ainda ativos, embora a construção tenha parado, mas neste momento temos um terreno com 23 mil metros quadrados que a qualquer momento pode ser infraestruturado e se pode construir”, afirma.
Para Manuel Pedro Saragoça, a retoma da construção através da cooperativa dependerá, contudo, de alterações nas políticas nacionais de apoio ao setor cooperativo e de melhores condições de financiamento.
O responsável considera que os elevados custos associados à construção e ao financiamento dificultam atualmente a concretização de novos projetos de habitação a custos controlados.
“O nosso Governo, enquanto não apostar mais nas cooperativas, em possibilitar melhores financiamentos, as cooperativas não vão conseguir construir”, afirma, apontando para o aumento dos custos da habitação, das infraestruturas e do crédito.
De acordo com Manuel Pedro Saragoça, estes fatores fazem com que os valores por metro quadrado na habitação a custos controlados ultrapassem os limites previstos na legislação, tornando necessário um maior apoio público.
“Daí que é necessário haver um apoio na parte estatal para reduzir todos estes preços, para que possamos construir habitações a custos controlados”, sublinha.
A necessidade de criar mais oferta habitacional assume, segundo o presidente da Assembleia Geral da cooperativa, particular importância para a população mais jovem. “O grande problema que hoje temos, também em Campo Maior, é a falta de habitação para jovens”, conclui.
A cooperativa mantém assim em aberto a possibilidade de voltar a desempenhar um papel na criação de habitação no concelho, estando a disponibilidade de terreno já identificada, mas dependendo a concretização de novos projetos das condições económicas, financeiras e das políticas públicas de apoio à habitação cooperativa.