As Festas do Povo em Campo Maior entram esta quarta-feira, 12 de agosto, no quinto dia de programação, com destaque para o concerto de Jorge Guerreiro.
Às 21h30, Os Contramão atuam no Palco do Jardim Municipal. À mesma hora, o Grupo de Cantares Despertar Alentejano sobe ao Palco do Largo do Barata.
O concerto de Jorge Guerreiro está marcado para as 22h45, no Palco do Jardim Municipal.
Às 23h00, Jorge & Célia animam o baile no Largo do Barata e, às 23h45, o DJ Dinga encerra a programação no Jardim Municipal. A animação prolonga-se até Às 02h00.
As Festas do Povo prosseguem até ao dia 16 de agosto.
O embaixador de Portugal em Espanha, José Augusto Duarte, esteve de visita às Festas do Povo de Campo Maior esta terça-feira, 11 de agosto, e destacou a singularidade da tradição campomaiorense, bem como o papel estratégico das regiões de fronteira no desenvolvimento do país.
Durante a visita, o diplomata felicitou o povo e as autoridades de Campo Maior pela preservação de uma tradição que considerou “fantástica” e “singular no país”, sublinhando a capacidade da população para se unir em torno de uma manifestação cultural que traduz a identidade da comunidade.
“Uma tradição em que o povo se une e produz aquilo que é a sua própria identidade e a concorrência jovial”, afirmou José Augusto Duarte, considerando que as Festas do Povo “representam bem Campo Maior” e contribuem para projetar o nome do concelho além-fronteiras.
O embaixador explicou ainda que a visita permitiu conhecer presencialmente uma tradição que não se realizava há 11 anos. A forte presença de visitantes espanhóis, que representam cerca de metade das pessoas que passam pelas Festas, foi também destacada como um sinal da importância da ligação entre os dois países.
Para José Augusto Duarte, a realidade fronteiriça demonstra que localidades como Campo Maior e Elvas não podem ser encaradas como territórios periféricos ou de interior. “Significa que as cidades, as terras de fronteira de Portugal com Espanha não são interior. Significa que são terras cruciais de ligação transfronteiriça entre Portugal e Espanha”, afirmou.
O diplomata considera que o conhecimento, o prestígio e o desenvolvimento das regiões fronteiriças são fundamentais para o conjunto do país, defendendo uma aposta no turismo, na atração de investimento e na preservação das identidades locais. “Tudo o que seja o desenvolvimento do turismo, da atração de investimento, da manutenção das identidades fortes destas populações e destas terras é fundamental para o futuro do país”, sublinhou.
Na perspetiva do embaixador, a capacidade de Campo Maior para atrair milhares de visitantes espanhóis demonstra precisamente o potencial estratégico da fronteira. “Atrairmos para cá essa gente toda, que vem de Espanha, significa que não ficamos na periferia, ficamos no centro de qualquer coisa importante”, afirmou.
José Augusto Duarte defendeu, assim, que o desenvolvimento das regiões de fronteira deve ser encarado como uma prioridade estratégica nacional, destacando as Festas do Povo como um exemplo da capacidade que estes territórios têm para afirmar a sua identidade, atrair visitantes e reforçar as relações entre Portugal e Espanha.
O Ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, de visita esta terça-feira, 11 de agosto, às Festas do Povo de Campo Maior, em declarações aos jornalistas, destacou a capacidade de mobilização da população e o papel da família Nabeiro e do Grupo Delta como exemplos daquilo que considera ser “o bom espírito português”.
“São festas lindíssimas, que mostram o melhor da tradição popular”, afirmou o governante, sublinhando o trabalho desenvolvido ao longo de meses pelos campomaiorenses envolvidos na preparação da ornamentação das ruas da vila.
Para Gonçalo Matias, a dimensão das Festas do Povo resulta não apenas da dedicação da população, mas também de uma organização “meticulosa”, considerando que o evento demonstra “o melhor de uma terra que junta um povo que quer manter a tradição, que gosta da tradição”.
O ministro destaca igualmente a importância da Delta Cafés e da família Nabeiro na região, estabelecendo uma ligação entre a tradição popular de Campo Maior e a capacidade empresarial construída no concelho.
“É uma festa do povo, é uma festa popular, é uma festa em que o povo se dedica, mas é uma festa que também beneficia de toda uma vila e de uma família que soube aqui construir, a partir da humildade e do trabalho e da dedicação, um grande império económico nacional”, afirmou.
Gonçalo Matias considera que esta relação entre comunidade, tradição e empreendedorismo constitui um exemplo para o país. “É um grande exemplo para Portugal e é isso que nós devemos fazer no futuro. E quem nos dera ter muitos Campos Maiores e muitos Grupos Delta por este país fora”, afirmou.
