Terminou este domingo, 27 de setembro, em Elvas, mais uma edição da tradicional Feira de São Mateus e das Festas em honra do Senhor Jesus da Piedade.
Ao longo de dez dias, foram milhares de pessoas que passaram pelo Parque da Piedade, para os habituais reencontros de amigos e familiares, para desfrutar dos espetáculos na Expo São Mateus e para momentos de fé no Santuário.
Esta edição da Feira de São Mateus encerrou com um balanço globalmente positivo, apesar das dificuldades que todos os anos marcam a organização do certame. A avaliação é feita por Carlos Damião, juiz da Confraria do Senhor Jesus da Piedade, que destaca o decorrer das celebrações religiosas e a presença de muitos visitantes, sobretudo durante os dois fins de semana.
Em declarações à Rádio ELVAS sobre a edição deste ano, Carlos Damião considera que, “como sempre, é um balanço positivo”, reconhecendo, contudo, os desafios que surgem ao longo dos dias de feira.
“Nós sabemos que há sempre muitas, muitas, muitas dificuldades. Mas, ao fim e ao cabo, isto passa os dias e as coisas resolvem-se e segue-se em frente”, afirma.
Entre os constrangimentos sentidos no recinto, o responsável aponta a areia e o pó, uma situação que, recorda, é habitual e que conta com a colaboração dos Bombeiros para minimizar os seus efeitos. “Temos o problema aqui da terra, da areia, do pó, etc., mas vêm os nossos amigos bombeiros e regam”, refere.
No que diz respeito à componente religiosa, um dos pilares da Feira de São Mateus, Carlos Damião assegura que as celebrações decorreram dentro da normalidade, considerando que, também nessa vertente, “correu tudo bem”.
Relativamente à afluência de público, o juiz da Confraria reconhece que houve alguns dias com menor número de visitantes: “Tivemos aqui alguns dias com menos gente, mas sempre com dois fins de semana com muita gente”.
O balanço traçado pela Confraria do Senhor Jesus da Piedade é, assim, de satisfação pelo decorrer de mais uma edição da Feira de São Mateus, marcada pela continuidade da tradição religiosa, pela participação dos visitantes e pela capacidade de ultrapassar os desafios inerentes à organização de um dos eventos mais emblemáticos de Elvas.
O Campo Maior Trail Runners/GEDA esteve em destaque na Cerimónia de Mérito da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre, referente à época 2025/26, realizada no passado sábado, dia 26 de setembro, em Santo António das Areias, ao conquistar quatro pódios nas diferentes competições distritais.
A cerimónia contou com a presença da equipa campomaiorense, acompanhada pela vereadora do Desporto do Município de Campo Maior, Paula Jangita.
Entre os atletas distinguidos estiveram Marisa Costal, que alcançou o segundo lugar no circuito de corridas do respetivo escalão, Ana Isabel Marques, vencedora do circuito de trail curto no seu escalão, e Manuel Badalo, primeiro classificado no circuito de trail curto masculino do respetivo escalão. Já Carlos Pepê conquistou o terceiro lugar no circuito de trail longo do seu escalão.
Além da classificação desportiva, Carlos Pepê recebeu também o diploma de juiz-árbitro da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre (AADP), depois de concluída a formação necessária para integrar o grupo de juízes do distrito.
Para Carlos Pepê, responsável pelo Campo Maior Trail Runners, as distinções representam o resultado de um trabalho que vai muito além dos pódios. “É com bastante orgulho e sentido de responsabilidade que levamos este projeto avante”, afirma, recordando que o projeto do Campo Maior Trail Runners começou há dez anos, inicialmente como “um projeto embrionário, com um conjunto de amigos”, tendo posteriormente encontrado no GEDA um parceiro para consolidar o trabalho desenvolvido.
Ao longo deste percurso, o projeto tem contado com o apoio do Município de Campo Maior, das juntas de freguesia da Expectação, de São João Batista e Degolados, bem como de diversos parceiros e patrocinadores.
Carlos Pepê destaca ainda as dificuldades existentes ao nível das condições para a prática da modalidade no concelho, nomeadamente a inexistência de uma pista de atletismo. Ainda assim, a equipa tem procurado desenvolver o seu trabalho, apostando na formação e no crescimento dos atletas. “Temos vindo a fazer o nosso trabalho na área do trail e também na área dos kids, sempre a semear para o futuro”, sublinha.
Os resultados alcançados durante a época refletem, segundo o responsável, esse investimento continuado. A distinção de Marisa Costal, atleta que já praticava atletismo em Campo Maior enquanto jovem, é apontada como mais um sinal do crescimento do projeto também na vertente das corridas.
Carlos Pepê passa a integrar grupo de juízes do distrito
A participação na formação de arbitragem representa também uma nova etapa no percurso de Carlos Pepê. Depois de concluída a formação e realizado o respetivo estágio, passa a integrar, juntamente com outros elementos, o grupo de juízes da Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre.
