Mais 890 casos de Covid-19 registados em Portugal

Covid19Portugal regista esta quarta-feira, 9 de junho, mais 890 casos de Covid-19 e nenhum óbito associado à doença. Hoje registaram-se também 525 casos de recuperação.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 591 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações.

Em todo o território nacional, há 307 doentes internados (mais 11 do que ontem), 70 em unidades de cuidados intensivos.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 23.996 casos ativos da infeção em Portugal, mais 365 que ontem.

Desde o início da pandemia, morreram 17.037 pessoas com a doença em Portugal e foram identificados 854.522 casos de infeção. Ao todo há 813.489 doentes recuperados da doença em território nacional.

GNR desmantela rede de tráfico de droga em Alandroal e Borba

GNR Évora - ApreensãoCinco indivíduos, com idades compreendidas entre os 25 e os 60 anos, foram detidos, nos concelhos de Alandroal e Borba, por tráfico de estupefacientes, pelo Comando Territorial de Évora da GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal de Estremoz.

Na sequência de uma investigação por tráfico de produtos estupefacientes, que decorria há cerca de um ano, os militares da Guarda “apuraram que os suspeitos atuavam de forma organizada e hierarquizada, adquirindo o produto estupefaciente fora do distrito de Évora, disponibilizando-o posteriormente aos consumidores locais e de outros concelhos, causando uma forte instabilidade social na comunidade local”, revela a GNR, em nota de imprensa.

Dando cumprimento a seis mandados de busca, cinco domiciliárias e uma em veículo, os militares da GNR acabaram por desmantelar uma rede de tráfico de estupefacientes naqueles concelhos e na apreensão de 290 doses de cocaína, cem de heroína e dez de haxixe.

Foram também apreendidos uma arma de fogo, uma réplica de arma de fogo, oito telemóveis, uma balança de precisão, um computador, 580 euros em numerário e material usado no acondicionamento do produto estupefaciente.

Os suspeitos, faz saber ainda a GNR, foram detidos e serão presentes, ainda esta quarta-feira, ao Tribunal Judicial de Vila Viçosa, para aplicação das medidas de coação.

A ação contou com o reforço da Unidade de Intervenção (UI), do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), do Destacamento de Intervenção (DI), do Núcleo de Apoio Operativo (NAO) e do Núcleo Digital Forense do Comando Territorial de Évora.

Há quatro concelhos que não avançam no desconfinamento

MarianaVieiraSilvaHá quatro concelhos que não vão avançar no desconfinamento: Braga, Lisboa, Odemira e Vale de Cambra. “Todos eles vão permanecer com as regras que vigoram neste momento para todo o país, desde o dia 1 de maio”, anunciou esta tarde, a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva. Ainda assim, não há nenhum concelho a regredir nas regras de desconfinamento.

Por outro lado, há dez concelhos em situação de alerta: Albufeira, Alcanena, Arruda dos Vinhos, Cascais, Loulé, Paredes de Coura, Santarém, Sertã, Sesimbra e Sintra.

A ministra revelou que o índice de incidência e o R(t) estão a evoluir. O primeiro encontra-se nos 70.6 e o segundo é, atualmente, de 1,08. Ainda assim, a maior parte do país “está numa situação estável”.

O Governo, referiu Mariana Vieira da Silva, decidiu prolongar a situação de calamidade em Portugal continental, até ao próximo dia 27 de junho.

A partir de segunda-feira, dia 14 de junho, nos concelhos que avançam para a próxima fase de desconfinamento, as atividades de comércio de retalho alimentar e não alimentar vão passar a funcionar de acordo com o seu horário de atendimento e na restauração e equipamentos culturais, os horários de funcionamento passarão a ser até à 1 hora, com última hora de admissão à meia-noite. Os atendimentos públicos desconcentrados (e não se incluem aqui as lojas de cidadão), que prestem atendimento presencial, passam a poder ser acedidos sem necessidade de marcação prévia, sendo que as lojas de cidadão mantêm as regras atuais.

Os eventos de natureza familiar continuam a ter de respeitar uma redução de 50% do espaço utilizado e a prática desportiva passa a poder ter público, no caso das modalidades amadoras, com lugares marcados e uma restrição de 33% da lotação total. Já os transportes coletivos de passageiros devem assegurar, quando existem lugares sentados e em pé, a lotação máxima de 2/3.

Mariana Vieira da Silva esclareceu ainda que passará a ser necessário a realização de testes em empresas com mais de 150 trabalhadores. A testagem passará também a ser obrigatória para acesso a eventos familiares, desportivos e culturais.

