O encontro entre “O Elvas” CAD e o Operário de Lagoa, da 8ª jornada da primeira fase da Série E do Campeonato de Portugal, vai ser disputado às 11 da manhã do próximo domingo, dia 5, no Campo Patalino do Estádio Municipal.
Alentejanos e açorianos chegam a este jogo em igualdade classificativa: oito pontos em sete jogos, com duas vitórias, dois empates e três derrotas. A ronda tem mais quatro partidas, todas no domingo: Belenenses-Rabo de Peixe (às 11 horas), Loures-Sintrense, Pêro Pinheiro-Sacavenense (ambos às 15 horas) e Ideal-Coruchense (às 16 horas).
A Rádio ELVAS e a Rádio Campo Maior acompanham a partida dos azuis-e-ouro, fornecem mais informação desportiva, numa emissão que começa às 11 horas de domingo, com Carlos Falcato e Manuel Carvalho.
Apesar das suas limitações, os portadores de Esclerose Múltipla (EM), sendo considerados doentes crónicos, mas com sintomas “invisíveis”, continuam a ser discriminados, em Portugal, pela lei laboral.
Nesse sentido, a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SEPM), através de uma das suas dirigentes, e coordenadora da delegação de Évora, Margarida Navalhinhas, alerta para a necessidade de se consciencializar a sociedade para o facto de os doentes viverem na “imprevisibilidade”, mas que, apesar dos sintomas, continuam “a ser úteis”. “Tem, cada vez mais, mais impacto nos mais jovens, nos jovens adultos a formar família, a ter o primeiro emprego, e, por isso mesmo, é preciso consciencializar a sociedade em geral, que esta doença existe, que muitas vezes não se vê, mas que tem efeitos”, explica.
Margarida assegura que, em muitos casos, os doentes, como ela, não conseguem trabalhar oito horas seguidas e têm de dividir o dia de trabalho de forma diferente. “Conseguimos fazer as mesmas coisas, mas se calhar vamos demorar mais tempo. Se calhar não conseguimos estar sempre nas mesmas funções, antes e após o diagnóstico, mas conseguimos alternar e ser úteis. É esta a mensagem: continuamos a ser úteis e válidos na sociedade, apesar daquilo que temos”, garante.
Só em Portugal, e segundo os dados mais recentes, são cerca de oito mil as pessoas que sofrem de EM. “É uma patologia que tem um diagnóstico cada vez mais precoce, o que implica que também o tratamento e o envolvimento da sociedade sejam cada vez mais precoces”, adianta Margarida, lembrando que o doente, como qualquer pessoa, “precisa de ter um emprego, a sua casa, a sua família”. A doença, sendo incapacitante, acaba por “envolver todas as dimensões da pessoa”.
O diagnóstico da EM é feito através de uma punção lombar ou de ressonância magnética, sendo este um equipamento escasso, sobretudo, no interior do país e no Alentejo. Esta, recorda ainda Margarida Navalhinhas, é uma doença do sistema nervoso central, com lesões inflamatórias, que resultam “numa cicatriz que fica no cérebro”, acabando por ser uma espécie de “roleta russa”, podendo atingir qualquer parte do corpo. Daí, os sintomas variarem muito de caso para caso.
As consequências da doença, garante Margarida Navalhinhas, não se resumem, única e exclusivamente, a uma cadeira de rodas e às questões da mobilidade reduzida. A EM envolve sintomas ao nível da visão, do cansaço, da fadiga, “que são invisíveis” e que tornam esta doença “muito estigmatizante”.
Durante a pandemia, todas as respostas da SPEM, que continuam por estes dias, dado o interesse demonstrado pelos participantes, acabaram por rumar até ao digital: desde a fisioterapia até à atividade física. “Cada vez há mais pessoas com EM a juntar-se. Temos pessoas de todos os cantos do país a participarem connosco nas sessões online”, revela a dirigente da SPEM.
O acesso aos cuidados de saúde, no interior do país, que “nem sempre são os melhores”, é “muito difícil”, o que dificulta a monitorização da doença, para se evitar os efeitos mais adversos. “Quanto mais atuarmos atempadamente, menos vão ser, em princípio, os efeitos contrários dela, e pode ter vários e graves”, lembra Margarida.
Apesar de, em Évora, a SPEM já ter uma delegação desde 2015, irá amanhã, dia 5, inaugurar a sua nova sede, na Cruz da Picada. “Conseguimos uma sede, em conjunto com a Câmara Municipal de Évora, num espaço em parceria com outra associação”, revela a dirigente.
