Utentes ansiavam pelo regresso ao Centro de Dia da Santa Casa de Campo Maior

DSC_0006O Centro de Dia da Santa Casa de Campo Maior, devido às obras que decorrem, nas instalações da instituição, funciona agora no edifício das piscinas municipais.

O regresso dos cerca de 20 utentes ao Centro de Dia era muito aguardado, sendo que como revela Rosália Guerra, “o primeiro desafio foi saber a reação dos utentes ao novo espaço, tínhamos muita expetativa, e o desafio foi permitir que os idosos explorassem o novo espaço e se sentissem bem”. Depois há outra vertente, que “é deixar que as pessoas façam o que gostam, que ocupem o dia com atividades que lhes deem prazer, e possam prolongar a sua autonomia a favorecer a socialização”.

A socialização dos idosos ficou “mais comprometida, com a pandemia, o que revelava uma pioria do seu estado físico, mental e cognitivo”, apesar de não terem deixado de acompanhar as pessoas, durante esse tempo, revela Rosália Guerra, admitindo que “foi sentida uma alegria inadjetivável, quando estes utentes regressaram ao Centro de dia, pela sensação de poder voltar a conviver e ao mesmo tempo, o benefício que isso lhes traz para o seu bem-estar e felicidade”. Neste momento, “o foco é deixá-los livres e deixá-los desconfinar”.

Rosália Guerra afirma que “não podemos continuar a ver os idosos como uma gaveta à parte, porque a pandemia veio demonstrar que os idosos ficaram numa a situação difícil”, relativamente ao confinamento, e muitos sentimentos de aprisionamento surgiram nas cabeças dos mais velhos, e nós temos feito um trabalho, no sentido de perceber quando os podemos deixar regressar a normalidade”.

“Os idosos são pessoas como as outras e não podemos deixar que a Covid feche mais os idosos, que foi algo que nos preocupou, por isso tentamos facilitar o desconfinamento dos idosos, com segurança”.

É ao som das saias de Campo Maior que estes utentes desenvolvem ali, diversas atividades. Todos os dias, explica Rosália Guerra, “tentamos perceber quais as fontes de bem-estar dos utentes, para reavaliar estas fontes, e uma delas é a música, também tentamos proporcionar alguma ligação com o exterior, portanto há um conjunto de fatores aqui que proporcionam esse bem-estar aos idosos, algo que é notório quando se entra no espaço”, revela Rosália.

A nossa reportagem quis saber a opinião de alguns idosos sobre este regresso e também das instalações onde agora se encontram.

Alexandrina Abreu explica que o tempo em que esteve em confinamento, em casa, “foi difícil” e já pensava que não abria o centro de dia, por isso entrou para o Lar, mas ao ver pessoas mais doentes, voltou para casa e quando abriu o centro de dia “foi uma alegria”, porque tal como revelo, “me distraio e na minha casa estava sempre a chorar”. Aqui, “cantamos, fazemos ginástica, bailamos, tinha muitas saudades do convívio”, assumindo que é melhor estar naquele espaço, do que em casa.

As lágrimas que verteu durante o tempo em que esteve sozinha em casa transformaram-se agora em sorrisos, ainda que por detrás da máscara, quando regressou ao Centro de Dia, revela Alexandrina.

Outra utente, Margarida Fialho revela que sentia muita falta do convívio no Centro de Dia, porque “somos uma família”. “Só de vir na carrinha saio e vejo as ruas da vila, aqui convivo e falo com as pessoas, já em casa chorava muitas vezes e aqui estou muito melhor”. Demonstra-se por isso “contente pelo regresso, até tenho menos dores, agora distraída sinto menos dores, sinto-me bem aqui”, explica.

Os utentes que já regressaram ao Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, que por agora, funciona no edifício das piscinas municipais.

Avançam as obras de ampliação da ERPI da Santa Casa de Campo Maior

DSC_0022Já decorrem as obras para ampliação da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, que contemplam também a requalificação edifício existente.

