Livro de receitas da Avó Beatriz apresentado em Degolados

O Salão Polivalente da Junta de Freguesia de Degolados recebeu no passado sábado, dia 26 de novembro, a apresentação do livro d’ “As Receitas da Avó Beatriz”, um caderno elaborado no âmbito do projeto “Vidas Ligadas”, da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, e que contou com o apoio do Município de Campo Maior.

Este trabalho surge na sequência do acompanhamento feito pelas técnicas da Santa Casa à degoladense Beatriz Pires, conhecida pelos bolos que confecionava, ficando desta forma registadas para a posterioridade algumas das suas receitas.

Marcaram presença na ocasião o presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo, as vereadoras São Silveirinha e Fátima Vitorino, o presidente da Junta de Freguesia de Degolados, João Cirilo, a coordenadora do projeto, Rosália Guerra, e as técnicas de acompanhamento psicossocial Patrícia Miguéns e Ana Remudas, para além de inúmeros familiares e amigos.

“Monólogos da Vacina” no Centro Cultural de Campo Maior esta quarta-feira

João Baião leva ao Centro Cultural de Campo Maior, na noite desta quarta-feira, 30 de novembro, o espetáculo “Monólogos da Vacina”.

O espetáculo, como revela o ator e apresentador de televisão, surgiu em tempos de pandemia, muito inspirado na peça de teatro, de Teresa Guilherme, “Monólogos da Vagina”. João revela ainda que este espetáculo, que não é, na verdade, um monólogo, é uma paródia sobre estes dois anos de pandemia.

A vacina, neste espetáculo, é “sinónimo da fibra e da energia de todo um povo que se materializa através do sorriso na resiliência e na capacidade de superação”.

Juntam-se em palco, a João Baião, nestes “Monólogos da Vacina”, os atores Telmo Miranda, Cristina Oliveira, Mané Ribeiro e Susana Cacela, para além de oito bailarinos.

Os bilhetes para assistir ao espetáculo, que tem início marcado para as 21h30, têm o custo de oito euros.

Ainda é possível contribuir para a campanha “Quartel Electrão”

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Campo Maior recebe, até amanhã, dia 30, equipamentos eléctricos usados, no âmbito da sétima edição da campanha “Quartel Electrão”.

O primeiro prémio do “Quartel Electrão”, que será atribuído à associação que mais equipamentos usados recolher, a nível nacional, é um veículo ligeiro de combate a incêndios no valor de 58 mil euros. O segundo prémio corresponde a 5.000 euros convertíveis em equipamento de protecção florestal. As associações recebem ainda 75 euros por cada tonelada de resíduos que reunirem.

A campanha distribui também prémios por seis regiões – Norte, Centro, Interior, Lisboa e Vale do Tejo, Sul e Ilhas – que correspondem às áreas de recolha dos equipamentos. Há ainda um Prémio Novos Aderentes, criado para incentivar a adesão à campanha por parte de novas associações. Os vencedores destas categorias recebem 750 euros em cartões pré-pagos de combustível.

A associação que mais se destacar na recolha de pilhas será recompensada com um prémio de 1500 euros convertíveis em equipamento de protecção florestal. Um prémio do mesmo valor será atribuído à associação que reunir mais lâmpadas.

Até ao final desta edição da campanha, que arrancou em Janeiro e que tem como parceira a Liga dos Bombeiros Portugueses, a população pode deixar todo o tipo de lâmpadas, pilhas e equipamentos eléctricos fora de uso nos quartéis aderentes do distrito, nomeadamente, AHBV – Arronches; AHBV – Avisenses; AHBV – Campo Maior; AHBV – Elvas; AHBV – Marvão; AHBV – Portalegre e AHBV – Sousel.

A iniciativa tem suscitado o apoio de várias autarquias, não só juntas de freguesia, mas também câmaras municipais, que apelam à entrega de electrodomésticos e outros equipamentos eléctricos em fim de vida como forma de ajudar os soldados da paz. Algumas empresas contactam também o Electrão directamente para a recolha destes equipamentos e solicitam que essa contabilização seja associada à corporação da sua área.

