O “Estudo para a Recolha Seletiva de Biorresíduos do Município de Campo Maior” foi apresentado esta tarde de quarta-feira, dia 7, pela empresa responsável pelo mesmo, no Centro Cultural, e também em formato online.
A empresa parceira do município, a Enhidrica, procedeu, através da plataforma online à apresentação deste estudo, que prevê que até dezembro de 2023, e segundo as normas da União Europeia, que se proceda à recolha deste tipo de resíduos, de forma diferenciada dos restantes.
Este é um estudo que tem como objetivo, tal como adianta João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, que “o município possa beneficiar, num futuro próximo, de financiamento, através do Fundo Ambiental, para a recolha de biorresíduos e da adaptação necessária para cumprir nas metas da União Europeia”, e consequentemente “disponibilize equipamentos à população, para que possa fazer a separação deste tipo de resíduos ou mesmo à sua compostagem”.
O projeto ainda está em estudo e brevemente passará a definitivo. Este financiamento destinar-se-á, por exemplo “a viatura de recolha de compostagem e entrega de equipamentos, como sacos ou caixas, para que os campomaiorenses, em casa possam fazer a compostagem, terá também que haver cinco ilhas distribuídas por Campo Maior, onde haverá a possibilidade de colocar estes restos alimentar com vista à sua compostagem”.
Depois da apresentação houve tempo para debate, onde Carlos Pepê, do Centro Educativo Alice Nabeiro, através da plataforma online, sugeriu que as crianças da instituição pudessem, também elas, ser parte integrante deste projeto, o que para João Muacho é uma proposta que “vai ser abraçada”. O presidente do município campomaiorense afirma tentarão que “nas ruas do centro histórico possam haver cabeças de rua, responsáveis por esta compostagem, e junto dos seus amigos, vizinhos e familiares possam incentivar à mesma, por outro lado a colaboração das crianças, nas questões ambientais, torna-se bastante importante, “de forma a fomentar o gosto e na necessidade ambiental de proteger o que é de todos”.
Paula Caldeira, técnica superior de Ambiente, e responsável também pela elaboração deste estudo, por parte do município explica que, a questão dos biorresíduos tem especial importância, não só a nível ambiental como económico. “Esta questão vai tirar do lixo indiferenciado, se todos participarmos ativamente, os restos alimentares e resíduos verdes, que corresponde a uma grande fração do lixo indiferenciado”. Este lixo indiferenciado “é pago, tendo um custo para os munícipes e municípios, neste sentido a separação dos biorresíduos fará com que se reduza a fatura e o impacto ambiental, uma vez que os mesmos não irão, desta forma, para os aterros”, revela ainda.
Para que se cumpra a meta da União Europeia, a solução, segundo este estudo e como adianta Paula Caldeira, será necessária a colaboração de toda a população. Para tal pode ser necessária uma solução mista, que passa pelo facto “da pessoa fazer a compostagem, no seu jardim, por exemplo, onde se possa colocar um combustor, facultado pelo município, com informação para que cumpram com as regras da compostagem, onde serão colocados os restos alimentares, legumes ou verduras, por exemplo”. Por outro lado, para quem não tem estas condições, como em prédios ou apartamentos, “terá de ser feita a recolha de proximidade, através de um contentor na rua, e as pessoas com um balde, onde serão colocados os biorresíduos, irá depositar estes resíduos, no contentor apropriado”.
A recolha de biorresíduos passa também por um processo de informação e sensibilização da população. Paula Caldeira afirma que “é necessário que as pessoas tenham informação para entenderem a importância deste processo e também o seu contributo”.
Depois do estudo apresentado, dentro de cinco meses, o projeto irá tornar-se definitivo, sendo que só passado este tempo é que será possível o município candidatar-se a financiamento do Fundo Ambiental, para que o projeto comece a ser implementado em Campo Maior.


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