Os hospitais vão receber menos dinheiro do Estado pelas urgências que fizerem no próximo ano, mas os doentes vão pagar taxas moderadoras mais elevadas, já que as taxas moderadoras vão ser atualizadas em janeiro em função da taxa de inflação.
A subida não terá, contudo, efeito nos doentes isentos.
Os valores que os hospitais recebem pelas urgências feitas vão ser de novo reduzidos em 2014, como aconteceu no ano passado, de acordo com a tabela de preços que consta do contrato da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
Uma urgência polivalente (nos hospitais centrais, como o Santa Maria, em Lisboa, e o S. João, no Porto) passa de um preço tabelado de 112,07 euros, este ano, para 107,59 euros, em 2014. Um doente, recorde-se, paga atualmente 20,60 euros de taxa moderadora por este serviço.
Já uma urgência básica – que este ano valia às unidades do Serviço Nacional de Saúde 31,98 euros – vai diminuir para 30,70 euros no próximo, enquanto uma urgência médico-cirúrgica passa de 56,16 para 53,91 euros. Em simultâneo, as taxas moderadoras (que são agora de 15,45 euros e de 18 euros nos serviços de urgência básica e médico-cirúrgicos) vão aumentar de acordo com a taxa de inflação. O valor exato ainda não é do conhecimento público.
De resto, a tabela para 2014 que consta do relatório da contratualização prevê reduções de preços em quase todos os cuidados de saúde. Isto significa que os hospitais vão passar a receber menos dinheiro do Estado não só pelas urgências, mas também por consultas externas, interrupções voluntárias de gravidez e pelo tratamento de doentes com VIH/sida, esclerose múltipla, entre outros.
No total, os hospitais EPE (Entidades Públicas Empresariais) vão sofrer um corte de 3,5% no orçamento para o próximo ano, o correspondente a cerca de 146 milhões de euros, adianta o jornal Público.


A APAV, Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, lançou no seu site, no final de 2013, o Observatório de Decisões Judiciais.
O desemprego nos quinze municípios do distrito de Portalegre voltou a cair em novembro, pelo terceiro mês consecutivo, com menos 346 desempregados que no mês anterior. De acordo com os dados divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) o número total de desempregados registados no Norte Alentejano no final de novembro era de 7040.
António Ferreira Góis (na foto), diretor da Rádio Campo Maior, deixou aos ouvintes, clientes e amigos desta estação emissora uma mensagem de Ano Novo.
O novo ano traz novas regras no código da estrada, que já estão em vigor desde as 24 horas deste 1 de Janeiro de 2014. Ao longo do dia de hoje, o Major Rogério Copeto, do Comando de Évora da GNR, explica na antena da Rádio ELVAS as principais alterações.
O novo ano começa com o aumento do custo de vida para os portugueses. Conferimos os produtos e serviços que sofrem alterações já a partir deste 1 de janeiro de 2014.
No inicio de um novo ano, os portugueses vão pagar mais em muitos dos artigos e serviços que utilizam no dia-a-dia. Desde a luz até aos transportes públicos é como todos os anos, sempre a somar.