“Podemos dar um contributo diferente à modalidade”, explica, considerando que o reforço do número de juízes é importante perante o elevado número de provas realizadas ao longo da época, entre circuitos de corrida, pista e trail.
Mais de 60 atletas representam Campo Maior
Apesar dos quatro pódios conquistados, Carlos Pepê faz questão de colocar os troféus num plano secundário face ao objetivo principal do projeto: promover a prática desportiva, fortalecer os laços entre os atletas e criar uma comunidade em torno do atletismo e do trail. “Estes troféus não são em si o objetivo principal. O objetivo principal está na consistência do treino, das relações de amizade que estamos a criar e, acima de tudo, nas conquistas que fazemos nos trilhos”, afirma.
Durante a época 2025/26, dezenas de atletas de Campo Maior participaram em mais de uma centena de provas, com o Campo Maior Trail Runners/GEDA a contar atualmente com 62 atletas de diferentes idades. Para Carlos Pepê, esse é um dos principais motivos de orgulho: “Não estamos apenas a falar de troféus, estamos a falar de pessoas, de uma equipa e de uma vila que se faz representar através do desporto.”
O responsável deixa ainda um agradecimento às famílias dos atletas, destacando o papel fundamental que desempenham para tornar possível a conciliação entre treinos, competições e vida familiar. “Às vezes as pessoas pensam que os troféus caem do céu e não caem. Caem de muitas horas de treino, de muitas horas tiradas à família”, afirma.
A equipa inicia agora uma nova época desportiva, com novos desafios e algumas surpresas, mantendo o objetivo de continuar a promover o atletismo e o trail e a levar o nome de Campo Maior às diferentes competições.
Um homem, de 37 anos, e uma mulher, de 31, foram detidos, na passada sexta-feira, dia 25 de setembro, em Campo Maior, pela GNR, por suspeita de burla através da plataforma MB Way.
A detenção ocorreu no âmbito de uma ação de patrulhamento, durante a qual os militares da Guarda detetaram os dois indivíduos nas proximidades de uma caixa multibanco, apresentando um comportamento considerado suspeito, segundo revela o Comando Territorial de Portalegre da GNR em comunicado.
Na sequência da abordagem, os militares confirmaram que os suspeitos tinham acabado de cometer uma burla através da aplicação MB Way, tendo ambos sido detidos de imediato.
Durante a ação, a GNR apreendeu 500 euros em numerário e um telemóvel.
Os dois detidos foram constituídos arguidos e os factos foram comunicados ao Ministério Público, que dará seguimento ao processo.
Estão abertas, até 16 de outubro, as inscrições para a atribuição de Prémios de Mérito a estudantes do ensino básico, secundário e superior, promovidos pelo Município de Arronches.
No caso dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, a atribuição dos prémios será efetuada de forma automática, de acordo com o Quadro de Mérito do Agrupamento de Escolas de Arronches, não sendo necessária a apresentação de candidatura.
Já os estudantes do ensino secundário e superior terão de formalizar a candidatura através do preenchimento de um boletim próprio, acompanhado da documentação exigida pelo regulamento.
Entre os documentos necessários encontram-se o comprovativo de matrícula, o certificado de aproveitamento escolar referente ao último ano letivo, documentos de identificação, atestado de residência e/ou documento que comprove a composição do agregado familiar, bem como uma declaração de compromisso de honra sobre a veracidade das informações prestadas.
O Regulamento Municipal e o respetivo boletim de candidatura podem ser consultados e obtidos no Serviço de Atendimento de Público da Câmara Municipal de Arronches ou através do site autarquia.
A Câmara Municipal de Campo Maior continua a apoiar as famílias do concelho através da oferta de cadernos de atividades até ao 2.º ciclo e de material escolar até ao 1.º ciclo.
O apoio destina-se aos alunos cujas famílias tenham submetido candidatura à Ação Social Escolar (ASE) e que estejam abrangidas pelos escalões A ou B. Nestes casos, os encarregados de educação têm direito a um voucher para posterior reembolso das despesas realizadas.
Para obter o voucher, os interessados devem dirigir-se aos Serviços Administrativos do Agrupamento de Escolas. Depois de preenchido, o documento deverá ser acompanhado de um comprovativo de IBAN e da fatura que comprove o valor gasto na aquisição dos cadernos de atividades ou do material escolar.
O voucher e a respetiva documentação devem ser entregues no Gabinete de Ação Social, no edifício da Câmara Municipal de Campo Maior.
O Município alerta ainda que o pedido de reembolso deve ser efetuado até 31 de dezembro.
