Dinamizando a oferta curricular destinada às crianças que se encontram a frequentar o Programa de Apoio ao Estudo e Ocupação de Tempos Livres da Câmara Municipal de Arronches durante o período de férias letivas de verão, a autarquia encontra-se a promover uma série de atividades ligadas às mais diversas áreas lúdicas e culturais.
Nesse âmbito e numa proposta efetuada aos encarregados de educação, que prontamente anuíram, esteve, nas instalações do programa, o artista Guillermo Rebollo Mira, do Museo Papercraft, sediado na localidade espanhola de Olivenza, para dar a conhecer o seu projeto de artesanato em papel, ensinando a criar figuras em três dimensões.
Distribuídas por dois grupos, numa divisão efetuada por faixas etárias para que os conteúdos fossem devidamente adaptados à idade das turmas, as crianças do Educ’Arte, inspiradas pelas obras apresentadas pelo artista, tiveram oportunidade de fazer as suas próprias esculturas em papel, num momento de grande riqueza estética.
A Rede de Rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora, em Campo Maior, foi inaugurada esta terça-feira, 21 de julho, numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, do presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, de vários autarcas da região e de diversas entidades ligadas ao setor agrícola.
O programa teve início no Centro Cultural de Campo Maior. Seguiu-se uma visita ao perímetro de rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora, culminando com as intervenções protocolares e o descerramento da placa evocativa da inauguração.
Considerado um projeto estruturante para o concelho de Campo Maior e para o Alto Alentejo, o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora abrange atualmente uma área beneficiada de 1.560 hectares, alimentada pela Barragem do Abrilongo. A infraestrutura inclui cerca de 44 quilómetros de condutas, 70 hidrantes, 106 bocas de rega e um sistema de distribuição de água sob pressão, energeticamente eficiente e com forte aproveitamento da gravidade.
Ministro destaca investimento na gestão da água
Na cerimónia, o ministro da Agricultura e Pescas sublinhou o caráter estratégico do investimento, enquadrando-o na política nacional para os recursos hídricos. “É estruturante, é estratégico. Não é por acaso que uma das dez prioridades do Governo é o programa ‘Água que Une’. O objetivo é investir até 2030 cerca de 5.400 milhões de euros e, posteriormente, mais 4 mil milhões. É um investimento que traz retorno económico e permite tirar partido das potencialidades dos territórios”, afirmou José Manuel Fernandes.
O governante destacou ainda que estes projetos reforçam a competitividade da agricultura, promovem a coesão territorial e contribuem para a fixação da população no interior.
“A agricultura é segurança alimentar, mas é também economia, competitividade e coesão territorial. Estes investimentos ajudam a proteger o território através da presença das pessoas e incentivam igualmente a renovação geracional”, referiu.
José Manuel Fernandes salientou ainda que estão atualmente em curso investimentos na ordem dos 600 milhões de euros em infraestruturas de água para a agricultura, considerando-os essenciais para o desenvolvimento do setor.
Projeto aguardado há um quarto de século
Também o presidente da Câmara de Campo Maior destacou a importância da conclusão de uma obra há muito aguardada pelos agricultores.
“É um investimento que fazia falta há cerca de 25 anos. No concelho já existem cerca de seis mil hectares de regadio na zona do Caia e agora iniciamos aqui mais 1.500 hectares, com a expectativa de podermos chegar aos 2.200. Para um concelho com cerca de 250 quilómetros quadrados, esta capacidade de rega é verdadeiramente importante e permitirá novos investimentos e novas formas de fazer agricultura”, afirmou Luís Rosinha.
Apesar da satisfação pela concretização da infraestrutura, o autarca recordou o longo período de espera.
“Hoje é dia de festa, mas fica a marca de um quarto de século de espera por uma infraestrutura crucial para a vida e para os investimentos destes agricultores”, acrescentou.
Emprego e competitividade no horizonte
Por sua vez, o diretor da Associação de Beneficiários do Abrilongo, Nelson Barreto, considerou que o novo perímetro de rega já está a produzir efeitos na atividade agrícola.
“Estamos a falar de um projeto que vai seguramente trazer mais emprego. Já há agricultores e empresas agrícolas a adaptar as suas explorações e a preparar novas culturas em função desta infraestrutura”, afirmou.
