O Festival do Crato 2025 teve início ontem, terça-feira, e a abertura oficial contou com entrada gratuita. Foi inaugurada também a 39.ª edição da Feira de Artesanato e Gastronomia, que reúne dezenas de expositores com produtos regionais, sabores tradicionais e peças únicas de artesanato.
A noite de estreia foi marcada por atuações de Os Vizinhos, Os Raiz e convidados e pela presença especial da banda britânica Cutting Crew.
A Rádio Campo Maior esteve no Crato. Veja aqui a nossa fotorreportagem:
A noite de quarta-feira, 13 de agosto vai ficar na memoria de muitos pois no Pavilhão do Sporting Clube Campomaiorense, realizou-se uma reunião muito importante, com casa cheia A sessão foi convocada por João Manuel Nabeiro, para aferir da vontade do povo relativamente à oportunidade da realização das Festas em 2026.
Durante a reunião, João Manuel Nabeiro abordou a importância das Festas do Povo, com exemplos passados, a necessidade e oportunidade de utilizar novos materiais e materiais reciclados e as memorias dos mais velhos e do seu Pai o senhor Rui.
Ficou claro que há necessidade de reavivar a associação que organize estas festas de forma regular em Campo Maior, algo que não acontece desde 2015. Mesmo com parcerias com outros locais, com Redondo ou Tomar por exemplo, mas também Valência.
Seguiram-se depoimentos de campomaiorenses, que partilharam as suas vivências e experiências, expressando o desejo de reviver estas festas em 2026.
No final, João Manuel Nabeiro concluiu afirmando que deve haver Festas do Povo em 2026 em Campo Maior.
A Feira de Santa Maria de Agosto, em Campo Maior, transformou o Jardim da Avenida num jardim de flores de papel, com o colorido e a arte dos campomaiorenses. Três ruas e o coreto no jardim, mostram um pouco do que são as grandes festas das flores, as Festas do Povo de Campo Maior, com duas ruas de stands onde várias associações, entidades, empresas e artesãos mostram aos seus produtos.
Com o tempo que se faz sentir a ser convidativo para uma ida a banhos, são muitos aqueles que, por esta altura do ano, escolhem as piscinas municipais de Elvas para momentos de lazer, descontração e convívio, entre amigos ou família.
Acompanhada de um grupo de mexicanos, fomos encontrar Rosa Salgueira a apanhar banhos de sol. Revelando que prefere praia a piscina, até porque é natural da Ericeira, e embora diga que estas são “umas boas piscinas”, lamenta a falta de sombras na zona relvada. “Continuo a achar que as sombras são poucas e dadas as temperaturas elevadas que aqui se fazem sentir, se calhar, deviam ser mais à base de árvores e não destes chapéus de sol”, comenta. Também Maria Gonzalez, de Badajoz, numa primeira visita às piscinas de Elvas, aponta a falta de árvores e sombras naquele espaço. “Há pouca sombra, mas a piscina está muito limpa”, diz à nossa reportagem.
Os amigos Simão Pires, Artur Sousa e Rúben Carona, sempre que podem, escolhem as piscinas de Elvas para uma ida a banhos. “Estamos sempre cá batidos”, diz um deles. Também para Jéssica Paulino e Mariana Bailão as piscinas de Elvas são “uma boa opção” para se divertirem entre amigos. Quando questionadas, se uma diz que prefere praia a piscina, a outra diz precisamente o contrário, dado que a areia da praia a “irrita”.
Para as crianças, como Ana Rita Freire, o melhor das suas férias de verão é poder passar “o dia todo” nas piscinas. Quando está fora de água, revela que, com os amigos, costuma ocupar o tempo com jogos de cartas e outras brincadeiras.
As piscinas municipais de Elvas abriram ao público, este verão, no feriado de 10 de junho.
Na abertura oficial das Ruas Floridas 2025, em Redondo, esteve em representação do Governo, a ministra do Ambiente e Energia, Maria Graça Carvalho, num em que milhares de flores de papel criadas por mãos dedicadas dos moradores enfeitam as 25 ruas da vila.
A ministra disse que as Ruas Floridas “são uma maravilha e é com muito gosto que estou aqui. Mesmo nunca tendo estado nestes dias em Redondo, nas datas em que se realizam as Ruas Floridas, esta foi uma grande oportunidade. Estou a representar o senhor primeiro ministro e o Governo nesta iniciativa”.
Graça Carvalho acrescentou ainda que “é também é uma forma de prestar homenagem, no fundo, a todos os que aqui estão, e ao senhor Presidente da Câmara, que tem feito um trabalho excecional, como foi ali largamente dito por todos os intervenientes (na inauguração), em toda a recuperação e reabilitação urbana, revitalização e atração de investimentos para esta terra tão bonita que é o Redondo.”
Neste domingo atuam em Redondo Bandidos do Cante, João de Campo e Filarmónica união Motointense
As Festas em Honra de Nossa Senhora da Graça dos Degolados arrancaram hoje, 1 de agosto, na freguesia de Degolados, concelho de Campo Maior. A iniciativa, promovida pela Junta de Freguesia local, com o apoio do Município de Campo Maior e do União Futebol de Degolados, começou pelas 19h30 com uma tourada à vara larga.
A abertura oficial da quermesse teve lugar às 20h30, dando início a uma noite recheada de animação. Os espetáculos musicais começaram às 21h30 com “À Capelas”, seguidos pelo grupo Rumo ao Sul, às 23h00. O concerto de Ruth Marlene está previsto para as 00h30, com a festa a prolongar-se pela madrugada ao som do DJ Cuba, a partir das 2h30.
