Sem tempo para descansar, desde o início das Festas do Povo, no passado sábado, a presidente da Junta de Freguesia de São João Baptista, Anselmina Caldeirão, assegura que a sua principal preocupação tem sido olhar por aqueles que
“Temos visitas em casa, temos de dar esse apoio e não há tempo para dormir, porque a minha preocupação também são as pessoas que andam aqui nas horas de maior calor: é dar-lhes água e ter uma cadeira para descansarem”, revela.
Ainda assim, e pese embora o calor e o cansaço, “as pessoas adoram esta festa”. “Dizem que nunca viram uma festa igual a esta, que é encantadora. Estão sentadas cinco minutos à minha porta, mas vão embora cinco minutos depois, mesmo com o cansaço”, acrescenta.
Lamentando a falta de tempo para ajudar, Anselmima Caldeirão agradece ainda a todos quantos colaboraram com a ornamentação da sua rua, a Rua Dr. Telo da Gama, que diz ser “a mais bonita de todas”.
“Quero deixar um agradecimento muito grande a todas as pessoas que se empenharam, que trabalharam e fizeram este lindo trabalho, porque nós não tivemos muito tempo para ajudar nestes trabalhos. E já agora, dar os parabéns a todas as ruas, porque todas estão lindas”, remata.
Depois de percorrer diferentes regiões do país para celebrar as histórias, tradições e comunidades que dão forma à identidade portuguesa, a Delta Cafés conclui esta história de campanhas regionais no território onde tudo começou: o Alentejo. Com “Há muito Alentejo em Delta”, a marca regressa ao seu berço, em Campo Maior, e dá novo significado ao valor da origem, celebrando as pessoas, os saberes e as tradições que moldam o carácter da região – um Alentejo que vê mais além, que é maior, intemporal e que continua a cultivar o futuro.
Nesta campanha, o Alentejo ganha um significado especial para a Delta Cafés por ser a região que a viu nascer, onde se encontram as origens e a génese da marca. Entre campos decortiça, a tapeçaria de Arraiolos, o céu estrelado do Alqueva e as flores de papel que anunciam o regresso das emblemáticas Festas do Povo de Campo Maior, dez anos depois, a campanha dá voz a histórias e pessoas reais, revelando os seus ofícios e celebrando diferentes formas de viver, criar e preservar a região.
Do respeito pelos ritmos da natureza de quem trabalha a cortiça, à continuidade de uma arte transmitida entre gerações, passando pelo olhar de quem encontra no céu estrelado uma janela para o universo, esta narrativa acompanha ainda uma mulher que, com papel, destreza e dedicação, ajuda a preparar o regresso de uma tradição que transformae volta a florir as ruas de Campo Maior em autênticos jardins. Estas são expressões distintas de um território feito de trabalho, criatividade, conhecimento e orgulho nas suas tradições, unidas por uma ligação profunda à região e aos saberes que mantêm viva a sua identidade.
Ao longo destas histórias, o café acompanha os momentos que marcam o quotidiano: o início de um dia de trabalho, a momentos de pausa, a partilha de um saber, o encontro entre pessoas ou uma noite sob o céu, ajudando a manter os sentidos despertos para contemplar as estrelas.São momentos simples, mas profundamente Delta Cafés, porque traduzem traços comuns à marca: a proximidade às pessoas, a valorização das comunidades, a autenticidade dos gestos e a ligação às origens. Porque há um Alentejo que se faz com as mãos, se preserva na memória, se contempla no céu e floresce em comunidade. E há muito Alentejo em Delta!
“Só faria sentido fechar este capítulo de campanhas regionais no Alentejo, a região que viu nascer a Delta Cafés e que continua a inspirar a forma como olhamos para o futuro. Falar do Alentejo é voltar à origem: é falar do tempo, da dedicação, dos saberes transmitidos entre gerações e da força das comunidades que mantêm viva a identidade destaincrível região. E falar da Delta Cafés é, também, descrever uma região e uma origem que tanto nos orgulham. Com ‘Há muito Alentejo em Delta’, quisemos celebrar essa ligação profunda, dando protagonismo a pessoas e histórias reais que mostram diferentes formas de criar, cuidar e olhar para o território. São valores que reconhecemos na nossa marca e que continuam a guiar a forma como estamos próximos das pessoas, das regiões e das nossas origens. É também quando reconhecemos e nos orgulhamos da identidade e da história que nos fizeram quem somos que ganhamos ainda mais confiança naquilo que queremos construir enquanto marca, mantendo viva essa ligação entre a nossa origem e o futuro que queremos continuar a alcançar.”, afirma Mónica Oliveira, Diretora de Marketing e Comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro.