Este edifício tem mais de 30 anos, adianta Luís Machado, provedor da Santa Casa de Campo Maior, e revela que a obra dará a capacidade para acolherem mais 12 utentes. No entanto, “fazer obras com os utentes lá, traz enormes constrangimentos e exige planeamento, por isso tem uma sequência, para que as pessoas sejam mudadas de local, à medida que é feita a requalificação”.

Neste momento está a ser feita a nova ala da ERPI, “para onde será transferidos uma parte dos idosos, que são residentes, para depois se poder jogar com os espaços livres e recuperar a parte de ERPI que será alvo de requalificação”, revela Luís Machado.

Devido às obras os utentes de Centro de Dia foram deslocados para o edifício das piscinas municipais, e os utentes da ERPI ficaram alojados no Centro de Dia da Santa Casa. Segundo o provedor, o espaço, nas piscinas municipais, cedido pelo município, “reúne todas as condições e foi requalificado em termos de políticas Covid e regras relativas à pandemia, para que os utentes estejam em segurança”. Neste edifício das piscinas municipais está também, por agora, “centralizada a cozinha central, onde são confecionadas as refeições para todas as valências da Santa Casa, à exceção do infantário”.

Luís Machado explica ainda que “têm havido avanços significativos para a conclusão das obras”. Estava previsto que as obras terminassem em novembro deste ano, mas “tal não vai acontecer”, tendo em conta a pandemia, e as novas requalificações que serão lançadas a concurso, “a obra irá prologar-se até ao próximo ano, mas ainda não se sabe até quando”.

A obra que decorre na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior resulta de um investimento total de mais de 981 mil euros que será financiado a 85% pelo Programa Alentejo 2020, cabendo ao Município de Campo Maior assumir a contrapartida pública nacional de 147 mil euros.

Edifício Militar do Assento em Campo Maior com auditório e salas de trabalho no piso superior

DSC_2231No antigo Edifício Militar do Assento, em Campo Maior, para além da Casa das Flores, localizada no rés-do-chão, está também localizada a Casa do Assento, no piso superior.

João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, explica que “nos corredores deste piso superior será instalado um pequeno auditório, que vai ter um palco com 15 cm de altura e as pessoas que assistem vão estar em filas de quatro cadeiras, de forma a permitir que se consiga circular com segurança, até ao elevador”. Noutros corredores, da galeria, serão também instalados gabinetes de trabalho.

Pouco mais de um milhão de euros foi o investimento feito neste edifício Militar do Assento, em termos de obra física, “comparticipados pela União Europeia, através do FEDER Alentejo 2020” e, segundo o presidente da câmara campomaiorense, “só assim é possível, a municípios no interior, dar sequência a uma política turística de atratividade, no concelho de Campo Maior”.

Piso superior do Antigo Edifício Militar do Assento, que dará origem a um pequeno auditório e salas de trabalho.

“Onde tudo se faz flor” é a marca turística de Campo Maior para o mundo

DSC_3661“Onde tudo se faz flor” é o nome da marca turística que apresenta Campo Maior ao mundo, e que foi apresentada este domingo, dia 25, no Espaço.arte.

A marca representa uma flor de papel de Campo Maior, onde cabem outras quatro flores: flor histórica, relacionada com a história da vila; flor cultural, que retratata aquilo que é a cultura campomaiorense; flor natural, relacionada por exemplo com espaços náuticos e paisagem natural que existe como o birdwatchig; e a flor religiosa que está relacionada com a primeira Santa Portuguesa, Santa Beatriz da Silva que nasceu em Campo Maior, bem como com outros espaços religiosos que existem em Campo Maior, como a Capela dos Ossos e a Igreja Matriz.

