Exposição de Presépios em vários espaços municipais Campo Maior

Está patente até dia 30 deste mês uma exposição de Presépios de Rui Cambóias, em vários espaços municipais, uma mostra integrada na programação da iniciativa “Campo Maior, Onde Tudo Se Faz Natal”.

Durante as próximas semanas pode visitar esta coleção no Museu de Arte-Sacra, no Lagar-Museu do Palácio Visconde d’Olivã, na Casa-Museu Santa Beatriz da Silva, no Espaço.Arte e no Centro Cultural.

Ajudar quem mais precisa: nem a pandemia coloca entraves na missão dos voluntários do MTA de Elvas

Em tempo de Covid-19, e durante dois períodos de confinamento, todos fomos alertados para a importância e, em muitos casos, a obrigatoriedade, de ficar em casa, privilegiando o teletrabalho. Mas participar em ações de voluntariado foi uma das exceções previstas ao dever de recolhimento geral. Mesmo na pior altura da pandemia, muitos voluntários continuaram a dedicar parte dos seus dias à missão de ajudar os outros.

Em Elvas, o Movimento Teresiano de Apostolado (MTA), com os seus vários projetos, de cariz social, de apoio aos mais necessitados, ainda que tenha conhecido algumas limitações, não ficou parado. Exemplo disso é o programa “Ajudar a Crescer”, através do qual os voluntários procuram fornecer alimentação e vestuário, não só aos bebés, até dois anos, assim como às famílias dessas crianças.

“Asseguramos a alimentação, a roupa, tudo o que é necessário ao bebé, mas ajudamos também a mãe e o pai, porque para o bebé estar bem, sabemos que também o cuidador tem de estar bem”, começa por explicar a responsável por este projeto, Manuela Mendes. “Há muita falta de afeto, muitas mães jovens, e tentamos, com o nosso atendimento, ajudar, não só o bebé, mas o todo da família”, acrescenta.

Apesar da pandemia, garante a voluntária, o apoio às mães de bebés, que mais necessitam destas ajudas, não deixou de ser feito, ainda que de uma forma diferente. “Demos sempre resposta, nunca abadonámos, porque pensamos que, agora, com maior necessidade e mais frágeis, não podíamos deixar de parte”, assegura. Em vez de semanal, o apoio a estas famílias, contudo, passou a ser mensal: “uma vez por mês, para não haver tanta deslocação, demos sempre o correspondente a cada semana, mas de uma só vez”.

Para poder ajudar os mais necessitados, o MTA tem contado sempre com o apoio, quer da população, quer de entidades privadas e algumas instituições. No caso do projeto “Ajudar a Crescer”, ajuda financeira da Fundação Mariana Martins, até porque, recorda Manuela Mendes, são necessários “os leites, as substituições dos leites e a medicação”. Já a comunidade acaba por ser solidária, doando, muitas vezes, tudo o que sejam roupas, e não só, que possa servir para os bebés destas famílias.

Para além de “Ajudar a Crescer”, o MTA de Elvas tem também os projetos da Loja e Roupeiro Social, para fornecer roupa às famílias; “Passos da Noite”, através do qual se leva uma refeição quente, por dia, a quem mais dela precisa; “Mateus 25”, para apoio aos reclusos do Estabelecimento Prisional de Elvas; “Porta a Porta”, para a entrega de pão a mais de 30 agregados familiares; e “Coração d’Ouro”, que apoia idosos, ao domicílio, em situação de isolamento.

Para a mentora do MTA de Elvas, a irmã Maria de Fátima Magalhães, só é possível encontrar sentido e razão de viver, fazendo dela um serviço aos outros, que é, na prática, aquilo que os voluntariados fazem, diariamente, através dos vários projetos. “O homem só se realiza se se der, se for amado e se amar. A vida é um dom de Deus e nós só encontramos sentido para a mesma, dando-nos, fazendo dela um serviço aos outros”, garante. “Eu encontro muita gente que não tinha sentido para viver e através destes projetos encontram razão de viver”, diz ainda.

Hoje, 5 de dezembro, é Dia Internacional do Voluntariado.

Farmácias sem testes grátis porque o que SNS paga “é ridículo”

No distrito de Portalegre, são apenas duas as farmácias a realizar testes rápidos de antigénio, de forma gratuita: uma em Campo Maior e outra em Portalegre.

Com as novas medidas de combate à Covid-19, impostas pelo Governo, é obrigatório, entre outras, apresentar um teste negativo para visitar utentes de lares ou doentes internados em hospitais e outras instituições de saúde.

