Casa em Monsaraz nomeada para Prémio Arquitetura Contemporânea Mies van der Rohe 2022

aires mateus monsarazEstão nomeados para o Prémio da União Europeia para Arquitetura Contemporânea Mies van der Rohe 2022, dezanove projetos, incluindo um de assinatura estrangeira, e dois de arquitetos portugueses construídos fora do país.

Neste âmbito, destaca-se uma casa em Monsaraz, projeto do atelier Aires Mateus. José Calixto, presidente da câmara de Reguengos de Monsaraz relembra que “é uma casa que está perfeitamente disfarçada na paisagem, uma casa absolutamente notável, com uma arquitetura inovadora e irreverente que o arquiteto Aires Mateus há alguns anos construiu muito perto de Monsaraz, muito perto do Lago Alqueva e que, é hoje, um ícom da arquitetura portuguesa contemporânea e que temos a honra de estar instalada na zona de Monsaraz. É um elemento arquitetónico que respeita toda a pujança que a natureza, a paisagem e a própria intervenção do homem junto ao lago Alqueva”.

O Prémio de Arquitetura Contemporânea Mies van der Rohe é o mais importante galardão da arquitetura europeia concedido pela Fundação Mies van der Rohe,  entidade com sede em Barcelona e criada em 1983.

“Há crianças que já não regressam”, diz presidente do RCE

Luis_Carvalho_Rugby.jpgA pandemia Covid-19 veio limitar por completo a prática de desportos de equipa, como é o caso do rugby. Impedidos de competir e treinar, os clube de rugby do Alentejo temem pela continuidade dos mesmos uma vez que os escalões de formação foram bastante afetados por esta questão.

No caso do Rugby Clube de Elvas (RCE), a época terminou em março de 2020 com um mega torneio da modalidade, em três campos da cidade. Apesar das tentativas da equipa técnica em manter a dinâmica dos treinos, ainda que através da plataforma Zoom, Luís Carvalho, presidente do clube, reconhece que “muitas das crianças já não vão regressar à atividade quando a situação pandémica estiver resolvida. O único treino que temos com eles é através do computador. Se formos contabilizar os miúdos que temos, são muito menos em relação aos que tínhamos no campo. É muito tempo em que estamos parados. Nós precisamos urgentemente voltar aos treinos”.

Luís Carvalho refere que “as crianças estão a ficar muito sedentárias porque passam grande parte do tempo em casa, em frente a um computador. Ou seja, aquele ritmo da crianças ir para a rua praticar desporto, neste momento não existe. Certamente que começarão a aparecer estudos sobre esta situação mas eu penso que vamos demorar algum tempo a conseguirmos retomar a normalidade na vida destas crianças”.

Com os escalões de formação comprometidos, todos os escalões seguintes estão em risco. O presidente do Rugby Clube de Elvas garante que “mesmo no escalão sénior tem alguns problemas porque falamos de atletas que ainda dependem dos pais. E muitos dos encarregados de educação não os deixam ir treinar devido ao medo da pandemia”.

Ponte de Sor tem mais um caso de Covid-19

Covid POnte de Sor 26 FevO concelho de Ponte de Sor registou ontem, sexta-feira, dia 26, mais um caso de infeção por Covid-19.

Desde o início da pandemia, Ponte de Sor tem 806 casos confirmados, sendo que oito estão ativos e 765 foram dados como recuperados. Já faleceram 33 pessoas no concelho.

Monforte regista mais dois casos de Covid-19

Covid Monforte 26 fevDe acordo com dados divulgados pela Câmara Municipal de Monforte, nas últimas 24 horas, registaram-se dois novos casos de infeção por Covid-19.

Monforte conta com 207 casos confirmados de Covid-19, sendo que dez estão ativos e 190 foram dados como recuperados. No concelho de Monforte morreram sete pessoas devido à pandemia.

Estremadura regista 38 novos casos de infeção e três mortes

VacinaCovidA Estremadura espanhola registou esta sexta-feira, dia 26, 38 novos casos de infeção por Covid-19 e a morte de três pessoas.

As autoridades de saúde registam 95 pessoas internadas, o número mais baixo desde o dia 12 de setembro. Nas Unidades de Cuidados Intensivos (UCI) estão 15 pessoas.

Por áreas de saúde: Cáceres 11; Don Benito, 11; Mérida, 7; Badajoz, 3; Llerena – Zafra, 3; Plasencia, Navalmoral de la Mata e Coria registam um caso novo cada.