O governante garantiu ainda que o Governo procurará criar condições para que experiências semelhantes possam surgir noutras regiões. “No que puder depender do Governo, tudo faremos para que isso aconteça”, declarou.
Durante a visita, Gonçalo Matias fez também uma leitura das Festas do Povo à luz da sua própria área governativa, defendendo que Campo Maior demonstra como tradição e modernidade podem coexistir.
“É a capacidade empreendedora, é a capacidade de transformar, a capacidade de reformar e a capacidade de manter uma tradição viva com o melhor que há na modernidade”, afirmou.
A presença da Delta House no centro da vila serviu, para o ministro, como exemplo dessa ligação. “Estamos aqui nesta praça central com uma Casa Delta, que é o melhor que temos da modernidade e também na ligação com a tradição e com as Festas do Povo”, referiu.
Gonçalo Matias concluiu que leva de Campo Maior uma reflexão que pretende aplicar à reforma do Estado: “É um bom exemplo de reforma daquilo que o nosso Estado deve ser, que é juntar o melhor da nossa tradição com o melhor que a modernidade nos oferece. É isso que eu hoje encontro aqui em Campo Maior e é essa a lição que levo também para a reforma do Estado.”
O ministro revelou ainda ter uma relação antiga com Campo Maior e com a família Nabeiro, referindo a amizade com Rui Miguel Nabeiro e a oportunidade que teve de conhecer pessoalmente o Comendador Rui Nabeiro. “Não é a primeira vez que venho a Campo Maior”, afirmou, recordando a ligação que mantém à vila alentejana.
O Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, abre as suas portas no próximo sábado, dia 15 de agosto, pelas 17h30, para acolher em simultâneo duas propostas artísticas distintas: a exposição “Simplicitude”, do artista plástico Alfredo Martins, e a mostra “Artesanato”, do artesão Belmiro Gonçalves.
A iniciativa, que conta com o apoio do Município de Arronches, visa dinamizar o panorama cultural da região e cruzar diferentes linguagens criativas — a arte contemporânea e o saber-fazer tradicional — num dos espaços mais emblemáticos e históricos da vila.
Na exposição “Simplicitude”, Alfredo Martins propõe uma reflexão visual guiada pelo despojamento e pela essência das formas, onde a complexidade dá lugar à beleza do essencial. Em paralelo, a mostra “Artesanato”, de Belmiro Gonçalves, celebra a identidade local e a mestria manual, transformando matérias-primas simples em peças de elevado valor cultural e etnográfico.
A cerimónia de inauguração contará com a presença dos autores, proporcionando um momento de partilha direta com o público e com a comunidade local.
Ambas as exposições ficarão patentes ao público nas salas do Convento de Nossa Senhora da Luz, podendo ser visitadas gratuitamente durante o horário regular de funcionamento do espaço rodoviário/cultural.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) deixa recomendações à população para a observação do eclipse total do Sol, que poderá ser visto em Portugal esta quarta-feira, 12 de agosto.
O fenómeno terá início previsto para as 18h33 e terminará pelas 20h23, estando o momento de máxima ocultação do Sol previsto para as 19h30.
A DGS alerta para os riscos associados à observação direta do Sol, que pode provocar lesões permanentes na retina em apenas alguns segundos. A população deve, por isso, utilizar exclusivamente óculos próprios para eclipses solares, certificados pela norma internacional ISO 12312-2 e com marcação CE.
A utilização de óculos de sol convencionais, radiografias, vidros escuros ou outros materiais não garante proteção adequada. A DGS alerta também para que nunca se observe o Sol através de smartphones, câmaras, binóculos ou telescópios sem filtros solares específicos.
As crianças devem ser acompanhadas por um adulto durante a observação, sendo recomendada, para os mais pequenos, a utilização de formas indiretas e seguras, como transmissões em direto ou projeções da imagem do Sol.
Visão turva ou distorcida, manchas ou pontos negros, alterações na perceção das cores, perda súbita da visão ou dor ocular intensa são alguns do sinais de alerta. Perante estes sintomas durante ou após o eclipse, a DGS recomenda o contacto imediato com o SNS 24, através do 808 24 24 24.
O conhecido rosto de “O Preço Certo” é um dos embaixadores da edição deste ano das Festas do Povo de Campo Maior e não esconde o entusiasmo perante a dimensão e a beleza do evento. Em declarações à Rádio Campo Maior, Fernando Mendes destacou o trabalho da comunidade campomaiorense e a singularidade das festividades.
“É giro ver esta moldura humana e esta paisagem lindíssima, este cenário único”, afirmou, confidenciando ter sido a primeira vez que teve oportunidade de acompanhar o evento.