Com visibilidade em meios de exterior e digital, a campanha contará com uma comunicação de forte presença na região do Alentejo e em localizações de elevada afinidade com este território, chegando ao público num momento especialmente simbólico para Campo Maior. Acompanhando o regresso das Festas do Povo, celebra uma tradição que transforma milhares de flores de papel numa expressão única de criatividade, união e orgulho local.
“Há muito Alentejo em Delta” dá continuidade à estratégia de aproximação regional da Delta Cafés, através da qual a marca percorre Portugal para valorizar as pessoas, os ofícios, as tradições e as histórias que tornam cada região única.
A Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem estado a acompanhar, a par e passo, a edição deste ano das Festas do Povo, levando aos ouvintes o ambiente, as histórias e os protagonistas desta grande celebração campomaiorense.
Esta segunda-feira, 10 de agosto, o estúdio desta estação, instalado no coreto do Jardim Municipal de Campo Maior, voltou a ser ponto de encontro de várias personalidades ligadas ao concelho e às Festas do Povo.
Ao longo da tarde, passaram pelo estúdio, para entrevista, os presidentes das três juntas de freguesia do concelho: Anselmina Caldeirão, de São João Baptista, Hugo Milton, da Expectação, e Florival Cirilo, de Degolados. Também Jorge Grifo, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, marcou presença, assim como a cantora Chiquita.
As conversas permitiram conhecer diferentes perspetivas sobre esta edição das Festas do Povo, desde o envolvimento das freguesias e das populações até à importância cultural e turística de um evento que transforma Campo Maior e que, este ano, volta a trazer milhares de visitantes às ruas da vila.
Com o estúdio instalado no coração da festa, a Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem também procurado dar voz aos campomaiorenses e a todos aqueles que contribuem para a concretização das Festas do Povo, acompanhando diariamente a programação e o movimento que se vive nas ruas ornamentadas.
Na galeria abaixo, mostramos-lhe mais algumas das ruas ornamentadas nesta edição das Festas do Povo, que continua a transformar Campo Maior num verdadeiro cenário de cor, criatividade e tradição.
Natural de Campo Maior, Chiquita regressou à vila, no decorrer das Festas do Povo, para apreciar a arte dos seus conterrâneos, que descreve como “um milagre”.
Dizendo que a sua terra é um verdadeiro jardim, em entrevista à Rádio ELVAS/Rádio Campo Maior, a artista, que agradece e dá os parabéns aos campomaiorenses, começa por dizer que Campo Maior não podia estar melhor nem mais bonito.
“Campo Maior está lindo, está maravilhoso. Isto é um paraíso”, diz a cantora, que agradece, em primeiro lugar, às mulheres campomaiorenses, uma vez que é das mãos delas que sai a “beleza toda” das festas: as flores. “Em seguida é que vêm os homens. Então, o meu muito obrigado aos homens de Campo Maior e à população em geral, que, mais uma vez, fizeram o milagre das rosas, dos malmequeres… É um jardim a minha terra”, acrescenta.
Revelando-se “muito feliz” por ver a terra onde nasceu “tão bonita”, Chiquita destaca também a afluência de público ao evento. “Tanta e tanta gente que vem de fora. Eu vinha aí a andar no jardim e ouve-se falar francês, ouve-se falar espanhol e ouvem-se falar até línguas que eu não conheço”, assegura.
Assegurando que as festas são “a cultura de um povo”, Chiquita assegura que sempre representou Campo Maior além-fronteiras, através das tradicionais saias, da maneira de cantar e até da própria alegria das gentes da terra, ao longo dos seus quase 50 anos de carreira: “Sempre falei da minha terra, sempre representei a minha terra. Fui a muitos países e lá representei Campo Maior”.
“Eu parti de Campo Maior tinha 11 anos, em 1963. Em 1969 fui para Paris e levei sempre, no ADN, Campo Maior e a minha gente. Eu sou filha e neta de gente humilde e isto para mim é muito importante”, recorda ainda Chiquita.
A freguesia de São Vicente e Ventosa, no concelho de Elvas, prepara-se para receber mais uma edição das tradicionais Festas de Verão em honra de Nossa Senhora do Rosário, que decorrem entre os dias 12 e 17 de agosto.
A organização está, este ano, a cargo da Associação de Festas e Animação de São Vicente e Ventosa, que promete um programa diversificado, pensado para todas as idades.