A marca foi desenvolvida pela campomaiorense Cláudia Gaminha, juntamente com a sua equipa, em paralelo com o município. João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior enaltece que “esta marca está intrinsecamente relacionada com as Festas do Povo de Campo Maior, e com a arte maior da vila, a arte de fazer flores de papel”, e adianta que Cláudia desenvolveu “um trabalho muito feliz” e que a marca tem “umas cores alegres e que representam os campomaiorenses, o seu povo, e também as cores do Alentejo”.

Simultaneamente foi lançado também o website dedicado a promover o turismo da vila, e com esta noiva marca: www.campomaior.pt. e toda uma sinalética pela vila, que indica os vários pontos turísticos de Campo Maior. Esta foi um a rampa de lançamento para o potencial turístico de Campo Maior, mas também que os os campomaiorenses se revejam nesta mesma marca”, diz o presidente.

Paralelamente à presentação da marca Turística de Campo Maior foi também inaugurado o Posto de Turismo, que temporariamente irá ficar localizado no Espaço.arte, até que as obras de requalificação na Escola da Fonte Nova estejam concluídas. “Quem visita Campo Maior vai passar por este Posto de Turismo e a partir daqui, idealizar o trajeto e percurso para visitar o concelho”, afirma João Muacho.

Criador da Delta Cafés, o Comendador Rui Nabeiro, destacando que ele também criou uma marca e “que continua viva”, enaltece o trabalho realizado por Cláudia Gaminha, e afirma que ao desenvolver a marca de Campo Maior, “conseguiu introduzir as cores de uma forma que encanta, por isso, Campo Maior está de parabéns e a nossa região está de parabéns, porque realmente esta marca vai nos olhos das pessoas, e marca tem força, dinâmica, cor e chama”, remata o Comendador Rui Nabeiro.

“Onde tudo se faz flor,” a marca turística de Campo Maior que foi hoje apresentada.

25 de abril assinalado de forma simbólica em Campo Maior (c/fotos e vídeo)

DSC_3542As comemorações do dos 47 anos do 25 de abril de 1974, em Campo Maior, este domingo, decorreram de forma simbólica, na Praça da República, com o hastear das bandeiras, ao som da Banda 1º de Dezembro de Campo Maior.

Para o Comendador Rui Nabeiro, “esta foi uma manifestação bonita e não devemos deixar manchar este dia, e é chato olharmos e vermos que há quem queira derrubar o 25 de abril, na verdade precisa de ser mais certinho e arrumado, e devemos que estar atentos a quem está carente, e é o dever de todos”. O comendador Rui Nabeiro refere que apesar da pandemia, em Campo Maior sempre assinalaram o dia e “devemos fazer deste dia, uma dia para acreditar”.

Apesar da pandemia, e de não ter havido arruada, o momento foi assinalado por parte do município, e o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, afirma que este “foi um momento bonito e para recordar e que ficará na retina de todos aqueles que assistiram”. O presidente deseja ainda que “a liberdade, a democracia e a fraternidade continuem a ser elementos principais do povo e Estado português”.

Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior afirma que é um homem de abril, uma vez que era militar em Santarém, e continuará a ser, lembrando que “passados 47 anos da Revolução dos Cravos, devemos continuar a preservar a liberdade e os direitos dos cidadãos, por isso é que esta data é muito importante, porque nos deu a liberdade, garantias e direitos e continua a ser importante”, esperando que o povo português “reconheça que o 25 de abril tem valores que nos beneficiam a todos, por isso devemos defendê-lo acerrimamente”.

47 anos do 25 de abril de 1974 que foi assinalado este domingo, na Praça da República de Campo Maior ao som da Banda 1º de Dezembro.

 

Parque Verde inaugurado em Degolados (c/fotos)

DSC_3418O Parque Verde, em Degolados, foi inaugurado esta tarde de sábado, dia 24.

Um espaço verde, amplo e que conta com jogos tracionais da malha e petanca, e ainda um circuito de água, onde a população pôde, desde logo, começar a explorar e a usufruir do mesmo.