A programação continua amanhã, sábado, com destaque para o espetáculo dos espanhóis RAYA Evolution. As entradas têm o custo de quatro euros, sendo possível adquirir uma pulseira para ambos os dias pelo valor total de cinco euros.
Os Combatentes do Ultramar naturais da freguesia de Vaiamonte, no concelho de Monforte, foram homenageados, no passado sábado, 26 de julho, com a inauguração de um monumento que foi inaugurado na Rua 25 de Abril.
A iniciativa foi promovida pela Junta de Freguesia de Vaiamonte, em colaboração com o Município de Monforte e a Liga dos Combatentes.
Na cerimónia, para além dos homenageados e familiares, estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Monforte, Gonçalo Lagem, o presidente da Junta Freguesia de Vaiamonte, Joaquim Peixe, e o presidente da Liga dos Combatentes, General Joaquim Chito Rodrigues.
Estiveram também presentes o chefe de Gabinete do Secretário de Estado da Defesa Nacional, António Baptista, o pároco de Monforte, Ronildo Santos, a autora do projeto do monumento, a arquiteta Cristina Romão, o presidente da Assembleia Municipal de Monforte, Rui Maia da Silva, o segundo comandante do Agrupamento ISTAR do RC3/Estremoz, Major de Cavalaria Alexandre Parreiras, o presidente do Núcleo de Estremoz da Liga dos Combatentes, Sargento-Mor de Cavalaria Jorge Carujo, em representação da Guarda Nacional Republicana, o Primeiro-Sargento António Castanho, os vereadores do Município, Mariana Mota e Emídio Mata, e os presidentes das demais Juntas de Freguesia do concelho, designadamente Assumar, Monforte e Santo Aleixo, (Manuel Poeta, Pedro Bagorro e António Raposo).
Abertas ao público desde 14 de junho, as piscinas municipais de Campo Maior são, por esta altura do ano, um espaço de eleição, não só para campomaiorenses, mas também para a população de alguns concelhos vizinhos, sobretudo ao fim de semana. Isto porque de segunda a sexta-feira são, quase sempre, as crianças dos vários ATLs que dão vida àquele equipamento de lazer.
Num destes dias, a Rádio ELVAS foi lá encontrar as crianças dos Clubes de Verão, da Câmara Municipal, entre mergulhos, sob o olhar sempre atento da monitora Céu Militão. Assumindo a “enorme responsabilidade” que tem com estes grupos de crianças, Céu Militão confessa-se “muito feliz” por, uma mais, poder levar os mais novos à piscina. “Mais um ano aqui nesta piscina, que é uma maravilha”, assegura.
As crianças dos Clubes de Verão frequentam, diariamente, as piscinas: com um grupo de manhã e outro na parte da tarde. Às quartas e sextas-feiras, juntam-se a estas as crianças de outros ATLs da vila. Nesses dias, a piscina “fica lindíssima, cheia de crianças”, comenta a monitora.
Contando com o apoio de outras colegas, assim como de cerca de 25 jovens voluntários, como é o caso de Iara Cirilo, Céu Militão não dispensa as idas à piscina, dado que os Clubes de Verão contemplam muitas outras atividades, entre outros espaços da vila, no Centro Comunitário.
Para Iara Cirilo, de apenas 14 anos, que durante longos anos frequentou este programa municipal – entre os cinco e os 12 anos – o importante é ajudar “as crianças a divertirem-se”. “Aqui conseguimos criar amizades, é muito bom. Comecei a fazer voluntariado porque é um entretenimento e criamos memórias aqui nos Clubes de Verão”, diz ainda Iara, que considera que, agora, chegou a vez de ser ela a fazer aquilo que, em verão passados, fizeram por ela.
As piscinas municipais da vila vão manter-se abertas ao público até 7 de setembro.
A Feira do Chocalho começou esta sexta-feira e prolonga-se até domingo, dia 27, na vila de Alcáçovas, no Largo da Gamita.
Cerca de 40 expositores marcam presença no certame organizado pelo Município de Viana do Alentejo com o apoio da Junta de Freguesia de Alcáçovas, em parceria com as associações locais.
Na inauguração Luís Miguel Duarte, presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, em declarações à RNA, salientou que “o ponto alto, obviamente, este ano são os 10 anos da arte chocalheira e do reconhecimento da Unesco, desde que foi considerado património imaterial e cultural da Unesco, portanto, é o ponto alto desta feira. Apesar das outras coisas todas, temos sempre os espetáculos que enriquecem também muito esta feira, temos uma pequena amostra de alguns animais também, mas para Alcáçovas e para o nosso concelho é mais uma oferta que nós damos aos nossos munícipes”.
“Esta feira é a exaltação, deste património que é identitário desta região. Conseguimos chamar a atenção nestes dias, nestas semanas que se faz a publicidade, fala-se sempre dos chocalhos, fala-se da arte chocalheira”, sublinhou o autarca.
No que diz respeito ao cartaz da feira, Luís Miguel Duarte, refere que “amanhã a artista é a Nena, vamos ter os Vizinhos também, que estão bem no auge da música. Depois temos sempre ali as nossas tasquinhas onde nós nos juntamos uns com os outros, onde nós conversamos, reunimos com os grupos. É sempre, portanto, um bom complemento para a nossa feira”.
“Isto é, acima de tudo, um grito de alerta, porque a arte chocalheira tal e qual como outras que nós todos conhecemos, podem acabar de um momento para o outro. E aqui é um reconhecimento e é um chamar de atenção. Temos aqui uma coisa muito importante, temos aqui uma arte muito bonita, que nos pode levar a muito lado, mas está em risco de morrer. E então, aqui, eu normalmente digo, é um grito de alerta, olhem para a arte chocalheira”, concluiu.