“Ainda não pertencemos ao Conselho Local de Ação Social, que existe nas câmaras, mas para lá caminhamos, e já estamos a ser vistos na região de Évora, e é isso que nós pretendemos, é para isso que temos lutado. Agora, é continuar lutar pela região do Alentejo, que é uma região do país onde os cuidados de saúde não são fáceis e as pessoas têm todo o direito de reclamar os seus direitos”, remata Margarida Navalhinhas.
O Dia Nacional da Pessoa com Esclerose Múltipla assinala-se este sábado, 4 de dezembro, sendo que, desde ontem, decorre a 16ª edição do Congresso Nacional da Esclerose Múltipla, no qual se apresentam e discutem propostas e ideias que contribuam para a melhoria da qualidade de vida destes doentes.
A Organização Mundial do Turismo distinguiu ontem a Cumeada, aldeia do concelho de Reguengos de Monsaraz, na categoria de “Melhor Aldeia Turística”, durante a 24.ª Assembleia Geral da Organização Mundial do Turismo, que decorreu em Madrid. A Cumeada deve o seu nome a uma elevação, um cume, e o povoamento dessa região supõe-se que remonte a épocas pré-históricas.
Localizada a sete quilómetros de Reguengos de Monsaraz e próxima do Grande Lago Alqueva, na Cumeada predomina o setor da agricultura, mas na última década tem recebido um impulso turístico na área do astroturismo, recebendo milhares de turistas para participarem nas atividades desenvolvidas na sede da Reserva Dark Sky Alqueva, que resultou da adaptação de uma antiga escola primária. Para não prejudicar as observações astronómicas durante a noite, o Município de Reguengos de Monsaraz substituiu as luminárias de iluminação pública e colocou tecnologia LED que permite controlar, sempre que necessário, a sua intensidade.
A Cumeada foi distinguida como uma das melhores aldeias turísticas do mundo por ser um exemplo notável de um destino de turismo rural com reconhecidos ativos culturais e naturais, que preserva e promove valores, produtos e estilos de vida rurais e comunitários, mas que também tem um claro compromisso com a inovação e a sustentabilidade nas áreas económica, social e ambiental. Nesta primeira edição da “Best Tourism Villages by UNWTO” foram propostas 174 aldeias por 75 estados membros da Organização Mundial do Turismo, tendo o conselho consultivo independente atribuído este reconhecimento a 44 aldeias de 32 países de todos os continentes, entre as quais a Cumeada e Castelo Rodrigo em Portugal.
Para além das melhores aldeias turísticas do mundo, entraram outras 20 aldeias no programa de melhoria desta iniciativa para que recebam apoio e possam no futuro cumprir os critérios para receberem a distinção. Todas as 64 aldeias fazem agora parte da Rede das Melhores Aldeias de Turismo da Organização Mundial do Turismo.
A construção da quinta ponte de Badajoz que vai ligar a estrada de Olivença com a zona do Caia decorre a bom ritmo.
O Alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera adianta que se prevê que esteja concluída antes do final deste ano, sendo este o compromisso da Junta da Extremadura.
Este é o primeiro troço, dos quatro que estão por construir, de uma ronda completa que está situada no início da IFEBA, passará pelo Guadiana, até Olivença e vai circundar Badajoz desde a fronteira de Portugal até aos acessos a Madrid, pela zona sul.
O investimento total dos quatro troços, adianta o alcaide, ronda um total de 80/90 milhões de euros, que a seu ver, “vão mudar a cidade de Badajoz, pelo que nos próximos dois anos poderemos ter a ronda completa”.
Alcaide de Badajoz a dar conta do avanço da quinta ponte da cidade.
A Polícia Nacional de Espanha interceptou, em Mérida, 250 quilos de cocaína pura que iam ser distribuídos por todo o território nacional.
No decorrer desta ação foram ainda apreendidos 50 mil euros em notas, duas viaturas e detidos três homens que pertenciam a uma rede dedicada à introdução desta droga em Espanha, por via marítima, procedente de Portugal.
O gasóleo a mais de um euro por litro, os fertilizantes 300% mais caros e sem mão de obra, numa região com 92 desempregados. A isto junta-se os baixos preços e uma reforma da Política Agrícola Comum (PAC), com um “corte de 18% e um excessivo rigor ambiental”.
São estas as questões que levaram quase três mil agricultores e ganaderos de toda a Estremadura espanhola a sair à rua para retomar os protestos iniciados há 20 meses e que a Covid-19 calou.
Esta é a primeira grande manifestação que decorre na Extremadura depois da interrupção devido à pandemia e a luta é “a mesma que antes da pandemia”, sob o lema “ em defesa do nosso campo”, apela-se ao sindicato para resolver os problemas de um setor “em perigo de morte” face à “desastrosa” defesa da Junta de Extremadura.