Orlanda Póvoa fez chegar à Rádio ELVAS o seu descontentamento e a dificuldade que está a ter em realizar este tipo de teste: “em Elvas tentei agendar mas o preço não era nada convidativo, uma vez que tinha que pagar ou 20 ou 25 euros. Em Campo Maior, podia fazer no Clube de Saúde, e pagava 7.50 euros, ou na farmácia Central, a única aderente nestes dois concelhos. O problema é que a lista de espera é enorme. Na minha opinião, deveriam haver mais farmácias aderentes. As autoridades de saúde deveriam agir no sentido de incentivar as farmácias a aderir porque é um direito dos cidadão ter acesso a estes testes”.

Maria do Céu Fernandes é a responsável pela farmácia Lux, em Elvas, e explica que decidiu não aderir a esta testagem gratuita porque “para fazermos os testes temos que ter uma área e uma pessoa só disponível para isso porque não vai estar em contacto com quem pode estar infetado e com os outros utentes da farmácia. Além do material ser todo muito caro, o Serviço Nacional de Saúde não paga nem o tempo do profissional, que ali está exclusivamente para isso, nem o material. O que pagam é ridículo. Não valoriza nem o ato que está a ser feito”.

Atualmente, a farmácia não faz qualquer tipo de testagem. Se a procura aumentar muito, a farmacêutica pondera designar um profissional só para esse serviço que será “pago pelo cliente”.

Farmácia Central de Campo Maior desdobra-se para dar resposta à necessidade de testagem

A Farmácia Central em Campo Maior é uma das duas farmácias, no distrito de Portalegre, que faz testes gratuitos à Covid-19, o que não se assume tarefa fácil.

Ana Luísa Neto, diretora técnica da Farmácia Central, em Campo Maior afirma que há muita afluência, por parte de várias localidades vizinhas, tendo em conta que os testes são obrigatórios em várias situações, adiantando que não tem sido fácil dar resposta, tendo em conta os recursos humanos disponíveis. “A afluência continua a ser muita, tal como foi no verão e, nesta altura mais ainda, porque o teste vai ser obrigatório para visitas aos lares, em qualquer evento desportivo ou não, pelo que a afluência tem sido muito grande, não só por parte de campomaiorenses, mas sobretudo de localidades próximas”.

A realização de testes está a ser feita por marcação, revela Ana Neto, adiantando que, para dar resposta, “está a ser complicado porque acima de tudo somos uma farmácia e temos que prestar o nosso serviço principal, este é um serviço extra e estamos a canalizar de acordo com as nossas possibilidades, ao nível de recursos humanos”.

Têm sido feitos mais de 50 testes por dia, nesta farmácia, explica a diretora técnica garantindo que se mais farmácias aderissem, não haveria esta afluência e seria mais fácil dar uma melhor resposta e mais célere a todas as pessoas”, remata Ana Neto.

Modalidade “Casa Aberta” este domingo no Centro de Saúde de Campo Maior

A modalidade “Casa Aberta” encontra-se disponível para a vacinação contra a Covid-19 ou contra a Gripe de utentes com idade igual ou superior a 75 anos.
São elegíveis para a dose de reforço no regime de “Casa Aberta” os utentes que não tiveram COVID-19 e já completaram o esquema vacinal há pelo menos 180 dias.
A ULSNA informa que este domingo, 5 de dezembro estão abertos todos os Centros de Vacinação concelhios, incluindo o Centro de Saúde de Campo Maior e exceto o de Arronches, das 9 às 17 horas.

Elvas tem mais quatro casos Covid e três altas

O concelho de Elvas regista, este sábado, 4 de dezembro, quatro novos casos de infeção por Covid-19, e também mais três recuperações da doença, pelo que estão agora 23 casos de infeção, ativos.

Desde o início da pandemia, o concelho registou 1816 casos positivos, 29 óbitos e 1764 altas.

Alentejo regista 140 novos casos de Covid-19

O Alentejo regista este sábado, 4 de dezembro, 140 novos casos de Covid-19, e não foram registados óbitos, associados à doença.

Na região, desde o início da pandemia, já foram reportados 42.831 casos de infeção 1.065 vítimas mortais.

Portugal com mais 5.659 casos Covid e 22 mortes

Portugal regista este sábado, dia 4 de dezembro, mais 5.649 casos de Covid-19 e 22 mortes, associadas à doença.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 3.233 casos de recuperação.

Em todo o território nacional, há 879 doentes internados, menos 23 que ontem, 130 em unidades de cuidados intensivos, mais um, nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, Portugal registou 1.085.654 casos de infeção, 18.514 mortes e 1.163.001 altas.