Esta campanha do Electrão tem como objectivo envolver as associações humanitárias na causa da reciclagem de pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos usados, garantindo ao mesmo tempo vários prémios às associações. Globalmente, desde 2021, esta iniciativa já permitiu a recolha de mais de dez mil toneladas de pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos usados.

Banda 1º de Dezembro de Campo Maior prepara desde setembro o concerto de aniversário

No dia 1 de dezembro de 1936 nascia a Banda 1º de Dezembro de Campo Maior. Uma coletividade que completa, na quinta-feira, 86 anos de existência. Para celebrar a data a Banda promove um grande concerto no Centro Cultural de Campo Maior. A Rádio Campo Maior foi acompanhar um dos ensaios da banda, que conta atualmente com 30 elementos.

Quinta-feira, 1 de dezembro, é também o dia em que também o maestro Francisco Pinto celebra 25 anos de direção de bandas filarmónicas. O maestro está há dois anos na direção da banda campomaiorense, mas a sua história com a 1º de Dezembro vem de longa data. “Em 1979 entrei para a banda, vindo de Elvas, com o maestro Francisco Raposo, para aprender mais um pouco, o que é sempre bom, depois regressei em 2020 e, desde aí a experiência tem sido de muito trabalho e temos trabalhado reportórios diferentes, para que a música continue a ser a protagonista”.

Depois de regressar há dois anos à Banda 1º de Dezembro, que conta com 30 elementos, Francisco Pinto refere que a encontrou “diferente e estagnada em termos musicais e formas de trabalhar o reportório”. Neste momento a escola de música funciona de segunda a sexta-feira a partir das 18.30 horas e aos sábados às 10 horas, sendo que ao final da tarde há ensaios.

Francisco Pinto revela que a banda conta, principalmente, com “instrumentos de sopro, mas temos que evoluir, temos já um vasto leque de instrumentos de percussão, também já temos bombo concerto, lâminas, viola baixo, teclado, ou seja, temos desde o flautim à tuba que é o instrumento mais grave”.

Um dos objetivos do maestro é que “todos os estilos musicais” sejam tocados. Para este concerto de aniversário, o maestro revela que “o reportório é muito difícil, estamos a trabalhar desde setembro”, mas acredita que os seus músicos “vão dar o seu melhor e vão conseguir e é isso que lhes transmito, porque acredito neles e eles deixam tudo no palco”.

Nos ensaios da Banda “tem que haver muito sacrifício porque a música exige muito trabalho de nós, por isso nos ensaios trabalhamos afinação, projeção de som, partes técnicas, dinâmicas e o conjunto em si, que levará ao produto final”, que será exibido no Centro Cultural.

Tivemos oportunidade ao longo do ensaio de falar com alguns dos seus membros. Alexandre Muacho toca saxofone e é o mais recente elemento da Banda e revela que foi incentivado pelo seu professor de música a ingressar, garantindo que experimentou e decidiu ficar, porque “é divertido, fui muito bem recebido por todos e gostei disso”.

A prova de que a arte musical é para todas as idades é que, já com 73 anos, João Varela decidiu, depois de estar ligado à música há vários anos, ingressar na Banda 1º de Dezembro, para tocar guitarra baixa. Considera que esta “é uma experiência muito agradável” e garante que “vai ser um grande concerto”.

Há 32 anos que Paulo Miranda integra a Banda de Campo Maior. Neste momento toca tuba e diz que foi o local onde cresceu e “é uma família e onde todos aprendem uns com os outros”. O músico acrescenta que este será “um grande concerto de uma grande banda e com um grande maestro, que é boa pessoa e trouxe coisas novas para a nossa banda”.

