Animação e diversão no início do Dia da Criança em Campo Maior

Insufláveis, jogos tradicionais, pinturais faciais, dança e pipocas são alguns dos ingredientes das comemorações do Dia da Criança, em Campo Maior, que arrancaram esta quarta-feira, 31 de maio e se prolongam até sexta-feira, 2 de junho.

O local escolhido pelo município foi a Ermida de São Pedro onde, hoje, as crianças do pré-escolar puderam desfrutar de todas as atividades, numa manhã diferente. São Silveirinha, vereadora na Câmara de Campo Maior diz que esta “é uma aposta do município, para trazer as crianças a esta Ermida, tão bonita, onde as crianças podem estar em contacto com a natureza, mas em segurança, onde estão reunidas as condições para umas manhãs muito aprazíveis e de muita animação, ao longo destes três dias”.

Cristina Godinho, coordenadora pedagógica do Jardim de Infância “O Despertar” garante que estas atividade “despertam muito interesse nas crianças e que as ajuda a desenvolver criatividade e imaginação”.

As crianças do Centro Educativo Alice Nabeiro também puderam usufruir desta atividade. Rute Tanganho, educadora nesta instituição de ensino, afirma que esta manhã foi “muito divertida” e garante que “eles adoram estas atividades e divertem-se ao máximo com tudo o que têm disponível”.

A outra instituição que participou nestas atividades com as crianças do pré-escolar foi o Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro. A educadora Fátima Mendes garante que “estão todos muito felizes com as várias atividades, sendo uma mais-valia para eles”.

Dia da Criança que é comemorado em Campo Maior até sexta-feira, com alunos dos vários níveis de ensino, na Ermida de São Pedro.

1º Trail Vila de Campo Maior é “um projeto inovador”, diz Carlos Pepê

O 1º Trail Vila de Campo Maior foi apresentado na noite de ontem, 30 de maio, no Centro Comunitário.

Numa organização do Grupo Campo Maior Trail Runners, este é “um projeto inovador, no âmbito do trail e do atletismo”, garante Carlos Pepê do Grupo, na qual se pretende levar até Campo Maior “não só os atletas da região, mas também alargar trazer atletas de vários pontos do país e da vizinha Espanha, numa tentativa de unir as forças vivas de Campo Maior, no sentido de, todos juntos, fazermos a diferença”.

Todas as iniciativas desenvolvidas pelo grupo têm um cariz social muito marcado, pelo que Carlos Pepê diz que “5% da receita final da prova revertem para a compra de um equipamento para os Bombeiros de Campo Maior”.

As inscrições já estão abertas para as provas, quer nas plataformas online quer nas redes sociais. O dia 7 é dedicado aos mais novos com um Kids Urban Run que decorre nos dias 7, na zona do Castelo de Campo Maior, já no dia 8 iniciam-se as várias competições, com caminhada, um mini trail de 11 quilómetros, um trail curto de 20 quilómetros e um trail longo de 35 quilómetros, que tem início em Ouguela.

Já para o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este será “um evento de sucesso” na vila, que dará destaque “ao património natural e cultural, divulgando todo o nosso património turístico” e que acredita que contribuirá também “dinamizar o concelho e a economia local”.

1º Trail Vila de Campo Maior que foi apresentado ontem, no Centro Comunitário, numa iniciativa que irá decorrer nos dias 7 e 8 de outubro.

Encontro Transfronteiriço de Ballet no Centro Cultural

O Encontro Transfronteiriço de Ballet Clássico teve lugar no Centro Cultural de Campo Maior neste domingo, dia 28.
Orientados pela professora Maria José Cid, este encontro foi uma oportunidade, para os alunos do curso de Ballet Clássico do projeto de formação do Município, de trocar experiências com alunos de Badajoz.
Veja aqui alguns dos momentos deste Encontro Transfronteiriço de Ballet Clássico:

Peças de caça e guerra do neolítico no Museu Militar de Elvas

“Peças de Guerra e Caça do período Neolítico (3.000 a.C.) – A Anta 2 da Mitra” é o nome da exposição que está patente, no Museu Militar de Elvas.

O Coronel Nuno Duarte, diretor do Museu Militar de Elvas revela que esta exposição, que resulta de uma parceria com o Departamento de Arqueologia, da Universidade de Évora, pretende mostrar “artefactos arqueológicos ligados à caça e à guerra, e este ano optámos por este tipo de exposição para diversificar a oferta ao público”.