Depois do ato da inauguração, Florival Cirilo revelou que “este é um espaço do qual a população pode usufruir e que dignifica Degolados”, considerando que tentaram pensar num espaço, “logo à entrada de Degolados, verdadeiramente importante e útil à freguesia”, convidando todos aqueles que queiram, a visitar este espaço. Este é um local que permite que “as tradições e costumes não se percam” e Florival Cirilo apela a “que preservem o espaço, que é de todos e para todos”.

O comendador Rui Nabeiro relembra que desde em que foi presidente da Câmara, uma altura em que Degolados tinha poucas condições, sempre houve o objetivo de que esta freguesia fosse sinalizada para que viesse a ser o que é hoje. O comendador enaltece a iniciativa do presidente da Junta, para tornar este espaço, na Zona Verde de Degolados, revelando que “aqui está a tradição e a possibilidade das pessoas usufruírem da modernidade, sem nunca esquecer as origens”.

O município de Campo Maior foi um parceiro ativo neste projeto, e para João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, “o que interessa é que as pessoas saibam preservar o espaço e usufruir, do mesmo”, classificando-o como “um espaço bonito, agradável e aprazível”.

 

Espaço.arte já inaugurado em Campo Maior (c/fotos)

DSC_3250Espaço. arte assim se chama o espaço inaugurado esta tarde de sábado, dia 24, em Campo Maior, localizado na Antiga Escola da Avenida.

Com duas salas de exposição o Espaço.arte abriu com duas exposições: “Mestre Júlio”, composta por obras do pintor Júlio Ferreira, e “Coleção do Município de Campo Maior – Espólio da Associação de Artes Plásticas de Campo Maior.

A diretora Regional da Cultura no Alentejo, Ana Paula Amendoeira, inaugurou este espaço, e enaltece que “disponibiliza à fruição pública um conjunto de artes plásticas da Associação de Campo Maior, sendo que este é um caso feliz, porque o município investiu neste edifício escolar, que está muito bem recuperado por parte do município, e permite disponibilizar ao público o espólio doado pela Associação de Artes Plásticas de Campo Maior. “Este acervo contempla nomes maiores das artes portugueses e de renome internacional, sendo uma mais valia par este espaço, mas também para o Alentejo e para o país”.

Ana Paula Amendoeira adianta ainda que o facto de o governo ter criado a Rede de Arte Contemporânea, assume especial relevância no Alentejo, uma vez que com a abertura deste espaço, “simbolicamente inaugurado nas comemorações do 25 de abril, devemos ligar a comemoração da cultura à liberdade e as artes à liberdade, sendo por isso um binómio muito feliz”.

Depois de uma breve visita às obras em exposição, foi descerrada a placa, no ato de inauguração do espaço.arte. O Comendador Rui Nabeiro, referiu que vê a inauguração deste espaço “com muita alegria e satisfação” e classifica-o como “agradável”. O comendador Rui Nabeiro considera o espaço está bem localizado no coração da vila. Pelo que explica que, “o que temos que fazer é dar qualidade de vida às pessoas a nível social e cultural. “Estou encantado e dou os parabéns e todos”. “Campo Maior fica agora mais forte”, revela.

Este foi um projeto que teve início quando Ricardo Pinheiro era ainda presidente da Câmara de Campo Maior. O Atual secretário de Estado do Planeamento refere aos microfones da Rádio ELVAS que se sente “de consciência tranquila e sente-se bem pela forma como o município está a ser gerido”, e acima de tudo “pelo facto de nos últimos anos, a Associação de Artes plásticas se ter dedicado à arte”. “Neste momento fico satisfeito que tenha existido um reconhecimento a todos os membros desta associação, pelo promoção da arte através de Campo Maior, para o Mundo, revela ainda Ricardo Pinheiro.