Vila Viçosa regista mais três altas de Covid-19

Covid Vila Viçosa 26 FevO concelho de Vila Viçosa conta com mais três recuperados de Covid-19.

Vila Viçosa regista 456 casos positivos, sendo que 10 estão ativos, 435 recuperados e já se verificaram 11 mortes, de acordo com os dados fornecidos pela Autoridade de Saúde.

Os dados apresentados esta sexta-feira, dia 26, dizem respeito ao apuramento de dia 24 de fevereiro.

GNR deteta corte e poda ilegal de cerca de três mil azinheiras

GNR Portalegre - Azinheiras_2O Comando Territorial de Portalegre, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) de Elvas, detetou ontem, dia 24 de fevereiro, o corte rente e a poda mal executadas de cerca de três mil azinheiras, no concelho de Monforte.

No âmbito de uma ação de patrulhamento de proteção florestal, os militares da Guarda detetaram, numa área aproximada de 42 hectares, o corte rente de 1 939 azinheiras em bom estado vegetativo e a poda mal executada de 1 058 azinheiras, também em bom estado vegetativo.

No decorrer das diligências policiais, foi solicitada a colaboração do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para avaliar o impacto no ecossistema e a destruição do estado vegetativo das árvores, tendo sido elaborado um auto de contraordenação por falta de autorização do corte de azinheiras adultas e de poda mal executada.

Foi ainda elaborado um auto de notícia por danos contra a natureza. Os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Portalegre.

O corte ou arranque das espécies de azinheira e sobreiro em povoamento ou isolados, carece de autorização prévia, uma vez que estas espécies incluem alguns dos biótopos mais importantes ocorrentes em Portugal continental em termos de conservação da natureza. Desempenham assim uma importante função na conservação do solo, na regularização do ciclo hidrológico e na qualidade da água. Têm ainda um elevado interesse económico a nível local, desempenhando um papel fundamental na produção animal, nomeadamente destinada a produtos tradicionais.

Arronches regista mais uma morte por Covid-19

Covid Arronches 26 FevO concelho de Arronches registou, nas ultimas 24 horas, mais um óbito e um novo caso de infeção por Covid-19.

Esta sexta-feira, dia 26 de fevereiro, Arronches conta com um total de 185 casos confirmados, sendo que 24 estão ativos e 156 foram dados como recuperados. No concelho já faleceram cinco pessoas.

Município de Monforte recusa mudar nome à Praça José Carlos Malato

JoseCarlosMalato
Foto: Instagram José Carlos Malato

A revolta gerada com os comentário de José Carlos Malato, a 25 de janeiro, depois de André Ventura ter sido o segundo candidato à presidência da República com maior votação em vários concelhos da região Alentejo, resultou numa petição dirigida ao presidente da Câmara de Monforte, a pedir a alteração à toponímia da praça daquela localidade com o nome do apresentador de televisão.

De recordar que José Carlos Malato disse que o Alentejo era “uma vergonha”, pelo que, a partir daquele dia, seria lisboeta, declarações que o presidente da Câmara de Monforte, Gonçalo Lagem, considera “tristes” e “pouco democráticas”. Ainda assim, a petição e o pedido associado, não foram aceites pelo Município, até porque, se assim fosse, estaria a ter “uma reação à ação”.

“Houve uma petição e uma revolta social, compreensível, mas essa revolta também foi a quente e, de alguma forma, irrefletida. A democracia oferece-nos isso: a possibilidade de fazer uma petição, de haver uma convocatória da sociedade, perante aquilo que acreditam piamente. Aos executivos compete analisar, de forma serena, pelo que não podemos reagir de uma forma igualmente populista às declarações proferidas”, esclarece o autarca.

Gonçalo Lagem lembra que a atribuição do nome de José Carlos Malato ao largo em questão foi da responsabilidade do executivo de 2005, pelo que não caberia ao atual atuar no sentido de retirar o nome do apresentador do referido espaço. “Foi a decisão mais acertada deste executivo e foi uma decisão por unânime, onde estão representadas duas forças políticas”, diz ainda, garantindo que não se “pode andar atrás do sabor de reações irrefletidas e a quente”.

A petição contou com mais de quatro mil assinaturas, sendo apresentadas, como alternativas, ao Largo José Carlos Malato, os nomes “Praça dos Monfortenses” ou “Largo da Biblioteca”, como era antes conhecido.