Fernando Mendes fez questão de elogiar o esforço dos campomaiorenses responsáveis pela construção das tradicionais flores de papel que decoram as ruas da vila. “Parabéns, principalmente, às pessoas que construíram isto, que se fartaram de trabalhar. Essa gente merece tudo”, sublinhou.
O papel de embaixador passa também pela divulgação das Festas do Povo junto de públicos mais alargados. A presença de uma figura tão conhecida como Fernando Mendes em Campo maior tem contribuído para aproximar visitantes do evento, com o apresentador a ser frequentemente abordado para fotografias e cumprimentos.
“Felizmente as coisas assim acontecem e eu estou aqui porque gostava muito do senhor Nabeiro”, explicou, referindo a ligação de amizade e admiração que mantém com a família Nabeiro. “Esta família diz-me muito. Quando apareceu o convite, eu tive que dizer que era obrigatório estar aqui e cá estou.”
Com 23 anos de presença televisiva à frente de “O Preço Certo”, Fernando Mendes considera que a longevidade do programa se deve, sobretudo, à relação com os portugueses. “Temos um país como o nosso, temos um povo como o nosso”, afirmou, defendendo que o programa representa “o país real”. Essa ligação, acrescentou, permite-lhe encontrar portugueses de norte a sul e também nas comunidades emigrantes.
A mesma diversidade de público está patente nas Festas do Povo. Fernando Mendes contou ter encontrado visitantes portugueses e emigrantes provenientes de países como França, Suíça e Alemanha, além de espanhóis que também atravessam a fronteira para conhecer o evento.
“É ótimo, é muito bom”, concluiu o embaixador, satisfeito com a adesão e com a dimensão humana das Festas do Povo de Campo Maior.
Após 11 anos de interrupção, o regresso das Festas do Povo voltou a transformar Campo Maior num imenso cenário de cor e criatividade, resultado de meses de trabalho voluntário da população e de uma tradição que continua a afirmar-se como uma das manifestações culturais mais emblemáticas do Alentejo.
A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, desloca-se a Vila Viçosa na próxima sexta-feira, 14 de agosto, para uma visita institucional centrada na candidatura da vila alentejana a Património Mundial da UNESCO.
A receção à governante está agendada para as 10 horas, nos Paços do Concelho, onde será recebida pelo executivo municipal. Segue-se uma reunião de trabalho, à porta fechada, dedicada ao ponto de situação da candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial da UNESCO.
Pelas 10h30, a ministra visitará o Paço Ducal de Vila Viçosa, prosseguindo depois para o Panteão dos Duques de Bragança e para o Castelo de Vila Viçosa.
O programa termina ao meio-dia com uma visita à Coleção Visitável da Farmácia Monte.
Sem tempo para descansar, desde o início das Festas do Povo, no passado sábado, a presidente da Junta de Freguesia de São João Baptista, Anselmina Caldeirão, assegura que a sua principal preocupação tem sido olhar por aqueles que
“Temos visitas em casa, temos de dar esse apoio e não há tempo para dormir, porque a minha preocupação também são as pessoas que andam aqui nas horas de maior calor: é dar-lhes água e ter uma cadeira para descansarem”, revela.
Ainda assim, e pese embora o calor e o cansaço, “as pessoas adoram esta festa”. “Dizem que nunca viram uma festa igual a esta, que é encantadora. Estão sentadas cinco minutos à minha porta, mas vão embora cinco minutos depois, mesmo com o cansaço”, acrescenta.
Lamentando a falta de tempo para ajudar, Anselmima Caldeirão agradece ainda a todos quantos colaboraram com a ornamentação da sua rua, a Rua Dr. Telo da Gama, que diz ser “a mais bonita de todas”.
“Quero deixar um agradecimento muito grande a todas as pessoas que se empenharam, que trabalharam e fizeram este lindo trabalho, porque nós não tivemos muito tempo para ajudar nestes trabalhos. E já agora, dar os parabéns a todas as ruas, porque todas estão lindas”, remata.
Depois de percorrer diferentes regiões do país para celebrar as histórias, tradições e comunidades que dão forma à identidade portuguesa, a Delta Cafés conclui esta história de campanhas regionais no território onde tudo começou: o Alentejo. Com “Há muito Alentejo em Delta”, a marca regressa ao seu berço, em Campo Maior, e dá novo significado ao valor da origem, celebrando as pessoas, os saberes e as tradições que moldam o carácter da região – um Alentejo que vê mais além, que é maior, intemporal e que continua a cultivar o futuro.