“Um espaço onde cabe todo o tipo de artes performativa, desde as plásticas, à escultura”, é como João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior classifica este espaço. Aproveitando para agradecer à Associação, aos fundadores, pela cedência do espólio ao município. “É um marco importante para Campo Maior, enaltecendo a presença da diretora regional da cultura”.

Já Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior explica que, “Campo Maior não é uma terra qualquer, porque em tudo o que faz põe sempre a sua paixão, empenho e dedicação, dando aos campomaiorenses e todos os que os visitam um espaço maravilhoso, algo que o interior precisa, e localidades como esta, precisam de ser valorizadas através da cultura”.

Esta é também uma forma de “reinventar e reviver a história e agradecer aos antepassados o que fizeram por nós”, refere Pedro Murcela, relativamente aos vários espaços que vão ser inaugurados na vila, também apensar no turismo.

O espaço vai estar aberto ao público amanhã entre as 15 e as 20 horas e de terça a domingo entre as 10 e as 13 horas e das 14 às 18 horas.

Cerca de 40 crianças no treino de basquetebol do CEN “é um dia feliz para o clube, diz José Caldes

DSC_0082O Clube Elvense de Natação (CEN) realizou, esta manhã de sábado, dia 24, um evento de captação de atletas de basquetebol, uma modalidade que está de regresso ao clube.

Na iniciativa, que decorreu no Pavilhão Desportivo Municipal de Elvas, na Fonte Nova, compareceram cerca de 40 crianças, entre os seis e dez anos.

“Hoje é um dia muito feliz para o clube”, diz José Caldes presidente da Direção do CEN, por ver a quantidade de crianças que compareceram neste treino. “Estamos a recuperar uma secção que já fez parte da história do clube, estou muito feliz, o clube está feliz, estamos orgulhosos de ver aqui 40 crianças a praticar desporto, que são os protagonistas”.

José Caldes adianta que “este é o caminho, é o que queremos para o clube, revitalizar o clube, e em cada secção haver a sua escola”, sendo este um objetivo do CEN, é por isso, para si “um orgulho enorme, ver as crianças aqui felizes”. Estre treino “superou a expectativas”, uma vez que, tendo em conta a pandemia.

O diretor da secção de basquetebol é Bruno Dias, Gonçalo Piçarra é o responsável, dentro da Direção, e a nível técnico a modalidade conta com Ricardo Rondão, Tiago Oliveira, Inês Aragão e Pedro Sereno, entre outros, que trabalham em “prol das crianças”, adiantou José Caldes, aproveitando para deixar “uma palavra de apreço”.

A partir de segunda-feira, os atletas começam já a treinar, refere o presidente do CEN, entre as 17.30 horas e as 20 horas, com horários definidos para cada equipa, não havendo ainda competição, mas para já vão prepara-se para a próxima época.

José Sargaço, presidente da Associação de Basquetebol do Alentejo, recorda que “Elvas sempre teve bons jogadores de basquetebol”, sendo a reativação da modalidade algo que para si era “uma batalha”, e “em boa hora começámos a trabalhar”, neste sentido.

“É com muita uma alegria”, ver este treino de captação com muitas crianças, principalmente numa altura de pandemia como esta, revela José Sargaço. Neste momento há apenas quatro equipas seniores no distrito a participar na modalidade do basquetebol.

O presidente da Associação de Basquetebol do Alentejo tem esperança que “Elvas vai singrar novamente e vai ser um clube a respeitar, ao nível desta modalidade, no Alentejo”.

Para Tiago Afonso, vereador na Câmara de Elvas, “é uma alegria ver tantas crianças a disfrutar de uma modalidade como esta”, e a Câmara apoia esta iniciativa, “dentro das suas competências e estratégia para o desporto”.

Clube Elvense de Natação que, depois de reativar a modalidade de basquetebol no clube, realizou esta manhã um evento de captação de novos atletas, para esta secção, onde compareceram 40 crianças.