Nelson Barreto mostrou-se igualmente confiante na possibilidade de o perímetro de rega ser alargado para os cerca de 2.200 hectares inicialmente previstos, explicando que existem áreas confinantes que poderão vir a ser integradas futuramente.
Terceira fase do projeto já está em preparação
O responsável aproveitou ainda para defender o rápido avanço da terceira fase do projeto, nomeadamente da construção da estação elevatória.
“Há agricultores que, devido à diferença de cotas, ainda não conseguem receber água. Foi-nos transmitido que o caderno de encargos para essa estação elevatória está a ser preparado e esperamos que, dentro de cerca de dois anos, essas explorações também possam ser servidas”, disse.
A construção da rede de rega representou um investimento de cerca de 19 milhões de euros, financiado pelo PDR2020, inserindo-se num investimento global de aproximadamente 25 milhões de euros destinado à conclusão de todo o Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora.
Com a entrada em funcionamento da nova infraestrutura, passa a ser possível aproveitar plenamente a água armazenada na barragem do Abrilongo, construída em 2000, garantindo um abastecimento mais fiável aos agricultores, aumentando a competitividade das explorações agrícolas e promovendo uma utilização mais sustentável dos recursos hídricos.
O auditório da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) recebeu no dia 16 de julho, a apresentação do projeto eGuard, um Sistema de Teleassistência e Monitorização a Pessoas Vulneráveis, concebido pela Agência de Desenvolvimento para a Sociedade da Informação e do Conhecimento (ADSI), em parceria com a Guarda Nacional Republicana (GNR).
Já implementado em vários distritos, como Guarda, Viseu, Castelo Branco ou Bragança, o eGuard é um serviço que abre um canal de comunicação direto e imediato entre a GNR e os idosos ou pessoas mais vulneráveis, mitigando assim o risco dos cidadãos em situação de dependência, incapacidade, solidão ou isolamento.
Vereadores e técnicos dos Municípios do Alto Alentejo marcaram presença nesta sessão, que contou com a apresentação detalhada do sistema, esclarecimento de dúvidas e uma pequena demonstração do seu funcionamento.
O equipamento do utente, permite enviar pedidos de SOS, fazer chamadas com a plataforma eGuard – monitorizada 24h pela GNR – e ainda envia dados sobre a posição geográfica do portador de forma periódica.
O pátio do Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas (MAEE) recebe, na quinta-feira, 23 de julho, pelas 21h30, mais uma sessão de “Cinema no Pátio”, numa iniciativa que convida o público a desfrutar do cinema ao ar livre, num dos espaços culturais mais emblemáticos da cidade.
A sessão será dedicada à curta-metragem portuguesa, com a exibição de cinco obras de realizadores nacionais: “Páscoa”, de André Ruivo; “Água Morna”, de Pedro Caldeira e Pedro Graça; “Francisco Perdido”, de Frederico Mesquita; “Cada Dia que Passa…”, de Emanuel Nevado; e “S.O.S”, de Bruno Soares. A seleção reúne diferentes abordagens cinematográficas, proporcionando ao público uma oportunidade para conhecer e valorizar o trabalho de jovens realizadores e a diversidade da produção audiovisual portuguesa.
Promovida pelo Município de Elvas, esta iniciativa integra a programação cultural de verão e pretende aproximar a comunidade da sétima arte, oferecendo uma experiência cultural diferenciada num ambiente acolhedor e ao ar livre.
Pela primeira vez, Cláudia Portela assume a responsabilidade de ser “cabeça de rua” do Largo da Casa do Povo nas Festas do Povo de Campo Maior, que decorrem entre 8 e 16 de agosto. À frente de um grupo de cerca de 30 voluntários, esta campomaiorense lidera um projeto que começou a ganhar forma em janeiro e que promete transformar aquele largo da vila num autêntico jardim florido.
Embora esta seja a sua estreia como responsável pela ornamentação da rua, Cláudia Portela já participava há vários anos na elaboração das tradicionais flores de papel. A decisão de assumir o desafio surgiu após o desaparecimento da anterior cabeça de rua.
