Arronches: esta terça-feira há desfile de Carnaval em Esperança

Esta terça-feira de Carnaval, 21 de fevereiro, há desfile na freguesia de Esperança, concelho de Arronches.

O desfile está marcado para as 15.30 horas, com concentração, meia hora antes, no Largo da Igreja. Segue-se depois do desfile um lanche, às 17.30 horas, no Centro Cultural de Esperança.

DRA do PCP analisa e apresenta propostas ao Plano Ferroviário Nacional

Estando a finalizar o período de consulta pública do Plano Ferroviário Nacional, e na sequência das posições de âmbito nacional já assumidas pelo Partido Comunista Português sobre o Plano Ferroviário Nacional, a Direção Regional do Alentejo (DRA) do Partido Comunista Português sublinha, em comunicado, algumas propostas, a ler baixo, na íntegra:

“1 – Como qualquer plano de âmbito sectorial, um Plano Ferroviário não pode ser visto numa perspetiva isolada. Tem de se inserir num determinado contexto, numa determinada política, associado a uma visão integrada para a região e para o País, sendo condicionado por, e também influenciando, outras políticas. Neste sentido a DRA do PCP sublinha que qualquer discussão séria sobre esta questão estratégica para o desenvolvimento da região não pode ser desligada de outras questões nodais para esse fim como por exemplo a rede rodoviária no Alentejo, o aproveitamento e a potenciação do Aeroporto de Beja, as políticas de solos e agrícola, o investimento e os serviços públicos, políticas ambientais e de promoção do uso do transporte público, entre outras. Tal como não pode ser desligada de um conjunto de investimentos necessários que não se situando no Alentejo são importantes para o desenvolvimento do Alentejo como por exemplo a Terceira Travessia do Tejo, entre outras.

2 – A aposta na produção nacional, na forma como se define o ordenamento do território, a problemática da correção das assimetrias, não se podem dissociar das opções em matéria de ferrovia, incluindo-se aqui a oportunidade de, através da retoma da produção industrial, designadamente no sector da metalomecânica pesada, criar dinâmicas que facilitem a construção, reparação e conservação de equipamentos para o sector, que tornem mais fácil a execução de um verdadeiro Plano Ferroviário;

3 – Um verdadeiro plano ferroviário deve incluir uma clara opção de gestão pública do sector, numa perspetiva que valorize o serviço a prestar, que valorize o papel dos seus trabalhadores, que rejeite qualquer solução de parcerias público-privadas na sua implementação, e que reestruture as empresas com intervenção direta na área, reconstruindo uma CP única.

4 – O documento apresentado sendo um importante contributo para o estudo do sector da ferrovia, não se pode considerar uma proposta séria e fundamentada de Plano Ferroviário Nacional para o período até 2050, pois faltam-lhe elementos fundamentais que integram o processo de planeamento. Acresce que este estudo sobre a ferrovia foi precedido de inúmeros outros instrumentos de que se destaca o PETI3+ e o Ferrovia 2020, cuja concretização ficou muito aquém do prometido e sucessivamente anunciado, devendo ser efetuada na proposta agora em discussão um balanço do que tem sido a política para o sector e da execução destes planos de modo a não se cometerem erros do passado.

5 – Para lá das questões de fundo já aduzidas, e sobre o documento em concreto, a DRA do PCP considera existirem variadas lacunas e insuficiências, nomeadamente:

  • A insuficiente ligação e complementaridade entre a vertente de passageiros e de mercadorias- questões que devem ser mais enfatizadas e assumidas – bem como as questões relativas à intermodalidade na rede e na bilhética e ao aproveitamento das infraestruturas existentes que não estão ou não vão ser utilizadas como prioridades, mas que podem servir para o modo suave de transporte;
  • Está ausente a articulação com a rede aeroportuária, quer no que respeita ao impacto da influência do Novo Aeroporto de Lisboa, quer as questões relacionadas com o aproveitamento e potenciação do Aeroporto de Beja;
  • Não é claro quanto à garantia dos fundos necessários para a sua concretização. Um verdadeiro Plano Ferroviário Nacional deve assumir que os recursos a utilizar devem ir para além dos financiamentos comunitários e que a política de investimento no sector não pode estar condicionada às imposições e interesses da política da União Europeia.