Obra na Capela dos Ossos em Campo Maior concluída em alguns meses (c/fotos e vídeo)

DSC_2205A Capela dos Ossos em Campo Maior, a segunda maior a nível nacional, está a sofrer obras de requalificação a vários níveis, prevendo-se a sua conclusão ainda este verão.

Esta obra teve início em outubro, no entanto estava previsto iniciar em março ou abril, no entanto a pandemia de Covid-19, adiou o seu início.

Numa visita da Rádio Campo Maior a este local emblemático da vila, foi possível perceber, os trabalhos que estão a ser realizados, não só ao nível da requalificação do espaço, mas também dos seus acessos.

Para o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, o motivo que levou esta requalificação está relacionado, primeiramente, com “a conservação de ossadas que se encontram neste espaço, devido ao passar dos anos, bem como a climatologia da região, estavam a ficar deterioradas”, pelo que o município apostou nesta obra, “não só na conservação deste espaço, mas também a pensar na questão turística”, deixando o convite para que “dentro, dos próximos três ou quatro meses, altura em que poderá estar concluída, se possa visitar”.

Paralelamente, este espaço vai ter uma sala de audiovisuais, no seu interior, para que “todos aqueles que o visitem conheçam a história que deu origem à sua construção; também tentámos que se torne acessível a todas as pessoas que têm mobilidade reduzida, com a construção de uma rampa de acesso à Capela e à Igreja Matriz”, revela João Muacho.

Capela dos Ossos, em Campo Maior, localizada junto à Igreja Matriz, relacionada com a explosão do Paiol de pólvora em 1732, onde perderam a vida muitos campomaiorenses.

Esta obra pode estra concluída no segundo trimestre do próximo ano, e tem um custo de 232 mil euros, financiado a 75% pelo Programa Alentejo 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Florival Cirilo: Zona de Lazer e de Atividades Desportivas dá a conhecer “essência e cultura da região”

DSC_0106A Zona de Lazer e de Atividades Desportivas e Tradicionais em Degolados está praticamente concluída, faltando apenas alguns pormenores.

A Rádio Campo Maior visitou este espaço que, anteriormente dava lugar a um olival, agora transformado, numa zona de lazer, mas sem perder a identidade e as tradições que o caracterizavam.

Florival Cirilo, presidente da Junta de Freguesia de Degolados revela que tendo em conta a pandemia, “os procedimentos estão a ser desenvolvidos de forma a lenta, e assim que a pandemia o permita será inaugurado”. O objetivo deste espaço foi também “fazer uma ligação entre a parte nova e parte antiga de Degolados, para que os jovens se fixem nas zonas mais antigas e as valorizem”.

O presidente da Junta adianta que este espaço, que conta com um circuito de água, devidamente identificado e com uma pequena explicação pretende “dar a conhecer aos jovens a essência e a cultura da região, tendo por isso, poços, o percurso da água que transmitem transparência e tranquilidade, que é o que as pessoas procuram, um ambiente calmo e tranquilo”.

Este espaço conta também com dois espaços para jogos tradicionais, uma vez que como revela Florival Cirilo, “as suas gentes estão muito ligadas a este tipo de jogos”. Por isso, há um campo para o jogo da malha e outro para petanca.

É pretendido ainda criar “um percurso em volta do espaço, para caminhadas e um outro espaço com aparelhos fitness para que as pessoas pratiquem desporto ao ar livre, que é o que todas as pessoas gostam”.

A população tem já usufruído do espaço, e para Florival Cirilo é um orgulho “ouvir o feedback positivo por parte das pessoas, uma vez que este espaço resulta de um esforço foi criado em prol da população”.

 A zona de Lazer e de Atividades Desportivas e Tradicionais em Degolados e que está praticamente concluída resulta de um investimento de aproximadamente 200 mil euros, financiado a 50% pelo Programa de Desenvolvimento Rural 2014/2020, através do FEADER, com os restantes 50% a serem assegurados pelo Município de Campo Maior.