Já Leonor Soutino tem 13 anos, mas desde os cinco que ingressou na 1º de Dezembro, uma vez que também a sua mãe já fazia parte da coletividade e garante que aos longos dos anos tem vindo a evoluir ao nível da música.

Ensaios da Banda 1º de Dezembro que decorrem, normalmente, aos sábados, onde a Rádio Campo Maior teve oportunidade de acompanhar um pouco daquilo que é a realidade destes músicos e a forma como trabalham, neste momento, para preparar o grande concerto de amanhã, que assinala os 86 anos desta coletividade campomaiorense.

Delta Q sugere uma experiência de café feita de arte

Em contagem decrescente para o Natal e a pensar em todos aqueles que gostam de oferecer algo único e original à família e aos amigos, a Delta Q sugere a nova RISE Delta Q with Starck, uma máquina de café revolucionária que desafia a gravidade na hora de tirar um expresso “Perfeitamente ao contrário” e com design de Philippe Starck.

Na hora de receber a família ou presentear alguém, a nova máquina Delta Q promete fazer a diferença em qualquer espaço, pelo seu design depurado e intemporal, e no momento de servir o café, injetado de baixo para cima que intensifica o paladar e os aromas naturais do café e traz ao de cima um creme persistente, mantendo a temperatura ideal, e proporcionando um expresso superlativo.

[shc_shortcode class=”shc_mybox”]

A mais recente novidade, a nova máquina RISE Delta Q with Starck está disponível em três cores – branca, preta e terracota -, e pode ser encontrada na loja online mydeltaq.com e nas lojas The Coffee House Experience ou nos canais tradicionais a um PVPR de 279€.

A máquina RISE Delta Q with Starck pode ser adquirida em conjunto com dois copos de expresso e dois copos de bebidas longas. Será também possível comprar à parte o conjunto de copos, quatro copos de expresso ou dois copos expresso e dois copos bebidas longas, com o PVPR recomendado de 34€.

[/shc_shortcode]

Pai Natal, duendes e brinquedos na Praça da República de Elvas

Aldeia do Pai Natal, Casa dos Duendes e Fábrica dos Brinquedos são algumas das atividades a decorrer no evento “Elvas Cidade Natal”, a decorrer entre 7 de dezembro e 8 de janeiro, na Praça da República de Elvas.

Trata-se de um projeto que pretende “repensar e complementar aquilo que é o Natal na cidade e que atrai sempre muita gente”, como nos referiu Rondão Almeida, presidente da câmara de Elvas.

O projeto “resulta de um investimento superior a 100 mil euros. Iremos transformar a Praça da República numa verdadeira feira para a crianças, mas eu acho que esta projeto vai dar resposta também aos jovens e aos pais. Já se fala na existência de espaços para venda de produtos regionais, vamos ter carrocéis e outros elementos para atrair pessoas”, garantiu o autarca.

Rondão Almeida não tem “dúvidas de que é uma ideia de excelência e que está a ser muito bem recebida pelos elvenses. Agora temos é que a conceber, em conjunto com o movimento associativo, do qual vamos ter um apoio importante e que vai ajudar a dar vida àquela estrutura”.

“Não vamos ter geradores a funcionar 24 horas por dia”

Questionado sobre os gastos energéticos que este projeto pode acarretar, Rondão Almeida garante que vão “seguir todas as normas existentes, até porque ao deixar cair a Pista de Gelo evitam o consumo excessivo, durante 24 horas, dos geradores, que triplicavam em consumo aquilo que nós vamos fazer. Por outro lado, a feira vai funcionar até às oito horas e a iluminação natalícia vai respeitar as normas governativas funcionando até às 24 horas. Nesse sentido, não vejo qualquer tipo de problema, a não ser numa análise critica pelas mesmas pessoas”.

O programa que se estende de dezembro a janeiro, contempla várias iniciativas, tendo como palco o Centro Histórico de Elvas, aliando a diversão e a tradição para todas as idades.