“Já tinha participado várias vezes aqui no Largo da Casa do Povo, sempre com a feitura das flores de papel. Este ano, como a cabeça de rua já não estava entre nós, havia a necessidade de alguém assegurar o Largo. O meu marido apanhou a mercearia que era da minha mãe e nós decidimos avançar, que o Largo não podia ficar sem ornamentar”, explica.
Um projeto construído em equipa
Para concretizar o projeto, reuniu familiares e amigos, criando um grupo de trabalho que conta com cerca de 30 pessoas. “Convidámos um grupo de amigos e de família, reunimos frequentemente, agora com mais intensidade porque estamos mesmo a terminar os trabalhos”, refere.
A organização do grupo passa também pelas novas tecnologias. “Criámos um grupo de WhatsApp e convidámos as pessoas. As pessoas que pertencem a este grupo, ninguém mora aqui no Largo, a não ser o meu marido que tem aqui um comércio. Estão ligados por afinidade connosco, são pessoas amigas que decidiram apadrinhar o projeto”, explica.
As tarefas são distribuídas de acordo com as competências de cada um: “Uns fazem flores, outros cortam, outros colam e é um bocadinho assim a divisão das tarefas. Nunca estamos todos a tempo inteiro, há pessoas que trabalham em casa e enviam os trabalhos.”
Um jardim florido como inspiração
O tema da decoração surgiu de forma natural e rapidamente reuniu consenso entre todos os elementos da equipa. “Começou a ser muito óbvio, começaram a sugerir o tema e eu dizia: ‘Ai, não, não pode ser, é mesmo esse tema!’. Foi unânime”, recorda.
Depois de escolhido o conceito, seguiram-se as cores, o desenho do projeto e a seleção das flores que melhor se enquadravam na ideia. “Projetámos aqui no Largo as estruturas, o teto e as colunas. O nosso objetivo é transformar o Largo num jardim, num jardim bem florido. Mas tem que haver uma estrutura por trás que sustente o teto e dê estabilidade, porque tem que durar uma semana, contra o sol, o calor e, esperemos, sem chuva”, afirma.
Confiança num resultado à altura das Festas do Povo
A poucos dias do início das Festas do Povo, Cláudia Portela mostra confiança no resultado final e acredita que o trabalho desenvolvido ao longo de vários meses será recompensado. “A nossa é a rua mais bonita porque o nosso projeto vai ser o mais bonito. Foi uma coisa muito trabalhada e queremos passar este detalhe da flor, que para nós é aquilo que caracteriza as Festas do Povo”, sublinha.
Hospitalidade de Campo Maior em destaque
A responsável destaca ainda o espírito de hospitalidade que marca Campo Maior durante este evento. “É típico os campomaiorenses receberem bem, terem a mesa na rua, convidarem as pessoas. Há sempre amigos e há sempre um convidado”, garante.
O convite fica lançado para todos os visitantes. “De 8 a 16 de agosto cá vos esperamos. Visitem o Largo da Casa do Povo. Espero que gostem da nossa rua”, remata Cláudia Portela.
A DECO e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) iniciam hoje, 21 de julho, uma colaboração que permitirá reforçar a informação a todos os consumidores sobre o Programa de Apoio Extraordinário à Renda. Muitos agregados vivem atualmente na incerteza sobre um apoio que deveria ser automático e sem sobressaltos, mas, por diferentes motivos, há dificuldades na informação e no acesso ao mesmo, razões que motivaram a celebração da parceira para o desenvolvimento deste serviço de informação da DECO.
O Apoio Extraordinário à Renda representa para muitas famílias uma ajuda determinante para o equilíbrio do orçamento mensal. A interrupção inesperada deste apoio ou a existência de erros no seu processamento pode aumentar significativamente a taxa de esforço com a habitação e dificultar o cumprimento de outras despesas essenciais.
A DECO há muito que reivindica que os programas públicos na área da habitação sejam simples, automáticos e eficazes.
O desconhecimento sobre o programa e procedimentos a adotar por parte dos consumidores evidencia que ainda há um défice de informação que deve ser combatido. E o problema maior é que esta falta de informação atinge, sobretudo, quem tem menos margem para a absorver: as famílias mais vulneráveis.
