O projeto “RadAR – Os estudantes como atores-chave na gestão do radão”, é um projeto de ciência cidadã em Portalegre, que se concentra na problemática da exposição a concentrações elevadas de radão no interior de edifícios.
Este projeto é desenvolvido pelo Instituto Superior Técnico, pela Agência Portuguesa do Ambiente, com o apoio da Ciência Viva e é financiado pelo projeto RadoNorm. O projeto RadAR tem uma duração de 9 meses, de setembro de 2023 a maio de 2024, e um orçamento de 25 mil euros.
Os objetivos passam por promover a consciencialização da população sobre o radão e os seus efeitos na saúde, promover a monitorização de radão numa zona do país ainda pouco caracterizada, e fornecer aos cidadãos as informações necessárias para uma efetiva redução da concentração de radão nos casos em que se verifiquem concentrações elevadas.
Tudo para saber sobre este projeto no programa desta semana “Ambiente em FM”, com José Janela, da Quercus, que pode ouvir na emissão às 12.45 e às 16.30 horas ou no podcast abaixo:



Portugal é um dos sete países a receber 690 milhões de euros, atribuídos pela Comissão Europeia, para continuar a desenvolver as reservas estratégicas de produtos médicos e químicos, biológicos, radiológicos e nucleares.
Foi na região sudoeste de Angola, mais especificamente na ilha-montanha da Serra da Neve, que uma equipa internacional de cientistas, incluindo quatro portugueses, nomeadamente Mariana Marques, formada na Universidade de Évora, descobriu uma nova espécie de lagarto sem patas.

A Universidade de Évora participou na elaboração do livro “25 espécies aquáticas que estão a invadir Portugal”, do projeto LIFE INVASAQUA, que contou com a colaboração de 20 autores de capítulos, 11 centros de investigação e nove instituições de ensino superior, numa colaboração entre o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, a Wilder – Rewilding your days e a Universidade de Évora.