A manifestação foi convocada por quase todas as organizações agrárias: Asaja (APAG Extremadura Asaja e Asaja Cáceres), La Unión, Aseprex, Agryga, Agricultores de Don Benito y la Asociación de Agricultores del Valle del Jerte y Comarcas. UPA-UCE, la segunda en representación en Extremadura y la más afín al PSOE, se ha desmarcado de la marcha, que también ha contado con el apoyo de Unidas Podemos, Ciudadanos, Vox y el PP.
A manifestação começou em frente à sede do Ministério da Agricultura em Mérida às 11 da manhã e, embora no início tenha havido momentos de tensão, porque os manifestantes ocupam as quatro pistas da avenida Rainha Sofia, em vez das duas autorizadas, a marcha finalmente passou sem incidentes notáveis e foi escoltada por uma grande força policial.
Na presidência, onde o chefe da manifestação chegou ao meio-dia, pelo menos cinco carrinhas da polícia e várias equipas de choque foram mobilizados. Depois das reivindicações do ano passado, a tensão era evidente, mas depois de confirmado que Fernández Vara que se iria reunir com as organizações à tarde, as organizações agrárias pediram calma e os assistentes acabaram até por aplaudir os agentes.
Os manifestantes não saíram da reunião com o presidente totalmente satisfeitos, pois não conseguiram um compromisso por escrito assinado, como era a sua ideia inicial, mas sim a vontade da Junta em continuar a trabalhar e “remar sempre na mesma direção ao longo do caminho na base do respeito”, de acordo com o que disse o próprio Fernández Vara. A Ministra da Agricultura, Desenvolvimento Rural, População e Território, Begoña García Bernal, mostrou o seu respeito pela manifestação, mas no plenário da Assembleia também fez um apelo para ver a “outra face da moeda”, a dos setores que têm os seus preços recuperados e estão “em boa forma”.
“Um Natal para celebrar, devagar” é o convite de SLOW COFFEE para esta época festiva, desafiando a aproveitar cada momento, dando valor ao que realmente importa, acompanhado de uma experiência de café única, para oferecer, partilhar e saborear devagar.
E porque durante a época festiva a troca de presentes não tem de ser sinónimo de azáfama, mas sim de uma celebração desacelerada e saboreada com calma, os Kits The Dripping Experience e The Pressing Experience, da Delta, são o presente ideal para oferecer a quem mais gostamos, pois proporcionam uma experiência sensorial de café completa e integrada e criam o pretexto ideal para um tempo bem passado.
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Estes Kits Slow Coffee têm tudo o que precisa para preparar café: um equipamento de extração, um blend especialmente desenhado para esse mesmo equipamento e uma chávena para saborear todos os aromas e sabores resultantes da experiência.
Kit The Dripping Experience – 44,90€
Ideal para oferecer a quem se quer iniciar numa experiência Slow Coffee, este é o kit perfeito para preparar um café na Pour Over, com os melhores perfis sensoriais dos grãos da Colômbia e da Etiópia! O resultado será uma bebida suave e rica em aromas.
Kit The Pressing Experience – 33,90€
Ideal para quem valoriza experiências diferentes, este é o kit perfeito para preparar café na French Press, com as melhores características dos grãos da Tanzânia e da Costa Rica! O resultado será uma bebida com texturas definidas e aromas marcantes.
Disponíveis nas lojas The Coffee House Experience e na loja online da marca (www.deltaslowcoffee.com) com entregas garantidas para todo o território nacional, esta última conta ainda com outros produtos indicados para oferecer a quem é amante de café: desde os melhores blends selecionados, até outros equipamentos de extração como o Balão, a Chemex, a V60 e a Aeropress, ou até mesmo acessórios para ajudar durante todo o ritual de preparação, como a chaleira e a balança.
Até 25 de Dezembro, na compra de qualquer artigo na loja online Slow Coffee, a marca oferece um postal natalício para que possa escrever uma mensagem especial para acompanhar a sua oferta a quem mais gosta. O postal contém ainda um QR code para aceder a uma playlist natalícia que, aos primeiros acordes, nos transporta imediatamente para as memórias de Natal, que nos confortam e nos fazem relaxar (https://open.spotify.com/playlist/680CoTUmipwnKGBNDgKfeD?si=03245539d03a4965).
SLOW COFFEE é um café que se demora. Primeiro na sua produção, onde cada grão foi torrado cuidadosamente para realçar as melhores notas e aromas, e depois, nos seus encontros, onde as melhores origens foram especialmente combinadas para cada experiência e equipamento de extração de café.