Luís Machado: tem sido feito “um ataque constante” ao setor da tauromaquia

LuisMachadoO setor da tauromaquia, em Portugal, continua a sofrer as duras consequências da pandemia, sendo que, com o regresso das corridas às praças, já autorizado pelo Governo, há espetáculos a serem cancelados.

Assim aconteceu com as corridas que estavam marcadas para amanhã, dia 10, e sábado, dia 12, em Santarém, no decorrer de mais uma edição da Feira Nacional da Agricultura.

A tauromaquia, garante o cabo dos Forcados Amadores e Académicos de Elvas, Luís Machado (na imagem), tem sido “fortemente atacada”, sendo estas corridas um exemplo disso mesmo, depois de uma delegada de saúde ter proibido os eventos. Naquela que é a maior praça de touros do país, que leva cerca de dez mil pessoas, a corrida de amanhã “tinha uma lotação de 50 por cento”. “Estavam vendidos cinco mil bilhetes, mas à última da hora, um parecer de uma delegada de saúde proibiu e classificou a praça de touros como não sendo um recinto de espetáculos”, revela. “A corrida teve de cancelada, por já não se ter condições de se testar toda a gente”, acrescenta.

Luís Machado diz ainda que, apesar de algumas corridas em cima da mesa, não se sabe quando os forcados de Elvas voltarão às praças, uma vez que tudo muda, de um dia para o outro. “Um dia, a ministra da Cultura diz que a partir de 14 de março, a cultura vai voltar em força e no dia 8 de junho vemos os ataques a serem constantes. Do ponto de vista empresarial, é andar-se às escuras”, garante. Agora, é necessário perceber se “as normas se mantêm” e se os empresários têm vontade de organizar as corridas. “Estamos todos muito assustados e preocupados com o que possa acontecer”, até porque, assegura, “o futuro é duvidoso”.

O cabo lembra ainda a final da Liga dos Campeões, assegurando que, depois de tudo o que se passou no Porto, é “frustrante” perceber aquilo que a tauromaquia tem passado. “Aqueles adeptos e aquela final não trouxeram assim tanta vantagem económica para o país. No dia a seguir, o Reino Unido colocou Portugal na lista amarela e vimos, passados dois dias, a quantidade de ingleses que foram embora. Isto, mais uma vez, demonstra o andar às cegas governamental que vivemos hoje em dia. Essa final está a ter, neste momento, consequências catastróficas”, comenta Luís Machado.

No ano passado, em Santarém, depois das corridas, no decorrer da Feira da Agricultura, recorda ainda Luís Machado, não se registaram prejuízos, nem surgiram daí casos positivos de Covid-19. “Não existiram bares partidos, não existiram prejuízos públicos e privados e, mais uma vez, o setor demonstra que é civilizado”, lembra.

“É um direito, está na Constituição da República Portuguesa. Os espetáculos têm de ser preservados. Isto é um ataque constante a este setor, que há dois anos para cá está a ser fortemente prejudicado. Os toureiros têm de ganhar dinheiro e alimentar cavalos. Os ganadeiros têm de alimentar os touros”, diz ainda o cabo dos forcados de Elvas.

Amanhã, em Santarém, e na sequência do cancelamento das corridas previstas, será levada a cabo, na praça Celestino Graça de Santarém, uma manifestação, que Luís Machado garante que será civilizada, contra a discriminação a este setor. “Temos de encher as ruas e protestar pela liberdade que nos está a ser posta em causa”, remata.

De recordar que também, recentemente, um grupo quase 300 personalidades, entre políticos, jornalistas, escritores e atores, assinou uma carta exigindo o fim da transmissão de touradas na televisão pública. Os signatários exigem uma televisão “pública livre da transmissão de espetáculos que se baseiam na violência contra animais”.

Métodos de estudo no “Elvas + Solidária”

Viviana Jesus Os métodos de estudos caracterizam-se por estratégias e formas de estudo, com vista a alcançar o sucesso escolar, no entanto varia muito de criança para criança, porque a forma de aprendizagem assume-se também diferente.

A falta de hábitos de estudo pode levar ao insucesso escolar. No programa “Elvas + solidária”, de hoje, Viviana Jesus, psicóloga no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha portuguesa, explica que na questão do estudo, também há erros que os pais devem evitar, como por exemplo, “serem excessivamente críticos, colocarem limites nas notas, não acompanharem os filhos na escola, não deixar o filho escolher a área de estudo, não dialogarem e a comparação entre filhos”.