Nesta campanha, o Alentejo ganha um significado especial para a Delta Cafés por ser a região que a viu nascer, onde se encontram as origens e a génese da marca. Entre campos decortiça, a tapeçaria de Arraiolos, o céu estrelado do Alqueva e as flores de papel que anunciam o regresso das emblemáticas Festas do Povo de Campo Maior, dez anos depois, a campanha dá voz a histórias e pessoas reais, revelando os seus ofícios e celebrando diferentes formas de viver, criar e preservar a região.
Do respeito pelos ritmos da natureza de quem trabalha a cortiça, à continuidade de uma arte transmitida entre gerações, passando pelo olhar de quem encontra no céu estrelado uma janela para o universo, esta narrativa acompanha ainda uma mulher que, com papel, destreza e dedicação, ajuda a preparar o regresso de uma tradição que transformae volta a florir as ruas de Campo Maior em autênticos jardins. Estas são expressões distintas de um território feito de trabalho, criatividade, conhecimento e orgulho nas suas tradições, unidas por uma ligação profunda à região e aos saberes que mantêm viva a sua identidade.
Ao longo destas histórias, o café acompanha os momentos que marcam o quotidiano: o início de um dia de trabalho, a momentos de pausa, a partilha de um saber, o encontro entre pessoas ou uma noite sob o céu, ajudando a manter os sentidos despertos para contemplar as estrelas.São momentos simples, mas profundamente Delta Cafés, porque traduzem traços comuns à marca: a proximidade às pessoas, a valorização das comunidades, a autenticidade dos gestos e a ligação às origens. Porque há um Alentejo que se faz com as mãos, se preserva na memória, se contempla no céu e floresce em comunidade. E há muito Alentejo em Delta!
“Só faria sentido fechar este capítulo de campanhas regionais no Alentejo, a região que viu nascer a Delta Cafés e que continua a inspirar a forma como olhamos para o futuro. Falar do Alentejo é voltar à origem: é falar do tempo, da dedicação, dos saberes transmitidos entre gerações e da força das comunidades que mantêm viva a identidade destaincrível região. E falar da Delta Cafés é, também, descrever uma região e uma origem que tanto nos orgulham. Com ‘Há muito Alentejo em Delta’, quisemos celebrar essa ligação profunda, dando protagonismo a pessoas e histórias reais que mostram diferentes formas de criar, cuidar e olhar para o território. São valores que reconhecemos na nossa marca e que continuam a guiar a forma como estamos próximos das pessoas, das regiões e das nossas origens. É também quando reconhecemos e nos orgulhamos da identidade e da história que nos fizeram quem somos que ganhamos ainda mais confiança naquilo que queremos construir enquanto marca, mantendo viva essa ligação entre a nossa origem e o futuro que queremos continuar a alcançar.”, afirma Mónica Oliveira, Diretora de Marketing e Comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro.
Com visibilidade em meios de exterior e digital, a campanha contará com uma comunicação de forte presença na região do Alentejo e em localizações de elevada afinidade com este território, chegando ao público num momento especialmente simbólico para Campo Maior. Acompanhando o regresso das Festas do Povo, celebra uma tradição que transforma milhares de flores de papel numa expressão única de criatividade, união e orgulho local.
“Há muito Alentejo em Delta” dá continuidade à estratégia de aproximação regional da Delta Cafés, através da qual a marca percorre Portugal para valorizar as pessoas, os ofícios, as tradições e as histórias que tornam cada região única.
A Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem estado a acompanhar, a par e passo, a edição deste ano das Festas do Povo, levando aos ouvintes o ambiente, as histórias e os protagonistas desta grande celebração campomaiorense.
Esta segunda-feira, 10 de agosto, o estúdio desta estação, instalado no coreto do Jardim Municipal de Campo Maior, voltou a ser ponto de encontro de várias personalidades ligadas ao concelho e às Festas do Povo.
Ao longo da tarde, passaram pelo estúdio, para entrevista, os presidentes das três juntas de freguesia do concelho: Anselmina Caldeirão, de São João Baptista, Hugo Milton, da Expectação, e Florival Cirilo, de Degolados. Também Jorge Grifo, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, marcou presença, assim como a cantora Chiquita.
As conversas permitiram conhecer diferentes perspetivas sobre esta edição das Festas do Povo, desde o envolvimento das freguesias e das populações até à importância cultural e turística de um evento que transforma Campo Maior e que, este ano, volta a trazer milhares de visitantes às ruas da vila.
Com o estúdio instalado no coração da festa, a Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem também procurado dar voz aos campomaiorenses e a todos aqueles que contribuem para a concretização das Festas do Povo, acompanhando diariamente a programação e o movimento que se vive nas ruas ornamentadas.
Na galeria abaixo, mostramos-lhe mais algumas das ruas ornamentadas nesta edição das Festas do Povo, que continua a transformar Campo Maior num verdadeiro cenário de cor, criatividade e tradição.