Como é habitual, os Centros de Saúde do distrito encontram-se abertos hoje até às 19 horas para efeitos de emissão de atestados, permitindo assim dar resposta às necessidades da população neste âmbito.
A exceção verifica-se em Portalegre, onde o atendimento está a ser assegurado pela Unidade de Saúde Pública, mantendo-se o Centro de Saúde encerrado para este efeito.
O Coral Públia e Hortênsia de Castro de Elvas terminou 2025 com um número considerável de novos elementos. Atualmente, o grupo é formado por cerca de 30 coralistas.
Mostrando-se surpreendido com as cerca de dez pessoas que se juntaram, recentemente, ao grupo, o maestro do coral e presidente da Associação Cultural Públia e Hortênsia de Castro, Vasco Almeida, revela que este último ano foi de muita atividade para a coletividade. “Esperemos que continuem a entrar mais pessoas, para dar continuidade, tanto ao coral como à associação. São boas notícias, porque temos projetos interessantes para 2026, que darão mais vida se tivermos mais pessoas no ativo”, comenta o maestro.
Apelando a todos quantos se possam interessar para que se juntem ao coral, Vasco Almeida garante que, mais que saber cantar, o importante é que as pessoas tenham “disponibilidade, espírito de grupo e vontade de aprender”. “Não é necessário ter noções de música, porque a pessoa vai lá por imitação. A música é muito imitativa. Temos é que saber imitar, mas para isso está lá o maestro, para ensinar: enquanto o maestro der a nota bem, os coralistas vão seguindo”, assegura.
Vasco Almeida, que lidera o coral, enquanto maestro, há já quase oito anos, destaca ainda as mais-valias da criação da associação, em 2022: “foi uma boa mudança, porque temos criado mais projetos, somos mais autónomos a fazer as coisas. Temos essa liberdade e, graças a isso também, temos novas incorporações, porque uma coisa leva à outra”, remata.
Ao longo deste último ano, para além das várias atuações do coral, a Associação Cultural Públia e Hortênsia de Castro promoveu o 1º Festival Internacional de Coros em Elvas e vários workshops de interpretação e técnica coral e vocal, tendo lançado ainda o I Concurso Internacional de Composição Musical de Elvas.
Campo Maior está em contagem decrescente para as Festas do Povo. O evento popular, durante o qual as ruas da vila dão lugar ao mais bonito jardim de papel, está marcado para de 8 a 16 de agosto. As ruas, 11 anos depois, voltarão a ser decoradas com milhares e milhares de flores de papel de várias formas, cores e padrões: flores essas que nascerão, como sempre, das mãos do povo.
Ainda que o anúncio oficial das festas tenha sido feito no passado domingo, dia 11 de janeiro, o presidente da associação das Festas do Povo, João Manuel Nabeiro, garante que o trabalho já se iniciou há algum tempo. “O trabalho já começou há três meses, principalmente naquilo que foi a chamada das pessoas, a que todas responderam: ‘estamos presentes, vamos para a frente com as Festas do Povo’”, começa por dizer.
Entretanto, na segunda-feira, 12 de janeiro, a Associação das Festas do Povo abriu, oficialmente, à população, o seu armazém, instalado na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, para que entre as 9 e as 19 horas as pessoas possam recolher o papel que pretendem para o trabalho a desenvolver. “As pessoas podem dispor do papel que temos para que comecem a sua arte de fabricar as maravilhosas flores que, de certeza absoluta, vão encantar toda a gente”, diz o responsável.
O objetivo é que, a partir daqui, as festas se voltem a realizar de quatro em quatro anos, como acontecia até 2015. Apesar da vontade de alguns, João Manuel Nabeiro explica por que motivos não fazia sentido o evento realizar-se todos os anos: “todos nós sabemos que o trabalho é muito forte e iríamos repetir, todos os anos, a mesma coisa. Assim, de quatro em quatro anos, é aquilo que o povo quer”.
“O povo manifestou a sua alegria de estarmos neste propósito de fazermos as nossas queridas Festas do Povo. A todos eles, o meu agradecimento, o reconhecimento da Associação das Festas do Povo”, remata João Manuel Nabeiro.
No âmbito da continuação do Projeto “Vacinação 60+”, promovido pelo Departamento de Saúde Pública, realizaram-se mais duas sessões formativas nos concelhos de Castelo de Vide e Gavião.
Estas ações formativas destinam-se a pessoas com 60 ou mais anos que frequentam as Universidades Seniores do distrito de Portalegre e serão desenvolvidas em todos os concelhos do distrito, com a colaboração das equipas das Unidades de Cuidados na Comunidade e Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados dos Centros de Saúde da ULS Alto Alentejo.
O projeto inclui sessões formativas dedicadas às vacinas, abordando o seu mecanismo de ação, a importância da vacinação, bem como a identificação de mitos e desinformação. Integra ainda informação sobre a Campanha de Vacinação 2025/2026 contra a Gripe e a COVID-19. Tem como objetivos principais o de aumentar a adesão à vacinação da população mais velha, por forma a reduzir casos graves, hospitalizações e mortalidade; melhorar a literacia em saúde; e combater a desinformação.