Em entrevista à Rádio ELVAS, o presidente da associação, Rúben Ameixa, revela que a preparação das festividades começou logo após a passagem do pendão da anterior comissão de festas, a 15 de agosto do ano passado. “Em outubro ou novembro o cartaz estava praticamente fechado”, assegura.
O objetivo, segundo o responsável, foi manter o modelo de sucesso das edições organizadas pela mesma equipa, entre 2015 e 2019, oferecendo animação para diferentes públicos. O cartaz inclui bailes, concertos, animação com DJs, atividades tauromáquicas e momentos religiosos, procurando agradar tanto aos mais jovens como aos visitantes habituais.
Doya, Deixa Rolá e DJ Avô das Batidas como principais apostas
Nas duas primeiras noites – quarta e quinta-feira, dias 12 e 13 de agosto – a festa é feita com largadas de touros, na Rua Nova do Poente. Rúben Ameixa sublinha que a componente tauromáquica continua a ter grande importância em São Vicente e Ventosa, uma “das imagens de marca” da freguesia, o que justifica a abertura do programa com estas iniciativas.
A partir de sexta-feira, dia 14, inicia-se a programação musical, com baile animado por David Melão, seguido do concerto da dupla Doya, já “muito solicitada”, que mistura flamenco com sonoridades mais atuais. A noite termina com atuações dos DJs Miguel Morais e Boss Dici.
O feriado de 15 de agosto, sábado, dia dedicado a Nossa Senhora do Rosário, será o ponto alto das festividades. O programa inclui, a partir das 9 horas, o tradicional Peditório da Colcha, acompanhado pela Banda 1.º de Dezembro de Campo Maior, missa solene e procissão. Após as celebrações religiosas realiza-se a cerimónia de entrega do pendão, momento simbólico que assinala a passagem da organização das festas para uma futura comissão – caso exista -, tendo em conta o regulamento em vigor.
Durante a tarde realiza-se uma garraiada popular e, à noite, sobem ao palco Helena Brita e Victor Noruegas, seguindo-se a atuação da “banda do momento”, que animou os bairros de Lisboa por ocasião da celebração dos Santos Populares: Deixa Rolá. Pela madrugada fora a animação estará a cargo do DJ Avô das Batidas, que passou por um dos palcos da última edição do Rock in Rio, e Genzi.
No domingo, dia 16, haverá, durante a tarde, na Praça de Touros, nova tourada à vara larga. À noite, o recinto dos espetáculos recebe uma demonstração de zumba pela Gota d’Arte e a atuação da banda Pack 7, que abrange um vasto leque de estilos musicais, terminando a noite ao som do DJ Cuba.
As festas encerram na segunda-feira, dia 17, com uma largada de touros ao final da tarde, baile com Jorge Gomes, concerto da banda Os Contramão e atuação do DJ Manja.
Street food, restaurante, artesanato e atividades para os mais novos
O recinto das festas volta a instalar-se no Bairro Engenheiro António Gonçalves, onde, além dos espetáculos, no polidesportivo, o público encontrará, junto ao jardim, uma zona de street food, restaurante, mostra de artesanato, quermesse, insufláveis e outras diversões para crianças.
As entradas no recinto dos espetáculos são pagas. Na sexta e no sábado o bilhete custa três euros, enquanto no domingo e na segunda-feira a entrada terá o valor de dois euros.
Investimento superior a 25 mil euros
Para concretizar um investimento que “ronda os 25 a 30 mil euros”, a associação promoveu ao longo do ano diversas iniciativas de angariação de fundos, como o tradicional Baile da Pinha, o jantar de celebração do Dia da Mulher, a Romaria de Nossa Senhora da Ventosa, um arraial de Santos Populares e rifas, contando igualmente com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa e de patrocinadores.
Apesar do entusiasmo, Rúben Ameixa alerta para as crescentes dificuldades enfrentadas pelas comissões de festas, apontando o aumento da burocracia e dos custos com licenças, seguros e restantes exigências legais como um dos principais desafios à continuidade deste tipo de eventos.
Ainda assim, as expectativas da organização são positivas. A venda antecipada de pulseiras esgotou e o presidente da associação acredita que as festas poderão beneficiar da dinâmica criada por outros eventos, como as Festas do Povo de Campo Maior, que decorrem na região durante o mesmo período.
Questionado ainda sobre a hipótese de não surgir uma nova comissão que queira organizar as festas de verão de São Vicente em 2027, Rúben Ameixa garante: “Sem festas não ficamos”.
A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo:
As Festas do Povo de Campo Maior continuam esta terça-feira, 11 de agosto, com um programa que tem como principal destaque a atuação dos Bandidos do Cante.
