O novo espaço museológico “Monforte Sacro”, abre esta terça-feira, 17 de outubro, ao público, depois de ter sido, oficialmente inaugurado, na passada sexta-feira.
Trata-se de um projeto de reabilitação da Igreja do Espírito Santo, antiga igreja de Monforte, que permitiu a colocação de 15 painéis de azulejos do século XVIII, num investimento de cerca de 800 mil euros que deu lugar a este novo museu, onde se retratam passagens da vida e milagres da Rainha Santa Isabel.
Para a vereadora na Câmara de Monforte, Mariana Mota, este é um espólio azulejar “único, pela extensão que tem, sendo maior representação iconográfica da vida e milagres da Rainha Santa Isabel e está aqui em Monforte, pelo que estamos muito orgulhosos disso”.
Ana Paula Amendoeira, Diretora Regional de Cultura do Alentejo, considera que este é um projeto “extraordinário e com elevada importância para a região”.
Patrícia Cutileiro, conservadora e restauradora que esteve 28 anos em Monforte, e atualmente está no Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas considera que é “gratificante” ver o trabalho final do projeto.
O objetivo, segundo Patrícia Cutileiro, é naquele espaço “constituir um centro de estudos da Rainha Santa Isabel, trazendo turistas e investigadores para dar a conhecer este espólio ao país e ao mundo”.
A conservadora e restauradora adianta ainda que para já haverá um guia a explicar às pessoas o que estão a ver, mas no futuro, o objetivo é instalar painéis interativos.
“Monforte Sacro”, que abre hoje ao público, depois de ter sido inaugurado na passada sexta-feira. A mostra pode ser visitada de terça-feira a sábados, das 9 às 16 horas, aos domingos e feriados das 10 às 13 horas, encerrando nos dias 1 de janeiro, domingo de Páscoa, feriado municipal, dia do trabalhos e 24,25 e 31 de dezembro.


A exposição de arte contemporânea moçambicana “Kutlangana”, patente no espaço.arte, em Campo Maior, até dia 7 de janeiro, foi inaugurada na tarde de ontem, sábado, 21 de outubro.
A Associação Amigos dos Animais de Campo Maior, em parceria com o Município e com o apoio de várias instituições e empresas do concelho, organizou ontem, sábado, 21 de outubro, mais uma Cãominhada.
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Campo Maior completa este domingo, 22 de outubro, 74 anos desde a sua fundação.



Com algum atraso, uma vez que estava previsto já terem tido início, as gravações de “Sr. Rui”, a série a ser produzida pela Coral para a TVI, sobre a vida e obra de Rui Nabeiro, começam, ao que tudo indica, esta semana, em Campo Maior.
É na Igreja Matriz de São Tiago de Rio de Moinhos que tem início, amanhã, domingo, 22 de outubro, às 10 horas, o percurso “Fantástica Serra D’Ossa”, no concelho de Borba, em mais uma caminhada inserida no TransAlentejo Walking Festival.

“Clausura”, obra de arte da autoria de Pedro Calapez, que integra a coleção António Cachola, em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), encontra-se, neste momento, em exposição no Museu Berardo, em Estremoz.
Para o presidente da Câmara de Estremoz, José Daniel Sádio, é importante que se possa continuar a trabalhar “em rede”, para que a região vá “ganhando escala”, garantindo ser “um orgulho” ter esta peça de Pedro Calapez na cidade. “O MACE é uma referência, não só no Alentejo, mas no país, e esta parceria que aqui iniciámos abre espaço para um caminho fantástico de valorização dos dois municípios, mas também da região, do país, da arte e da cultura”, diz ainda.
Depois do acidente em dezembro do ano passado, que para além dos feridos que provocou, fez ainda elevados estragos na carrinha do clube, o União Futebol de Degolados viu-se obrigado a deixar para trás, por enquanto, a prática de atletismo e futsal.
As caminhadas do TransAlentejo Walking Festival chegam amanhã, sábado, 21 de outubro, a Terena, para um percurso de dificuldade média, de cerca de 15 quilómetros.