Este projeto valoriza o papel das Universidades Seniores enquanto agentes fundamentais na promoção da saúde e do envelhecimento ativo.
A ULS Alto Alentejo recebeu na passada segunda-feira, dia 5 de janeiro, no Hospital Doutor José Maria Grande, em Portalegre, os profissionais que iniciam a sua formação especializada na região.
Este momento marca o arranque de uma etapa decisiva em que foram acolhidos, com colocação no Internato 2026, três médicos de Formação Geral de Medicina e quatro Internos de especialidade que irão integrar as especialidades de Psiquiatria, Cirurgia Geral, Radiologia e Pediatria, bem como dois residentes de Farmácia Hospitalar, que darão suporte essencial à gestão e segurança do circuito do medicamento.
Estes jovens profissionais vão distribuir-se por várias Unidades da ULS Alto Alentejo, contribuindo para melhorar a resposta assistencial e garantir cuidados de excelência à população.
Este sábado, 17 de janeiro, ficou marcado pela inauguração do novo stand da PMCAR em Campo Maior. Situado estrategicamente, na Estrada Nacional 373, logo à entrada da vila para quem viaja no sentido Elvas-Campo Maior, o novo espaço abriu as portas ao público às 10h00.
Esta mudança de localização, deixando a zona industrial para um ponto de passagem obrigatória, visa oferecer melhores condições de atendimento e uma visibilidade superior para o vasto parque automóvel da empresa, conforme no referiu Paulo Monho “é diferente, tem outras condições e visibilidade é melhor, é bom por isso. Aqui estão todas as viaturas à mostra”.
A PMCar “tem uma vasta gama de veículos, seminovos, novos, usados, há de tudo” disse Paulo Monho, acrescentando que “as viaturas têm garantia. E se houver necessidade, também é possível recorrer ao crédito em excelentes condições, temos as financeiras até de 120 meses, podem usufruir delas”.
O Proprietário finaliza com os horários “Estamos abertos das 9h à 1h da tarde e das 14h30 às 7h. Segunda à sexta e no sábado também abre até à 13h. Toda a gente que quiser e estiver à procura de uma nova viatura pode vir aqui, porque temos aqui um novo stand com a mesma qualidade de sempre. Podem vir cá que não saem sem carro. Levam carro com garantia”.
A Assembleia Municipal de Mora aprovou, recentemente, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano do Município para este ano de 2026, bem como o respetivo enquadramento plurianual até 2030. O documento traduz uma visão estratégica para o concelho, assente num orçamento global de 12,1 milhões de euros e orientado para um desenvolvimento equilibrado e sustentável.
De acordo com o presidente da Câmara, Luís Simão de Matos, este é “um orçamento difícil”. “Ao elaborarmos este orçamento, constatamos algumas dificuldades em termos financeiros: estamos a falar de um orçamento que tem despesas correntes na ordem dos 85%, o que é muitíssimo. Isto prova e mostra que a capacidade de investimento do município, nesta altura, está substancialmente reduzida em relação àquela que era há alguns anos”, adianta.
As despesas com pessoal “rondam os 43%”, sendo que a autarquia tem falta de funcionários, necessários para “colmatar algumas deficiências”. “Agora iremos dotar as rubricas dos investimentos que pretendemos fazer ao longo destes quatro anos, porque neste orçamento é impossível responder já a tudo. De qualquer maneira, não sendo um orçamento que nos satisfaz, é o orçamento possível e que, de alguma forma, começa a responder àquilo que são as nossas responsabilidades”, assegura Luís Simão de Matos.
Das Grandes Opções do Plano fazem parte a construção de um ginásio municipal e a exploração da zona industrial. “Um problema sério que temos diz respeito a questões relacionadas com a habitação, sobretudo na freguesia de Mora, porque nas outras freguesias as coisas estão mais ou menos resolvidas. Há aqui toda uma série de áreas de intervenção municipal em que o orçamento dá resposta. Como eu disse, é um orçamento possível, mas também é um orçamento que reflete um pouco os nossos compromissos com a população”, remata.
O “historiador autodidata”, poeta e guia turístico elvense José Martins apresenta este sábado, 17 de janeiro, pelas 18h30, a obra “Brasões e Escudos de Elvas”, na Casa da Cultura.
Mostrando-se muito satisfeito por poder apresentar este seu livro no âmbito das comemorações dos 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas e do feriado municipal de 14 de janeiro, o autor começa por dizer que a obra demonstra bem o quão a cidade é riquíssima em história. “Elvas tem uma história incalculável e tenho pena que os nossos conterrâneos não dêem o devido valor. Quem gosta de história, que é o meu caso, anda sempre a investigar. Eu nunca estou contente, quero sempre mais. E chego à conclusão que muitas coisas que vêm aqui neste livro não estão à vista do público: estão ocultas, não estão na rua”, revela.