Campo Maior e Elvas recolheram 6800 quilos de alimentos

Os Bancos Alimentares contra a Fome recolheram, durante o fim-de-semana, 2086 toneladas de alimentos a nível nacional, o que representa um aumento de 24% em relação à campanha realizada em igual período de 2021.

No que diz respeito aos concelhos de Elvas e Campo Maior, foram recolhidos “6800 quilos de alimentos, superando, à semelhança do que aconteceu a nível nacional, os números do ano passado”, de acordo com Graça Mocinha, responsável pelo polo de Elvas do banco alimentar.

Graça Mocinha refere que “estes alimentos vêm ajudar nos próximos meses, mas não são suficientes até à próxima campanha”. Por outro lado, nunca é demais recordar que, nos supermercados aderentes, ainda está a decorrer a campanha vale.

A segunda campanha de recolha de alimentos junto de dois mil supermercados, depois do confinamento imposto pela pandemia da Covid-19, envolveu cerca de 40 mil voluntários dos 21 Bancos Alimentares espalhados pelo país.

Crianças do CERN já aprendem a fazer flores de papel e a tocar pandeireta

Com o objetivo de garantir, no futuro, a continuidade das Festas do Povo, a Câmara de Campo Maior está a desenvolver, no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro (CERN), uma Oficina da Flor de Papel e da Pandeireta.

A responsabilidade com a elevação das Festas do Povo a Património Cultural Imaterial da Humanidade é agora “imensa” para os campomaiorenses, lembra a vereadora São Silveirinha, assegurando que esta é uma iniciativa “bastante importante para se incutir o gosto e o conhecimento” nas crianças da arte de trabalhar o papel e de o transformar em flores, bem como de tocar e decorar pandeiretas.

“Arrancamos com a Oficina da Flor de Papel e da Pandeireta no início deste mês, já está de vento em popa e os alunos estão a aderir e a gostar bastante, e os professores também”, diz ainda São Silveirinha.

A iniciativa, que é levada a cabo por técnicas do Município de Campo Maior e pelos professores do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, abrange os alunos do pré-escolar ao 6.º ano de escolaridade.

“O Elvas” goleia o Gafetense por 8-1

“O Elvas” goleou esta tarde de domingo, 27 de novembro, o Gafetense por 8-1, nesta que foi a terceira jornada do campeonato distrital de seniores da Associação de Futebol de Portalegre.

Tiago Espírito Santo fez um hat-trick para os azuis e ouro ao marcar aos três minutos de jogo, aos 65 e 86. Já Okebe bisou na partida, com os golos aos 8 e 28 minutos.

O Clube Alentejano de Desportos marca também aos 74 minutos, com o golo de Bruno Pragana; já ao minuto 82, na sequência de uma grande penalidade marcou João Carlos Lopes, que também bisou ao  fazer golo ao minuto 90+1 de jogo.

Um minuto antes do apito final, aos 90+2 o Gafetense marcou o seu único golo da partida, através Miguel Corado.

Ainda nesta jornada, o Eléctrico empatou a um bola com o Gavionenses e o Mosteirense folgou.

O Clube Alentejano de Desportos volta a entrar em campo no próximo domingo, às 15 horas, para defrontar, em casa, o Elétrico de Ponte de Sor, em jogo da Taça da Associação e Futebol de Portalegre.

Alunos de Campo Maior assistiram e interagiram na peça “Quem Quer Ser Saramago?”

Os alunos do ensino secundário estiveram no Centro Cultural na sexta-feira, dia 25 de novembro, para assistir à peça “Quem Quer Ser Saramago?”, um espetáculo em que as palavra do Nobel português nos guiam através da sua vasta obra, dando-nos orientações e pistas no sentido de compreender, lutar e ultrapassar os tempos conturbados que vivemos.

Esta sessão, pela companhia de teatro Andante, esteve inserida nas comemorações do 19.º Aniversário do Centro Cultural de Campo Maior e serve para assinalar o 100.º aniversário do nascimento de José Saramago.