Marvão volta a recuar no tempo, até ao século IX, para celebrar as suas origens e a figura de Ibn Marwan, o fundador da vila. O Festival Al Mossassa regressa entre os dias 2 e 5 de outubro, para a 19.ª edição de um evento que pretende recriar a época da fundação de Marvão e afirmar a ligação histórica e cultural da vila à região e à vizinha cidade espanhola de Badajoz.
Ao longo de quatro dias, o público poderá assistir a diversas recriações históricas relacionadas com as três culturas que marcaram a história da Península Ibérica — islâmica, judaica e cristã. Artesãos a trabalhar ao vivo, espetáculos de música, dança, fogo e artes circenses fazem parte da programação, que transforma o centro histórico de Marvão num cenário de inspiração medieval.
Acampamentos militares, exposições de armas, tiro com arco, oficinas de esgrima, duelos de cavaleiros, jogos medievais, encantadores de serpentes, falcoeiros, bobos e trapezistas são outros dos atrativos previstos para esta edição.
O presidente da Câmara Municipal de Marvão, Luís Vitorino, destaca a importância do festival enquanto momento de celebração das raízes históricas do concelho e de promoção do território: “Vamos voltar às origens de Marvão, vamos festejar Ibn Marwan, as nossas origens, vamos festejar aquilo que foi a fundação de Marvão”, afirma o autarca, sublinhando a presença das três culturas ao longo do evento.
Para Luís Vitorino, o Al Mossassa é também uma oportunidade para reforçar a atratividade turística da vila e contribuir para a economia local. “É um grande momento para Marvão, que vai ajudar também a economia local e o turismo”, refere.
A autarquia tem igualmente apostado na divulgação do festival junto do público espanhol, nomeadamente na Extremadura. Segundo o presidente da Câmara, Badajoz e a região extremenha constituem um dos principais mercados para o evento, razão pela qual está a ser reforçada a promoção do Al Mossassa do outro lado da fronteira.
“Estamos a investir nalguma promoção a nível da Extremadura espanhola, que é um dos principais mercados que a feira tem”, explica Luís Vitorino.
O autarca considera que o festival já alcançou um lugar consolidado no calendário de eventos da região. A Câmara Municipal mantém, ainda assim, a aposta na divulgação junto dos meios de comunicação social nacionais, procurando captar novos visitantes para Marvão.
Com organização da Câmara Municipal de Marvão, o Al Mossassa realiza-se no primeiro fim de semana de outubro e assume-se, uma vez mais, como um dos principais eventos do concelho, conjugando história, cultura, animação e promoção turística num cenário marcado pelo património da vila.
Embora a Inteligência Artificial (IA) seja vista como uma tecnologia puramente “virtual”, o seu funcionamento depende de uma gigantesca infraestrutura física com um forte impacto ecológico. No programa “Ambiente em FM”, José Janela, da Quercus, alertou para a pesada pegada ambiental dos megacentros de dados (data centres), que operam ininterruptamente e exercem uma pressão sem precedentes sobre o território, a água e os recursos energéticos.
A dimensão destes projetos é, em muitos casos, colossal. Nos Estados Unidos, por exemplo, está projetado um centro de dados no Utah com 160 km² — uma área que supera em mais de uma vez e meia o tamanho de cidades inteiras como Lisboa (100 km²). Esta ocupação massiva do solo provoca impactos severos na paisagem e exige a construção de novas redes elétricas para responder a uma procura energética que não para de crescer, ameaçando aumentar as emissões globais de carbono caso não seja garantido o uso exclusivo de fontes renováveis.
Outro dos pontos críticos apontados pelo ambientalista é o consumo e a degradação dos recursos hídricos locais. Devido ao aquecimento extremo dos milhares de servidores que funcionam 24 horas por dia, estes complexos requerem sistemas de refrigeração contínua que consomem milhões de litros de água por ano. Este processo tem resultado numa acentuada perda de qualidade da água nas regiões onde os centros estão instalados, demonstrando que a revolução digital da IA acarreta custos físicos e ambientais profundos que urge regulamentar.
Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:
Como forma de assinalar o “Outubro Rosa”, iniciativa de prevenção e diagnóstico do cancro da mama da responsabilidade da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), o Município de Campo Maior promove uma caminhada aberta a toda a população no dia 17 de outubro.
A partida será no Jardim Municipal, pelas 10h00, e os interessados podem inscrever-se e adquirir a sua t-shirt, por cinco euros, valor que reverte a favor da LPCC, no Centro Comunitário de Campo Maior.
A Associação Juvenil Arkus está a promover visitas guiadas noturnas ao centro histórico de Elvas, desafiando visitantes e residentes a conhecer o “coração” da cidade sob uma perspetiva diferente. A iniciativa surgiu na sequência das visitas diurnas já realizadas pela associação e da perceção de que existia interesse em conhecer o património elvense durante a noite.