CIMAA recebe a primeira tranche do financiamento para a Barragem do Pisão

A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), entidade responsável pela execução da Barragem do Pisão, recebeu primeira tranche do financiamento, na ordem dos 15,6 milhões de euros, correspondentes a 13 por cento do valor de financiamento do PRR, para fazer frente aos custos associados aos trabalhos prévios necessários nesta fase.

No âmbito do projeto, está por dias a entrega do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que permitirá a Emissão da Declaração de Impacte Ambiental, prevista para 2022.

A Barragem do Pisão é uma aspiração e reivindicação histórica das populações do Alto Alentejo, com mais de meio século. Segundo o cronograma submetido à Comissão Europeia, as obras estarão terminadas em 2025 e tanto os projetos como os estudos detalhados devem estar concluídos até ao final deste ano.

Conheça as regiões espanholas que exigem certificado Digital e em que situações

O aumento de contágios por Covid-19, em Espanha e da variante ómicron aceleraram a extensão do certificado digital, em grande parte do país, pela obrigação de o apresentar para aceder a serviços como a hotelaria, espaços noturnos e visitas a centros de Saúde, no entanto as exigências são diferentes, em vários territórios.

Há seis regiões espanholas que não pedem qualquer certificado: na Extremadura, na Comunidade de Madrid, em Castilla-La Mancha, Castilla y León, La Rioja e Astúrias.

Em duas regiões está pendente o aval da justiça, é o caso da Andaluzia que pretendia implementá-lo para o acesso aos centros de saúde e lares, mas não obteve o aval do Superior Tribunal de Justiça da Andaluzia (TSJA) porque não incluiu o tempo em que a medida iria durar. No entanto, o governo regional fará um novo pedido especificando que a medida vigorará até ao Dia de Reis.

Já Cantabria não o exige, de momento, mas isto poderá mudar, porque o governo regional quere pedir o aval judicial.

Já o resto das comunidades autónomas exigirá certificado digital para alguns serviços. As autoridades consideram que a medida promove a vacinação, no momento em que a incidência da Covid-19 aumentou 31 pontos nos últimos dois dias, para 248 casos por 100 mil habitantes, com aumento da transmissão de 30% na última semana. A questão é que cada território o aplica com critérios diferentes.

Em Aragão, o governo regional recebeu na sexta-feira a aprovação do Supremo Tribunal para implementar o certificado até 8 de janeiro em “lugares sensíveis”: espaços noturnos e eventos com mais de 500 pessoas em ambientes fechados e mil no exterior. De momento não será exigido em festas sociais ou familiares, nem estabelecimentos hoteleiros.

Nas Ilhas Baleares, será exigido em restaurantes com mais de 50 lugares, bares e festas com mais de cinquenta participantes. Já era preciso para ir a discotecas e lares de idosos.

Nas Canárias, o proprietário de uma empresa ou o organizador de um evento aberto ao público pode exigir o certificado COVID aos seus clientes. Esta decisão está pendente de ratificação pelos tribunais, mas nas Canárias já não se pode entrar sem o certificado, pois o que se iniciou o rastreio dos viajantes nacionais que chegam às ilhas por via aérea ou marítima: todos eles devem apresentar um certificado de vacinação, de recuperação da doença, ou teste negativo.

A Catalunha já o exigia para restaurantes, ginásios e visitas a lares, estendendo-se a cinemas, teatros, auditórios e centros comerciais, embora apenas se houver restauração no seu interior.

A Comunidade Valenciana já o exige em hotéis, restaurantes, espaços de lazer e entretenimento, com capacidade para mais de 50 pessoas; em espaços para atividades recreativas, eventos e festivais de música com mais de 500 pessoas, bem como em lares e hospitais.

A Galiza tem autorização judicial para requerer o certificado em quatro áreas: espaços noturnos, albergues que queiram ocupar 100% da capacidade, visitas a hospitais e restaurantes no interior e em bares e cafés a partir das 21 horas.

Murcia só o exige em locais de lazer ou festas com 100% da capacidade. Atualmente existem localidades que o limitaram a 30%, pois apresentam risco de incidência muito alto.

O País Basco ativou o decreto de Emergência Sanitária, que permite ao Governo implementar medidas restritivas. A partir deste sábado, além disso, o certificado digital será exigido em locais de diversão noturna, dança e entretenimento, bem como em restaurantes.

Navarra exige em bares e discotecas, restaurantes com mais de 60 pessoas e para espetáculos culturais.