Para a DECO a complexidade do sistema não pode ser transferida para os consumidores. O IHRU partilha desta visão, razão pela qual, pretendeu reforçar a sua colaboração com a DECO, por forma a contribuir para a capacitação e literacia dos consumidores nesta área. Através desta parceria, a DECO passa a assegurar um atendimento especializado e gratuito a todos os consumidores que tenham dúvidas sobre o Apoio Extraordinário à Renda.
Este apoio será prestado nas autarquias, em todos os protocolos de colaboração com a DECO e nos nossos Balcões de Habitação e Energia (consulte aqui); nas instalações da DECO e nas suas estruturas regionais (consulte aqui); e através de uma linha telefónica (21 371 02 70) e de um email (habitacao@deco.pt) para quem não pode ou não consegue deslocar-se.
Com este serviço, a DECO pretende reforçar o esclarecimento aos cidadãos sobre os critérios de atribuição do apoio, a verificar a sua situação, a identificar eventuais erros no cálculo da prestação ou da elegibilidade, os prazos e a documentação necessária e os canais disponíveis para reclamar quando as famílias deixam de receber o apoio ou quando são confrontadas com pedidos de devolução pela Segurança Social.
A experiência da DECO demonstra que a falta de informação e a dificuldade em compreender procedimentos administrativos são fatores que agravam a vulnerabilidade habitacional das famílias.
Esta parceria com o IHRU será, assim, um contributo relevante para assegurar que na criação de programas públicos de habitação, o consumidor tem sempre uma associação de consumidores a seu lado para o apoiar e, sobretudo, que esse apoio é gratuito, próximo e especializado.
O IPO Lisboa lançou o selo “Empresa Dadora de Sangue IPO Lisboa”, uma iniciativa que tem como objetivo garantir a dádiva de sangue regular no Instituto.
Em períodos como o verão, marcados por férias e temperaturas elevadas, as dádivas de sangue tendem a diminuir, colocando em risco as reservas, que são essenciais para assegurar a resposta adequada aos doentes. No caso dos doentes oncológicos, a disponibilidade de sangue é particularmente crítica, sendo indispensável para a realização de cirurgias e para transfusões ao longo dos tratamentos.
Com esta iniciativa, pretende-se promover a dádiva de sangue regular como um gesto solidário junto da população adulta, incentivando-a também como um momento de equipa dentro das organizações. Porque a dádiva de sangue é, acima de tudo, um ato coletivo de responsabilidade social.
Ao inscreverem-se como entidades dadoras, as empresas passam a receber alertas para a realização de dádivas em períodos com menor número de agendamentos e podem, ainda, programar antecipadamente as suas doações, organizando pequenos grupos até 10 pessoas.
Para obter o selo, as empresas deverão cumprir os seguintes critérios: realizar, no mínimo, três ações de dádiva de sangue anuais no IPO Lisboa, envolvendo mais de três dadores por ação; promover a inscrição de, pelo menos, 10 novos dadores de sangue (primeira dádiva); e colaborar ativamente na sensibilização interna para a importância da dádiva regular.
As empresas que cumpram estes requisitos recebem um certificado e o selo digital “Empresa Dadora de Sangue IPO Lisboa”, que poderão utilizar nos seus canais de comunicação institucional.
A dádiva está sujeita a avaliação clínica prévia, mediante as regras em vigor em Portugal. Inscreva a sua empresa enviando email para comunicacao@ipolisboa.min-saude.pt.
Chama-se Gabriel, tem apenas cinco anos e, apesar da pouca idade, já enfrentou um percurso de luta contra o cancro que poucos adultos conseguiriam imaginar. Agora, perante o surgimento de um novo tumor e depois de a família ter sido informada de que, em Portugal, poderão já não existir opções curativas, foi lançada uma campanha solidária para ajudar os pais a procurar novas alternativas de tratamento.
A história deste menino de Campo Maior começou quando tinha apenas quatro meses, altura em que lhe foi diagnosticado um retinoblastoma, um raro cancro ocular infantil. Seguiram-se tratamentos, internamentos e exames, numa batalha que conseguiu vencer.
No entanto, a tranquilidade durou pouco. Mais tarde, a família recebeu um novo diagnóstico devastador: um pineoblastoma, um tumor cerebral raro e agressivo. Durante cerca de 11 meses, Gabriel foi submetido a um intenso processo de tratamentos, marcado pela incerteza, mas também pela esperança de recuperar.
