O Alentejo regista este sábado, 1.806 novos casos de Covid-19 e mais dois óbitos.
Desde março de 2020, na região, foram registados 97.119 casos positivos e 1.131 mortes.
Portugal regista este sábado, 5 de fevereiro, mais 41.511 infetados com Covid-19 e mais 44 óbitos relacionados com a doença.
Nas últimas 24 horas, foram dados como recuperados da infeção 46.439 pessoas, e saíram 36 do internamento, cinco das quais das unidades de cuidados intensivos (UCI). Estão atualmente hospitalizadas 2.409 pessoas, 169 em UCI.
Desde o início da pandemia, já foram registados 2.884.540 casos confirmados de infeção, 20.171 óbitos e 2.226.548 recuperações.
O Instituto Português do Sangue e da Transplantação está a apelar a todos os potenciais dadores que façam a sua dádiva de sangue, nesta altura, em que tem sido particularmente difícil a manutenção das reservas em níveis estáveis, devido, sobretudo, ao elevado número de contágios por Covid-19 das últimas semanas e respetivos isolamentos profiláticos.
Também as habituais infeções respiratórias desta altura do ano têm contribuído para uma redução do afluxo de pessoas candidatas à dádiva de sangue. Estas situações têm estado a causar uma grande redução do número de dadores e o adiamento de sessões de colheita previamente calendarizadas.
Elvas não é exceção, sendo que, de acordo com o diretor do serviço de Imunohemoterapia do Hospital de Santa Luzia, Diego Cruz, “seria bom” que a população doasse sangue, para que se consiga inverter a situação. “Seria a solução para o problema”, garante.
O médico adianta que, para esta falta de sangue, tem contribuído o cancelamento das tradicionais brigadas, que se realizam fora dos hospitais. “Têm sido canceladas, nos últimos tempos, para que se evitem contágios”, revela. A necessidade dos hospitais, em termos de sangue, varia consoante a atividade de cada um, não sendo bom que se esteja abaixo do stock de emergência, explica ainda Diego Cruz.
A verdade é que, por esta altura, o hospital de Elvas, já sem encontra “numa situação de necessidade”, pelo que o médico deixa um apelo à população: “se toda a população pudesse vir dar sangue, seria uma grande ajuda”.
As colheitas de sangue, em Elvas, organizadas pelo Hospital de Elvas, decorrem de segunda a sexta-feira, entre as 9 e as 13 horas, sem necessidade de marcação prévia.
É muito importante o reforço imediato das dádivas de sangue, pois só assim os doentes podem receber os tratamentos que necessitam. Para ser dador de sangue, basta ter entre 18 e 65 anos (o limite de idade para a primeira dádiva é os 60 anos) e ter peso igual ou superior a 50 kg.
As pessoas candidatas à dádiva que tenham tido Covid-19 devem aguardar 14 dias para se candidatarem novamente. Os dadores de sangue, sendo homens, só podem realizar a sua dádiva de três em três meses e, sendo mulheres, de quatro em quatro.
Os hospitais portugueses necessitam entre 800 a 1000 unidades de sangue e componentes sanguíneos todos os dias, sendo que os componentes sanguíneos têm um tempo limitado de armazenamento (35 a 42 dias para os concentrados eritrocitários; cinco a sete dias para as plaquetas).

Este fim de semana, dias 5 e 6 de fevereiro, e de acordo com indicações do Ministério da Saúde, a modalidade de “Casa Aberta” vai estar disponível em todo o Alto Alentejo para a vacinação contra a Covid-19, para todos os utentes com idade igual ou superior a 18 anos.
Decorre também a vacinação contra a gripe de utentes com idade igual ou superior a 50 anos, estando ainda agendadas vacinações de crianças.
São elegíveis para a dose de reforço no regime de “Casa Aberta” os utentes que não tiveram Covid-19 e já completaram o esquema vacinal há pelo menos 180 dias, informa a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.
Em Campo Maior, no Centro Comunitário, a vacinação decorre apenas hoje, sábado, das 9 às 16 horas para crianças e do meio-dia às 16 horas para adultos.
Todos os horários das vacinações, por concelho, no Alto Alentejo, para consultar nas tabelas abaixo.


Uma das três novidades de faturação – a obrigatoriedade de colocação do Código QR, que resume os dados da fatura, incluindo valores e taxas de IVA – já entrou em vigor, depois de sucessivos adiamentos.
As Finanças vão começar a fiscalizar e a aplicar coimas pesadas pela falta do Código QR, após um período de tolerância, sendo que as empresas que emitem faturas sem este código vão arriscar-se a coimas que vão dos 1.500 aos 18.750 euros. Também as empresas que produzem os programas de faturação podem ser multadas, caso comercializem software que não emite documentos com o referido código.
Através deste Código QR, os contribuintes podem receber uma fatura sem NIF e inseri-la, posteriormente, no Portal das Finanças.
As outras duas novidades relacionadas com faturação, que dizem respeito à comunicação de séries e ao ATCUD, através do qual se atribui um número único a cada fatura, de forma a evitar duplicações e a evasão fiscal, só irão entrar em vigor no próximo ano.
A exposição “Arte na Diferença”, que resulta de trabalhos realizados pelos utentes da APPACDM de Elvas, está patente no Espaço.arte, em Campo Maior.
Esta é a primeira exposição deste espaço, desde a sua inauguração, e “vai de encontro ao cuidado que a instituição tem para com os campomaiorenses”, segundo o presidente da câmara de Campo Maior, Luís Rosinha.
Luís Mendes, presidente da APPACDM de Elvas, considera que “dada a ligação da instituição ao concelho de Campo Maior faz todo o sentido inaugurar esta mostra no Espaço.arte”.
A exposição está patente até dia 3 de Abril, no Espaço.arte em Campo Maior.
Portugal registou, nas últimas 24 horas, 47.199 novos casos de Covid-19 e 50 óbitos associados à doença.
Nas últimas 24 horas, registaram-se 46.469 casos de recuperação.
Esta sexta-feira, dia 4, em todo o território nacional, há 2.445 doentes internados, mais cinco, 174 em unidades de cuidados intensivos, mais 19 em relação ao dia anterior.