Ao todo, a obra inclui 252 brasões e escudos, associados à história e identidade do concelho de Elvas, documentados com fotografias e respetiva descrição. “Incluí o bispado de Elvas, as juntas de freguesia, que todas elas têm um brasão, e inclusivamente o rancho folclórico de Elvas. Fui também ao Vila Galé, para me deixarem tirar as fotografias, que estão aqui todas incluídas. No Museu Militar a mesma coisa. E uma coisa, que no lançamento do livro do Rui Jesuíno ele já falou nisso, que era ali a antiga botica dos frades de São Domingos, onde era a antiga messe dos oficiais, por cima da porta, que está dentro do museu, está um brasão. Esse pouca gente o conhece cá em Elvas”, adianta José Martins.
Para fechar a obra com “chave de ouro”, e tendo a certeza que quem ler o livro vai gostar do que lá vai encontrar, o autor dá a conhecer a história de vida e árvore genealógica do grande herói da Batalha das Linhas de Elvas: o general André de Albuquerque Ribafria. “Todos os anos falamos do André de Albuquerque Ribafria e ninguém sabe da vivência dele, da vida dele, de como era. E cheguei à conclusão de uma coisa bonita: a mãe dele era natural de Elvas, D. Ângela de Noronha”, explica o historiador.
“Brasões e Escudos de Elvas” é resultado de um trabalho de investigação aprofundado de três anos, que valoriza o património histórico e simbólico da cidade, classificada como Património Mundial pela UNESCO. “Foram três anos de trabalho árduo, com muitos passinhos dados, que eu ando a pé, não tenho carro”, conta, entre risos. Por outro lado, José Martins revela que sem a ajuda de todos os seus colegas de trabalho no Forte de Santa Luzia esta obra não existiria.
Após a apresentação da obra editada pela BooksFactory, “Brasões e Escudos de Elvas” fica disponível para venda no Forte de Santa Luzia, pelo preço de 25 euros.
José Manuel Nunes Martins, que durante 38 anos se dedicou à área do comércio, e embora já reformado, trabalha no Município de Elvas como guia turístico há 14 anos. Ligando desde sempre ao associativismo, o “Zé Poeta”, como é conhecido na cidade, escreve e recita poemas e é ainda autor da obra “Igrejas de Elvas” e dos contos “Heranças e Herdeiros” e “Uma Noiva na Batalha”.
A noite do próximo dia 30 de janeiro (sexta-feira) será de fados no Centro Polivalente de Degolados.
A iniciativa, promovida pelo lar de idosos daquela freguesia de Campo Maior, explica o diretor da instituição, Pedro Bastos, tem como objetivo “angariar o máximo de verba possível” para a realização do maior número de atividades com os utentes.
“Nós temos cerca de 49 residentes, aqui na nossa instituição, e queremos dar algo diferente a estas pessoas, para não terem a monotonia do dia-a-dia a passar e não terem forma de poderem sair, passear, de realizar atividades, tanto internas como externas. Esse é o grande objetivo desta noite de fados: conseguirmos munir-nos da maior quantidade possível de fundos para podermos encarar o plano de atividades que temos delineado da forma mais completa possível”, acrescenta.
No evento participa um conjunto alargados de fadistas, que de forma “muito célere” aceitaram o desafio de participar, contribuindo com o seu talento, no evento: evento que o responsável espera que possa contar com “casa cheia”. A palco irão subir Ana Cirilo, Duarte Silvério, Leonor Alegria, Olinda Moriano, Rosa Maria e Toy Faria, que serão acompanhados por Alexandre Gomes, na viola, e Nuno Cirilo, na guitarra.
Para além do fado, o público poderá ainda degustar de uma refeição “bastante completa”, com caldo verde, salgados, enchidos, queijo, sobremesa e bebidas. “Temos várias coisas para as pessoas poderem estar o mais confortável possível e podermos também usufruir deste momento todos em conjunto: nós, como instituição, e com a população em geral também”, diz ainda Pedro Bastos.
Com um preço de 15 euros, os bilhetes para o espetáculo encontram-se à venda em dois locais: no próprio Lar de Degolados e no Centro Cultural de Campo Maior.
O início do evento, no dia 30, está marcado para as 21 horas.
Os Paços do Concelho de Arronches receberam na passada terça-feira, dia 12 de janeiro, o encontro entre os representantes da autarquia local, da Federação Portuguesa de Atletismo e da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre, uma reunião que, além dos habituais cumprimentos institucionais, visou ainda aferir a disponibilidade das três instituições poderem vir a desenvolver projetos em parceria.
A representar a Câmara Municipal de Arronches, esteve o seu presidente, João Crespo, que recebeu, no seu gabinete, Domingos Castro, presidente do organismo federativo da modalidade e Daniel Madeira e Pedro Carvalho, respetivamente, presidente e vogal da Direção da associação que faz a gestão do atletismo no Alto Alentejo.
Entre os intervenientes, a porta ficou aberta para uma futura colaboração, isto quando são cada vez mais os praticantes da modalidade no concelho e com tão bons resultados alcançados, não só a nível regional, mas também a nível nacional, aos quais não é alheio o apoio que o Município tem vindo a conceder às coletividades das suas três freguesias, naquela que tem vindo a ser uma séria aposta da autarquia na área do desporto.