Portalegre, Évora e Beja em alerta amarelo devido ao mau tempo

Chuva.jpgPortalegre, Évora e Beja, assim como mais seis distritos de Portugal continental estão até às 15 horas do dia de hoje, quarta-feira, dia 25, sob aviso amarelo devido ao mau tempo que se faz sentir, com previsão de aguaceiros, por vezes fortes e com granizo, e ainda trovoadas, segundo o Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA).

O IPMA emitiu também um aviso amarelo para os distritos de Faro, Beja e Setúbal até ao meio dia de hoje, devido à previsão de vento forte, com rajadas até 80 quilómetros por hora.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe risco para determinadas atividades, dependentes da situação meteorológica.

Eleições presidenciais a 24 de janeiro

Eleies.jpgO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, marcou hoje as eleições presidenciais para 24 de janeiro de 2021.

Se nenhum dos candidatos obtiver mais de metade dos votos validamente expressos, não se considerando como tal os votos em branco, o segundo ato eleitoral acontece “no vigésimo primeiro dia posterior ao primeiro” entre os dois candidatos mais votados, ou seja dia 14 de fevereiro.

De acordo coma lei, “tanto o primeiro como o eventual segundo sufrágio realizar-se-ão nos 60 dias anteriores ao termo do mandato do Presidente da República cessante”, que é no dia 9 de março de 2021.

Estado de emergência aprovado até 8 de dezembro

Assembleia_Republica_Portugal_2.jpgA renovação do estado de emergência por mais 15 dias foi aprovada esta sexta-feira, dia 20, na Assembleia da República. PS e PSD e Cristina Rodrigues votaram a favor, BE, CDS e PAN abstiveram-se e PCP, PEV, Iniciativa Liberal, Chega e Joacine Katar Moreira votaram contra.

O próximo período vai vigorar entre 24 de novembro e 8 de dezembro.

Esta tarde, o Conselho de Ministros reúne para determinar as medidas que vão entrar em vigor.

Alentejo com subida de 26% de desemprego

IEFP.jpgA região Alentejo, no final de setembro tinha cerca de 18 mil desempregados, uma subida comparada com o período antes da pandemia de 3.800 desempregados.

Arnaldo Frade, delegado regional do IEFP no Alentejo explica que “houve um aumento do desemprego, comparado com 2019, com uma subida na ordem dos 26 % na região”. Mas “a variação em cadeia, ou comparando o número de desempregados comparado com o mês anterior há uma subida de 2%”.

No entanto, o Alto Alentejo “em termos desta variação em cadeia é a única zona onde se verifica um decréscimo do número de desempregados, o que é uma esperança de que as coisas possam evoluir da mesma forma em toda a região”, no entanto Arnaldo Frade sabe que “os números são voláteis, mas neste caso esta região é aquela que começa a apresentar números mais positivos”.

“Esta é uma boa notícia, no entanto estas situações instáveis, tendo em conta a pandemia que vivemos”.

Região Alentejo que regista um aumento de desemprego na ordem dos 26%, no entanto o Alto Alentejo é a região onde se verificou uma descida no número de desempregados.

Região Alentejo que regista um aumento de desemprego na ordem dos 26%, no entanto o Alto Alentejo é a região onde se verificou uma descida no número de desempregados, na comparação entre meses anteriores.

Carta de condução vai estar disponível no telemóvel

CartaConduao.jpgA carta de condução vai passar a estar disponível em formato digital e, quando numa operação stop as forças de segurança pedirem o documento, o condutor pode fazê-lo através do telemóvel. Caso os agentes de autoridade não disponham de meios eletrónicos para essa leitura, o condutor terá de apresentar os documentos em papel na esquadra em cinco dias.

Esta é uma das alterações que o Governo vai fazer ao Código da Estrada que prevê também multas mais pesadas para o uso de telemóvel ao volante.

Os condutores vão poder agregar à carta de condução os documentos do veículo, como o registo de propriedade, o comprovativo do seguro e a ficha de inspeção, numa aplicação no telemóvel.

Ministério da Agricultura paga 22,8 milhões de euros a agricultores

AgriculturaSustentavel.jpgO Ministério da Agricultura vai proceder, na próxima semana, ao pagamento, por antecipação, da segunda tranche da medida M7.2 – Produção Integrada, inicialmente previsto para 30 de outubro, no valor de 22,8 milhões de euros, e que corresponde a 35% do valor da medida.

As condições ficaram reunidas esta terça-feira, dia 3, e o Ministério da Agricultura refere ainda que no mês outubro, foram também pagos aos agricultores portugueses 453 milhões de euros, dos quais cerca de 420 milhões de euros correspondem a adiantamento das ajudas incluídas no chamado pedido único (Ajudas Diretas, Apoio às Zonas Desfavorecidas e Medidas Agro-ambientais).

Apesar das dificuldades decorrentes do atraso associado à situação de pandemia na submissão das candidaturas pelos agricultores, o Governo assegurou, ainda em agosto, uma antecipação extraordinária de 110 milhões de euros, e que corresponderam ao pagamento de 67 milhões de euros na medida de apoio à Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas, de 31 milhões de euros na medida de apoio à Produção Integrada e de 11 milhões de euros na medida de apoio à Agricultura Biológica. Importa sublinhar que foi a primeira vez que, no quadro regulamentar em vigor desde há mais de 10 anos, estes pagamentos tiveram lugar antes do mês de outubro.

Reguengos de Monsaraz com projeto de economia circular

Reguengos.jpgO Município de Reguengos de Monsaraz vai implementar o projeto economia circular, que numa primeira fase pretende tratar as águas residuais das indústrias e posteriormente também as habitacionais para serem usadas, essencialmente, para rega, permitindo poupar este recurso tão precioso para o planeta.

