O Feriado Municipal do 14 de Janeiro, em Elvas, voltou este ano a assinalar-se sem as tradicionais cerimónias militares, na Praça da República, devido às restrições impostas pela pandemia.
Ainda assim, esta manhã, realizou-se o tradicional hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, sem a presença, como costuma ser tradição, da Banda 14 de Janeiro. A autarquia, confessa o presidente, Rondão Almeida, gostaria que estas celebrações se realizassem de uma outra forma, com a homenagem a todos aqueles que deram a sua vida na defesa do país, na Batalha das Linhas de Elvas, mas que a pandemia impede que assim seja.
Depois do hastear das bandeiras, os representantes da autarquia de Elvas, bem como os militares e as forças de segurança, rumaram ao Padrão Comemorativo da Batalha das Linhas de Elvas, para a tradicional deposição de flores, em homenagem aos mortos em combate, ainda antes da romagem ao Túmulo do General André de Albuquerque Riba-Fria, no Convento de São Francisco.
O diretor de História e Cultura Militar, o major-general Aníbal Flambó, que presidiu estas duas cerimónias, recorda que, este ano, “em boa hora”, se decidiram realizar, depois de, no ano passado, não ter sido possível, dada a pandemia. Agora, a esperança é que, em 2023, tudo possa voltar à normalidade, realizando-se já a tradicional parada militar na Praça da República.
Já o Comandante do Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz, o coronel José Peralta Pimenta, garante que os militares estão “sempre prontos” para estar presentes nestas cerimónias, até porque “reviver a nossa história, facilita-nos o trabalho no futuro”.
Também presente nestas duas cerimónias esteve o presidente do Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes, Luís Franco, que, aos microfones da Rádio ELVAS, recordo a vitória dos portugueses, perante os espanhóis, naquela que, há 363 anos, foi a Batalha das Linhas de Elvas, assim como o “papel preponderante” do General André de Albuquerque Riba-Fria na condução das tropas nessa batalha.
Para além de recordar o contributo da Batalha das Linhas de Elvas para a restauração da independência de Portugal, o diretor do Museu Militar de Elvas, o major Carlos Carretas, confessa ter esperança que a parada na Praça da República possa voltar a ser uma realidade, já no próximo ano.


Campo Maior regista esta sexta-feira, 14 de janeiro, 13 novos casos de Covid-19 e 14 recuperações.
O Centro Artístico Elvense, tradicionalmente conhecido como Grémio, assinala esta sexta-feira, dia 14 de janeiro, mais um aniversário. Aquela que é a coletividade mais antiga do distrito, vê-se impedida de comemorar a data, devido à pandemia.



O feriado municipal de Elvas, assinalado no dia 14 de Janeiro, volta este ano a comemorar-se sem as cerimónias militares, no centro da cidade, devido às restrições impostas pela pandemia.

A APPACDM de Elvas recebeu esta quinta-feira, 13 de janeiro, a visita do candidato do Partido Socialista, pelo círculo de Portalegre, às eleições legislativas de 30 de janeiro, Ricardo Pinheiro.
A Estremadura espanhola registou, na última semana, 19.781 novos casos de Covid-19, sendo que a região atingiu um novo pico com 4.030 novos casos em apenas 24 horas. Além disso, 19 pessoas perderam a vida nos últimos sete dias.
O novo hangar da empresa Sevenair é inaugurado esta sexta-feira, 14 de janeiro, Às 10.30 horas, no Aeródromo Municipal de Ponte de Sor.
Para Ponte de Sor, “tornar o seu Aeródromo um local de manutenção de aeronaves internacionais, com a expertise que isso acarreta, consolida a sua política de aposta de crescimento económico neste setor e afirma a relevância do cluster aeronáutico, ajudando-o a projetar-se internacionalmente”, refere Hugo Hilário, presidente da Câmara Municipal.
A região Alentejo registou, nas últimas 24 horas, 1255 novos casos de Covid-19 não havendo óbito associados à doença.
Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 40.134 casos de Covid-19 e 22 óbitos associados à doença.