6 – Sendo importante o planeamento a médio e longo prazo (nomeadamente sobre infraestruturas e serviços como o de Alta Velocidade superior a 250km/h), a DRA do PCP sublinha que o que é de facto imperioso e urgente é a rápida programação e concretização dos muitos investimentos que têm sido sucessivamente adiados, bem como a modernização do material circulante e a recuperação das estações e apeadeiros.

7 – Assim, a DRA do PCP sublinha a necessidade de no interesse do desenvolvimento do Alentejo se garantirem, no quadro da conclusão da Modernização e Eletrificação da Rede Nacional, os seguintes investimentos e medida:

a)     Eletrificar a Linha do Alentejoentre Casa Branca e Beja e entre Beja e Funcheira, incluindo a construção de uma variante ao Aeroporto de Beja, assumindo do ponto de vista infraestrutural e de gestão a garantia do serviço de AV entre Évora e Faro, com paragem em Beja;

b)     Eletrificar a Linha do Lestee construir a variante a Portalegre;

c)     Concluir o troço Évora-Elvas (fronteira do Caia), assegurando a ligação e garantindo o seu pleno aproveitamento para transporte de passageiros e de mercadorias com a construção de terminais rodoferroviários de mercadorias em Vendas Novas, Évora e Alandroal, bem como as ligações intercidades entre Évora e Portalegre;

d)     Garantir, na Linha do Sul,as condições necessárias para aumentar a oferta de serviços, em toda a extensão da Linha, designadamente do serviço de AV, bem como do serviço inter-regional e regional. Recuperar a ligação a Alcácer e a ligação de Setúbal a Tunes;

e)     Planear e projetar o desenvolvimento a médio prazo da rede ferroviáriae dos serviços nomeadamente:

–  Avançar com a construção da Terceira Travessia sobre o Tejo entre Chelas e Barreiro em modo rodoferroviário;

–  As ligações em AV a Sevilha, a partir de Évora, passando por Beja e Faro;

–   A reabertura do troço Beja-Ourique;

–   A ligação em AV da Terceira Travessia do Tejo a Évora, passando no Novo Aeroporto de Lisboa e completando a ligação em AV a Madrid;

Considerar necessidades específicasnomeadamente relativamente à indústria de extração mineira, por via de um compromisso relativo à ligação às minas de Aljustrel e Neves-Corvo”.

Quercus discorda da transferência de competências para as CCDR

A Quercus demonstra-se contra a transferência de competências para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional nas áreas governativas da conservação da natureza, das florestas e da agricultura.

José Janela, na edição desta semana do programa “Ambiente em FM”, explica que em causa está o enfraquecimento do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), enquanto órgão central responsável pelas políticas de conservação e pela coordenação da gestão dos ativos ambientais, e a potencial desresponsabilização da efetiva gestão das áreas protegidas nacionais que deverão estar sob a alçada de órgãos de âmbito nacional, acautelando, inclusivamente, o cumprimento de obrigações comunitárias e tratados internacionais”.

A Quercus considera que, “com a delegação destas funções às CCDR, as políticas de conservação da natureza perdem o rumo de ação prioritária pensada para todo o território e passam a ser alvo de pressões e interesses de atores locais, perdendo isenção, neutralidade e colocando em risco a conservação da natureza e das florestas em Portugal”.

A posição da Quercus contra a transferência de Competências para as CDDR é o tema em destaque esta semana no programa Ambiente em FM, que pode ouvir no podcast abaixo:

Fórum “Educação e Formação à Distância” em Vila Viçosa no dia 28

O Centro Local de Aprendizagem (CLA) da Universidade Aberta, em Reguengos de Monsaraz, e o Inovinter promovem no próximo dia 28, o Fórum “Educação e Formação à Distância – Um Olhar Global”, em Vila Viçosa.