A programação arranca às 21h00, no Palco do Jardim Municipal, com a atuação de Leonor Alegria. Às 21h30, o Projeto de Formação de Música do Município de Campo Maior atua no Largo do Barata.
Os Bandidos do Cante sobem ao palco do Jardim Municipal às 22h15.
A partir das 22h45, o DJ Pekedy anima o Largo do Barata e, às 23h30, Zé Pedro Sousa dá início ao baile no Jardim Municipal, prolongando a animação até às 02h00.
As Festas do Povo de Campo Maior continuam até ao próximo domingo.
O programa Ambiente em FM desta semana dá-nos a conhecer o Festival Internacional de Cinema Periferias, a decorrer até 15 de julho em Marvão e Valência de Alcântara.
O grande destaque da programação ambiental vai para a exibição do documentário Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta, realizado por Marco Altberg e Tainá de Luccas. A obra centra-se no testemunho de Davi Kopenawa Yanomami, um dos mais emblemáticos líderes indígenas na defesa da Amazónia, reunindo também o contributo de diversas personalidades brasileiras.
Através desta narrativa audiovisual, o festival lança um alerta urgente para a destruição da floresta tropical e para os riscos das alterações climáticas para o futuro da humanidade. Além disso, o programa sublinha a importância crucial dos povos originários na conservação da natureza e no equilíbrio dos ecossistemas
Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:
Na manhã de domingo, 12 tabuleiros representantes das freguesias do concelho de Tomar desfilaram nas Festas do Povo de Campo Maior.
A iniciativa insere-se no conjunto de parcerias estabelecidas pela Associação das Festas do Povo que trouxe vários festas congéneres de Portugal e Espanha até à vila na edição 2026 das festas das flores campomaiorenses.
As Piscinas Municipais de Elvas continuam a ser um dos espaços mais procurados durante o verão, não só para fazer face às temperaturas elevadas, mas também pelas condições que oferecem aos utilizadores. Limpeza, manutenção, zonas de sombra, ambiente e preços acessíveis são alguns dos aspetos mais valorizados por quem frequenta o recinto.
Marta Conceição, que trabalha no espaço de restauração das piscinas e aproveita os dias de folga para usufruir do recinto, considera que a higiene é um dos pontos fortes das instalações. “As pessoas conseguem controlar aqui minimamente a higiene, tanto da água como da relva, do piso e das casas de banho”, afirma, acrescentando que existe uma preocupação constante em manter o espaço limpo.
Entre os utilizadores encontram-se também jovens integrados no programa de Ocupação Municipal de Tempos Livres (OMTL) da Câmara Municipal de Elvas. Rodrigo Ribeiro escolheu desenvolver a sua atividade nas Piscinas Municipais e destaca o contacto diário com quem frequenta o recinto. “Há muita gente de fora do país, de Badajoz e assim”, refere, explicando que a maioria dos visitantes já conhece o espaço e que a equipa procura adaptar-se a todos os utilizadores.
O ambiente vivido nas piscinas é outro dos aspetos destacados pelos frequentadores. Mariana Catita, utilizadora habitual do recinto, considera que “o ambiente está belíssimo” pelas manhãs, e sublinha que os preços praticados tornam o espaço bastante acessível. “Paguei 5,25 euros pela entrada e pela espreguiçadeira. Para um dia de piscina é um preço ótimo”, refere, destacando ainda a existência de várias zonas de sombra.
Com boas condições, um ambiente familiar e valores considerados acessíveis pelos utilizadores, as Piscinas Municipais de Elvas continuam a afirmar-se como uma das principais opções de lazer no concelho, durante a época balnear.
As Festas do Povo de Campo Maior prosseguem esta segunda-feira, 10 de agosto, com um programa que reúne música tradicional, cante alentejano, flamenco e baile, tendo como um dos destaques a atuação de João Mendonza.
A programação tem início às 19h30, no Palco do Largo do Barata, com o Grupo de Cantares “Abelterium” .
Às 21h00, João Mendonza sobe ao palco na Igreja Matriz. Meia hora depois, às 21h30, o grupo À Capelas atua no Palco do Jardim Municipal, enquanto o grupo “Trigueirão no Relheio” se apresenta no Palco do Largo do Barata.
O baile com Tiago Afonso começa às 22h30 no Largo do Barata e pelas 22h45 os Onda Flamenco atuam no Palco do Jardim Municipal.
À meia-noite, os Cromos da Noite animam o Jardim Municipal, enecrrando a programação do dia até às 02h00.
As Festas do Povo decorrem até domingo, dia 16 de agosto.