Depois desse longo percurso, conseguiu regressar a casa. Contudo, recentemente, os médicos detetaram um novo tumor, reacendendo o pesadelo vivido pela família.
Perante este cenário, os pais recusam desistir sem antes esgotarem todas as possibilidades. Estão atualmente a contactar hospitais, centros especializados e equipas internacionais de oncologia pediátrica e neuro-oncologia, na esperança de obter segundas opiniões médicas que possam abrir caminho a novas opções terapêuticas.
Entre as possibilidades que pretendem ver avaliadas encontram-se tratamentos inovadores, ensaios clínicos, revisões moleculares e genéticas, cirurgia, radioterapia, protonterapia ou qualquer outra abordagem que possa oferecer uma nova oportunidade ao menino.
Para tornar esta procura possível, foi criada uma campanha de angariação de fundos (disponível aqui) destinada a ajudar a suportar os elevados custos associados às consultas de segunda opinião, tradução e envio de documentação clínica, deslocações nacionais e internacionais, estadias junto dos hospitais, exames complementares e eventuais tratamentos que possam vir a ser propostos por centros especializados.
A família sublinha que não procura falsas esperanças, mas apenas a possibilidade de ouvir outros especialistas antes de aceitar que já não existe mais nada a fazer.
Além dos donativos, os pais apelam também à partilha da campanha, acreditando que a divulgação da história de Gabriel poderá chegar às pessoas certas, sejam médicos, investigadores, hospitais ou instituições capazes de indicar novas alternativas.
Com apenas cinco anos, Gabriel continua a demonstrar uma enorme vontade de viver. E é essa força que alimenta a esperança da família de encontrar mais uma oportunidade para continuar a lutar.
A Delta Coffee House Experience abre as portas de uma nova loja em Lisboa. Fica no coração de uma das zonas mais vibrantes e dinâmicas da cidade, o Cais do Sodré, reforçando a presença da marca na capital com uma nova morada dedicada à cultura, à descoberta e à valorização de uma das bebidas mais consumidas do mundo.
Mantendo a promessa “Feel Your Coffee”, a nova Coffee House convida a explorar o universo do café entre diversos blends, origens exclusivas, processos de preparação e diferentes métodos de extração. Localizada na Praça Dom Luís I, nº31, com 110 m² de área interior e uma esplanada com 30 m², o mais recente espaço da marca promete ser o novo ponto de encontro entre residentes, profissionais, turistas e todos os que procuram um spot para abrandar, trabalhar, conversar ou simplesmente apreciar um bom café de assinatura Delta.
Aqui, cada chávena conta uma história. A experiência é imersiva e transporta os visitantes para uma viagem sensorial pelos diferentes sabores e aromas que se prolonga para além do café. Com uma oferta pensada para diferentes momentos do dia e novas propostas alinhadas com tendências de consumo internacionais.
Servem-se slow coffees com diferentes métodos de preparação – seja através de uma V60, Balão, Chemex, French Press ou Aeropress – que realçam todas as notas e aromas do café, mas também bebidas quentes e frias ou cocktails. Para quem deseja uma pausa mais prolongada, há ainda a possibilidade de desfrutar de um pequeno-almoço, de um brunch ou de outras refeições leves, disponíveis a qualquer hora do dia.
As novidades não se ficam por aqui. A partir de hoje, os visitantes podem descobrir a nova gama de bebidas “Feel the Colors”, uma coleção inspirada nas tendências mais recentes que alia sabor, cor e criatividade. Matcha Latte, Golden Latte de curcuma, Pink Latte de beterraba e Purple Latte de ube roxo chegam para proporcionar novas experiências sensoriais, combinando ingredientes naturais com uma identidade visual diferenciadora. A nova gama fica igualmente disponível nas restantes lojas Delta Coffee House Experience.
No novo espaço, o café acompanha os diferentes ritmos da cidade e ganha tempo, detalhe e presença, da primeira bebida da manhã a uma pausa entre reuniões a um final de tarde mais demorado, sempre num ambiente onde o tempo abranda e a experiência assume o protagonismo das vivências.
