Há, agora, 157 casos ativos, dos 1301 registados, desde o início da pandemia.
Da doença, em Elvas já recuperaram 1123 pessoas e morreram 21.
O Município de Monforte procedeu, recentemente, à renovação do protocolo relativo ao Centro de Estudos, dinamizado pela Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas.
Este é um serviço gratuito, de apoio às famílias, através de um centro de explicações, que abrange todas as freguesias do concelho, e que de acordo com o presidente da Câmara, Gonçalo Lagem, tem sido um projeto “de excelência”.
“Este serviço já existe há dois anos a esta parte, que visa um centro de explicações, com a afetação de dois recursos qualificados, portanto, dois professores de ensino primário”, explica o autarca, adiantando que o mesmo funciona dois dias por semana, em cada uma das freguesias.
Gonçalo Lagem revela ainda que este tem serviço tem contado com bastantes inscrições, pelo que, em concelhos como o de Monforte, “nem tudo são só dificuldades”. “Aqui também há serviços de excelência, que disponibilizamos aos munícipes”, adianta. Estes centros de estudo, garante ainda, têm estado “a funcionar de forma extraordinária e com resultados”.
“Estes investimentos que fazemos hoje, vão ter repercussões e consequências positivas num futuro próximo, com toda a certeza”, assegura.
Por esta altura, e devido à pandemia, o centro de estudos funciona através de meios digitais. “Os professores fazem o acompanhamento das crianças pelas diferentes plataformas de videoconferência, mas ainda assim tem funcionado bem”, remata.
O serviço, é dispensado gratuitamente aos alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos, cabendo ao Município a cedência de salas nas instalações do Centro de Educação, Formação e Universidade Sénior e a contratação de dois técnicos para prestar o apoio ao estudo, não só no Centro, em Monforte, mas também deslocando-se às restantes três freguesias do Concelho e auxiliando, ainda, as animadoras responsáveis pelas Atividades de Animação e Apoio à Família dirigidas às crianças do Pré-escolar do concelho e que estão a ser asseguradas pela autarquia.
O acordo correspondente ao ano de 2021 foi assinado, no final do mês passado, num ato que contou com as presenças de Gonçalo Lagem e João Luís Velez, presidente da direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Monforte.
Os militares das Forças Armadas foram destacados para realizarem inquéritos epidemiológicos à população, de forma a acompanhar as cadeias de transmissão e ajudarem a detetar surtos da Covid-19, aliviando a pressão existente sobre o Serviço Nacional de Saúde.
Em Estremoz, são 15 os militares que compõem a Equipa de Operadores de Plataforma Trace Covid, no Regimento de Cavalaria. “O Regimento de Cavalaria contribui com uma das 20 equipas do exército que estão a apoiar as Administrações Regionais de Saúde na realização de contactos e de inquéritos epidemiológicos. No nosso caso, temos uma equipa constituída por 15 militares, dos quais 10 estão a trabalhar em permanência e que, diariamente, trabalham 12 horas por dia em apoio à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, mais concretamente para os agrupamentos de centro de saúde da Arrábida e Amadora”, refere o coronel Jorge Ferreira, Comandante do Regimento de Cavalaria N.º 3.
O coronel Jorge Ferreira explica ainda o trabalho feito por estes militares: “diariamente recebem uma listagem que tem o contacto de pessoas que testaram positivo para a Covid-19 e fazem ou o contacto prévio a essas pessoas e confirmam uma série de dados e validam os formulários que existem no agrupamento do centro de saúde ou passam a fazer o inquérito epidemiológico para seguir a cadeia de contactos e tentar identificar todas as pessoas que estão nessa cadeia”.
Em todo o país, na colaboração com as autoridades de saúde pública, estão envolvidos 265 militares da Marinha, Exército e Força Aérea, divididos por 20 equipas.
Estremoz regista esta segunda-feira, 8 de janeiro, 57 novos casos de Covid-19, mais dois óbitos e 153 recuperações.
No concelho, há 243 casos ativos, num total de 992 registados, desde o início da pandemia. Só nos últimos dez dias, em Estremoz, foram reportados 170 novos casos de infeção.
Da doença, em Estremoz, já morreram 19 pessoas e recuperaram 730.
O Fernando tem 42 anos e foi, recentemente, diagnosticado com esta doença, depois de ter passado por um Leiomiossarcoma e metástase.
Neste momento, o Fernando precisa de um dador de medula óssea compatível.
Para doar medula óssea, basta que se dirija ao Centro Hospitalar da sua área de residência e ao doar sangue, inscrever-se como dador de medula óssea, não custa nada e pode salvar uma vida!
Nisa registou ontem, 7 de fevereiro, mais uma vítima mortal associada à Covid-19.
Esta é já a 19ª morte, devido ao novo coronavírus, no concelho, onde se encontram 52 casos ativos.
Desde o início da pandemia, Nisa registou 315 casos de infeção, dos quais 244 foram já dados como recuperados da doença.