Melanie Carona (na imagem), membro da Arkus, explica que a ideia nasceu também das condições favoráveis que o Alentejo oferece durante as noites. “A nossa cidade é muito bonita à noite e então surgiu a ideia: porque não fazer visitas à noite?”, conta.
Embora os monumentos estejam encerrados durante esse período, a visita centra-se no património que pode ser observado a partir do exterior. A iluminação noturna dos monumentos assume, neste contexto, um papel de destaque, permitindo descobrir detalhes que podem passar despercebidos durante o dia.
“Acabamos por ver Elvas de outra maneira, de outra forma e ver pormenores que se calhar à luz do dia não têm tanta beleza”, sublinha Melanie Carona.
As visitas são atualmente conduzidas por José Martins, conhecido na cidade como “o guia de Elvas”. Durante o percurso, o guia dá a conhecer diferentes pontos de interesse e chama a atenção para elementos arquitetónicos, como brasões e outros pormenores do património local.
A iniciativa pretende proporcionar uma experiência diferente de descoberta da cidade, conciliando história, património e ambiente noturno. A Arkus convida, por isso, quem visita ou vive em Elvas a experimentar esta nova forma de conhecer o património elvense.
Pagamento livre e reservas por contacto com a Arkus
As visitas seguem o mesmo modelo das restantes iniciativas da associação, sendo que o pagamento é totalmente livre. Cada participante contribui com o valor que entender, sendo essa contribuição uma forma de apoiar o trabalho da Arkus. Ainda assim, a associação garante que a participação não está condicionada ao pagamento.
“As pessoas dão o que querem, é uma ajuda para a associação, mas lá está, se não quiserem dar também está tudo bem. Nós fazemos a visita com todo o gosto”, diz ainda Melanie Carona.
As visitas devem ser previamente marcadas através das redes sociais da Arkus ou do contacto telefónico disponibilizado pela associação: 969 514 374.
Com o convite “Descubra a história. Sinta a magia.”, a Arkus pretende assim levar residentes e turistas a olhar para Elvas de uma forma diferente, valorizando a beleza do património iluminado e as histórias e lendas que fazem parte da identidade da cidade.
O executivo da Junta de Freguesia de São João Batista, em Campo Maior, está a desenvolver um conjunto de intervenções em Ouguela, procurando dar resposta às necessidades da aldeia, apesar das limitações ao nível dos recursos humanos.
A garantia é deixada pela presidente da Junta, Anselmina Caldeirão, que destaca, desde logo, a limpeza, as obras no cemitério e a melhoria das condições junto aos contentores do lixo.
“Tem sido um ano um pouco complicado e com muito trabalho para o executivo”, afirma a autarca, sublinhando que “há muita coisa a fazer”, mas que a Junta procura responder às necessidades “à medida dos seus recursos humanos”.
Entre as intervenções realizadas está a limpeza e manutenção de Ouguela, trabalho que, segundo Anselmina Caldeirão, tem sido desenvolvido pelos próprios funcionários da Junta, com o apoio do Município.
A Junta está igualmente a intervir na zona dos contentores do lixo, depois de ter recebido pedidos dos habitantes para a sua reorganização. “Nós estamos a fazer uma obra. Está a ser feita pelos funcionários da própria Junta”, explica a presidente, acrescentando que o Município tem também prestado apoio neste trabalho. Outra das intervenções já concretizadas diz respeito ao cemitério de Ouguela.
Terminada a atual intervenção relacionada com os contentores, a Junta pretende avançar com a instalação de um baloiço panorâmico numa zona que o executivo considera poder valorizar ainda mais a aldeia. “Consideramos que Ouguela irá ficar bem bonita e atrativa, não só para as pessoas que lá vivem, mas para as pessoas que a poderão vir a visitar”, refere Anselmina Caldeirão.
A presidente da Junta de São João Batista salienta ainda a importância de manter uma relação de proximidade com os habitantes e de ouvir diretamente as suas preocupações. “Fazer um trabalho de proximidade com as pessoas é o mais importante”, afirma, defendendo que é necessário perceber “realmente as necessidades que aquela aldeia tem”.
Apesar de reconhecer que Ouguela é uma aldeia de grande beleza e visitada por muitas pessoas, Anselmina Caldeirão admite que continuam a existir algumas necessidades por resolver. O objetivo do executivo, garante, passa por melhorar as condições da localidade e proporcionar “o maior conforto possível” à população.
“Enquanto executivo, não esquecemos as pessoas de Ouguela e estamos sempre presentes”, afirma a autarca, que garante que a aldeia continua a ser uma das prioridades do trabalho desenvolvido pela Junta de Freguesia. “É de facto o objetivo que nós temos e esperamos que consigamos concretizar tudo aquilo que nós pensamos fazer realmente por Ouguela”, conclui.