“A chegada da Delta Coffee House Experience ao Cais do Sodré representa mais um passo na estratégia de crescimento e proximidade da marca junto dos consumidores, reforçando a nossa presença em locais emblemáticos. Escolhemos uma das zonas mais cosmopolitas de Lisboa por refletir a diversidade, a autenticidade e a capacidade de ligação entre diferentes públicos que também definem a nossa marca. Este espaço materializa a ambição de continuar a elevar a experiência de consumo de café, promovendo a cultura do café através da inovação, da qualidade e da descoberta. Queremos que a Delta Coffee House Experience continue a ser uma referência para todos os que procuram viver o café de forma mais diferenciadora, mantendo sempre a excelência e a assinatura que distinguem a Delta há mais de seis décadas”, afirma Clara Melícias, Diretora de B2C do Grupo Nabeiro.
Para assinalar a abertura, a Delta Coffee House Experience do Cais do Sodré promove no próximo dia 16 de julho uma Social Coffee Party. De entrada livre, entre as 18h00 e as 21h00, a festa contará com animação dos Dj Sets Mari Bulhões e Xico Discos. Para acompanhar, os visitantes podem provar uma seleção de cocktails de café especialmente preparados para a ocasião e muitas outras surpresas.
A nova Delta Coffee House Experience do Cais do Sodré está aberta diariamente, de segunda-feira a domingo, entre as 08h00 e as 21h00.
Este é o sexto espaço da marca, que conta atualmente com cinco lojas próprias: quatro em Portugal, em Lisboa — na Avenida da Liberdade (Loja 144 E/F), no Prata Riverside Village (Lote 8, Loja 1), no Amoreiras Shopping Center (Piso 1) e, agora, no Cais do Sodré, na Praça Dom Luís I, n.º 31 —, e no Porto, junto ao Mercado do Bolhão; e uma em França, em Paris, na Avenue de l’Opéra, n.º 36.
Com as temperaturas elevadas a levarem diariamente muitos banhistas às Piscinas Municipais de Elvas, os nadadores-salvadores reforçam a importância de cumprir as regras de segurança e de adotar alguns cuidados de higiene para garantir o bem-estar de todos os utilizadores.
Entre as principais recomendações está a necessidade de tomar duche antes de entrar na água, prender o cabelo quando este é comprido e aguardar alguns minutos após a aplicação do protetor solar antes de entrar na piscina. Os nadadores-salvadores, Lucas e Tatiana, alertam ainda para a utilização de bronzeadores, explicando que este tipo de produto “costuma ser muito oleoso e acaba por deixar resíduos na água”.
Além dos cuidados de higiene, apelam ao cumprimento das normas de segurança do espaço, recordando ainda que o objetivo das indicações dadas é, acima de tudo, para proteger os banhistas. “As normas estão para ser cumpridas. Não é para estragar a diversão, é por uma questão de segurança”, sublinham.
Devido ao forte calor que se faz sentir, aconselham ainda os utilizadores a manterem-se hidratados, a procurar locais de sombra sempre que possível e a evitar uma exposição prolongada ao sol durantes as horas de maior calor.
Segundo os nadadores-salvadores, as manhãs costumam ser o período mais tranquilo para frequentar as piscinas municipais. Já durante as tardes e, sobretudo, aos fins de semana, a afluência aumenta significativamente, registando-se também a presença de muitos visitantes provenientes de Espanha. “Se quiserem desfrutar de um banho tranquilo, o ideal é virem de manhã, porque há menos gente”, refere Tatiana.
Embora estejam preparados para atuar em situações de emergência, explicam que a principal missão passa pela prevenção. Ao longo do dia mantêm uma vigilância permanente de todo o recinto, circulam junto às piscinas, esclarecem eventuais dúvidas e sensibilizam os banhistas para o cumprimento das normas. “Trabalhamos, acima de tudo, na prevenção, falando com as pessoas e explicando o que se pode e não se pode fazer”, explica Lucas.
Os profissionais admitem que a maioria das pessoas respeita as indicações dadas, apesar de, por vezes, ser necessário repetir alguns avisos. Ainda assim, garantem que o seu objetivo passa sempre por assegurar que todos possam desfrutar das piscinas em segurança e num ambiente agradável.