O evento, que tem início às 14h30, pretende trazer aos territórios uma reflexão sobre a Educação e Formação a Distância, dando uma abordagem no contexto das instituições de ensino, e também, a visão de antigos estudantes e formandos.

Do painel de intervenções fazem parte a diretora do Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta, Cláudia Neves; Alexandre Teixeira, Chefia da Unidade de Qualificação do Inovinter; e Nuno Vilaranda, militar da GNR e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade Aberta.

A iniciativa é gratuita, tem como destinatários a comunidade em geral com curiosidade na temática do evento, professores, formadores, estudantes e todos os que pretendam prosseguir estudos a distância. A inscrição faz-se através de https://forms.gle/UqaGuX1ur5wRA2uq9

CCDR apresenta Agenda Digital do Alentejo a 6 de março

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, em parceria com a ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, vai apresentar no próximo dia 6 de março, pelas 15 horas, no auditório da CCDR Alentejo, em Évora, a Agenda Digital do Alentejo.

As Orientações para a Digitalização até 2030 da Comissão Europeia referem que “a via europeia para uma economia e uma sociedade digitalizadas passa pela solidariedade, prosperidade e sustentabilidade, assente na capacitação dos seus cidadãos e empresas, garantindo em simultâneo a segurança e a resiliência do seu ecossistema digital e das suas cadeias de abastecimento”.

“É dentro desta perspetiva que surge a Agenda Digital do Alentejo, um documento que atentas as características, necessidades e prioridades do território, tem como missão estratégica, o desenvolvimento do ecossistema digital e tecnológico do Alentejo, de forma integrada e sustentável”, revela a CCDR.

A Agenda Digital do Alentejo “encontra-se em linha com as orientações estratégicas nacionais e objetivos de cooperação transfronteiriços”.

Festival Taurino em Santa Eulália a 25 de março

A segunda edição do Festival Taurino, Memorial José Tello Barradas, está marcada para o próximo dia 25 de março, na centenária Praça de Touros de Santa Eulália.

Integram o cartel desta corrida os cavaleiros Luís Rouxinol, Marcos Bastinhas, Duarte Pinto, João Pamplona, Miguel Moura e António Telles (filho).

Serão lidados seis toiros de Higino Soveral. As pegas vão estar a cargo dos Forcados Amadores de Évora e Académicos de Elvas.

A corrida, que uma vez mais é a favor da Associação Humanitária de Santa Eulália, tem início às 16 horas.

Corso de Carnaval em Elvas este domingo só com grupos do concelho

Depois do primeiro corso de ontem, 18 de fevereiro, do Carnaval Internacional de Elvas, os foliões voltam a sair às ruas do centro histórico, este domingo, dia 19.

Hoje, num corso sem a participação das comparsas espanholas, cabe à Sociedade de Instrução e Recreio (SIR) abrir o corso, seguindo-se a Arkus, São Vicente, Santa Eulália, os “Sou Filho Único”, Vila Boim, a Sociedade Recreativa 1º de Dezembro (“Azevia”), Gota d’Arte e, a finalizar, o carro do rei Jorge Guerreiro.

O desfile tem início às 15 horas, com a concentração dos grupos a ser feita, como habitualmente, no viaduto.

Carnaval sai à rua este domingo em Vila Viçosa

O desfile de Carnaval de Vila Viçosa, em Vila Viçosa, realiza-se hoje, domingo, dia 19.

A organização está a cargo da associação Calipofoliões e Miguel Ventura, responsável pela associação, refere que “as expetativas são muito altas e contamos com mais de 300 foliões inscritos”.

O Carnaval de Vila Viçosa conta este ano com animação musical com Zé Pedro Sousa, seguido de baile na Praça da República.

Tiago Salgueiro, vice-presidente da câmara de Vila Viçosa, espera que “o Carnaval seja mais um ponto alto no concelho”.

Desfile de Carnaval em Vila Viçosa realiza-se hoje, a partir das 15 horas, com animação musical a cargo de Zé Pedro Sousa. Amanhã, Bencatel, no concelho de Vila Viçosa, recebe o desfile de Carnaval.