O Coronel Nuno Duarte explica ainda que a ligação entre estas peças e a guerra, se prende com o facto de “os mesmos utensílios que serviam para caçar animais, naquele período, eram os mesmos utilizados para a defesa”.

O professor Jorge de Oliveira, da Universidade de Évora, afirma que “é um privilégio expor estas peças arqueológicas pela primeira vez e em Elvas, de um dólmen, propriedade da Universidade de Évora, que resultam de escavações desde há 20 anos, e como temos uma grande riqueza, sobretudo, de pontas de seta, machados, que estão relacionados com a caça e a guerra e fizemos aqui um casamento simpático, entre materiais pré-históricos, neste espaço de excelência militar”. Para tal proferiu esta palestra que pretendeu, acima de tudo, “explicar o contexto ritual e os mitos que estão subjacentes aos fenómenos megalíticos, do Norte Alentejano, a zona de maior concentração deste tipo de monumentos da Península Ibérica”.

A exposição com peças de caça e guerra do período neolítico fica patente até dia 10 de setembro, no Museu Militar de Elvas.

Campo Maior: Casa EquiAtiva surge para uma “inclusão mais justa na sociedade”

Com vista a apoiar crianças, jovens e adultos, portadores de deficiência, bem como as suas famílias, Campo Maior vê nascer uma nova associação: a Casa EquiAtiva, um projeto que foi dado a conhecer à comunidade na manhã deste sábado, 27 de maio, no Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada da vila.

O projeto, desenvolvido pelas educadores de infância Anabela Carlos e Joana Monteiro e pela geógrafa Dália Nunes, que assume o cargo de presidente da associação, surge, como a própria explica, da necessidade de reivindicar direitos e melhores repostas, partindo do conhecimento que as três já tinham, em torno da deficiência. “Achámos que havia aqui alguma falta de respostas, que era preciso unirmo-nos, reivindicar mais os nossos direitos, termos melhores condições para uma inclusão mais justa na sociedade”, explica.

A dar os “primeiros passos”, com a Casa EquiAtiva, a equipa que forma e dá corpo à associação pretende-se focar, essencialmente, nas questões do apoio familiar e na procura de terapias. Lembrando que há muita coisa a fazer em matéria de deficiência, Dália Nunes explica que o objetivo é trabalhar “em rede” com outras instituições. “Quem já está no terreno, está a fazer um bom trabalho. Mas há muitas coisas que ainda podem ser feitas”, assegura. Numa primeira instância, será necessário realizar um diagnóstico, para se perceber a realidade e as “reais necessidades” das pessoas com deficiência do concelho de Campo Maior.

Já António Remudas, presidente da Assembleia da Casa EquiAtiva, lembrando a importância das pessoas com deficiência puderem reivindicar os seus direitos, explica que esta nova associação surge após se terem apercebido que não havia qualquer resposta, a este nível, em Campo Maior. “Mesmo em outras localidades do distrito, não se encontra nada deste género”, assegura.

Para este antigo agente da PSP, é fundamental que as acessibilidades, para pessoas como ele, que se move numa cadeira de rodas, sejam outras, alertando para as carências existentes. “Fala-se tanto da inclusão, mas é preciso passar do papel para a prática”, garante. Com esta associação, António Remudas não tem dúvidas que se conseguirá dar uma ajuda importante à população, sobretudo numa fase inicial, uma vez que “ninguém está preparado” para um diagnóstico de deficiência física ou mental.

Para o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, que recorda os esforços que a própria autarquia tem feito nesta área da deficiência, como o recente protocolo para a instalação de uma sala de integração sensorial no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, o nascimento de associações como esta permite que sejam dados pequenos avanços. “São pequenos grãozinhos de areia que todos vamos colocando, para que o nosso país se vá tornando mais inclusivo”, garante. Com a Casa Equiativa, o autarca considera ainda que a população pode passar a ficar mais atenta às questões da deficiência, lembrando que, a este nível, “ainda há muito a fazer”.

Presente na sessão de apresentação desta nova associação esteve também o presidente da APPACDM de Elvas, Luís Mendes, que garante que todas as iniciativas que possam surgir, em prol da causa, “têm suas as mais-valias”. “Quero felicitar, desejar que tudo corra bem e deixar uma porta aberta, em nome da APPACDM de Elvas, trabalharmos uma sociedade mais inclusiva”, diz ainda.

