População de Arronches já começou a ser vacinada

Vacinação ArronchesA comunidade do concelho de Arronches já se encontra a ser vacinada contra a Covid- 19, tendo este processo tido início na manhã de ontem terça-feira, dia 23 de fevereiro, no edifício ‘O Celeiro’, espaço que o Município destinou para funcionar como Estrutura Concelhia de Vacinação Comunitária.

A vacinação, a cargo da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano e em especial do Centro de Saúde de Arronches, está a decorrer segundo os critérios definidos pela Direção-Geral de Saúde, pelo que atualmente está a receber a primeira dose da vacina o grupo de pessoas com idade superior a 80 anos e com idade superior a 50 anos com comorbilidades.

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A convocatória dos utentes está a ser efetuada pela Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, procurando a autarquia auxiliar na realização destes contactos no caso dos munícipes que não tenham telefone ou telemóvel, assegurando também o transporte de quem não tiver facilidade de deslocação.

Para assinalar o início da vacinação, estiveram no local o executivo municipal, representado pela presidente Fermelinda Carvalho, pelo vice-presidente João Crespo e pelos vereadores Paulo Furtado e Nelson Velez, ao qual se juntou o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano, representado pela médica Raquel Bacharel, e pelos enfermeiros Jorge Marques e Raul Cordeiro.

O processo de vacinação vai ser acompanhado de perto pelo executivo do Município de Arronches e pelo Serviço Municipal de Proteção Civil, estando em permanência no local técnicos dos serviços municipais, bem como elementos dos Bombeiros Voluntários de Arronches, que prestarão todo o apoio necessário aos utentes.

Nesta primeira semana, está previsto que se administre a primeira dose das vacinas Comirnaty, fabricada pela Pfizer/BioNTech e COVID-19 Vaccine AstraZeneca, a cerca de 700 utentes no concelho de Arronches.

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Badajoz sem novos casos de Covid-19

covidA Estremadura espanhola registou esta quarta-feira, dia 24, 39 novos casos de infeção por Covid-19 e a morte de quatro pessoas.

As autoridades de saúde registam 128 pessoas internadas, 34 das quais em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI).

Por áreas de saúde: Mérida, 16 casos; Plasencia, 10; Cáceres 8; Llerena – Zafra, 6;  Don Benito, 6; Plasencia, 2; Navalmoral de la Mata, 1 e Badajoz e Coria não apresentam novos casos de infeção.

Arronches tem três recuperados de Covid-19

Covid Arronches 24 fevO concelho de Arronches não registou, nas ultimas 24 horas, casos de infeção por Covid-19.

Mais três pessoas recuperaram da doença, num total de 156 recuperados.

Esta quarta-feira, dia 24 de fevereiro, Arronches conta com um total de 184 casos confirmados, sendo que 24 estão ativos. No concelho já faleceram quatro pessoas.

Portalegre tem mais dois casos Covid e oito recuperações

Covid Portalegre 24 fevO concelho de Portalegre registou esta quarta-feira, dia 24, mais dois casos de Covid-19 e oito recuperações.

Desde o início da pandemia, Portalegre conta com 953 casos, dos quais 13 estão ativos, 892 já recuperaram e 48 pessoas perderam a vida devido à Covid-19.

Portugal registou 1480 novos casos de Covid e 50 mortes

Covid19Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 1480 casos de infeção confirmada por Covid-19 e 50 óbitos. De ontem para hoje 3.078 pessoas recuperam da doença.

Esta quarta-feira, dia 24, 2.767 (245) doentes estão internados, 567 (-30) em unidades de cuidados intensivos (UCI).

Desde o início da pandemia, Portugal já registou 16.136 mortes e 800.586 casos de infeção, de acordo com os números divulgados hoje no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).

CGTP promove jornada de luta

CGTP 25 FevA CGTP-IN convocou para, amanhã, dia 25 de fevereiro, uma Jornada Nacional de Luta, (descentralizada) em todo o país e em todos os sectores com o lema “Salários! Emprego! Direitos! Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!“

Assim, no distrito de Portalegre, durante todo o dia, o movimento sindical de classe irá dinamizar uma jornada de contacto e esclarecimento junto de trabalhadores de vários locais de trabalho. Esta jornada de luta culmina com um cordão humano, em Portalegre, a partir das 17 horas, entre o Centro Distrital da Segurança Social, na Praça João Paulo II, e o Centro Comercial Fontedeira, na Avenida Movimento das Forças Armadas.

