Elvas regista mais três recuperações da Covid-19

O concelho de Elvas não regista esta segunda-feira, 11 de outubro, novos casos de infeção por Covid-19, por outro lado, três pessoas recuperaram da doença, pelo que estão 34 casos de infeção, ativos.

Desde o início da pandemia, Elvas registou 1.754 casos positivos, 1.691 altas e 29 mortes.

GNR deteve quatro pessoas na semana passada no distrito de Portalegre

O Comando Territorial de Portalegre da GNR, entre os dias 4 e 10 de outubro, deteve quatro pessoas em flagrante delito: duas por condução sob efeito do álcool, uma por condução sem habilitação legal e outra por ofensas à integridade física.

No mesmo período tempo, foram registadas 143 infrações, ao nível do trânsito, das quais a GNR destaca 59 por excesso de velocidade, 18 referentes a tacógrafos e quatro por excesso de álcool. Foram também levantados quatro autos de contraordenação relativo à proteção da natureza e do ambiente.

Na semana passada, os militares da GNR registara ainda quatro acidentes de viação, dos quais resultaram dois feridos graves.

A GNR levou a cabo ainda 169 ações no âmbito do programa “Idosos em Segurança”, tendo sido sensibilizados 393 idosos; 124 no âmbito do programa “Comércio Seguro”, tendo sido sensibilizados 138 comerciantes; e 107 no âmbito do programa “Escola Segura”, tendo sido sensibilizadas 217 pessoas da comunidade escolar.

Campo Maior continua sem casos ativos de Covid-19

Campo Maior continua sem registar novos casos de Covid-19, encontrando-se esta segunda-feira, 11 de outubro, sem qualquer caso ativo de infeção.

Desde o início da pandemia, o concelho registou 745 casos positivos, 733 recuperações e 12 óbitos.

“Hospital de Elvas é uma referência”, garante presidente da ULSNA

Tal como noticiámos anteriormente, o Hospital de Santa Luzia de Elvas já tem à disposição dos utentes um novo mamógrafo. Trata-se de um equipamento adquirido para substituir o anterior e que foi adquirido no âmbito de um protocolo assinado entre a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) e a Câmara Municipal de Elvas.

Joaquim Araújo, presidente do Conselho de Administração da ULSNA, referiu-nos que “este equipamento já se encontra no hospital, encontrando-se numa fase de instalação e capacitação dos profissionais que com ele vão trabalhar. O mamógrafo que tínhamos, por avaria, deixou de ser útil e deixou de funcionar. Para colmatar essa necessidade tivemos que adquirir outro equipamento, que foi candidatado a fundos comunitários, e, através de um protocolo, contou com o apoio da Câmara Municipal de Elvas”.

“O Hospital de Elvas é uma referência nestas patologias (cancerígenas) e tornou-se muito importante a aquisição deste equipamento para dar resposta numa área tão critica”, sublinhou.

No período em que o Hospital de Elvas esteve sem mamógrafo, “o Hospital de Portalegre deu esse apoio aos utentes”. Por outro lado, sempre que necessário, “a ULSNA realiza aquisição de serviços ao exterior da Unidade”.

A aquisição deste novo mamógrafo resultou de um investimento de cerca de 260 mil euros, comparticipado com fundos europeus.

Jorge Grifo: “Irei representar todos os campomaiorenses sem exceção”

Jorge Grifo Tomou foi hoje empossado como presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, pelo Partido Socialista. Na primeira reunião deste órgão, a única lista apresentada foi eleita com 11 votos a favor e sete em branco. Anabela Carrilho e Xavier Gonçalves foram eleitos secretários da mesa.

No seu primeiro discurso enquanto presidente da Assembleia Municipal, Jorge Grifo destacou o trabalho desenvolvido por todos os autarcas que passaram, quer pela câmara, quer pelas juntas de freguesia do concelho.

Jorge Grifo realçou o trabalho das “forças de segurança, dos bombeiros voluntários e dos trabalhadores da área da saúde. Foram e continuam a ser os nossos heróis, haja ou não pandemia. Irei representar todos os campomaiorenses sem exceção. Trabalharemos para todos, pois agora só o todo é que interessa. Existem valores dos quais não abdico e são pilares da minha formação, como a transparência e o trabalho”.