A psicóloga deixa algumas estratégias para o estudo, considerando que o mais importante “é a recolha de apontamentos, na aula, bem coimo outras ferramentas como internet, livros, fotocopias, também uma boa caligrafia, deixar espaços entre assuntos e perceberem, quando sublinham os livros, o que é realmente mais importante”, adiantando também que “não é só ler e tentar decorar, porque facilmente esquecem”.

Viviana Jesus afirma ainda que “o importante é que os jovens tenham um método de estudo adequado a si próprios, com ou sem música e com o qual se sentem bem”, bem como “não ter pressa para entregar o teste, devendo reler e entregar apenas quando se sentirem confiantes do que fizeram”.

Os métodos de estudo estão em destaque esta semana no programa “Elvas + Solidária”, que pode ouvir na emissão, ao meio-dia e meia e às 16.30 horas.

Campo Maior continua sem casos ativos de Covid-19

DSC_2284 O concelho Campo Maior não regista esta quarta-feira, dia 9, novos casos de Covid-19, pelo que se mantém sem casos ativos de infeção.

Desde o início da pandemia, Campo Maior registou um total de 654 casos de infeção, dos quais 643 recuperaram. Morreram, vítimas de Covid-19, no concelho, 11 pessoas.

GNR resgata javali em perigo de afogamento em Campo Maior

GNR Portalegre - Resgate1javali Um javali, que se encontrava em perigo de afogamento, no concelho de Campo Maior, foi resgatado esta terça-feira, dia 8, pelo Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Elvas.

Na sequência de um alerta que um javali se encontrava em perigo de afogamento por se encontrar preso num canal de rega, os elementos do NPA conseguiram retirar da água o javali selvagem, sem lesões. No decorrer da ação foi ainda libertado para o habitat natural.

A Guarda Nacional Republicana, através do Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), tem como preocupação diária a proteção dos animais, apelando à denúncia de situações de âmbito ambiental. Para o efeito, poderá ser utilizada a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520) funcionando em permanência para a denúncia de infrações ou esclarecimento de dúvidas.

Elvas sem novos casos de Covid-19 nesta terça-feira

ForteDaGracaElvas O concelho de Elvas não regista esta terça-feira, dia 8 de junho, novos casos de Covid-19, mantendo-se com três casos ativos de infeção.

Desde o início da pandemia foram registados, em Elvas, 1380 casos de infeção, dos quais 1349 já recuperaram da doença.

No concelho, vítimas da Covid-19, morreram 28 pessoas.

Tapetes de Arraiolos na rua até domingo

TapeteRuaArraiolos2021O tapete volta a sair às ruas de Arraiolos, entre hoje, dia 8, e domingo, 13 de junho, numa iniciativa que, desta feita, conhece algumas adaptações.

O evento, promovido pela Câmara Municipal de Arraiolos, vai contar com várias exposições, para além de tapetes espalhados pelas janelas, animação de rua, um mercado e uma feira do livro, atividades que, de acordo com a presidente, Sílvia Pinto, eram possíveis de ser realizadas neste contexto de pandemia que se vive.

“Decidimos, em articulação com algumas casas de tapetes e com um conjunto de atores que habitualmente participam no evento, avançar com a iniciativa do ‘Tapete Está na Rua 2021’, obviamente em moldes um bocadinho diferentes do que estávamos habituados, em edições anteriores, porque a situação assim o exige, mas, de qualquer forma, consideramos que havia um conjunto de atividades que eram possíveis de dinamizar no contexto que vivemos”, explica a autarca.

Sílvia Pinto adianta que, numa parceria com a Universidade de Évora, a Câmara de Arraiolos vai ainda promover um encontro internacional de arte têxtil, entre sábado e domingo.

“É uma programação repleta de atividades, mas teremos que cumprir as regras do momento. Pensamos que temos condições assim de ter aqui uma boa iniciativa”, diz ainda Sílvia Pinto. Valorizar aquele que é o maior ex-líbris de Arraiolos é, desde a primeira edição do evento, o principal objetivo do “Tapete Está na Rua”. “Quem nos visita fica a conhecer mais deste nosso património”, garante a autarca.

O programa previsto vai permitir aos visitantes o concelho de Arraiolos e a sua história, a cultura, a gastronomia e usufruir de um conjunto de atividades e visitar várias exposições. A última edição do evento aconteceu em 2019, sendo que, no ano passado, contou apenas com uma vertente digital.