Esta acção terminará com uma tribuna pública, por volta das 17.30 horas, onde os sindicatos farão um balanço da intensa luta dos trabalhadores dos diferentes sectores bem como dos avanços que têm protagonizado, denunciando os problemas que mais se têm feito sentir nos locais de trabalho do Alto Alentejo.

Educação parental em destaque no “Elvas + Solidária”

Liliana PilhaAtravés do projeto “Escola de Pais”, do programa “Mais Sucesso Escolar”, da Câmara Municipal de Elvas, as técnicas do mesmo têm procurado debater o tema da educação parental, junto dos encarregados de educação das crianças do primeiro ciclo das escolas do concelho.

A psicóloga Liliana Pilha (na foto), na edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, explica que competências são trabalhadas, com os pais das crianças, ao abrigo deste projeto. “Não ensinamos a ser pais, mas trabalhamos aquilo que são as suas dificuldades e discutimos as suas preocupações”, começa por revelar.

As competências parentais são abordadas nestas reuniões, adianta Liliana Pilha, explicando que, com durante as mesmas, procura-se delinear estratégias para se poderem gerir birras e brigas com outras crianças. “Procuramos dar ferramentas aos nossos filhos para lidar com estas situações”, esclarece.

As rotinas e hábitos em casa são outros assuntos abordados por Liliana Pilha nas reuniões com os encarregados de educação. A psicóloga lembra que, por esta altura, as crianças, mais que nunca, estão dependentes das novas tecnologias, sendo que é importante impor-lhes limites, neste âmbito.

A educação parental é o tema desta semana do programa “Elvas + Solidária”, com a psicóloga Liliana Pilha. Este programa é uma iniciativa do CDLS 4G no concelho de Elvas.

Sozinha na Secundária D. Sancho II, Ana anseia pelo regresso das aulas presenciais

AnaCortesAumentam, a cada dia que passa, de acordo com os dados do Ministério da Educação, o número de alunos que frequentam as cerca de 700 escolas de acolhimento, abertas em todo o país.

Em média, nas últimas semanas, têm sido 12.500 os alunos que frequentam estes estabelecimentos escolares, na sua maioria, filhos de trabalhadores essenciais. Mas estas escolas de referência estão abertas também para alunos em risco, com necessidades educativas especiais ou que, simplesmente, não tenham as condições necessárias, em casa, para assistir às aulas, em regime de ensino à distância.

Em Elvas, na Secundária D. Sancho II, contudo, a realidade é um pouco diferente. Fomos até lá e encontrámos uma única aluna, de 11º ano, que frequenta um curso profissional. Ana Cortes (na imagem) vai todos os dias à escola, uma vez que tem um irmão também ainda em idade escolar, sendo que apenas têm um computador em casa.

“Lá em casa somos dois a ter aulas, mas só temos um computador. Como o meu irmão tem aulas a tempo inteiro, e eu só tenho ou à de manhã ou à tarde, venho eu para a escola”, explica à Rádio ELVAS num dos intervalos das suas aulas, à distância, a partir da biblioteca da secundária elvense.

Por se encontrar sozinha, todos os dias, na escola, a assistir às aulas através de um computador, esta aluna espera que o ensino presencial seja retomado o quanto antes. Para além disso, garante que este sistema de ensino não é o melhor e que em nada se compara às aulas em sala de aula, com os professores. “Mesmo em termos de atenção, acaba por ser prejudicial, porque com qualquer coisa nos distraímos”, garante.

SecundariaDSanchoIIElvasEsta estudante revela ainda que, por esta altura, os professores acabam por exigir uma maior quantidade de trabalhos aos alunos. “Somos sobrecarregados com trabalhos, pelos professores, mesmo que às vezes, sem noção”, alega, compreendendo, ainda assim, a situação: “temos que ter como ser avaliados”.

“Estou sozinha (na escola) e é horrível”, conta ainda, assegurando que, durante os intervalos, sai à rua apenas para “apanhar ar”.

As escolas de acolhimento no concelho de Elvas são as Escolas Básicas de Santa Luzia e da Boa-Fé para o pré-escolar e o primeiro ciclo e a Escola Secundária D. Sancho II para o segundo e terceiro ciclo e ensino secundário.

Os alunos beneficiários da Ação Social escolar, do pré-escolar ao ensino secundário, que estejam a frequentar as escolas de acolhimento, podem lá almoçar. Os restantes estão abrangidos por um serviço de take away.