Luís Rosinha agradece “confiança dos campomaiorenses”

Luís Rosinha (na foto), tomou este domingo posse como presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, pelo Partido Socialista.

Na cerimónia de tomada de posse, o presidente agradeceu “aos campomaiorenses que confiaram em mim e na minha equipa para conduzir os destinos da autarquia, acreditando no nosso projeto para o desenvolvimento do concelho de Campo Maior. Afirmo aqui hoje que tudo farei para se merecedor desta confiança”.

Luís Rosinha garante que vai estar “perto das pessoas, ouvindo os seus problemas, anseios e opiniões. É desta forma que qualquer gestor autárquico deve iniciar o seu percurso porque se o povo nos escolheu, é uma obrigação estarmos ao seu lado diariamente”.

“Serei presidente para todos os campomaiorense, mas conto com uma sociedade participada e empenhada, pois só juntos conseguiremos melhores condições de vida para a nossa comunidade. O trabalho futuro é para todos e com todos”.

Veja as imagens da tomada de posse dos eleitos de Campo Maior (c/fotos e vídeo)

Os eleitos da Câmara Municipal de Campo Maior tomaram posse este domingo, dia 10, no Centro Cultural da vila.

O executivo, presidido por Luís Rosinha, conta ainda com Paulo Pinheiro e São Silveirinha, ambos do Partido Socialista, e Paulo Ivo e Fátima Vitorino, eleitos pela CDU.

No que diz respeito à Assembleia Municipal, Jorge Grifo foi eleito presidente e Anabela Carrilho e Xavier Gonçalves, secretários da mesa, com 11 votos a favor e sete em branco.

Novas regras para práticas comerciais desleais na cadeia alimentar a partir de novembro

A partir de novembro, agricultores e pequenos e médios fornecedores da cadeia agrícola e alimentar podem apresentar queixa, de forma confidencial, contra práticas desleais que sejam impostas pelos compradores.

Entre as práticas desleais proibidas estão pagamentos em atraso e cancelamento de encomendas de última hora de produtos alimentares perecíveis, alterações unilaterais ou retroativas dos contratos, imposição ao fornecedor para pagar produtos desperdiçados e recusa de contratos escritos.

Leonardo Lanternas (na imagem), sócio-gerente da sociedade agrícola Agro Lanternas, em Elvas, considera que esta é uma mais-valia, tendo em conta, sobretudo, os lucros conseguidos pelos super e hipermercados com produtos que são comprados aos fornecedores a menos da metade do preço. “Há produtos que saem das nossas explorações e depois vemo-los nas prateleiras de supermercados e de lojas a valores que nos deixam assustados, mas é o próprio mercado de retalho que faz essa discrepância”, revela. “Temos para sair para a capital uns sacos de cebolas e eu acho que só a pessoa, em vendê-los, ganha o dobro, bem mais que eu, mas isso é a lei da oferta e da procura”, acrescenta.

O empresário, por outro lado, sente que o mundo rural tem ganho outro destaque, sobretudo depois da pandemia, considerando que esta nova medida possa ter surgido, precisamente, da importância que lhe foi dada nesta altura. “A pandemia veio fazer com que se desse mais voz ao mundo rural, porque em primeiro lugar, nós é que somos o setor primário, nós é que damos a alimentação a um povo”, garante Leonardo Lanternas.

Com a implementação desta nova medida, o empresário comenta que era “necessário começar por algum lado”. Ainda assim, Leonardo Lanternas confessa que, no seu caso concreto, e por se tratar de uma micro empresa, não tem enfrentado grandes atrasos nos pagamentos, nem problemas de maior com os compradores dos seus produtos alimentares. O mesmo já não pode dizer ao nível dos agrupamentos de agricultores, dos quais também faz parte.

Para que o processo seja colocado em prática, a 1 de novembro, deverá ainda ser criada uma autoridade nacional para tratamento das queixas, sendo assegurada a confidencialidade dos queixosos.