Miguel Singéis, vereador do Planeamento, Ordenamento do Território, Urbanismo e Ambiente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz refere que ainda há uma necessidade de utilizar água tratada da rede para a manutenção de viaturas e rega dos espaços verdes, mas existe a “consciência que essa água pode ser poupada e usadas as águas residuais”.

O projeto Economia Circular levado a cabo pelo município pretende pegar nessa água residual, armazená-la, tratá-la e utilizá-la na rega, nas lavagens de viaturas e até mesmo para combate a incêndios, salienta o vereador.

Isto evita que se compre água, havendo aqui uma poupança não só financeira, mas também ambiental.

Reguengos tem cerca de quatro hectares de terrenos e uma parte e regada com água tratada da rede e a ideia e que toda a rega seja feita com água que já foi reutilizada.

O objetivo para o futuro é conseguir tratar mais água que possa ser usada nas habitacionais em instalações sanitárias ou máquina de lavar roupa, pois esta água tratada tem grande qualidade.

Advogada de Campo Maior acusada de burla cumpre pena em Tires

Tribunal_560.jpgA advogada, com escritório em Campo Maior, condenada a pena efetiva por seis crimes de abuso de confiança, burla e prevaricação de advogado, deu entrada ontem, sexta-feira, dia 24, no Estabelecimento Prisional de Tires para cumprir pena.

De recordar que, em outubro de 2016, a advogada foi condenada a sete anos e meio de prisão efetiva pelo Tribunal de Portalegre. Foi ainda proibida de exercer a atividade de advocacia pelo período de quatro anos e condenada a pagar um montante global de quase 55 mil euros a sete ofendidos.

Os factos que levaram à sua condenação ocorreram entre janeiro de 2009 e fevereiro de 2012, tendo a mulher recebido dos lesados quase 47 mil euros.

IPP avalia impacto da Covid-19 nas Organizações de Economia Social

ipportalegre_1.jpgInvestigadores do Instituto Politécnico de Portalegre em conjunto com o Politécnico de Setúbal desenvolveram o estudo “Economia Social no contexto Covid-19”.

O estudo teve por objetivo analisar a realidade e o impacto da covid-19, ao nível da economia social, nas instituições e IPSS do país, que trabalham nas diversas áreas, onde foram avaliados um conjunto de fatores, a nível financeiro, limitações atividade prestada, entre outros, explica Joaquim Mourato, coordenador do estudo no IPP.

A redução das contribuições devido ao cancelamento ou suspensão de serviços prestados pelas instituições originou uma quebra de receita nas IPSS, “mais de 80% das instituições inquiridas manifestou este problema, por outro lado uma parte significativa revela que aumentaram as despesas com aquisição de EPI, questões de isolamento, custos com pessoal adicionais, o que levanta um problema sobre a viabilidade económica e financeira destas instituições”, refere Joaquim Mourato.

Também 19% das instituições manifestou dificuldade em honrar pagamentos com prazos de liquidez imediata, e Joaquim Mourato explica que “é importante realçar que uma parte significativa das instituições que estão nesta situação dramática financeira, são da área da cultura e artes”. “Temos várias instituições que estão em risco de fechar ou prestar serviços em algumas valências, o que pode levar ao encerramento destas instituições nos próximos dois meses”.

Joaquim Mourato afirma que “esta situação é dramática”, porque numa altura em que o país, perante a Covid-19, todas estas fragilidades e desigualdades vêm à tona e torna-se mais relevante uma resposta social, uma vez que está em causa a continuidade de serviços.

O estudo adianta ainda que 23% das OES registaram dificuldades de comunicação com entidades públicas, nomeadamente, a Segurança Social e as Câmaras Municipais.

Por outro lado “os mecanismos de apoio extraordinário não chegaram às instituições, apenas 29% recorreram ou vão recorrer, e a maior parte ao lay off”. O responsável pelo estudo no Instituto Politécnico de Portalegre alerta de que “é necessário fazer algo mais para evitar que estas instituições encerrem portas”, e demonstra-se “feliz por o Governo depois de conhecer os resultados deste estudo ter apresentado um programa de apoio às IPSS e esperamos que outras medidas surjam para salvar esta área de intervenção fundamental”.

O estudo “Economia Social no contexto Covid-19” envolveu um universo de 557 Organizações da Economia Social, de todos os distritos de Portugal (incluindo regiões autónomas), através de um inquérito online realizado entre 27 de maio e 8 de julho de 2020 que permitiu conhecer a realidade destas organizações.

Festas do Povo na fase de repescagem das 7 Maravilhas

Festas_Povo_Arquivo_F.jpgAs Festas do Povo de Campo Maior vão hoje, domingo, dia 16, à fase de repescagem do concurso “7 maravilhas da Cultura Popular”, depois de terem alcançado o segundo lugar na fase distrital, no programa da RTP.

João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, diz que do seu ponto de vista, “estas são as festas mais bonitas da região, e é para Campo Maior e para os alentejanos uma honra que esta candidatura passe à final, não só pelo trabalho e dedicação dos campomaiorenses, mas também porque só há um sitio no mundo onde as flores só nascem quando o povo quer, e esse sitio é Campo Maior”.

O presidente do município campomaiorense apela a todos que votem e reconheçam “o trabalho efémero dos campomaiorenses”.

Para votar nas Festas do Povo de Campo Maior para que passem às meias finais do concurso das 7 maravilhas da cultura popular pode ligar o 760 207 739.