Foram 22, as organizações portuguesas, entre as quais a Quercus, que enviaram à Comissão Europeia uma carta, onde denunciam o incumprimento do Regulamento relativo ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) e das Recomendações da Comissão Europeia para a elaboração deste Plano Estratégico em Portugal.
Este plano, segundo explica José Janela, da Quercus, apresenta duas grandes falhas: “não está de acordo com o Regulamento (UE) 2021/2115 que estabelece as regras para a elaboração dos Planos Estratégicos pelos Estados-Membros no âmbito da Política Agrícola Comum, e não cumpre todas as recomendações da Comissão Europeia para a preparação do PEPAC em Portugal. O PEPAC encontra-se agora em apreciação pela Comissão Europeia, aguardando-se em breve a publicação da observation letter da Comissão sobre o PEPAC português”.
Para além disso, para estas 22 organizações, o diagnóstico da agricultura nacional apresentado no PEPAC é “muito incompleto e desatualizado”, uma vez que “o Recenseamento Agrícola de 2019, divulgado pelo INE em março de 2021, é ignorado em partes muito importantes do diagnóstico. Também não está explicado de que forma os eco regimes, uma das novidades da nova PAC para o período 2023-2027, respondem às necessidades identificadas, nem como contribuem para a realização das metas estabelecidas”.
José Janela diz ainda que “a necessidade de travar a perda e a degradação de habitats em resultado da atividade agrícola e da sua intensificação não foi considerada, nem os impactos negativos destas práticas sobre espécies com um estado de conservação desfavorável”, como por exemplo, “não estão previstas intervenções ou identificação de necessidades relacionadas com a possibilidade de reduzir a utilização total de água, exceto através da eficiência da utilização da água. Também não há qualquer intervenção identificada para apoiar a utilização de ferramentas de monitorização de emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) nas explorações agrícolas. Perante as previsões da intensificação de aridez em grande parte do território nacional, é estranho que este plano não contemple medidas que incentivem uma agricultura mais ecológica”.
O Incumprimento do Regulamento relativo ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum é o tema em destaque esta semana no programa “Ambiente em FM”.


No decorrer do Festival de Leituras Floridas, que se estende ao longo de todo este mês de março, em Campo Maior, encontra-se na biblioteca do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro (CERN), uma exposição de marcadores de livros.
As Caminhadas e os Percursos pelo Património estão de regresso ao concelho de Elvas no mês de maio.
No âmbito da iniciativa “Março Mês do Teatro 2022”, o Município de Campo Maior promove um workshop de interpretação, conduzido pelo ator Marcantonio del Carlo.
Com a procura de habitação nas freguesias rurais do concelho de Arronches, a Câmara Municipal tem tentado dar resposta a essa necessidade, sendo que, para além da construção de um loteamento em Mosteiros, com cinco fogos de habitação social, está a já a construir um outro em Esperança, para dar resposta ao mesmo número de famílias.
A exposição “Jerónimo” do artista elvense Rui Serra está patente no Paiol de Nossa Senhora da Conceição, em Elvas.
De 10 a 17 de abril, vive-se em Badajoz, a Semana Santa: um conjunto de cerimónias religiosas que está retratado, em imagens e estatuetas, na Feira dos Mayores, que termina este domingo, 13 de março, ao final do dia, nos pavilhões da IFEBA.
Cerca de duas centenas de crianças e jovens dos escalões de formação de rugby participaram hoje no Torneio Cidade de Elvas, organizado pelo Rugby Clube de Elvas.
O torneio contou, além do Rugby Clube de Elvas, com clubes de Évora, Montemor-o-Novo, Lisboa, Badajoz e Cáceres. Da capital vieram três emblemas: Agronomia, CDUL e Direito.
O Clube Top, do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), é um programa de capacitação de clubes desportivos, que apoia os clubes com formação para os seus dirigentes e colaboradores, com conselhos práticos de gestão e reconhece aqueles que fazem bem o seu trabalho.
“Condenadas, mas pouco” é a peça de teatro que sobe hoje, sábado, 12 de março, ao palco, do Centro Cultural de Campo Maior, promovida pela Associação Cultural Farrapo D’ Arte, de Lisboa.