Para já, a associação conta com cerca de 30 sócios e irá funcionar nas instalações da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior. Qualquer pessoa pode ser sócia da associação, sendo a Casa EquiAtiva destinada a pessoas com deficiência, familiares e amigos.

Campo Maior acolhe hoje II Encontro Nacional de Centros de Formação do SNS

Campo Maior acolhe hoje o II Encontro Nacional de Centros de Formação do Serviço Nacional de Saúde. O evento, que tem lugar no Centro de Ciência do Café, é organizado pela Associação Portuguesa de Centros de Formação do SNS.

O presidente da associação, Jorge Oliveira, explica que a escolha do Alentejo para a realização deste evento nacional é um importante passo na descentralização deste tipo de eventos.

Este ano com a temática dedicada ao “Pensar o Futuro”, Jorge Oliveira explica que estes encontros nacionais servem para “desconstruir o que existe, pensar de novo”. “O que queremos que os centros de formação sejam no futuro e que competências que as pessoas que lá trabalham tenham. A maior parte dos centros de formação ainda têm uma visão muito tradicional, institucional e nós queremos que passem a ser centros de futuro, de criatividade, de humanização”, acrescenta, referindo que este é “um desafio muito grande que temos pela frente”.

Até Campo Maior, acorreram profissionais de todo o país, incluindo ilhas. Uma das participantes deste encontro é Teresa Alvim, diretora de recursos humanos do Hospital Beatriz Ângelo, em Lisboa.

Explica que aquilo que a motivou a vir foi “a importância que o mesmo tem, porque dá-nos uma visão mais completa e maior conhecimento”. “São pessoas que vão ajudar-nos imenso a melhorar a nossa atuação e formação dentro do hospital”, acrescenta.

O II Encontro Nacional de Centros de Formação do Serviço Nacional de Saúde contou também com a presença do empresário João Manuel Nabeiro, em representação do Grupo Nabeiro, que na sessão de abertura realçou este “momento significativo em torno de um tema fundamental: a aprendizagem contínua e a capacitação pessoal e profissional na melhoria dos serviços no SNS”.

“Este encontro é um estímulo valioso no sentido de facilitar a expansão de horizontes, a troca de experiências significativas, a integração de novos conhecimentos e o desenvolvimento de competências relevantes”, acrescentou.

Na ocasião, estiveram ainda presentes o presidente da Administração Central do Sistema de Saúde, Vitor Herdeiro, o presidente da Unidade de Saúde Local Norte Alentejo, Joaquim Araújo, e o presidente do Município de Campo Maior, Luís Rosinha.

Junta de Freguesia de Nossa Srª da Expectação promoveu rastreio cardiovascular

A Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação, em Campo Maior, decidiu assinalar o mês do coração com um rastreio aberto à população.

Da medição da glicémia, colesterol e tensão arterial, o objetivo foi o de “controlar a situação cardiovascular das pessoas”, diz Hugo Milton, presidente da Junta de Freguesia da Nossa Senhora da Expectação.

“Como maio é o mês do coração pensámos neste evento porque muitas pessoas a partir de certa idade estão em casa, sedentários, passam o tempo sentados numa cadeira (…) e a Junta de Freguesia está a tentar ajudar para que as pessoas tenham uma vigilância mais diária da sua saúde”, acrescenta, sublinhando que “estes pequenos gestos podem fazer a diferença”.

Numa ação que decorreu na manhã desta sexta-feira, 26 de maio, nas instalações da Curpi, em Campo Maior, Ana Maria Samora foi uma das habitantes campomaiorenses que aderiu à iniciativa.

Sempre é bom virmos para ver como temos a tensão, a glicémia e o colesterol, porque nós muitas das vezes nem vamos aos centros de saúde ver como é que a nossa saúde está”, admitiu.

A intenção da Junta da Freguesia da Nossa Senhora da Expectação é a de repetir a iniciativa para o próximo ano.

Oficina da Flor ensinou tradições às crianças de Campo Maior

A Oficina da Flor e da Pandeireta, que funciona do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, realizou uma atividade relacionada com as Festas do Povo, com as turmas do pré-escolar ao longo das últimas semanas.
Neste sentido, os alunos aprenderam a fazer as flores do teto para assim viverem a “noite da enramação”, a ouvir as tradicionais Saias de Campo Maior e com comida e bebida para todos os que trabalharam e que por ali passaram.
A vereadora São Silveirinha esteve presente na atividade e ajudou as crianças nesta demonstração.

Equipa campomaiorense sagra-se campeã distrital de Torneio da Malha nos Jogos do Alto Alentejo

A presença do Município de Campo Maior nos Jogos do Alto Alentejo, uma organização da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, continuou no fim de semana de 21 e 22 de maio, com a participação nas modalidades de jogo da malha e de hidroginástica.
No dia 21 de maio, três duplas campomaiorenses participaram no Torneio de jogo da malha, que decorreu em Nisa, com destaque para a vitória da dupla Vidal Cirilo/José Branca, que se sagrou assim campeã do distrito de Portalegre.
Já no dia 22 de maio, foram 40 os campomaiorenses que participaram no encontro de hidroginástica, que decorreu no Gavião.

Feira do Livro de Campo Maior até sábado no Largo do Barata

Já começou a Feira do Livro de Campo Maior. Até sábado, são centenas as obras literárias nacionais e internacionais pelas quais se pode deixar encantar.

A inauguração aconteceu esta sexta-feira, num momento em que a vereadora da Cultura, São Silveirinha, deu conta da programação diversificada, que conta com “palestras, apresentações de livros, sessão de autógrafos, encontros de escritores”, ou seja “tudo para que a nossa festa seja um sucesso”.

Organizado pelo Município de Campo Maior, na edição deste ano  Largo do Barata foi o local escolhido, no sentido de tentar chegar mais perto das pessoas.

“O ano passado, a esse nível não foi muito gratificante, porque a nossa feira decorreu no Jardim do Palácio Visconde de Olivã, que é um espaço muito bonito mas um pouco fechado, as pessoas não têm tanto contacto como têm aqui no Largo do Barata. Temos esperança que este ano a adesão já seja um bocadinho maior”, diz São Silveirinha.

O grande objetivo desta Feira do Livro é o de promover a leitura, não só nas crianças mas também nos adultos, numa altura em que a leitura “deixou de estar na moda, caiu em desuso, por causa das redes sociais”.

“Mas não há nada que seja igual ao cheiro de um livro novo, ao folhear do livro e àquilo que a leitura nos proporciona de podermos estar em vários sítios”, refere a vereadora da Cultura da Câmara de Campo Maior.

Com diferentes editoras presentes no evento, a “Toca da Mãe Ursa” é uma das livrarias na Feira do Livro. Marisa Moreira, a proprietária, admite “a importância destas iniciativas para promover os negócios locais”.

Com iniciativas abertas a toda a comunidade, a Feira do Livro de Campo Maior decorre até este sábado.

Pode consultar o programa completo de seguida:

Dia 25 de maio
10:30H – Abertura da Feira do Livro
10:45H – Teatro de Marionetas Dom Roberto
Jardim do Palácio Visconde d’Olivã (pré-escolar)
14:30H – Homenagem a Lurdes Almeida
16:00H – Apresentação do livro “Nunca Pares” de Emanuel Mendes
17:00H – Encerramento da Feira do Livro

Dia 26 de maio
10:30H – Abertura da Feira do Livro
10:30H – Apresentação do livro de poesia infantil “Trolaró” de Carla Santos (1.ºciclo)
11:30H – Apresentação do livro de poesia infantil “Trolaró” de Carla Santos (2.ºciclo)
16:00H – Apresentação do livro “Filhas do Vento” de Fátima Moura da Silva (3.º ciclo, secundário e comunidade em geral)
18:30H – Encerramento da Feira do Livro

Dia 27 de maio
10:30H – Abertura da feira do Livro
10:30H – Sessão de autógrafos com autores da Editora In-Finita
11:00H – Mulherio das Letras
Painel subordinado ao tema “A arte de escrever: contributo de duas gerações de Portugal e do Brasil”, com a participação de: Adriana Mayrinck, Amelia Vadillo, Carla Santos, iara Lemos, Luísa Demétrio Raposo, Raquel Pedro (Associação Um Coletivo)
16:30H – Encontro de escritores da Editora Filigrana
Apresentação Literária com venda e sessão de autógrafos
18:30H – Encerramento da Feira do Livro

Todas as apresentações de livros e palestras terão lugar nas galerias da Casa do Assento.